3 de março de 2016

Connecticut, com base nas obras mais respeitadas

Este mapa de Connecticut apareceu pela primeira vez no Atlas geral da edição de Carey da Geografia Aprimorada de Guthrie, publicado na Filadélfia em 1795. O mapa foi criado “com base nas obras mais respeitadas”, incluindo informações do mapa ricamente detalhado de 1791 de William Blodget, o primeiro mapa oficial do Estado. Amos Doolittle (de 1754 a 1832), um gravurista em placas de cobre em New Haven, produziu o mapa na escala de 7,5 milhas para cada polegada (12 quilômetros para 2,4 centímetros). Basicamente autodidata, Doolittle iniciou sua carreira como joalheiro e ourives, e tentou realizar suas primeiras gravuras enquanto lutava em Lexington e Concord, durante a Guerra Revolucionária Americana. Ele continuou e se especializou em mapas para atlas e ilustrações para livros. Este mapa apresenta uma cena decorativa no canto inferior direito com o escudo e o lema de Connecticut, Qui transtulit sustinet (Ele que transplantou ainda sustenta). Mathew Carey (de 1760 a 1839) foi um imigrante da Irlanda que trabalhou como editor na Filadélfia, especializando-se em mapas, atlas e obras de geografia. Em 1795 ele lançou o primeiro atlas publicado nos Estados Unidos, o Atlas Americano. Os primeiros editores americanos, como Carey, não eram controlados por acordos internacionais de direitos autorais e reutilizavam fontes europeias para imprimir extensos atlas e textos geográficos. Carey combinou mapas europeus de William Guthrie, originalmente publicados em Londres em 1770, com mapas atualizados dos Estados Unidos para produzir a Geografia Aprimorada de Guthrie. Doolittle desenvolveu uma forte relação de trabalho com Carey. O mapa faz parte da Coleção de Rochambeau na Biblioteca do Congresso, com 40 mapas manuscritos, 26 mapas impressos e um atlas manuscrito que pertenceram a Jean-Baptiste-Donatien de Vimeur, conde de Rochambeau (de 1725 a 1807), comandante-em-chefe do exército expedicionário francês (de 1780 a 1782) durante a Revolução Americana. Alguns mapas foram usados por Rochambeau durante a guerra. Datados de 1717 a 1795, eles abrangem grande parte do leste da América do Norte, indo de Nova Terra e Labrador, ao norte, até o Haiti, ao sul. A coleção inclui mapas de cidades, mapas de batalhas e campanhas militares da Guerra Revolucionária, e os primeiros mapas estaduais da década de 1790.

Mapa da península entre as baías de Delaware e Chesapeake, com essas baías e costas adjacentes desenhadas a partir dos levantamentos mais precisos

John Churchman (de 1753 a 1805), um pesquisador e cartógrafo quacre de Nottingham, Pensilvânia, produziu este mapa colorido à mão para a Sociedade Filosófica Americana a fim de apoiar a proposta de construção de um canal entre as baías de Delaware e Chesapeake. A área mapeada abrange a península de Delmarva, a Baía de Chesapeake e a Baía de Delaware. A obra apresenta de forma bem detalhada os ancoradouros e os perigos de navegação ao longo dos baixios e bancos de areia nas águas de Chesapeake e Delaware. Churchman registra condados, vilas e cidades, estradas, indústrias, rios, pântanos, balsas e o farol do Cabo Henlopen. Este mapa foi um de apenas sete mapas com publicações separadas produzidos na América durante a Revolução Americana. A obra não traz registro de data ou nome de lugar, mas provavelmente foi publicada por volta de 1778. O nome “West New Jersey” (Nova Jersey Ocidental), que aparece no canto superior direito, denota uma divisão em Nova Jersey que durou até 1790. Churchman assinou um acordo em 30 de junho de 1779, com o gravurista Daniel Few (ou Tew), responsável de preparar a placa de cobre do mapa. Em 23 de julho de 1779 Churchman apresentou o mapa à Sociedade Filosófica Americana. Uma comissão da sociedade examinou a obra e recomendou sua publicação. O mapa faz parte da Coleção de Rochambeau na Biblioteca do Congresso, com 40 mapas manuscritos, 26 mapas impressos e um atlas manuscrito que pertenceram a Jean-Baptiste-Donatien de Vimeur, conde de Rochambeau (de 1725 a 1807), comandante-em-chefe do exército expedicionário francês (de 1780 a 1782) durante a Revolução Americana. Alguns mapas foram usados por Rochambeau durante a guerra. Datados de 1717 a 1795, eles abrangem grande parte do leste da América do Norte, indo de Nova Terra e Labrador, ao norte, até o Haiti, ao sul. A coleção inclui mapas de cidades, mapas de batalhas e campanhas militares da Guerra Revolucionária, e os primeiros mapas estaduais da década de 1790.

Geórgia, com base nas obras mais respeitadas

Este mapa da Geórgia apareceu pela primeira vez no Atlas geral da edição de Carey da Geografia Aprimorada de Guthrie, publicado na Filadélfia em 1795. Ele mostra o estado da Geórgia se estendendo pelos atuais estados de Alabama e Mississippi. O mapa vai até o rio Mississippi, a oeste, abrange partes da Flórida, ao sul, e a Carolina do Sul, no noroeste, e inclui o “Governo de Tennassee”, ao norte. Ele indica a localização de tribos indígenas, incluindo chacataws (choctaws), cherokees, creeks, natches (natchez) e seminoles. Este é o primeiro mapa a identificar os condados da Geórgia. O Condado de Tallahassee, apresentado na fronteira da Florida, na verdade nunca existiu como uma entidade oficial, apenas como um nome indígena. Mathew Carey (de 1760 a 1839) foi um imigrante da Irlanda que trabalhou como editor na Filadélfia, especializando-se em mapas, atlas e obras de geografia. Em 1795 ele lançou o primeiro atlas publicado nos Estados Unidos, o Atlas Americano. Os primeiros editores americanos, como Carey, não eram controlados por acordos internacionais de direitos autorais e reutilizavam fontes europeias para imprimir extensos atlas e textos geográficos. Carey combinou mapas europeus de William Guthrie, originalmente publicados em Londres em 1770, com mapas atualizados dos Estados Unidos para produzir a Geografia Aprimorada de Guthrie. O mapa foi gravado por William Barker (ativo de 1795 a 1803), que sobretudo trabalhou como gravurista de mapas e especializou-se em escrita maiúscula. Ele produziu diversos mapas para o atlas de 1795 de Carey. O mapa faz parte da Coleção de Rochambeau na Biblioteca do Congresso, com 40 mapas manuscritos, 26 mapas impressos e um atlas manuscrito que pertenceram a Jean-Baptiste-Donatien de Vimeur, conde de Rochambeau (de 1725 a 1807), comandante-em-chefe do exército expedicionário francês (de 1780 a 1782) durante a Revolução Americana. Alguns mapas foram usados por Rochambeau durante a guerra. Datados de 1717 a 1795, eles abrangem grande parte do leste da América do Norte, indo de Nova Terra e Labrador, ao norte, até o Haiti, ao sul. A coleção inclui mapas de cidades, mapas de batalhas e campanhas militares da Guerra Revolucionária, e os primeiros mapas estaduais da década de 1790.

Mapa de Kentucky com base em levantamentos precisos

Kentucky foi incorporado à União em 1º de junho de 1792, tornando-se o 15º estado dos EUA. Em 1793, Elihu Barker produziu o mapa mais preciso de Kentucky até então, o Mapa de Kentucky com base em levantamentos precisos. O mapa inclui o estado de Kentucky e as fronteiras com o “Território Norte-Oeste”, a Virgínia e o “Governo de Tennassee”. Ele mostra as montanhas que ficam no leste de Kentucky e entre os rios Cumberland e Tennesseem, a oeste do estado, e indica a localização de salinas em toda a região e as principais trilhas, cidades e colônias. Entre as cidades registradas estão Washington, Charleston, Lexington, Versailles, Louisville e Stanford. O mapa divide Kentucky em nove condados, mas não apresenta suas fronteiras com precisão. Barker fornece úteis anotações descritivas, como: “terra alta fértil onde há relatos da presença de certa quantidade de pedras com eflúvios de enxofre“ e “terra nua estéril”. Ele gravou o mapa para Mathew Carey (de 1760 a 1839), um imigrante da Irlanda que em 1795 publicou o primeiro atlas nos EUA, o Atlas Americano. O mapa faz parte da Coleção de Rochambeau na Biblioteca do Congresso, com 40 mapas manuscritos, 26 mapas impressos e um atlas manuscrito que pertenceram a Jean-Baptiste-Donatien de Vimeur, conde de Rochambeau (de 1725 a 1807), comandante-em-chefe do exército expedicionário francês (de 1780 a 1782) durante a Revolução Americana. Alguns mapas foram usados por Rochambeau durante a guerra. Datados de 1717 a 1795, eles abrangem grande parte do leste da América do Norte, indo de Nova Terra e Labrador, ao norte, até o Haiti, ao sul. A coleção inclui mapas de cidades, mapas de batalhas e campanhas militares da Guerra Revolucionária, e os primeiros mapas estaduais da década de 1790.

Estado de Nova Jersey, compilado com base nas informações mais autênticas

Este mapa de Nova Jersey apareceu pela primeira vez no Atlas geral da edição de Carey da Geografia Aprimorada de Guthrie, publicado em Filadélfia em 1795. O mapa se estende desde o rio Delaware até o Oceano Atlântico, e indica as principais cidades, estradas e condados do estado, bem como montanhas, rios e os estados limítrofes de Nova York, Pensilvânia e Delaware. Ele mostra os condados de Bergen, Burlington, Cape May, Cumberland, Essex, Gloucester, Hunterdon, Middlesex, Monmouth, Morris, Salem, Somerset e Sussex. O mapa foi gravado em 1795 por William Barker (ativo de 1795 a 1803). Samuel Lewis (de 1753 ou 1754 a 1822), um desenhista de Filadélfia, delineou a “linha de divisão entre Jersey Ocidental e Oriental”. Trenton, mostrada no mapa às margens do rio Delaware, no nordeste de Filadélfia, tornou-se a capital de todo o estado de Nova Jersey em 1790. Mathew Carey (de 1760 a 1839) foi um imigrante da Irlanda que trabalhou como editor na Filadélfia, especializando-se em mapas, atlas e obras de geografia. Em 1795 ele lançou o primeiro atlas publicado nos Estados Unidos, o Atlas Americano. Os primeiros editores americanos, como Carey, não eram controlados por acordos internacionais de direitos autorais e reutilizavam fontes europeias para imprimir extensos atlas e textos geográficos. Carey combinou mapas europeus de William Guthrie, originalmente publicados em Londres em 1770, com mapas atualizados dos Estados Unidos para produzir a Geografia Aprimorada de Guthrie. O mapa faz parte da Coleção de Rochambeau na Biblioteca do Congresso, com 40 mapas manuscritos, 26 mapas impressos e um atlas manuscrito que pertenceram a Jean-Baptiste-Donatien de Vimeur, conde de Rochambeau (de 1725 a 1807), comandante-em-chefe do exército expedicionário francês (de 1780 a 1782) durante a Revolução Americana. Alguns mapas foram usados por Rochambeau durante a guerra. Datados de 1717 a 1795, eles abrangem grande parte do leste da América do Norte, indo de Nova Terra e Labrador, ao norte, até o Haiti, ao sul. A coleção inclui mapas de cidades, mapas de batalhas e campanhas militares da Guerra Revolucionária, e os primeiros mapas estaduais da década de 1790.

Campanha de 1776

Este mapa de por volta de 1780 mostra a luta em Nova York e Nova Jersey em 1776, o primeiro ano completo da Guerra Revolucionária Americana. O mapa adicional no canto superior esquerdo mostra a campanha dentro e em torno de Filadélfia no ano seguinte. O mapa principal mostra o local dos desembarques britânicos em Staten Island durante a preparação da campanha de Nova York; os movimentos das tropas e os locais de batalhas em Long Island, no condado de Westchester e na ilha de Manhattan; e as cidades e estradas no sudeste de Nova York e no leste de Nova Jersey. O índice, intitulado de “Explicação”, descreve os principais eventos da campanha e identifica por letras os acampamentos e as escaramuças e batalhas que as forças britânico-hessianas travaram contra o Exército Continental entre 22 de agosto e 20 de novembro de 1776. Entre os locais de importância estão o Ponto F, onde a milícia colonial triunfou em setembro de 1776 em Vanderwater’s Height (atual Morningside Heights, Manhattan), e os Pontos Q e R, que marcam as vitórias britânicas em 16 de novembro em Fort Washington, Nova York, e em 18 de novembro em Fort Lee, Nova Jersey. O mapa adicional da campanha de Filadélfia mostra eventos importantes que ocorreram entre o desembarque britânico no rio Elk em 15 de agosto de 1777 e a Batalha de Germantown no dia 4 de outubro do mesmo ano. O mapa faz parte da Coleção de Rochambeau na Biblioteca do Congresso, com 40 mapas manuscritos, 26 mapas impressos e um atlas manuscrito que pertenceram a Jean-Baptiste-Donatien de Vimeur, conde de Rochambeau (de 1725 a 1807), comandante-em-chefe do exército expedicionário francês (de 1780 a 1782) durante a Revolução Americana. Alguns mapas foram usados por Rochambeau durante a guerra. Datados de 1717 a 1795, eles abrangem grande parte do leste da América do Norte, indo de Nova Terra e Labrador, ao norte, até o Haiti, ao sul. A coleção inclui mapas de cidades, mapas de batalhas e campanhas militares da Guerra Revolucionária, e os primeiros mapas estaduais da década de 1790.