15 de setembro de 2016

Kandahār, volume 14, número 7, outubro de 1973

Kandahār foi fundada em 1960 como a revista mensal do pachto vernáculo na Província de Candaar. A revista firmou suas bases dentro da estrutura do jornal Tolo-e Afghan sediado em Candaar, sendo Mohammad Wali Zulmay seu primeiro editor-chefe. Em uma nota editorial de 21 de abril de 1961 intitulada “Com os escritores de Kandahār, Agha Mohammad Karzai, o segundo editor-chefe, declara que o objetivo da revista é “representar a cultura de Candaar com o propósito de escrever e explicar às pessoas assuntos sobre história, literatura, economia e língua”. As edições publicadas entre 1961 e 1974 contêm artigos sobre alguns temas como “Língua pachto contemporânea e identidade pachto”, “Literatura da China”, “Pashtunistão”, “Castelo de quarenta torres de Candaar”, “Surgimento do romance na literatura russa”, “Abraham Lincoln”, “A guerra sem fim no Vietnã”, e muitos outros. O que torna a revista Kandahār interessante e importante é sua natureza vernacular. A revista é uma das principais publicações em pachto editadas e lidas no sul do Afeganistão. Ela é uma rica fonte de informações sobre o pensamento literário, histórico e político afegão da década de 1960 em diante, especialmente em áreas rurais e provinciais, além do valor especial que a publicação representa para estudiosos interessados na história e cultura do país. Kandahār era publicada mensalmente com média de 30 a 50 páginas. A revista quase sempre apresentava as capas de frente e de trás coloridas com ilustrações que acompanham o texto dos artigos. Os colaboradores da revista eram muitas vezes intelectuais literários nacionalistas e locais provenientes de Candaar e de todo o Afeganistão. Kandahār continua sendo publicada até os dias de hoje, mas com o tempo seu conteúdo sofreu alterações, refletindo as dinâmicas sociais e políticas no país.

Kandahār, volume 14, número 9, dezembro de 1973

Kandahār foi fundada em 1960 como a revista mensal do pachto vernáculo na Província de Candaar. A revista firmou suas bases dentro da estrutura do jornal Tolo-e Afghan sediado em Candaar, sendo Mohammad Wali Zulmay seu primeiro editor-chefe. Em uma nota editorial de 21 de abril de 1961 intitulada “Com os escritores de Kandahār, Agha Mohammad Karzai, o segundo editor-chefe, declara que o objetivo da revista é “representar a cultura de Candaar com o propósito de escrever e explicar às pessoas assuntos sobre história, literatura, economia e língua”. As edições publicadas entre 1961 e 1974 contêm artigos sobre alguns temas como “Língua pachto contemporânea e identidade pachto”, “Literatura da China”, “Pashtunistão”, “Castelo de quarenta torres de Candaar”, “Surgimento do romance na literatura russa”, “Abraham Lincoln”, “A guerra sem fim no Vietnã”, e muitos outros. O que torna a revista Kandahār interessante e importante é sua natureza vernacular. A revista é uma das principais publicações em pachto editadas e lidas no sul do Afeganistão. Ela é uma rica fonte de informações sobre o pensamento literário, histórico e político afegão da década de 1960 em diante, especialmente em áreas rurais e provinciais, além do valor especial que a publicação representa para estudiosos interessados na história e cultura do país. Kandahār era publicada mensalmente com média de 30 a 50 páginas. A revista quase sempre apresentava as capas de frente e de trás coloridas com ilustrações que acompanham o texto dos artigos. Os colaboradores da revista eram muitas vezes intelectuais literários nacionalistas e locais provenientes de Candaar e de todo o Afeganistão. Kandahār continua sendo publicada até os dias de hoje, mas com o tempo seu conteúdo sofreu alterações, refletindo as dinâmicas sociais e políticas no país.

Kandahār, volume 14, número 10, janeiro de 1974

Kandahār foi fundada em 1960 como a revista mensal do pachto vernáculo na Província de Candaar. A revista firmou suas bases dentro da estrutura do jornal Tolo-e Afghan sediado em Candaar, sendo Mohammad Wali Zulmay seu primeiro editor-chefe. Em uma nota editorial de 21 de abril de 1961 intitulada “Com os escritores de Kandahār, Agha Mohammad Karzai, o segundo editor-chefe, declara que o objetivo da revista é “representar a cultura de Candaar com o propósito de escrever e explicar às pessoas assuntos sobre história, literatura, economia e língua”. As edições publicadas entre 1961 e 1974 contêm artigos sobre alguns temas como “Língua pachto contemporânea e identidade pachto”, “Literatura da China”, “Pashtunistão”, “Castelo de quarenta torres de Candaar”, “Surgimento do romance na literatura russa”, “Abraham Lincoln”, “A guerra sem fim no Vietnã”, e muitos outros. O que torna a revista Kandahār interessante e importante é sua natureza vernacular. A revista é uma das principais publicações em pachto editadas e lidas no sul do Afeganistão. Ela é uma rica fonte de informações sobre o pensamento literário, histórico e político afegão da década de 1960 em diante, especialmente em áreas rurais e provinciais, além do valor especial que a publicação representa para estudiosos interessados na história e cultura do país. Kandahār era publicada mensalmente com média de 30 a 50 páginas. A revista quase sempre apresentava as capas de frente e de trás coloridas com ilustrações que acompanham o texto dos artigos. Os colaboradores da revista eram muitas vezes intelectuais literários nacionalistas e locais provenientes de Candaar e de todo o Afeganistão. Kandahār continua sendo publicada até os dias de hoje, mas com o tempo seu conteúdo sofreu alterações, refletindo as dinâmicas sociais e políticas no país.

Kandahār, volume 14, números 11 e 12, fevereiro e março de 1974

Kandahār foi fundada em 1960 como a revista mensal do pachto vernáculo na Província de Candaar. A revista firmou suas bases dentro da estrutura do jornal Tolo-e Afghan sediado em Candaar, sendo Mohammad Wali Zulmay seu primeiro editor-chefe. Em uma nota editorial de 21 de abril de 1961 intitulada “Com os escritores de Kandahār, Agha Mohammad Karzai, o segundo editor-chefe, declara que o objetivo da revista é “representar a cultura de Candaar com o propósito de escrever e explicar às pessoas assuntos sobre história, literatura, economia e língua”. As edições publicadas entre 1961 e 1974 contêm artigos sobre alguns temas como “Língua pachto contemporânea e identidade pachto”, “Literatura da China”, “Pashtunistão”, “Castelo de quarenta torres de Candaar”, “Surgimento do romance na literatura russa”, “Abraham Lincoln”, “A guerra sem fim no Vietnã”, e muitos outros. O que torna a revista Kandahār interessante e importante é sua natureza vernacular. A revista é uma das principais publicações em pachto editadas e lidas no sul do Afeganistão. Ela é uma rica fonte de informações sobre o pensamento literário, histórico e político afegão da década de 1960 em diante, especialmente em áreas rurais e provinciais, além do valor especial que a publicação representa para estudiosos interessados na história e cultura do país. Kandahār era publicada mensalmente com média de 30 a 50 páginas. A revista quase sempre apresentava as capas de frente e de trás coloridas com ilustrações que acompanham o texto dos artigos. Os colaboradores da revista eram muitas vezes intelectuais literários nacionalistas e locais provenientes de Candaar e de todo o Afeganistão. Kandahār continua sendo publicada até os dias de hoje, mas com o tempo seu conteúdo sofreu alterações, refletindo as dinâmicas sociais e políticas no país.

Kandahār, volume 15, número 1, abril de 1974

Kandahār foi fundada em 1960 como a revista mensal do pachto vernáculo na Província de Candaar. A revista firmou suas bases dentro da estrutura do jornal Tolo-e Afghan sediado em Candaar, sendo Mohammad Wali Zulmay seu primeiro editor-chefe. Em uma nota editorial de 21 de abril de 1961 intitulada “Com os escritores de Kandahār, Agha Mohammad Karzai, o segundo editor-chefe, declara que o objetivo da revista é “representar a cultura de Candaar com o propósito de escrever e explicar às pessoas assuntos sobre história, literatura, economia e língua”. As edições publicadas entre 1961 e 1974 contêm artigos sobre alguns temas como “Língua pachto contemporânea e identidade pachto”, “Literatura da China”, “Pashtunistão”, “Castelo de quarenta torres de Candaar”, “Surgimento do romance na literatura russa”, “Abraham Lincoln”, “A guerra sem fim no Vietnã”, e muitos outros. O que torna a revista Kandahār interessante e importante é sua natureza vernacular. A revista é uma das principais publicações em pachto editadas e lidas no sul do Afeganistão. Ela é uma rica fonte de informações sobre o pensamento literário, histórico e político afegão da década de 1960 em diante, especialmente em áreas rurais e provinciais, além do valor especial que a publicação representa para estudiosos interessados na história e cultura do país. Kandahār era publicada mensalmente com média de 30 a 50 páginas. A revista quase sempre apresentava as capas de frente e de trás coloridas com ilustrações que acompanham o texto dos artigos. Os colaboradores da revista eram muitas vezes intelectuais literários nacionalistas e locais provenientes de Candaar e de todo o Afeganistão. Kandahār continua sendo publicada até os dias de hoje, mas com o tempo seu conteúdo sofreu alterações, refletindo as dinâmicas sociais e políticas no país.

Kandahār, volume 15, número 2, maio de 1974

Kandahār foi fundada em 1960 como a revista mensal do pachto vernáculo na Província de Candaar. A revista firmou suas bases dentro da estrutura do jornal Tolo-e Afghan sediado em Candaar, sendo Mohammad Wali Zulmay seu primeiro editor-chefe. Em uma nota editorial de 21 de abril de 1961 intitulada “Com os escritores de Kandahār, Agha Mohammad Karzai, o segundo editor-chefe, declara que o objetivo da revista é “representar a cultura de Candaar com o propósito de escrever e explicar às pessoas assuntos sobre história, literatura, economia e língua”. As edições publicadas entre 1961 e 1974 contêm artigos sobre alguns temas como “Língua pachto contemporânea e identidade pachto”, “Literatura da China”, “Pashtunistão”, “Castelo de quarenta torres de Candaar”, “Surgimento do romance na literatura russa”, “Abraham Lincoln”, “A guerra sem fim no Vietnã”, e muitos outros. O que torna a revista Kandahār interessante e importante é sua natureza vernacular. A revista é uma das principais publicações em pachto editadas e lidas no sul do Afeganistão. Ela é uma rica fonte de informações sobre o pensamento literário, histórico e político afegão da década de 1960 em diante, especialmente em áreas rurais e provinciais, além do valor especial que a publicação representa para estudiosos interessados na história e cultura do país. Kandahār era publicada mensalmente com média de 30 a 50 páginas. A revista quase sempre apresentava as capas de frente e de trás coloridas com ilustrações que acompanham o texto dos artigos. Os colaboradores da revista eram muitas vezes intelectuais literários nacionalistas e locais provenientes de Candaar e de todo o Afeganistão. Kandahār continua sendo publicada até os dias de hoje, mas com o tempo seu conteúdo sofreu alterações, refletindo as dinâmicas sociais e políticas no país.