17 de agosto de 2016

Revista Kābul, número 146, volume 13, edição 2, abril de 1943

Kābul foi um periódico mensal da Anjuman-i Adabi Kabul (Sociedade Literária de Cabul), publicado pela primeira vez em 15 de dezembro de 1931. A revista apresentava obras originais e traduzidas, e com frequência publicava tanto ensaios breves como extensos sobre a história, a arqueologia, a literatura, a cultura, as línguas e a sociedade do Afeganistão. A revista também publicava reportagens de eventos nacionais e internacionais. Em seu primeiro ano, a revista possuía de 40 a 60 páginas por número. Mais tarde, passou a ser de 80 a 120 páginas por número. Entre seus colaboradores estavam escritores literário-nacionalistas afegãos como Qari ʻAbd Allah (de 1871 a 1944), Mir Ghulam Mohammad Ghubar (de 1895 a 1978), Ahmad ʻAli Kuhzad (nascido em 1907), ʻAbd al-Hayy Habibi (de 1910 a 1984), e outras personalidades que desempenharam importantes papéis na historicização e caracterização da identidade do Afeganistão no século XX. Entre 1931 e 1938Kābul publicou apenas artigos em persa dentro do modelo de trabalho da Anjuman-i Adabi Kabul. Mais tarde a revista se ramificou em duas publicações separadas: uma revista em pachto, e a edição mais antiga em persaPushto Tolanah (Sociedade Pachto), fundada em 1939 para promover a história, a literatura e a língua pachto-afegã, assumiu o comando da edição pachto dentro da organização do recém-formado departamento de mídia do governo, Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). A revista foi uma das publicações mais antigas e mais populares que apareceu durante o regime monárquico no Afeganistão. Com a chegada dos comunistas ao poder em 1979 e o país se afundando em conflitos e instabilidade política, a revista deixou de ser estável e contínua. Aqui apresentamos 375 edições da revista publicadas entre 1933 e 1964, parte das coleções da Biblioteca do Congresso.

Revista Kābul, número 147, volume 13, edição 3, maio de 1943

Kābul foi um periódico mensal da Anjuman-i Adabi Kabul (Sociedade Literária de Cabul), publicado pela primeira vez em 15 de dezembro de 1931. A revista apresentava obras originais e traduzidas, e com frequência publicava tanto ensaios breves como extensos sobre a história, a arqueologia, a literatura, a cultura, as línguas e a sociedade do Afeganistão. A revista também publicava reportagens de eventos nacionais e internacionais. Em seu primeiro ano, a revista possuía de 40 a 60 páginas por número. Mais tarde, passou a ser de 80 a 120 páginas por número. Entre seus colaboradores estavam escritores literário-nacionalistas afegãos como Qari ʻAbd Allah (de 1871 a 1944), Mir Ghulam Mohammad Ghubar (de 1895 a 1978), Ahmad ʻAli Kuhzad (nascido em 1907), ʻAbd al-Hayy Habibi (de 1910 a 1984), e outras personalidades que desempenharam importantes papéis na historicização e caracterização da identidade do Afeganistão no século XX. Entre 1931 e 1938Kābul publicou apenas artigos em persa dentro do modelo de trabalho da Anjuman-i Adabi Kabul. Mais tarde a revista se ramificou em duas publicações separadas: uma revista em pachto, e a edição mais antiga em persaPushto Tolanah (Sociedade Pachto), fundada em 1939 para promover a história, a literatura e a língua pachto-afegã, assumiu o comando da edição pachto dentro da organização do recém-formado departamento de mídia do governo, Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). A revista foi uma das publicações mais antigas e mais populares que apareceu durante o regime monárquico no Afeganistão. Com a chegada dos comunistas ao poder em 1979 e o país se afundando em conflitos e instabilidade política, a revista deixou de ser estável e contínua. Aqui apresentamos 375 edições da revista publicadas entre 1933 e 1964, parte das coleções da Biblioteca do Congresso.

Revista Kābul, número 148, volume 13, edição 4, junho de 1943

Kābul foi um periódico mensal da Anjuman-i Adabi Kabul (Sociedade Literária de Cabul), publicado pela primeira vez em 15 de dezembro de 1931. A revista apresentava obras originais e traduzidas, e com frequência publicava tanto ensaios breves como extensos sobre a história, a arqueologia, a literatura, a cultura, as línguas e a sociedade do Afeganistão. A revista também publicava reportagens de eventos nacionais e internacionais. Em seu primeiro ano, a revista possuía de 40 a 60 páginas por número. Mais tarde, passou a ser de 80 a 120 páginas por número. Entre seus colaboradores estavam escritores literário-nacionalistas afegãos como Qari ʻAbd Allah (de 1871 a 1944), Mir Ghulam Mohammad Ghubar (de 1895 a 1978), Ahmad ʻAli Kuhzad (nascido em 1907), ʻAbd al-Hayy Habibi (de 1910 a 1984), e outras personalidades que desempenharam importantes papéis na historicização e caracterização da identidade do Afeganistão no século XX. Entre 1931 e 1938Kābul publicou apenas artigos em persa dentro do modelo de trabalho da Anjuman-i Adabi Kabul. Mais tarde a revista se ramificou em duas publicações separadas: uma revista em pachto, e a edição mais antiga em persaPushto Tolanah (Sociedade Pachto), fundada em 1939 para promover a história, a literatura e a língua pachto-afegã, assumiu o comando da edição pachto dentro da organização do recém-formado departamento de mídia do governo, Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). A revista foi uma das publicações mais antigas e mais populares que apareceu durante o regime monárquico no Afeganistão. Com a chegada dos comunistas ao poder em 1979 e o país se afundando em conflitos e instabilidade política, a revista deixou de ser estável e contínua. Aqui apresentamos 375 edições da revista publicadas entre 1933 e 1964, parte das coleções da Biblioteca do Congresso.

Revista Kābul, número 149, volume 13, edição 5, julho de 1943

Kābul foi um periódico mensal da Anjuman-i Adabi Kabul (Sociedade Literária de Cabul), publicado pela primeira vez em 15 de dezembro de 1931. A revista apresentava obras originais e traduzidas, e com frequência publicava tanto ensaios breves como extensos sobre a história, a arqueologia, a literatura, a cultura, as línguas e a sociedade do Afeganistão. A revista também publicava reportagens de eventos nacionais e internacionais. Em seu primeiro ano, a revista possuía de 40 a 60 páginas por número. Mais tarde, passou a ser de 80 a 120 páginas por número. Entre seus colaboradores estavam escritores literário-nacionalistas afegãos como Qari ʻAbd Allah (de 1871 a 1944), Mir Ghulam Mohammad Ghubar (de 1895 a 1978), Ahmad ʻAli Kuhzad (nascido em 1907), ʻAbd al-Hayy Habibi (de 1910 a 1984), e outras personalidades que desempenharam importantes papéis na historicização e caracterização da identidade do Afeganistão no século XX. Entre 1931 e 1938Kābul publicou apenas artigos em persa dentro do modelo de trabalho da Anjuman-i Adabi Kabul. Mais tarde a revista se ramificou em duas publicações separadas: uma revista em pachto, e a edição mais antiga em persaPushto Tolanah (Sociedade Pachto), fundada em 1939 para promover a história, a literatura e a língua pachto-afegã, assumiu o comando da edição pachto dentro da organização do recém-formado departamento de mídia do governo, Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). A revista foi uma das publicações mais antigas e mais populares que apareceu durante o regime monárquico no Afeganistão. Com a chegada dos comunistas ao poder em 1979 e o país se afundando em conflitos e instabilidade política, a revista deixou de ser estável e contínua. Aqui apresentamos 375 edições da revista publicadas entre 1933 e 1964, parte das coleções da Biblioteca do Congresso.

Primeira viagem naval russa, realizada para solucionar a questão geográfica: a Ásia e a América são contíguas? Realizada de 1727 a 1729 sob a liderança do capitão de primeira ordem da Marinha, Vitus Bering. Incluindo breves biografias do capitão Bering e dos oficiais que o acompanharam

No verão de 1728, Vitus Jonassen Bering (de 1681 a 1741) partiu para sua primeira viagem no Pacífico ao largo da costa russa, que foi de Kamchatka até o Oceano Ártico pelo canal que mais tarde ficou conhecido como o Estreito de Bering. Em 1725, no seu último importante ato oficial como czar, Pedro, o Grande, encomendou esta viagem para descobrir se a Ásia e a América do Norte eram ligadas por terra. Este livro, cujo título inclui a questão básica do czar sobre uma ponte de terra, resumiu a história e os resultados dessa expedição. A viagem foi onerosa, pois Bering teve primeiro que atravessar a Sibéria por terra e depois construir e abastecer seu navio, o Saint Gabriel, em Kamchatka. Assim, o esforço ficou conhecido como a Primeira Expedição a Kamchatka (de 1725 a 1730). Este volume fornece os registros de boletins meteorológicos diários da expedição, bem como leituras de latitude e longitude e os registros de localização geográfica enquanto Saint Gabriel navegava para o norte. As descobertas de Bering foram inconclusivas, pois tanto o gelo quanto o mau tempo o impediram de comprovar a presença ou a ausência de uma ligação terrestre entre Ásia e América. Para desgosto de Bering, os sucessores czaristas de Pedro insistiram para que ele realizasse uma segunda viagem com uma missão ampliada, mais de dez anos depois. Nesta Segunda Expedição a Kamchatka, parte da Grande Expedição ao Norte (de 1733 a 1743), em julho de 1741 Bering finalmente avistou o Monte Santo Elias, no sul do Alasca. Ele reivindicou para a Rússia a região inteira desse local, até o extremo sul e o leste do Estreito de Bering. A expedição também finalmente resultou na confirmação de que a Sibéria e o Alasca eram de fato separados por água. Bering ficou famoso na Rússia e no mundo inteiro por realizar essas duas viagens. Talvez como consequência disso, este livro também apresenta breves esboços biográficos de Bering e de seus oficiais seniores da primeira viagem. Bering era um capitão luterano da Dinamarca que passou quase toda a sua carreira a serviço do Estado russo e chegou à alta patente na Marinha Imperial Russa.

História cronológica da descoberta das Ilhas Aleutas, ou as façanhas de comerciantes russos. Inclui uma visão histórica sobre o comércio de peles

No verão de 1741 Vitus Jonassen Bering (de 1681 a 1741) navegou de Kamchatka até o Alasca, comandando o primeiro navio europeu a explorar a costa noroeste da América do Norte. As tripulações de Bering e de seu assistente, Aleksei Chirikov (de 1703 a 1748), retornaram à Rússia com valiosas peles de lontra-marinha. A busca por pele logo superou o interesse inicial do Estado em mapear e obter conhecimento geográfico do Pacífico Norte. A partir de 1743, uma sucessão de promyshlenniki (bandeirantes) russos seguiu o rastro de Bering navegando ao largo das Ilhas Aleutas em busca de peles de lontra-marinha. Este livro narra as diversas viagens iniciadas há mais de um século de colonização russa no Alasca. O livro inclui dados sobre a quantidade anual de peles de animais coletadas por cada mercador e seu valor em rublos. O autor também destaca a história do comércio de peles na contínua exploração da costa do Alasca, e observa que a força motriz por trás das viagens para a região foi a alta qualidade e a grande abundância de pele de lontra-marinha e de outros animais de pelo. Portanto, a monografia é um compêndio dos feitos dos principais comerciantes de pele da Rússia, começando com Emilian Basov em 1743. Esses comerciantes essencialmente conseguiram estabelecer uma presença quase governamental para os czares ao longo da costa do Alasca, culminando no notável comerciante Grigorii Ivanovich Shelikhov, que em 1784 fundou uma empresa na Ilha Kodiak, tornando-se mais tarde a Companhia Russo-Americana.