Raças do Afeganistão

Raças do Afeganistão foi escrito entre os momentos finais da Segunda Guerra Anglo-Afegã (de 1878 a 1880) e o período pós-guerra, sendo publicado em Londres em 1880. O autor, Henry Walter Bellew, era um oficial médico e cirurgião do exército indiano, que ao longo dos anos realizou uma série de missões políticas no Afeganistão e escreveu vários livros sobre temas indianos e afegãos. Ao explicar o propósito de seu livro, Bellew escreve que em sua opinião os povos do Afeganistão em breve se tornariam súditos do Império Britânico, e que “conhecer a história, os interesses e as aspirações de um povo garante metade da batalha para transformar seus indivíduos em súditos fiéis, contentes e pacíficos...”. O livro começa com uma introdução, um capítulo que apresenta uma visão geral sobre os afegãos, e capítulos separados sobre a história dos afegãos, as relações britânicas com o Afeganistão, e sher ‘Ali (emir do Afeganistão que reinou de 1863 a 1866 e de 1868 a 1879). Esses capítulos introdutórios são seguidos por capítulos individuais sobre as seguintes tribos ou grupos étnicos: pathan (hoje comumente conhecidos como pachtuns, pachtos ou pastós), yusufzai, afridi, khattak, dadicae, ghilji (também conhecidos hoje como ghilzi e khilji), tadjique e hazarah (atualmente hazara). Bellew especula sobre as origens pré-islâmicas dos diferentes povos afegãos, discutindo a tradição que afirmava que os afegãos eram descendentes das Dez Tribos Perdidas de Israel, referindo-se aos escritos de Heródoto, em que a tribo dadicae é mencionada como uma das quatro nações indianas formando uma satrapia na fronteira do extremo leste do Império Persa governado pelo imperador Dário I. O livro de Bellew foi usado como fonte por escritores subsequentes, como Percy Molesworth Sykes (de 1867 a 1945), em sua obra Uma História da Pérsia (1921). Bellew escreveu outros livros sobre o Afeganistão e países vizinhos, além de gramáticas e dicionários de várias línguas afegãs e obras de estudos de grupos étnicos individuais.

Entre as Tribos Selvagens da Fronteira Afegã

Entre as Tribos Selvagens da Fronteira Afegã é um relato em primeira mão do Dr. Theodore Leighton Pennell dos 16 anos que trabalhou como médico missionário na estação de missão médica em Bannu (no atual Paquistão) na Fronteira Noroeste da Índia. O livro foi publicado pela primeira vez em 1908, e aqui apresentamos a quarta edição de 1927. Pennell começa com um capítulo intitulado “O caráter afegão”, seguido por vários capítulos que discutem as tradições afegãs, a geografia da região fronteiriça, e a prevalência de feudos e conflitos tribais. Outros capítulos incluem “Mulás afegãos” e “Mulheres afegãs”. Grande parte da obra trata de costumes e tradições islâmicas, como as praticadas no Afeganistão e na Província da Fronteira Noroeste. Pennell discute seu trabalho médico, que envolvia o tratamento de doenças oculares (compreendendo mais de um quarto de toda a obra), consunção (tuberculose), e ferimentos da carne e do osso sofridos durante as inúmeras disputas sanguinárias em que as tribos locais se envolviam. Ele também discute as práticas médicas tradicionais, que incluíam o uso quase universal de encantos e amuletos, e dois tratamentos amplamente utilizados, dzan e dam. O primeiro, usado principalmente no tratamento de febres, era feito matando uma cabra ou ovelha e envolvendo o paciente na pele do animal, “com a superfície interna voltada para o paciente e a lã para fora”, processo que dizem causar transpiração profunda e acabar com a febre. Dam consistia em queimar a carne do paciente com fogo num pano embebido em óleo. Purgantes e sangrias também eram muito utilizados. O livro é ilustrado com fotografias, e também apresenta um pequeno mapa da Província da Fronteira Noroeste e um “Glossário de Palavras Geralmente não Usadas Fora da Índia”.

Russos em Merv e Herat, e seu Poder de Invasão contra a Índia

Russos em Merv e Herat, e seu Poder de Invasão contra a Índia é um relato da política russa na Ásia Central e de possíveis intenções russas sobre o Afeganistão e a Índia no final do século XIX, escrito de uma perspectiva britânica. Entre os tópicos abordados encontramos escritos de militares russos na Ásia Central e Índia; a análise do estado-maior geral russo sobre a Segunda Guerra Anglo-Afegã (de 1878 a 1880); as viagens de diplomata russo Pavel M. Lessar de Ashgabad (atual Asgabate, no Turcomenistão) a Sarakhs (no atual Irã), e de Sarakhs a Herat, no Afeganistão; a construção de ferrovias russas na Ásia Central; o aumento da potência naval russa no Mar Cáspio; e o desenvolvimento da indústria petrolífera em Baku (no atual Azerbaijão). O livro prevê que numa crise futura com a Grã-Bretanha, é quase certo que a Rússia, diferente de crises anteriores ou durante a Guerra da Crimeia, atacaria a Índia Britânica. O autor, Charles Thomas Marvin (de 1854 a 1890), foi um escritor e ex-membro do Ministério das Relações Exteriores que vivera muitos anos na Rússia, inicialmente com seu pai, que trabalhava em São Petersburgo, e mais tarde como um correspondente para um jornal britânico. O livro se baseia em entrevistas que Marvin realizou em 1882 com os principais militares e líderes políticos russos, e apresenta traduções de longos trechos de livros e relatórios russos de certa importância. A obra inclui desenhos de artistas russos, que o autor afirma “serem as primeiras ilustrações de Merv e da região turcomana a aparecerem neste país”. O livro contém três anexos, incluindo um longo ensaio sobre a marinha russa, apenas parcialmente relacionada com o tema principal da obra.    

Ruhainah, a Criada de Herat: uma História da Vida Afegã

Ruhainah, a Criada de Herat: uma História da Vida Afegã é um romance histórico fortemente baseado em eventos ocorridos no Afeganistão durante a Primeira Guerra Anglo-Afegã (de 1839 a 1842). A heroína do livro, Ruhainah, é uma ex-escrava de Caxemira que trabalhava no harém de um poderoso chefe tribal afegão que, após a morte do chefe, casa-se com Bertrand Bernard, um oficial britânico fictício inspirado numa pessoa real. O autor, Thomas Patrick Hughes (de 1838 a 1911), era um diácono anglicano, originalmente de Shropshire, na Inglaterra, que passou quase 20 anos na missão da Sociedade Missionária da Igreja (SMI) em Peshawar (no atual Paquistão), Província da Fronteira Noroeste, na Índia Britânica. Hughes dominava alguns idiomas, como persa, pastó, árabe e urdu, e ficou profundamente interessado na língua e na cultura dos moradores da região de Peshawar. Entre seus feitos estão a construção de uma igreja anglicana em Peshawar, a fundação de uma biblioteca e a coleção de manuscritos na língua pastó que deixou como herança ao Museu Britânico. Em março de 1884 Hughes partiu da Índia para a Inglaterra, mas não encontrando uma posição que lhe fosse adequada na Igreja da Inglaterra, em maio do ano seguinte emigrou com sua esposa e família para os Estados Unidos.Em seu primeiro ano no país, publicou Ruhainah, a Criada de Herat, no começo usando o pseudônimo Evan Stanton. Embora estivesse longe de ser uma grande obra literária, o livro se popularizou e ganhou várias edições. Aqui apresentamos uma edição de 1896, publicada com o próprio nome de Hughes. O autor também produziu o Dicionário do Islã: Enciclopédia de Doutrinas, Ritos, Cerimônias e Costumes, Acompanhados por Termos Técnicos e Teológicos da Religião Muçulmana, uma importante obra acadêmica publicada pela primeira vez em 1885 e com várias edições ao redor do mundo.

O Herói de Herat: um Romance de Fronteira

O Herói de Herat: um Romance de Fronteira é uma biografia popular de Eldred Pottinger (de 1811 a 1843) por Maud Diver (de 1867 a 1945), uma autora britânica indiana amiga e contemporânea de Rudyard Kipling (1865 a 1936) e que, como Kipling, escreveu principalmente sobre os ingleses na Índia e seus encontros com os povos e as culturas do Oriente. Pottinger era um oficial do exército da Companhia das Índias Orientais e sobrinho de Henry Pottinger, também a serviço da companhia. Disfarçado de comerciante de cavalos, em 1837 Eldred viajou de Peshawar a Cabul e depois Herat. Logo após sua chegada em Herat, a cidade foi sitiada pelo exército persa, auxiliado por oficiais russos. Com a intenção de defender a cidade, Pottinger se identificou e ofereceu seus serviços a Yar Mohammad Khan, vizir e comandante das forças de Shah Kamran, governante de Herat. Seus serviços foram aceitos e a defesa foi bem sucedida; os persas se retiraram em setembro de 1838. Ele deixou Herat em 1839, mas retornou ao Afeganistão em 1841 como agente político britânico em Kohistan. Pottinger participou ativamente na luta e na diplomacia da Primeira Guerra Anglo-Afegã (de 1839 a 1842). O Herói de Herat inclui as atividades de Pottinger até sua saída do Afeganistão em 1839. Um novo volume do mesmo autor trata de sua participação nos eventos da Primeira Guerra Anglo-Afegã. O livro começa com um retrato de Pottinger numa veste afegã e conclui com um mapa desdobrável que ilustra a rota de sua viagem ao Afeganistão em 1837 e 1838.

Correspondência Referente à Pérsia e ao Afeganistão

Correspondência Referente à Pérsia e ao Afeganistão é uma compilação de documentos que trata da política britânica sobre esses dois países, publicada em Londres durante a Primeira Guerra Anglo-Afegã (de 1839 a 1842). O volume inclui, por exemplo, mensagens enviadas ao secretário britânico de relações exteriores, Visconde Palmerston (de 1784 a 1865), por diplomatas britânicos em São Petersburgo e Teerã; respostas de Palmerston; textos de tratados celebrados pela Companhia das Índias Orientais com o xá da Pérsia, os emires de Sind, e outras partes; correspondência entre Dost Mohammad Khan (de 1793 a 1863), governador do Afeganistão, e o governador-geral da Índia; e relatórios sobre o Afeganistão escritos por Sir Alexander Burnes, comissário político na Índia e no Afeganistão, ao Lord Auckland, governador-geral da Índia. Uma seção do livro documenta a expedição de 1833 a 1834 para o Afeganistão de Shah Shuja (de 1785 a 1842), governante do Império Durrani entre 1803 e 1809, e sua tentativa de recuperar o trono em colaboração com marajá Ranjit Singh, governante de Punjab. Shah Shuja foi derrotado em Candaar por forças afegãs comandadas por Dost Mohammad Khan. A Primeira Guerra Anglo-Afegã começou quatro anos depois, quando os britânicos enviaram um exército anglo-indiano ao Afeganistão a fim de instalar Shah Shuja como governante do país, a quem julgaram mais favorável aos seus interesses do que Dost Mohammad Khan. Os documentos fornecem uma visão detalhada sobre a diplomacia secreta que antecedeu a Primeira Guerra Anglo-Afegã.

Vida e Carreira do Major Sir Louis Cavagnari

Sir Pierre Louis Napoleon Cavagnari (de 1841 a 1879) foi um oficial do exército e comissário político francês que entrou para o exército da Companhia das Índias Orientais em 1858 e ocupou diversos postos militares e políticos na Índia até o momento de sua morte. Durante a Segunda Guerra Anglo-Afegã (de 1878 a 1880), Cavagnari negociou o Tratado de Gandamak (assinado em 26 de maio de 1879), que pôs fim à primeira fase da guerra. Sob os termos do acordo, o governo do novo governante do Afeganistão, Ya‘qub Khan, era obrigado a receber um emissário britânico permanente em Cabul e a Grã-Bretanha tinha o direito de exercer controle sobre a política externa afegã. Lord Lytton, vice-rei da Índia, nomeou Cavagnari como o enviado britânico residente em Cabul. Cavagnari entrou na cidade em 24 de julho de 1879. No início sua recepção foi amigável, mas em 3 de setembro vários regimentos afegãos se revoltaram e atacaram a cidadela, onde Cavagnari e outras autoridades britânicas viviam. Ele e seus guardas foram mortos. Tais eventos desencadearam um levante geral e uma segunda fase da guerra. Vida e Carreira do Major Sir Louis Cavagnari é uma compilação de documentos originais sobre a vida de Cavagnari e as circunstâncias diplomáticas e militares da Segunda Guerra Anglo-Afegã, publicada em Calcutá em 1881. Entre os documentos estão mensagens sobre o Afeganistão enviadas do governo da Índia ao governo de Londres, correspondências entre os britânicos e sher ‘Ali Khan, governador do Afeganistão de 1863 a 1866 e de 1868 a 1879, trechos de jornais e relatórios oficiais, e o texto completo do Tratado de Gandamack. O compilador foi Kally Prosono Dey (também conhecido como Kaliprasanna De), que aparentemente foi um escrivão ou funcionário público do governo da Índia.

Minhas Andanças pela Pérsia

Minhas Andanças pela Pérsia é um relato de viagens e trabalhos durante três anos em Teerã de 1875 e 1878 de um funcionário britânico contratado para o Departamento da Índia a fim de realizar serviços não especificados. O autor viajou pelo mar de Londres a Bombaim e depois Karachi, e em seguida por terra até Teerã. Sua viagem de volta foi pela Rússia, passando por toda a Europa. O livro contém descrições das principais cidades de Pérsia (atual Irã) que ele visitou, com observações sobre a cultura, a religião e a vida cotidiana. O autor é crítico em relação a muitos aspectos da Pérsia, incluindo a crueldade e o despotismo do xá dominante e o tratamento das mulheres em toda a sociedade. O livro é ilustrado com desenhos e contém um grande mapa dobrável que usa cores diferentes para mostrar a rota do autor, a antiga fronteira ocidental da Índia Britânica e a nova “fronteira científica” mais a oeste, a antiga fronteira russa e a nova fronteira de 1878 da Rússia, após o avanço do país para o sul. Um mapa adicional no canto inferior esquerdo mostra uma vista ampliada da fronteira científica entre o Afeganistão e a Índia Britânica (no atual Paquistão). Fronteira científica era um termo usado em 1878 pelo Primeiro-Ministro britânico Benjamin Disraeli (Lord Beaconsfield) em referência a uma fronteira retificada entre o Afeganistão e Índia Britânica, que para ele significava uma fronteira que poderia ser ocupada e defendida de acordo com as exigências da ciência da estratégia militar, em oposição a uma “fronteira casual”, produto de circunstâncias históricas. Apesar de Anderson incluir esse termo no subtítulo do livro e realçá-lo no mapa, não há, porém, muita discussão sobre a fronteira afegã-indiana ao longo da obra, que na maior parte trata da Pérsia e bem pouco do Afeganistão. Um apêndice apresenta as distâncias das estradas percorridas de Bushehr a Teerã, de Teerã a Bagdá, e de Teerã a Resht (atual Rasht), com a distância em milhas entre os trechos, e comentários sobre o estado das estradas em cada seção.

Pelas Fronteiras do Afeganistão

Major Émile Antoine Henry de Bouillane de Lacoste (de 1867 a 1937) foi um oficial militar que, após servir com o exército francês na Indochina, realizou uma série de longas viagens a diferentes partes da Ásia em nome de autoridades francesas. Com base em suas viagens escreveu vários livros. Pelas Fronteiras do Afeganistão é uma tradução inglesa de uma obra originalmente publicada em Paris em 1908 sob o título Autour de l’Afghanistan aux frontières interdites (Pelas Fronteiras Proibidas do Afeganistão). Como elucida melhor o título em francês, Bouillane de Lacoste não recebeu permissão das autoridades afegãs para viajar pelo Afeganistão. Ele então descobriu um jeito de viajar pelas fronteiras do país. Partindo de Teerã no final de abril de 1906, Bouillane de Lacoste viajou primeiro a Mexed, no nordeste da Pérsia (atual Irã), e de lá para a Ásia Central Russa, passando por Ashgabat e Merv (ambas as cidades no atual Turcomenistão), Bucara e Samarcanda. Depois de chegar ao fim da linha ferroviária russa em Andijan (atual Andijon, no Uzbequistão), ele prosseguiu para as Montanhas Altai, nas atuais regiões do Quirguistão e do Tajiquistão, passando então pela China e Índia Britânica. O próximo trecho da viagem foi de Srinagar (na Caxemira) até Lahore, e de lá por Baluquistão (no atual Paquistão) e de volta para a Pérsia, onde finalmente chegou a Teerã no final de janeiro de 1907. A viagem foi feita por via férrea e caravana a cavalo. Bouillane de Lacoste foi acompanhado pelo tenente Hippolyte Marie Joseph Antoine Enselme (nascido em 1872), que havia servido com Bouillane de Lacoste na Indochina e o acompanhou numa viagem anterior para a Manchúria. O relato de Bouillane de Lacoste está escrito em forma de diário, e contém descrições da paisagem e dos povos que encontrou. O livro apresenta vários mapas, incluindo um dos percursos do autor, e quase 80 fotografias. O prefácio, de Georges Leygues, um político francês que mais tarde trabalhou por alguns anos como ministro da Marinha e brevemente Primeiro-Ministro, contém reflexões gerais sobre a rivalidade anglo-russa na Ásia Central e a rixa dos britânicos na Índia, escrito de uma perspectiva francesa.

Nossa Fronteira Científica

A “fronteira científica” é um termo usado pelo Primeiro-Ministro Benjamin Disraeli (Lord Beaconsfield) da Grã-Bretanha em 1878 em referência a uma fronteira entre a Índia Britânica (no atual Paquistão) e o Afeganistão, que poderia ser ocupada e defendida de acordo com as necessidades da ciência da estratégia militar, em oposição à fronteira existente, que havia sido formada de forma casual no decurso da expansão britânica através de acordos e anexações. O termo passou a ganhar certa importância nas discussões britânicas sobre a defesa da Índia Britânica contra uma possível invasão da Rússia pelo Afeganistão. Nossa Fronteira Científica, publicada pouco antes do final da Segunda Guerra Anglo-Afegã (de 1878 a 1880), é uma análise do assunto supracitado, escrita para influenciar o debate britânico sobre os termos da paz. O autor, William Patrick Andrew, foi presidente da Companhia Ferroviária de Scinde, Punjab e Déli, e portanto especialista em logística e transporte na Índia e ao longo de suas fronteiras. O livro contém capítulos sobre a Fronteira Noroeste; a história, a geografia e a economia do Afeganistão; as tribos de fronteira independentes; passagens pelas montanhas; possíveis rotas de invasão do Afeganistão para a Índia; e os “Powindahs, ou comerciantes-soldados do Afeganistão”.  Três apêndices abrangem as trincheiras em Sherpur que faziam parte da defesa de Cabul, as vias férreas de Bolan e Khyber (nenhuma das quais construída até o período discutido), e o transporte ferroviário de tropas, cavalos, armas e materiais bélicos na Índia.