Zhvandūn, números 40 e 41, sábado, 23 de dezembro de 1972

Zhvandūn, conhecida normalmente como “Zhwandun,” foi uma das revistas mais populares publicadas no Afeganistão na segunda metade do século XX. Ela começou como uma revista progressista publicada tanto em persa como em pachto, iniciando em maio de 1949. A revista apresentava artigos sobre história afegã e global, descobertas e artefatos arqueológicos, poesia e linguagem, biografias de personalidades afegãs e estrangeiras, artes e cultura, filosofia e religião e outros temas relacionados com a cultura e a vida cotidiana, incluindo música, dança, jogos, saúde e vida doméstica. Embora a revista Zhvandūn tenha apresentado artigos sobre temas literários, históricos, educacionais e de entretenimento durante todo o tempo de sua publicação, as dinâmicas sociais e políticas em constante transformação do Afeganistão influenciaram o caráter do conteúdo editorial. Na década de 1960, a revista refletia o realismo do Reino do Afeganistão. Em contraste, os regimes de esquerda da década de 1980 promoveram conteúdos revolucionários, como discussões sobre a ideologia marxista, cantos anticapitalistas e artigos sobre reformas agrícolas. Apesar de a Zhvandūn se apresentar no mercado como uma revista para khanawadah (famílias), seu principal público foi a geração pós-Segunda Guerra Mundial de afegãos urbanos de várias origens: estudantes, acadêmicos, escritores, poetas, pesquisadores e leitores em geral. Zhvandūn era publicada quinzenalmente, sendo mais tarde publicada uma vez por semana. Em 6 de maio de 1954, a administração de Zhvandūn foi entregue ao Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). O Vizarat-i Ittilaʻat va Kultur (Ministério da Informação e Cultura) assumiu o controle da revista em 1970 e a administrou até 1982, quando então foi transferida para a Itihadyah-yi Navisandagan Jumhur-i Dimukratik-i Afghanistan (União dos Escritores da República Democrática do Afeganistão). A renomeada União de Escritores Afegãos publicou edições separadas da revista Zhvandūn (uma em pachto e outra em persa), durante o governo mujahidin na década de 1990, até o final de suas publicações, em 1996.

Zhvandūn, números 42 e 43, sábado, 6 de janeiro de 1973

Zhvandūn, conhecida normalmente como “Zhwandun,” foi uma das revistas mais populares publicadas no Afeganistão na segunda metade do século XX. Ela começou como uma revista progressista publicada tanto em persa como em pachto, iniciando em maio de 1949. A revista apresentava artigos sobre história afegã e global, descobertas e artefatos arqueológicos, poesia e linguagem, biografias de personalidades afegãs e estrangeiras, artes e cultura, filosofia e religião e outros temas relacionados com a cultura e a vida cotidiana, incluindo música, dança, jogos, saúde e vida doméstica. Embora a revista Zhvandūn tenha apresentado artigos sobre temas literários, históricos, educacionais e de entretenimento durante todo o tempo de sua publicação, as dinâmicas sociais e políticas em constante transformação do Afeganistão influenciaram o caráter do conteúdo editorial. Na década de 1960, a revista refletia o realismo do Reino do Afeganistão. Em contraste, os regimes de esquerda da década de 1980 promoveram conteúdos revolucionários, como discussões sobre a ideologia marxista, cantos anticapitalistas e artigos sobre reformas agrícolas. Apesar de a Zhvandūn se apresentar no mercado como uma revista para khanawadah (famílias), seu principal público foi a geração pós-Segunda Guerra Mundial de afegãos urbanos de várias origens: estudantes, acadêmicos, escritores, poetas, pesquisadores e leitores em geral. Zhvandūn era publicada quinzenalmente, sendo mais tarde publicada uma vez por semana. Em 6 de maio de 1954, a administração de Zhvandūn foi entregue ao Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). O Vizarat-i Ittilaʻat va Kultur (Ministério da Informação e Cultura) assumiu o controle da revista em 1970 e a administrou até 1982, quando então foi transferida para a Itihadyah-yi Navisandagan Jumhur-i Dimukratik-i Afghanistan (União dos Escritores da República Democrática do Afeganistão). A renomeada União de Escritores Afegãos publicou edições separadas da revista Zhvandūn (uma em pachto e outra em persa), durante o governo mujahidin na década de 1990, até o final de suas publicações, em 1996.

Zhvandūn, números 45 e 46, sábado, 3 de fevereiro de 1973

Zhvandūn, conhecida normalmente como “Zhwandun,” foi uma das revistas mais populares publicadas no Afeganistão na segunda metade do século XX. Ela começou como uma revista progressista publicada tanto em persa como em pachto, iniciando em maio de 1949. A revista apresentava artigos sobre história afegã e global, descobertas e artefatos arqueológicos, poesia e linguagem, biografias de personalidades afegãs e estrangeiras, artes e cultura, filosofia e religião e outros temas relacionados com a cultura e a vida cotidiana, incluindo música, dança, jogos, saúde e vida doméstica. Embora a revista Zhvandūn tenha apresentado artigos sobre temas literários, históricos, educacionais e de entretenimento durante todo o tempo de sua publicação, as dinâmicas sociais e políticas em constante transformação do Afeganistão influenciaram o caráter do conteúdo editorial. Na década de 1960, a revista refletia o realismo do Reino do Afeganistão. Em contraste, os regimes de esquerda da década de 1980 promoveram conteúdos revolucionários, como discussões sobre a ideologia marxista, cantos anticapitalistas e artigos sobre reformas agrícolas. Apesar de a Zhvandūn se apresentar no mercado como uma revista para khanawadah (famílias), seu principal público foi a geração pós-Segunda Guerra Mundial de afegãos urbanos de várias origens: estudantes, acadêmicos, escritores, poetas, pesquisadores e leitores em geral. Zhvandūn era publicada quinzenalmente, sendo mais tarde publicada uma vez por semana. Em 6 de maio de 1954, a administração de Zhvandūn foi entregue ao Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). O Vizarat-i Ittilaʻat va Kultur (Ministério da Informação e Cultura) assumiu o controle da revista em 1970 e a administrou até 1982, quando então foi transferida para a Itihadyah-yi Navisandagan Jumhur-i Dimukratik-i Afghanistan (União dos Escritores da República Democrática do Afeganistão). A renomeada União de Escritores Afegãos publicou edições separadas da revista Zhvandūn (uma em pachto e outra em persa), durante o governo mujahidin na década de 1990, até o final de suas publicações, em 1996.

Zhvandūn, número 1, sábado, 24 de março de 1973

Zhvandūn, conhecida normalmente como “Zhwandun,” foi uma das revistas mais populares publicadas no Afeganistão na segunda metade do século XX. Ela começou como uma revista progressista publicada tanto em persa como em pachto, iniciando em maio de 1949. A revista apresentava artigos sobre história afegã e global, descobertas e artefatos arqueológicos, poesia e linguagem, biografias de personalidades afegãs e estrangeiras, artes e cultura, filosofia e religião e outros temas relacionados com a cultura e a vida cotidiana, incluindo música, dança, jogos, saúde e vida doméstica. Embora a revista Zhvandūn tenha apresentado artigos sobre temas literários, históricos, educacionais e de entretenimento durante todo o tempo de sua publicação, as dinâmicas sociais e políticas em constante transformação do Afeganistão influenciaram o caráter do conteúdo editorial. Na década de 1960, a revista refletia o realismo do Reino do Afeganistão. Em contraste, os regimes de esquerda da década de 1980 promoveram conteúdos revolucionários, como discussões sobre a ideologia marxista, cantos anticapitalistas e artigos sobre reformas agrícolas. Apesar de a Zhvandūn se apresentar no mercado como uma revista para khanawadah (famílias), seu principal público foi a geração pós-Segunda Guerra Mundial de afegãos urbanos de várias origens: estudantes, acadêmicos, escritores, poetas, pesquisadores e leitores em geral. Zhvandūn era publicada quinzenalmente, sendo mais tarde publicada uma vez por semana. Em 6 de maio de 1954, a administração de Zhvandūn foi entregue ao Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). O Vizarat-i Ittilaʻat va Kultur (Ministério da Informação e Cultura) assumiu o controle da revista em 1970 e a administrou até 1982, quando então foi transferida para a Itihadyah-yi Navisandagan Jumhur-i Dimukratik-i Afghanistan (União dos Escritores da República Democrática do Afeganistão). A renomeada União de Escritores Afegãos publicou edições separadas da revista Zhvandūn (uma em pachto e outra em persa), durante o governo mujahidin na década de 1990, até o final de suas publicações, em 1996.

Zhvandūn, números 21 e 22, sábado, 17 de agosto de 1974

Zhvandūn, conhecida normalmente como “Zhwandun,” foi uma das revistas mais populares publicadas no Afeganistão na segunda metade do século XX. Ela começou como uma revista progressista publicada tanto em persa como em pachto, iniciando em maio de 1949. A revista apresentava artigos sobre história afegã e global, descobertas e artefatos arqueológicos, poesia e linguagem, biografias de personalidades afegãs e estrangeiras, artes e cultura, filosofia e religião e outros temas relacionados com a cultura e a vida cotidiana, incluindo música, dança, jogos, saúde e vida doméstica. Embora a revista Zhvandūn tenha apresentado artigos sobre temas literários, históricos, educacionais e de entretenimento durante todo o tempo de sua publicação, as dinâmicas sociais e políticas em constante transformação do Afeganistão influenciaram o caráter do conteúdo editorial. Na década de 1960, a revista refletia o realismo do Reino do Afeganistão. Em contraste, os regimes de esquerda da década de 1980 promoveram conteúdos revolucionários, como discussões sobre a ideologia marxista, cantos anticapitalistas e artigos sobre reformas agrícolas. Apesar de a Zhvandūn se apresentar no mercado como uma revista para khanawadah (famílias), seu principal público foi a geração pós-Segunda Guerra Mundial de afegãos urbanos de várias origens: estudantes, acadêmicos, escritores, poetas, pesquisadores e leitores em geral. Zhvandūn era publicada quinzenalmente, sendo mais tarde publicada uma vez por semana. Em 6 de maio de 1954, a administração de Zhvandūn foi entregue ao Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). O Vizarat-i Ittilaʻat va Kultur (Ministério da Informação e Cultura) assumiu o controle da revista em 1970 e a administrou até 1982, quando então foi transferida para a Itihadyah-yi Navisandagan Jumhur-i Dimukratik-i Afghanistan (União dos Escritores da República Democrática do Afeganistão). A renomeada União de Escritores Afegãos publicou edições separadas da revista Zhvandūn (uma em pachto e outra em persa), durante o governo mujahidin na década de 1990, até o final de suas publicações, em 1996.

Zhvandūn, números 23 e 24, sábado, 31 de agosto de 1974

Zhvandūn, conhecida normalmente como “Zhwandun,” foi uma das revistas mais populares publicadas no Afeganistão na segunda metade do século XX. Ela começou como uma revista progressista publicada tanto em persa como em pachto, iniciando em maio de 1949. A revista apresentava artigos sobre história afegã e global, descobertas e artefatos arqueológicos, poesia e linguagem, biografias de personalidades afegãs e estrangeiras, artes e cultura, filosofia e religião e outros temas relacionados com a cultura e a vida cotidiana, incluindo música, dança, jogos, saúde e vida doméstica. Embora a revista Zhvandūn tenha apresentado artigos sobre temas literários, históricos, educacionais e de entretenimento durante todo o tempo de sua publicação, as dinâmicas sociais e políticas em constante transformação do Afeganistão influenciaram o caráter do conteúdo editorial. Na década de 1960, a revista refletia o realismo do Reino do Afeganistão. Em contraste, os regimes de esquerda da década de 1980 promoveram conteúdos revolucionários, como discussões sobre a ideologia marxista, cantos anticapitalistas e artigos sobre reformas agrícolas. Apesar de a Zhvandūn se apresentar no mercado como uma revista para khanawadah (famílias), seu principal público foi a geração pós-Segunda Guerra Mundial de afegãos urbanos de várias origens: estudantes, acadêmicos, escritores, poetas, pesquisadores e leitores em geral. Zhvandūn era publicada quinzenalmente, sendo mais tarde publicada uma vez por semana. Em 6 de maio de 1954, a administração de Zhvandūn foi entregue ao Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). O Vizarat-i Ittilaʻat va Kultur (Ministério da Informação e Cultura) assumiu o controle da revista em 1970 e a administrou até 1982, quando então foi transferida para a Itihadyah-yi Navisandagan Jumhur-i Dimukratik-i Afghanistan (União dos Escritores da República Democrática do Afeganistão). A renomeada União de Escritores Afegãos publicou edições separadas da revista Zhvandūn (uma em pachto e outra em persa), durante o governo mujahidin na década de 1990, até o final de suas publicações, em 1996.

Zhvandūn, números 25 e 26, sábado, 14 de setembro de 1974

Zhvandūn, conhecida normalmente como “Zhwandun,” foi uma das revistas mais populares publicadas no Afeganistão na segunda metade do século XX. Ela começou como uma revista progressista publicada tanto em persa como em pachto, iniciando em maio de 1949. A revista apresentava artigos sobre história afegã e global, descobertas e artefatos arqueológicos, poesia e linguagem, biografias de personalidades afegãs e estrangeiras, artes e cultura, filosofia e religião e outros temas relacionados com a cultura e a vida cotidiana, incluindo música, dança, jogos, saúde e vida doméstica. Embora a revista Zhvandūn tenha apresentado artigos sobre temas literários, históricos, educacionais e de entretenimento durante todo o tempo de sua publicação, as dinâmicas sociais e políticas em constante transformação do Afeganistão influenciaram o caráter do conteúdo editorial. Na década de 1960, a revista refletia o realismo do Reino do Afeganistão. Em contraste, os regimes de esquerda da década de 1980 promoveram conteúdos revolucionários, como discussões sobre a ideologia marxista, cantos anticapitalistas e artigos sobre reformas agrícolas. Apesar de a Zhvandūn se apresentar no mercado como uma revista para khanawadah (famílias), seu principal público foi a geração pós-Segunda Guerra Mundial de afegãos urbanos de várias origens: estudantes, acadêmicos, escritores, poetas, pesquisadores e leitores em geral. Zhvandūn era publicada quinzenalmente, sendo mais tarde publicada uma vez por semana. Em 6 de maio de 1954, a administração de Zhvandūn foi entregue ao Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). O Vizarat-i Ittilaʻat va Kultur (Ministério da Informação e Cultura) assumiu o controle da revista em 1970 e a administrou até 1982, quando então foi transferida para a Itihadyah-yi Navisandagan Jumhur-i Dimukratik-i Afghanistan (União dos Escritores da República Democrática do Afeganistão). A renomeada União de Escritores Afegãos publicou edições separadas da revista Zhvandūn (uma em pachto e outra em persa), durante o governo mujahidin na década de 1990, até o final de suas publicações, em 1996.

Zhvandūn, números 27 e 28, sábado, 28 de setembro de 1974

Zhvandūn, conhecida normalmente como “Zhwandun,” foi uma das revistas mais populares publicadas no Afeganistão na segunda metade do século XX. Ela começou como uma revista progressista publicada tanto em persa como em pachto, iniciando em maio de 1949. A revista apresentava artigos sobre história afegã e global, descobertas e artefatos arqueológicos, poesia e linguagem, biografias de personalidades afegãs e estrangeiras, artes e cultura, filosofia e religião e outros temas relacionados com a cultura e a vida cotidiana, incluindo música, dança, jogos, saúde e vida doméstica. Embora a revista Zhvandūn tenha apresentado artigos sobre temas literários, históricos, educacionais e de entretenimento durante todo o tempo de sua publicação, as dinâmicas sociais e políticas em constante transformação do Afeganistão influenciaram o caráter do conteúdo editorial. Na década de 1960, a revista refletia o realismo do Reino do Afeganistão. Em contraste, os regimes de esquerda da década de 1980 promoveram conteúdos revolucionários, como discussões sobre a ideologia marxista, cantos anticapitalistas e artigos sobre reformas agrícolas. Apesar de a Zhvandūn se apresentar no mercado como uma revista para khanawadah (famílias), seu principal público foi a geração pós-Segunda Guerra Mundial de afegãos urbanos de várias origens: estudantes, acadêmicos, escritores, poetas, pesquisadores e leitores em geral. Zhvandūn era publicada quinzenalmente, sendo mais tarde publicada uma vez por semana. Em 6 de maio de 1954, a administração de Zhvandūn foi entregue ao Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). O Vizarat-i Ittilaʻat va Kultur (Ministério da Informação e Cultura) assumiu o controle da revista em 1970 e a administrou até 1982, quando então foi transferida para a Itihadyah-yi Navisandagan Jumhur-i Dimukratik-i Afghanistan (União dos Escritores da República Democrática do Afeganistão). A renomeada União de Escritores Afegãos publicou edições separadas da revista Zhvandūn (uma em pachto e outra em persa), durante o governo mujahidin na década de 1990, até o final de suas publicações, em 1996.

Zhvandūn, número 12, sábado, 8 de junho de 1974

Zhvandūn, conhecida normalmente como “Zhwandun,” foi uma das revistas mais populares publicadas no Afeganistão na segunda metade do século XX. Ela começou como uma revista progressista publicada tanto em persa como em pachto, iniciando em maio de 1949. A revista apresentava artigos sobre história afegã e global, descobertas e artefatos arqueológicos, poesia e linguagem, biografias de personalidades afegãs e estrangeiras, artes e cultura, filosofia e religião e outros temas relacionados com a cultura e a vida cotidiana, incluindo música, dança, jogos, saúde e vida doméstica. Embora a revista Zhvandūn tenha apresentado artigos sobre temas literários, históricos, educacionais e de entretenimento durante todo o tempo de sua publicação, as dinâmicas sociais e políticas em constante transformação do Afeganistão influenciaram o caráter do conteúdo editorial. Na década de 1960, a revista refletia o realismo do Reino do Afeganistão. Em contraste, os regimes de esquerda da década de 1980 promoveram conteúdos revolucionários, como discussões sobre a ideologia marxista, cantos anticapitalistas e artigos sobre reformas agrícolas. Apesar de a Zhvandūn se apresentar no mercado como uma revista para khanawadah (famílias), seu principal público foi a geração pós-Segunda Guerra Mundial de afegãos urbanos de várias origens: estudantes, acadêmicos, escritores, poetas, pesquisadores e leitores em geral. Zhvandūn era publicada quinzenalmente, sendo mais tarde publicada uma vez por semana. Em 6 de maio de 1954, a administração de Zhvandūn foi entregue ao Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). O Vizarat-i Ittilaʻat va Kultur (Ministério da Informação e Cultura) assumiu o controle da revista em 1970 e a administrou até 1982, quando então foi transferida para a Itihadyah-yi Navisandagan Jumhur-i Dimukratik-i Afghanistan (União dos Escritores da República Democrática do Afeganistão). A renomeada União de Escritores Afegãos publicou edições separadas da revista Zhvandūn (uma em pachto e outra em persa), durante o governo mujahidin na década de 1990, até o final de suas publicações, em 1996.

Zhvandūn, número 1, sábado, 23 de março de 1974

Zhvandūn, conhecida normalmente como “Zhwandun,” foi uma das revistas mais populares publicadas no Afeganistão na segunda metade do século XX. Ela começou como uma revista progressista publicada tanto em persa como em pachto, iniciando em maio de 1949. A revista apresentava artigos sobre história afegã e global, descobertas e artefatos arqueológicos, poesia e linguagem, biografias de personalidades afegãs e estrangeiras, artes e cultura, filosofia e religião e outros temas relacionados com a cultura e a vida cotidiana, incluindo música, dança, jogos, saúde e vida doméstica. Embora a revista Zhvandūn tenha apresentado artigos sobre temas literários, históricos, educacionais e de entretenimento durante todo o tempo de sua publicação, as dinâmicas sociais e políticas em constante transformação do Afeganistão influenciaram o caráter do conteúdo editorial. Na década de 1960, a revista refletia o realismo do Reino do Afeganistão. Em contraste, os regimes de esquerda da década de 1980 promoveram conteúdos revolucionários, como discussões sobre a ideologia marxista, cantos anticapitalistas e artigos sobre reformas agrícolas. Apesar de a Zhvandūn se apresentar no mercado como uma revista para khanawadah (famílias), seu principal público foi a geração pós-Segunda Guerra Mundial de afegãos urbanos de várias origens: estudantes, acadêmicos, escritores, poetas, pesquisadores e leitores em geral. Zhvandūn era publicada quinzenalmente, sendo mais tarde publicada uma vez por semana. Em 6 de maio de 1954, a administração de Zhvandūn foi entregue ao Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). O Vizarat-i Ittilaʻat va Kultur (Ministério da Informação e Cultura) assumiu o controle da revista em 1970 e a administrou até 1982, quando então foi transferida para a Itihadyah-yi Navisandagan Jumhur-i Dimukratik-i Afghanistan (União dos Escritores da República Democrática do Afeganistão). A renomeada União de Escritores Afegãos publicou edições separadas da revista Zhvandūn (uma em pachto e outra em persa), durante o governo mujahidin na década de 1990, até o final de suas publicações, em 1996.