17 de agosto de 2016

Livro das jornadas de Israel

Israel Joseph Benjamin (de 1818 a 1864) foi um judeu comerciante de madeiras de Falticeni, na Moldávia (na atual Romênia), que com 25 anos começou uma viagem em busca das Dez Tribos Perdidas de Israel. Autoproclamando-se “O Segundo Benjamin”, em homenagem a Benjamin de Tudela, viajante judeu espanhol do século XII, ele passou cinco anos visitando comunidades judaicas onde hoje ficam os territórios de Israel, Líbano, Síria, Turquia, Iraque, Irã, Armênia, Afeganistão, Índia, Singapura, China e Egito. Após um breve retorno à Europa, Benjamin passou mais três anos na Líbia, na Argélia, na Tunísia e em Marrocos. Ele registrou os primeiros cinco anos de viagens num livro que apareceu em francês em 1856 com o título Cinq années de voyage en orient 1846-1851 (Cinco Anos de Viagem no Oriente, de 1846 a 1851). Ele juntou os relatos das duas grandes jornadas para compilar um livro maior em alemão, publicado em 1858 com o título Acht Jahre in Asien und Afrika von 1846 bis 1855 (Oito Anos na Ásia e na África, de 1846 a 1855). Traduções para inglês (com o título Oito anos na Ásia e na África, 1846 a 1855) e hebraico apareceram em 1859. No livro, Benjamin descreve as condições econômicas e sociais nas comunidades judaicas que visitou; ele também narra muitas tradições e lendas locais. Vários capítulos apresentam conclusões gerais sobre o estado das comunidades judaicas em diferentes regiões. Aqui apresentamos a edição em hebraico, que na cópia mantida pela Biblioteca do Congresso encontra-se encadernada com as edições em francês, alemão e inglês. Como muitas vezes ocorre em livros hebraicos especializados ou rabínicos, o título completo, com o subtítulo, é tanto um versículo da Bíblia (nesse caso do livro de Números) quanto um trocadilho com o nome do próprio autor: Israel.

Completando a narrativa sobre a história dos afegãos

Jamal al-Din al-Afghani (1838 a 1897) foi um pensador, ativista político e jornalista pan-islâmico que buscou restaurar a ideia islâmica e libertar o mundo muçulmano da influência ocidental. Muitos aspectos da sua vida e do seu histórico permanecem desconhecidos ou controversos, incluindo sua terra natal, sua filiação religiosa e a causa de sua morte. Ele provavelmente nasceu em Asadabad, perto da atual cidade de Hamadan, no Irã. Sua história mais conhecida começa a partir de seus 18 anos, com uma estadia de um ano na Índia que coincidiu com a Rebelião dos Sipais de 1857 a 1859. No que se tornaria uma vida de viagens constantes, al-Afghani logo foi a Meca para realizar o hajj, antes de retornar ao Afeganistão para servir o exército de Dost Mohammad Khan (1793 a 1863), governante do país. Mais tarde, al-Afghani juntou-se a Mohammad Aʻzam, um dos filhos de Dost e que acabou perdendo o poder para seu irmão Sher Ali, que tinha o apoio dos britânicos. Com o tempo, o ativismo político de al-Afghani o levou a Paris, Londres, Teerã, São Petersburgo e Constantinopla. Foi durante sua segunda estadia no Egito (1871 a 1879) que ele consolidou seu papel como reformador. Al-Afghani encontrou em Cairo uma classe de jovens intelectuais que se juntou a ele, fundou jornais e usou esses jornais para disseminar suas ideias. Entre seus discípulos egípcios mais importantes estavam o estudioso Muhammad ‘Abduh, o jornalista ʻAbd Allah al-Nadim e os políticos nacionalistas Mustafa Kamil e Saʻd Zaghlul. A influência de Al-Afghani tanto no pensamento islâmico tradicionalista como no modernista continua até hoje. Al-Afghani foi um ativista que tentou realizar mudanças através do jornalismo político e do discurso público, não escrevendo muitos livros. Este pequeno livro, intitulado Tatimmat al-bayān fī tārīkh al-Afghān (Completando a narrativa sobre a história dos afegãos), foi escrito durante a Segunda Guerra Anglo-Afegã (1878 a 1880) e publicado em 1901. Ele começa com uma dedicação escrita pelo editor, ʻAli Yusuf al-Karidli, a ʻAbd al-Rahman Khan, governante do Afeganistão. Em seguida dois breves capítulos discutem a etimologia do nome Afeganistão e os ancestrais de seu povo. O terceiro capítulo trata da história política e militar afegã começando por Mahmud de Ghazni (971 a 1030). O capítulo quarto fala dos “diferentes povos habitantes das terras chamadas Afeganistão”. A conclusão discute as “condições gerais da terra”, seguida por uma lista de 12 pontos de aconselhamento de um “emir dos afegãos” sem nome para o seu filho.

Revista Kābul, número 25, volume 3, edição 1, 22 de junho de 1933

Kābul foi um periódico mensal da Anjuman-i Adabi Kabul (Sociedade Literária de Cabul), publicado pela primeira vez em 15 de dezembro de 1931. A revista apresentava obras originais e traduzidas, e com frequência publicava tanto ensaios breves como extensos sobre a história, a arqueologia, a literatura, a cultura, as línguas e a sociedade do Afeganistão. A revista também publicava reportagens de eventos nacionais e internacionais. Em seu primeiro ano, a revista possuía de 40 a 60 páginas por número. Mais tarde, passou a ser de 80 a 120 páginas por número. Entre seus colaboradores estavam escritores literário-nacionalistas afegãos como Qari ʻAbd Allah (de 1871 a 1944), Mir Ghulam Mohammad Ghubar (de 1895 a 1978), Ahmad ʻAli Kuhzad (nascido em 1907), ʻAbd al-Hayy Habibi (de 1910 a 1984), e outras personalidades que desempenharam importantes papéis na historicização e caracterização da identidade do Afeganistão no século XX. Entre 1931 e 1938Kābul publicou apenas artigos em persa dentro do modelo de trabalho da Anjuman-i Adabi Kabul. Mais tarde a revista se ramificou em duas publicações separadas: uma revista em pachto, e a edição mais antiga em persaPushto Tolanah (Sociedade Pachto), fundada em 1939 para promover a história, a literatura e a língua pachto-afegã, assumiu o comando da edição pachto dentro da organização do recém-formado departamento de mídia do governo, Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). A revista foi uma das publicações mais antigas e mais populares que apareceu durante o regime monárquico no Afeganistão. Com a chegada dos comunistas ao poder em 1979 e o país se afundando em conflitos e instabilidade política, a revista deixou de ser estável e contínua. Aqui apresentamos 375 edições da revista publicadas entre 1933 e 1964, parte das coleções da Biblioteca do Congresso.

Revista Kābul, número 26, volume 3, edição 2, 23 de julho de 1933

Kābul foi um periódico mensal da Anjuman-i Adabi Kabul (Sociedade Literária de Cabul), publicado pela primeira vez em 15 de dezembro de 1931. A revista apresentava obras originais e traduzidas, e com frequência publicava tanto ensaios breves como extensos sobre a história, a arqueologia, a literatura, a cultura, as línguas e a sociedade do Afeganistão. A revista também publicava reportagens de eventos nacionais e internacionais. Em seu primeiro ano, a revista possuía de 40 a 60 páginas por número. Mais tarde, passou a ser de 80 a 120 páginas por número. Entre seus colaboradores estavam escritores literário-nacionalistas afegãos como Qari ʻAbd Allah (de 1871 a 1944), Mir Ghulam Mohammad Ghubar (de 1895 a 1978), Ahmad ʻAli Kuhzad (nascido em 1907), ʻAbd al-Hayy Habibi (de 1910 a 1984), e outras personalidades que desempenharam importantes papéis na historicização e caracterização da identidade do Afeganistão no século XX. Entre 1931 e 1938Kābul publicou apenas artigos em persa dentro do modelo de trabalho da Anjuman-i Adabi Kabul. Mais tarde a revista se ramificou em duas publicações separadas: uma revista em pachto, e a edição mais antiga em persaPushto Tolanah (Sociedade Pachto), fundada em 1939 para promover a história, a literatura e a língua pachto-afegã, assumiu o comando da edição pachto dentro da organização do recém-formado departamento de mídia do governo, Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). A revista foi uma das publicações mais antigas e mais populares que apareceu durante o regime monárquico no Afeganistão. Com a chegada dos comunistas ao poder em 1979 e o país se afundando em conflitos e instabilidade política, a revista deixou de ser estável e contínua. Aqui apresentamos 375 edições da revista publicadas entre 1933 e 1964, parte das coleções da Biblioteca do Congresso.

Revista Kābul, número 27, volume 3, edição 3, 23 de agosto de 1933

Kābul foi um periódico mensal da Anjuman-i Adabi Kabul (Sociedade Literária de Cabul), publicado pela primeira vez em 15 de dezembro de 1931. A revista apresentava obras originais e traduzidas, e com frequência publicava tanto ensaios breves como extensos sobre a história, a arqueologia, a literatura, a cultura, as línguas e a sociedade do Afeganistão. A revista também publicava reportagens de eventos nacionais e internacionais. Em seu primeiro ano, a revista possuía de 40 a 60 páginas por número. Mais tarde, passou a ser de 80 a 120 páginas por número. Entre seus colaboradores estavam escritores literário-nacionalistas afegãos como Qari ʻAbd Allah (de 1871 a 1944), Mir Ghulam Mohammad Ghubar (de 1895 a 1978), Ahmad ʻAli Kuhzad (nascido em 1907), ʻAbd al-Hayy Habibi (de 1910 a 1984), e outras personalidades que desempenharam importantes papéis na historicização e caracterização da identidade do Afeganistão no século XX. Entre 1931 e 1938Kābul publicou apenas artigos em persa dentro do modelo de trabalho da Anjuman-i Adabi Kabul. Mais tarde a revista se ramificou em duas publicações separadas: uma revista em pachto, e a edição mais antiga em persaPushto Tolanah (Sociedade Pachto), fundada em 1939 para promover a história, a literatura e a língua pachto-afegã, assumiu o comando da edição pachto dentro da organização do recém-formado departamento de mídia do governo, Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). A revista foi uma das publicações mais antigas e mais populares que apareceu durante o regime monárquico no Afeganistão. Com a chegada dos comunistas ao poder em 1979 e o país se afundando em conflitos e instabilidade política, a revista deixou de ser estável e contínua. Aqui apresentamos 375 edições da revista publicadas entre 1933 e 1964, parte das coleções da Biblioteca do Congresso.

Revista Kābul, número 28, volume 3, edição 4, 24 de setembro de 1933

Kābul foi um periódico mensal da Anjuman-i Adabi Kabul (Sociedade Literária de Cabul), publicado pela primeira vez em 15 de dezembro de 1931. A revista apresentava obras originais e traduzidas, e com frequência publicava tanto ensaios breves como extensos sobre a história, a arqueologia, a literatura, a cultura, as línguas e a sociedade do Afeganistão. A revista também publicava reportagens de eventos nacionais e internacionais. Em seu primeiro ano, a revista possuía de 40 a 60 páginas por número. Mais tarde, passou a ser de 80 a 120 páginas por número. Entre seus colaboradores estavam escritores literário-nacionalistas afegãos como Qari ʻAbd Allah (de 1871 a 1944), Mir Ghulam Mohammad Ghubar (de 1895 a 1978), Ahmad ʻAli Kuhzad (nascido em 1907), ʻAbd al-Hayy Habibi (de 1910 a 1984), e outras personalidades que desempenharam importantes papéis na historicização e caracterização da identidade do Afeganistão no século XX. Entre 1931 e 1938Kābul publicou apenas artigos em persa dentro do modelo de trabalho da Anjuman-i Adabi Kabul. Mais tarde a revista se ramificou em duas publicações separadas: uma revista em pachto, e a edição mais antiga em persaPushto Tolanah (Sociedade Pachto), fundada em 1939 para promover a história, a literatura e a língua pachto-afegã, assumiu o comando da edição pachto dentro da organização do recém-formado departamento de mídia do governo, Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). A revista foi uma das publicações mais antigas e mais populares que apareceu durante o regime monárquico no Afeganistão. Com a chegada dos comunistas ao poder em 1979 e o país se afundando em conflitos e instabilidade política, a revista deixou de ser estável e contínua. Aqui apresentamos 375 edições da revista publicadas entre 1933 e 1964, parte das coleções da Biblioteca do Congresso.