Refugiados judeus em Rowne, Polônia

Esta fotografia de 1921 mostra três refugiados judeus famintos em Rowne, na Polônia (atual Rivne, na Ucrânia), olhando para a câmera. Além das dificuldades generalizadas, como deslocamento, fome, doenças e crise econômica, que surgiram como consequência da Primeira Guerra Mundial, as populações judaicas da Europa Oriental foram submetidas a um novo sofrimento como resultado da Revolução Russa e da subsequente guerra civil. Rowne, um centro comercial com uma grande população judaica, esteve entre as cidades visitadas pela primeira equipe de representantes de campo enviados à Polônia pelo Comitê Judaico-Americano de Distribuição Conjunta (JDC). Tais equipes incluíam assistentes sociais, médicos e professores. O JDC foi fundado por judeus americanos em Nova York em 1914 para prestar socorro em tempos de guerra a comunidades judaicas. Desde 1914 o JDC tem trabalhado como uma organização humanitária global, fornecendo alimento, roupas, medicamentos, cuidado infantil, formação profissional e assistência aos refugiados em mais de 90 países. A fotografia faz parte dos arquivos do JDC, que contêm fotografias, documentos, filmes, vídeos, histórias orais e artefatos que registram o trabalho da organização desde a Primeira Guerra Mundial até os dias de hoje.

Casa de banhos pública americana em Cracóvia, Polônia

Esta fotografia retrata uma mikvah (casa de banhos) em Cracóvia, reconstruída em 1921-1922. O antigo edifício de banho de purificação judaico, de frente para a Szeroka Broad Street, deixada em ruínas pela guerra, foi utilizado na reconstrução. A placa em polonês diz: “Casa de banhos pública americana”. A Primeira Guerra Mundial marcou as comunidades judaicas da Europa Oriental com um rastro de calamidade, deixando para trás fome, doenças e dificuldades econômicas em toda parte. Nos anos imediatamente posteriores à guerra, comunidades judaicas sitiadas enfrentaram constantes desafios que ameaçavam sua existência. Novas realidades sócioeconômicas despojaram os judeus europeus de seus antigos meios de vida, deixando-os sem recursos para se manterem. Sua infraestrutura comunal também estava em ruínas. Para enfrentar essas condições, o Comitê Judaico-Americano de Distribuição Conjunta (JDC), uma organização humanitária criada no início da Primeira Guerra Mundial, ajudou a comunidade judaica polonesa a reconstruir as instituições comunitárias e a desenvolver novos planos de saúde e bem-estar. Esta fotografia faz parte dos arquivos do JDC, que contêm documentos, fotografias, filmes, vídeos, histórias orais e artefatos que registram o trabalho da organização desde a Primeira Guerra Mundial até os dias de hoje.

Equipe de saúde durante uma campanha contra o tifo, Polônia

Durante a Primeira Guerra Mundial e nas guerras e revoltas que se seguiram, a destruição de casas e instalações de banho públicas na Polônia e o deslocamento de grandes populações resultaram em generalizadas epidemias de tifo e outras doenças. O Comitê Judaico-Americano de Distribuição Conjunta (JDC), uma organização humanitária criada para ajudar os judeus afetados pela guerra e suas consequências, apoiou o trabalho médico e sanitário realizado por organizações regionais existentes. Em abril de 1920, o JDC enviou um doutor americano chamado Harry Plotz, o descobridor da vacina contra o tifo, para investigar as condições da crise na Polônia (incluindo regiões que atualmente fazem parte da Ucrânia) e desenvolver uma abordagem mais sistemática e abrangente para prevenir a propagação da doença. Plotz trouxe uma equipe de médicos, enfermeiros e inspetores de saúde e uma máquina móvel para remover piolhos, que aquecia roupas e cobertores a temperaturas muito altas. Esta fotografia mostra uma equipe de profissionais médicos envolvidos na campanha contra o tifo. A fotografia faz parte dos arquivos do JDC, que contêm documentos, fotografias, filmes, vídeos, histórias orais e artefatos que registram o trabalho da organização desde a Primeira Guerra Mundial até os dias de hoje.

Distribuição de leite no posto de saúde infantil em Piotrków Trybunalski, Polônia

As mães que aparecem nesta foto estão recebendo leite dos funcionários do posto de saúde infantil numa cidade da Polônia. Os conflitos e pogroms que aconteceram durante e após a Primeira Guerra Mundial provocaram doenças, fome e o deslocamento de centenas de milhares de judeus na Europa Central e Oriental, principalmente na Polônia. Em resposta, o Comitê Judaico-Americano de Distribuição Conjunta (JDC), uma organização humanitária criada no início da Primeira Guerra Mundial por grupos judaico-americanos, estabeleceu cozinhas comunitárias, reconstruiu e equipou hospitais, apoiou orfanatos e enviou comida em comboios de caminhões a centenas de cidades e aldeias na Polônia. O programa de assistência à criança, que envolvia cerca de 400.000 crianças necessitadas de ajuda extra, foi considerado como o mais importante. O JDC estabeleceu estações de distribuição de leite onde bebês e crianças podiam receber um copo de leite por menos de um centavo. Em Varsóvia, no auge do período de emergência, mais de 35.000 crianças receberam leite todos os dias nesses pontos de distribuição. A fotografia faz parte dos arquivos do JDC, que contêm documentos, fotografias, filmes, vídeos, histórias orais e artefatos que registram o trabalho da organização desde a Primeira Guerra Mundial até os dias de hoje.

Alunos e professores do lado de fora da Escola da Comunidade Judaica em Varsóvia, Polônia

Esta fotografia mostra um grupo de alunos e professores do lado de fora da Escola da Comunidade Judaica do Lar dos Operários em Varsóvia, na Polônia, em 1921. A Primeira Guerra Mundial e suas consequências perturbadoras ameaçavam a sobrevivência de muitas instituições religiosas, educacionais e culturais que antes da guerra haviam transformado a Polônia em um dos mais importantes centros de estudo, aprendizagem e cultura dos judeus. No período entre as duas guerras mundiais, o Comitê Judaico-Americano de Distribuição Conjunta (JDC), uma organização humanitária criada no início da Primeira Guerra Mundial, desempenhou um papel fundamental na restauração e no apoio às escolas e instituições judaicas, trabalhando em parceria com o amplo espectro de ideologias e grupos judaicos: hassídicos, sionistas, bundistas, idichistas e representantes da ortodoxia predominante. A fotografia faz parte dos arquivos do JDC, que contêm documentos, fotografias, filmes, vídeos, histórias orais e artefatos que registram o trabalho da organização desde a Primeira Guerra Mundial até os dias de hoje.

Aula de carpintaria numa escola judaica em Cracóvia, Polônia

Esta fotografia retrata uma aula de carpintaria numa escola judaica em Cracóvia, na Polônia, por volta de 1921-1922. A Primeira Guerra Mundial marcou as comunidades judaicas da Europa Oriental com um rastro de calamidade, deixando para trás fome, doenças e dificuldades econômicas em toda parte. Nos anos imediatamente posteriores à guerra, comunidades judaicas sitiadas enfrentaram constantes desafios que ameaçavam sua existência. Novas realidades sócioeconômicas despojaram os judeus europeus de seus antigos meios de vida, deixando-os sem recursos para se manterem. Sua infraestrutura comunal também estava em ruínas. Para enfrentar essas condições, o Comitê Judaico-Americano de Distribuição Conjunta (JDC), uma organização humanitária criada no início da Primeira Guerra Mundial, ajudou a comunidade judaica polonesa a reconstruir as instituições comunitárias e a desenvolver novos planos de saúde e bem-estar. Nos anos entre as guerras mundiais, o JDC trabalhou com a Organização para a Reabilitação através do Trabalho (ORT) a fim de desenvolver programas de formação profissional para artesãos judeus e programas de formação profissional em escolas judaicas. A fotografia faz parte dos arquivos do JDC, que contêm documentos, fotografias, filmes, vídeos, histórias orais e artefatos que registram o trabalho da organização desde a Primeira Guerra Mundial até os dias de hoje.

Banda escolar da Escola Profissional Natanson em Varsóvia, Polônia

Esta fotografia mostra a banda escolar da Escola Profissional Natanson da comunidade judaica em Varsóvia, na Polônia, em 1921. Os alunos posam com seus instrumentos na entrada da escola. A Primeira Guerra Mundial marcou as comunidades judaicas da Europa Oriental com um rastro de calamidade, deixando para trás fome, doenças e dificuldades econômicas em toda parte. Nos anos imediatamente posteriores à guerra, comunidades judaicas sitiadas enfrentaram constantes desafios que ameaçavam sua existência. Novas realidades sócioeconômicas despojaram os judeus europeus de seus antigos meios de vida, deixando-os sem recursos para se manterem. Sua infraestrutura comunal também estava em ruínas. Para enfrentar essas condições, o Comitê Judaico-Americano de Distribuição Conjunta (JDC), uma organização humanitária criada no início da Primeira Guerra Mundial, ajudou a comunidade judaica polonesa a reconstruir as instituições comunitárias. No período entre as duas guerras mundiais, o JDC desempenhou um papel fundamental na restauração e no apoio às escolas e instituições judaicas, trabalhando em parceria com o amplo espectro de ideologias e grupos judaicos: hassídicos, sionistas, bundistas, idichistas e representantes da ortodoxia predominante. A fotografia faz parte dos arquivos do JDC, que contêm documentos, fotografias, filmes, vídeos, histórias orais e artefatos que registram o trabalho da organização desde a Primeira Guerra Mundial até os dias de hoje.

Alunos aprendem carpintaria numa oficina de carpintaria em Jaroslaw, Polônia

Esta fotografia mostra estudantes e professores num curso de carpintaria em Jaroslaw, em 1922, um dos muitos programas de formação profissional pós-Primeira Guerra Mundial na Polônia criados em resposta às dificuldades econômicas. As aulas eram dadas pela Organização para a Reabilitação através do Trabalho (ORT) e patrocinadas pelo Comitê Judaico-Americano de Distribuição Conjunta (JDC). O JDC foi fundado por grupos judaico-americanos no início da Primeira Guerra Mundial para ajudar judeus desamparados na Europa e na Palestina. Desde 1914 o JDC tem fornecido alimento, roupas, medicamentos, cuidado infantil, formação profissional e assistência aos refugiados em mais de 90 países. A fotografia faz parte dos arquivos do JDC, que contêm documentos, fotografias, filmes, vídeos, histórias orais e artefatos que registram o trabalho da organização desde a Primeira Guerra Mundial até os dias de hoje.

Zhvandūn, número 20, sábado, 4 de agosto de 1973

Zhvandūn, conhecida normalmente como “Zhwandun,” foi uma das revistas mais populares publicadas no Afeganistão na segunda metade do século XX. Ela começou como uma revista progressista publicada tanto em persa como em pachto, iniciando em maio de 1949. A revista apresentava artigos sobre história afegã e global, descobertas e artefatos arqueológicos, poesia e linguagem, biografias de personalidades afegãs e estrangeiras, artes e cultura, filosofia e religião e outros temas relacionados com a cultura e a vida cotidiana, incluindo música, dança, jogos, saúde e vida doméstica. Embora a revista Zhvandūn tenha apresentado artigos sobre temas literários, históricos, educacionais e de entretenimento durante todo o tempo de sua publicação, as dinâmicas sociais e políticas em constante transformação do Afeganistão influenciaram o caráter do conteúdo editorial. Na década de 1960, a revista refletia o realismo do Reino do Afeganistão. Em contraste, os regimes de esquerda da década de 1980 promoveram conteúdos revolucionários, como discussões sobre a ideologia marxista, cantos anticapitalistas e artigos sobre reformas agrícolas. Apesar de a Zhvandūn se apresentar no mercado como uma revista para khanawadah (famílias), seu principal público foi a geração pós-Segunda Guerra Mundial de afegãos urbanos de várias origens: estudantes, acadêmicos, escritores, poetas, pesquisadores e leitores em geral. Zhvandūn era publicada quinzenalmente, sendo mais tarde publicada uma vez por semana. Em 6 de maio de 1954, a administração de Zhvandūn foi entregue ao Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). O Vizarat-i Ittilaʻat va Kultur (Ministério da Informação e Cultura) assumiu o controle da revista em 1970 e a administrou até 1982, quando então foi transferida para a Itihadyah-yi Navisandagan Jumhur-i Dimukratik-i Afghanistan (União dos Escritores da República Democrática do Afeganistão). A renomeada União de Escritores Afegãos publicou edições separadas da revista Zhvandūn (uma em pachto e outra em persa), durante o governo mujahidin na década de 1990, até o final de suas publicações, em 1996.

Zhvandūn, número 21, sábado, 11 de agosto de 1973

Zhvandūn, conhecida normalmente como “Zhwandun,” foi uma das revistas mais populares publicadas no Afeganistão na segunda metade do século XX. Ela começou como uma revista progressista publicada tanto em persa como em pachto, iniciando em maio de 1949. A revista apresentava artigos sobre história afegã e global, descobertas e artefatos arqueológicos, poesia e linguagem, biografias de personalidades afegãs e estrangeiras, artes e cultura, filosofia e religião e outros temas relacionados com a cultura e a vida cotidiana, incluindo música, dança, jogos, saúde e vida doméstica. Embora a revista Zhvandūn tenha apresentado artigos sobre temas literários, históricos, educacionais e de entretenimento durante todo o tempo de sua publicação, as dinâmicas sociais e políticas em constante transformação do Afeganistão influenciaram o caráter do conteúdo editorial. Na década de 1960, a revista refletia o realismo do Reino do Afeganistão. Em contraste, os regimes de esquerda da década de 1980 promoveram conteúdos revolucionários, como discussões sobre a ideologia marxista, cantos anticapitalistas e artigos sobre reformas agrícolas. Apesar de a Zhvandūn se apresentar no mercado como uma revista para khanawadah (famílias), seu principal público foi a geração pós-Segunda Guerra Mundial de afegãos urbanos de várias origens: estudantes, acadêmicos, escritores, poetas, pesquisadores e leitores em geral. Zhvandūn era publicada quinzenalmente, sendo mais tarde publicada uma vez por semana. Em 6 de maio de 1954, a administração de Zhvandūn foi entregue ao Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). O Vizarat-i Ittilaʻat va Kultur (Ministério da Informação e Cultura) assumiu o controle da revista em 1970 e a administrou até 1982, quando então foi transferida para a Itihadyah-yi Navisandagan Jumhur-i Dimukratik-i Afghanistan (União dos Escritores da República Democrática do Afeganistão). A renomeada União de Escritores Afegãos publicou edições separadas da revista Zhvandūn (uma em pachto e outra em persa), durante o governo mujahidin na década de 1990, até o final de suas publicações, em 1996.