29 de abril de 2016

Zhvandūn, volume 31, número 48, sábado, 16 de fevereiro de 1980

Zhvandūn, conhecida normalmente como “Zhwandun,” foi uma das revistas mais populares publicadas no Afeganistão na segunda metade do século XX. Ela começou como uma revista progressista publicada tanto em persa como em pachto, iniciando em maio de 1949. A revista apresentava artigos sobre história afegã e global, descobertas e artefatos arqueológicos, poesia e linguagem, biografias de personalidades afegãs e estrangeiras, artes e cultura, filosofia e religião e outros temas relacionados com a cultura e a vida cotidiana, incluindo música, dança, jogos, saúde e vida doméstica. Embora a revista Zhvandūn tenha apresentado artigos sobre temas literários, históricos, educacionais e de entretenimento durante todo o tempo de sua publicação, as dinâmicas sociais e políticas em constante transformação do Afeganistão influenciaram o caráter do conteúdo editorial. Na década de 1960, a revista refletia o realismo do Reino do Afeganistão. Em contraste, os regimes de esquerda da década de 1980 promoveram conteúdos revolucionários, como discussões sobre a ideologia marxista, cantos anticapitalistas e artigos sobre reformas agrícolas. Apesar de aZhvandūn se apresentar no mercado como uma revista para khanawadah(famílias), seu principal público foi a geração pós-Segunda Guerra Mundial de afegãos urbanos de várias origens: estudantes, acadêmicos, escritores, poetas, pesquisadores e leitores em geral. Zhvandūn era publicada quinzenalmente, sendo mais tarde publicada uma vez por semana. Em 6 de maio de 1954, a administração de Zhvandūn foi entregue ao Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). O Vizarat-i Ittilaʻat va Kultur (Ministério da Informação e Cultura) assumiu o controle da revista em 1970 e a administrou até 1982, quando então foi transferida para a Itihadyah-yi Navisandagan Jumhur-i Dimukratik-i Afghanistan (União dos Escritores da República Democrática do Afeganistão). A renomeada União de Escritores Afegãos publicou edições separadas da revista Zhvandūn (uma em pachto e outra em persa), durante o governo mujahidin na década de 1990, até o final de suas publicações, em 1996.

Zhvandūn, volume 31, número 49, sábado, 23 de fevereiro de 1980

Zhvandūn, conhecida normalmente como “Zhwandun,” foi uma das revistas mais populares publicadas no Afeganistão na segunda metade do século XX. Ela começou como uma revista progressista publicada tanto em persa como em pachto, iniciando em maio de 1949. A revista apresentava artigos sobre história afegã e global, descobertas e artefatos arqueológicos, poesia e linguagem, biografias de personalidades afegãs e estrangeiras, artes e cultura, filosofia e religião e outros temas relacionados com a cultura e a vida cotidiana, incluindo música, dança, jogos, saúde e vida doméstica. Embora a revista Zhvandūn tenha apresentado artigos sobre temas literários, históricos, educacionais e de entretenimento durante todo o tempo de sua publicação, as dinâmicas sociais e políticas em constante transformação do Afeganistão influenciaram o caráter do conteúdo editorial. Na década de 1960, a revista refletia o realismo do Reino do Afeganistão. Em contraste, os regimes de esquerda da década de 1980 promoveram conteúdos revolucionários, como discussões sobre a ideologia marxista, cantos anticapitalistas e artigos sobre reformas agrícolas. Apesar de aZhvandūn se apresentar no mercado como uma revista para khanawadah(famílias), seu principal público foi a geração pós-Segunda Guerra Mundial de afegãos urbanos de várias origens: estudantes, acadêmicos, escritores, poetas, pesquisadores e leitores em geral. Zhvandūn era publicada quinzenalmente, sendo mais tarde publicada uma vez por semana. Em 6 de maio de 1954, a administração de Zhvandūn foi entregue ao Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). O Vizarat-i Ittilaʻat va Kultur (Ministério da Informação e Cultura) assumiu o controle da revista em 1970 e a administrou até 1982, quando então foi transferida para a Itihadyah-yi Navisandagan Jumhur-i Dimukratik-i Afghanistan (União dos Escritores da República Democrática do Afeganistão). A renomeada União de Escritores Afegãos publicou edições separadas da revista Zhvandūn (uma em pachto e outra em persa), durante o governo mujahidin na década de 1990, até o final de suas publicações, em 1996.

Zhvandūn, volume 31, número 50, sábado, 1 de março de 1980

Zhvandūn, conhecida normalmente como “Zhwandun,” foi uma das revistas mais populares publicadas no Afeganistão na segunda metade do século XX. Ela começou como uma revista progressista publicada tanto em persa como em pachto, iniciando em maio de 1949. A revista apresentava artigos sobre história afegã e global, descobertas e artefatos arqueológicos, poesia e linguagem, biografias de personalidades afegãs e estrangeiras, artes e cultura, filosofia e religião e outros temas relacionados com a cultura e a vida cotidiana, incluindo música, dança, jogos, saúde e vida doméstica. Embora a revista Zhvandūn tenha apresentado artigos sobre temas literários, históricos, educacionais e de entretenimento durante todo o tempo de sua publicação, as dinâmicas sociais e políticas em constante transformação do Afeganistão influenciaram o caráter do conteúdo editorial. Na década de 1960, a revista refletia o realismo do Reino do Afeganistão. Em contraste, os regimes de esquerda da década de 1980 promoveram conteúdos revolucionários, como discussões sobre a ideologia marxista, cantos anticapitalistas e artigos sobre reformas agrícolas. Apesar de aZhvandūn se apresentar no mercado como uma revista para khanawadah(famílias), seu principal público foi a geração pós-Segunda Guerra Mundial de afegãos urbanos de várias origens: estudantes, acadêmicos, escritores, poetas, pesquisadores e leitores em geral. Zhvandūn era publicada quinzenalmente, sendo mais tarde publicada uma vez por semana. Em 6 de maio de 1954, a administração de Zhvandūn foi entregue ao Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). O Vizarat-i Ittilaʻat va Kultur (Ministério da Informação e Cultura) assumiu o controle da revista em 1970 e a administrou até 1982, quando então foi transferida para a Itihadyah-yi Navisandagan Jumhur-i Dimukratik-i Afghanistan (União dos Escritores da República Democrática do Afeganistão). A renomeada União de Escritores Afegãos publicou edições separadas da revista Zhvandūn (uma em pachto e outra em persa), durante o governo mujahidin na década de 1990, até o final de suas publicações, em 1996.

Zhvandūn, volume 31, número 51, sábado, 8 de março de 1980

Zhvandūn, conhecida normalmente como “Zhwandun,” foi uma das revistas mais populares publicadas no Afeganistão na segunda metade do século XX. Ela começou como uma revista progressista publicada tanto em persa como em pachto, iniciando em maio de 1949. A revista apresentava artigos sobre história afegã e global, descobertas e artefatos arqueológicos, poesia e linguagem, biografias de personalidades afegãs e estrangeiras, artes e cultura, filosofia e religião e outros temas relacionados com a cultura e a vida cotidiana, incluindo música, dança, jogos, saúde e vida doméstica. Embora a revista Zhvandūn tenha apresentado artigos sobre temas literários, históricos, educacionais e de entretenimento durante todo o tempo de sua publicação, as dinâmicas sociais e políticas em constante transformação do Afeganistão influenciaram o caráter do conteúdo editorial. Na década de 1960, a revista refletia o realismo do Reino do Afeganistão. Em contraste, os regimes de esquerda da década de 1980 promoveram conteúdos revolucionários, como discussões sobre a ideologia marxista, cantos anticapitalistas e artigos sobre reformas agrícolas. Apesar de aZhvandūn se apresentar no mercado como uma revista para khanawadah(famílias), seu principal público foi a geração pós-Segunda Guerra Mundial de afegãos urbanos de várias origens: estudantes, acadêmicos, escritores, poetas, pesquisadores e leitores em geral. Zhvandūn era publicada quinzenalmente, sendo mais tarde publicada uma vez por semana. Em 6 de maio de 1954, a administração de Zhvandūn foi entregue ao Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). O Vizarat-i Ittilaʻat va Kultur (Ministério da Informação e Cultura) assumiu o controle da revista em 1970 e a administrou até 1982, quando então foi transferida para a Itihadyah-yi Navisandagan Jumhur-i Dimukratik-i Afghanistan (União dos Escritores da República Democrática do Afeganistão). A renomeada União de Escritores Afegãos publicou edições separadas da revista Zhvandūn (uma em pachto e outra em persa), durante o governo mujahidin na década de 1990, até o final de suas publicações, em 1996.

Dois versos sobre a doença do amor

Este fragmento caligráfico inclui dois bayts (versos) sobre as angústias da doença do amor. Os versos iniciam com “al-ʻaziz” (o Glorioso) e “al-rashid” (o Bem Guiado), que são louvores a Deus, e continuam: “Naquele lugar alto, onde os habitantes dos céus / Desejam ser os porteiros de sua morada / Qual o propósito de contar-te sobre minha condição / Se tu mesmo já sabes o estado da (minha) infelicidade”. Em torno dos versos de poesia, um calígrafo acrescentou uma dedicatória. Ele afirma que a khatt (caligrafia) é bi nadir (incomparável) a todas as outras formas de arte e dedica a obra a Mir Safdar ‘Ali. Embora permaneçam os diminutivos referentes ao calígrafo, isto é, al-ʻabd (o servo) e al-mudhnib (o humilde), e seu pedido de perdão a Deus por seus pecados, seu nome foi apagado. Outras partes do fragmento foram danificadas e depois reparadas, dando a entender que talvez o nome do calígrafo tenha sido apagado durante esse processo. De 1886 a 1892, Mir Safdar ‘Ali Khan (falecido em 1930) foi um governante do estado principesco de Hunza, na atual região nordeste do Paquistão. Quando as forças britânicas invadiram a região em dezembro de 1891, Mir Safdar ‘Ali fugiu para Kashgar, na China. Hunza se tornou o posto de fronteira mais setentrional da ocupação britânica na Índia. Portanto, parece que essa obra caligráfica foi produzida para Mir Safdar ‘Ali durante seu governo, por volta de 1890. Se tal data for aceitável, então essa peça testemunha a existência e a prática da escrita nasta‘liq nessa região da Índia na véspera da colonização britânica.

Exercícios de letras

Esta folha de prática de caligrafia inclui uma série de palavras diagonais e letras escritas em nasta‘liq comum, uma escrita cursiva persa. As letras são usadas em combinações, às vezes rendendo aglutinações fantasiosas e às vezes formando palavras reais, voltadas para cima e para baixo no fólio. A escrita é executada em tinta marrom num fundo de cor creme, emoldurada por uma margem azul e colada numa folha decorada com videiras e flores entrelaçadas. Essas folhas, conhecidas em persa como siyah mashq (literalmente, prática preta), eram totalmente cobertas por escritas como forma de praticar caligrafia e economizar papel. Como um gênero consagrado, as folhas de exercícios aderiram a certas regras de composição formal, em grande parte guiadas por ritmo e repetição. Com o tempo, tornaram-se itens colecionáveis, passando então a incluírem datas e assinaturas. Muitos fragmentos, como o que apresentamos aqui, recebiam diversas margens decorativas e eram colados em folhas ornamentadas com plantas ou flores douradas. Este siyah mashq em especial apresenta no canto uma assinatura de Mir ‘Imad al-Hasani (falecido em 1615), um famoso mestre persa da caligrafia nasta‘liq. Ele assinou seu nome “‘Imad” quatro vezes, como um gesto brincalhão que imita a natureza repetitiva da própria prática. Como este fragmento, muitas folhas de siyah mashq produzidas na virada do século XVII por ‘Imad al-Hasani foram preservadas e iluminadas por Muhammad Hadi por volta de 1747 a 1759. Este siyah mashq mostra como um mestre de caligrafia praticava seu ofício durante o período safávida na Pérsia (Irã). Diversas outras folhas de siyah mashq estão preservadas na Biblioteca do Congresso.