27 de outubro de 2016

Kābul, número 287, volume 21, edição 2, 22 de abril de 1951

Kābul foi um periódico mensal da Anjuman-i Adabi Kabul (Sociedade Literária de Cabul), publicado pela primeira vez em 15 de dezembro de 1931. A revista apresentava obras originais e traduzidas, e com frequência publicava tanto ensaios breves como extensos sobre a história, a arqueologia, a literatura, a cultura, as línguas e a sociedade do Afeganistão. A revista também publicava reportagens de eventos nacionais e internacionais. Em seu primeiro ano, a revista possuía de 40 a 60 páginas por número. Mais tarde, passou a ser de 80 a 120 páginas por número. Entre seus colaboradores estavam escritores literário-nacionalistas afegãos como Qari ʻAbd Allah (de 1871 a 1944), Mir Ghulam Mohammad Ghubar (de 1895 a 1978), Ahmad ʻAli Kuhzad (nascido em 1907), ʻAbd al-Hayy Habibi (de 1910 a 1984), e outras personalidades que desempenharam importantes papéis na historicização e caracterização da identidade do Afeganistão no século XX. Entre 1931 e 1938 Kābul publicou apenas artigos em persa dentro do modelo de trabalho da Anjuman-i Adabi Kabul. Mais tarde a revista se ramificou em duas publicações separadas: uma revista em pachto, e a edição mais antiga em persa. Pushto Tolanah (Sociedade Pachto), fundada em 1939 para promover a história, a literatura e a língua pachto-afegã, assumiu o comando da edição pachto dentro da organização do recém-formado departamento de mídia do governo, Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). A revista foi uma das publicações mais antigas e mais populares que apareceu durante o regime monárquico no Afeganistão. Com a chegada dos comunistas ao poder em 1979 e o país se afundando em conflitos e instabilidade política, a revista deixou de ser estável e contínua. Aqui apresentamos 375 edições da revista publicadas entre 1933 e 1964, parte das coleções da Biblioteca do Congresso.

Kābul, número 210, volume 17, edição 18, 5 de fevereiro de 1948

Kābul foi um periódico mensal da Anjuman-i Adabi Kabul (Sociedade Literária de Cabul), publicado pela primeira vez em 15 de dezembro de 1931. A revista apresentava obras originais e traduzidas, e com frequência publicava tanto ensaios breves como extensos sobre a história, a arqueologia, a literatura, a cultura, as línguas e a sociedade do Afeganistão. A revista também publicava reportagens de eventos nacionais e internacionais. Em seu primeiro ano, a revista possuía de 40 a 60 páginas por número. Mais tarde, passou a ser de 80 a 120 páginas por número. Entre seus colaboradores estavam escritores literário-nacionalistas afegãos como Qari ʻAbd Allah (de 1871 a 1944), Mir Ghulam Mohammad Ghubar (de 1895 a 1978), Ahmad ʻAli Kuhzad (nascido em 1907), ʻAbd al-Hayy Habibi (de 1910 a 1984), e outras personalidades que desempenharam importantes papéis na historicização e caracterização da identidade do Afeganistão no século XX. Entre 1931 e 1938 Kābul publicou apenas artigos em persa dentro do modelo de trabalho da Anjuman-i Adabi Kabul. Mais tarde a revista se ramificou em duas publicações separadas: uma revista em pachto, e a edição mais antiga em persa. Pushto Tolanah (Sociedade Pachto), fundada em 1939 para promover a história, a literatura e a língua pachto-afegã, assumiu o comando da edição pachto dentro da organização do recém-formado departamento de mídia do governo, Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). A revista foi uma das publicações mais antigas e mais populares que apareceu durante o regime monárquico no Afeganistão. Com a chegada dos comunistas ao poder em 1979 e o país se afundando em conflitos e instabilidade política, a revista deixou de ser estável e contínua. Aqui apresentamos 375 edições da revista publicadas entre 1933 e 1964, parte das coleções da Biblioteca do Congresso.

Kābul, número 213, volume 17, edição 21, 6 de março de 1948

Kābul foi um periódico mensal da Anjuman-i Adabi Kabul (Sociedade Literária de Cabul), publicado pela primeira vez em 15 de dezembro de 1931. A revista apresentava obras originais e traduzidas, e com frequência publicava tanto ensaios breves como extensos sobre a história, a arqueologia, a literatura, a cultura, as línguas e a sociedade do Afeganistão. A revista também publicava reportagens de eventos nacionais e internacionais. Em seu primeiro ano, a revista possuía de 40 a 60 páginas por número. Mais tarde, passou a ser de 80 a 120 páginas por número. Entre seus colaboradores estavam escritores literário-nacionalistas afegãos como Qari ʻAbd Allah (de 1871 a 1944), Mir Ghulam Mohammad Ghubar (de 1895 a 1978), Ahmad ʻAli Kuhzad (nascido em 1907), ʻAbd al-Hayy Habibi (de 1910 a 1984), e outras personalidades que desempenharam importantes papéis na historicização e caracterização da identidade do Afeganistão no século XX. Entre 1931 e 1938 Kābul publicou apenas artigos em persa dentro do modelo de trabalho da Anjuman-i Adabi Kabul. Mais tarde a revista se ramificou em duas publicações separadas: uma revista em pachto, e a edição mais antiga em persa. Pushto Tolanah (Sociedade Pachto), fundada em 1939 para promover a história, a literatura e a língua pachto-afegã, assumiu o comando da edição pachto dentro da organização do recém-formado departamento de mídia do governo, Riyasat-i Mustaqil-i Matbu’at (Diretoria Autônoma de Mídia). A revista foi uma das publicações mais antigas e mais populares que apareceu durante o regime monárquico no Afeganistão. Com a chegada dos comunistas ao poder em 1979 e o país se afundando em conflitos e instabilidade política, a revista deixou de ser estável e contínua. Aqui apresentamos 375 edições da revista publicadas entre 1933 e 1964, parte das coleções da Biblioteca do Congresso.

Expedição no Afeganistão: observações e descrições do país, parte de uma narrativa pessoal registrada durante a campanha de 1839 e 1840, até a rendição de Dost Mahomed Khan

James Atkinson (de 1780 a 1852) foi um homem de muitos talentos, mais conhecido por suas primeiras traduções de poesia e prosa persas para o inglês. Ele nasceu na Inglaterra e estudou medicina em Londres e Edimburgo. Em 1805 foi nomeado cirurgião assistente no departamento de Bengala da Companhia das Índias Orientais, e passou a maior parte do resto de sua vida na Índia. Ele usou seu tempo livre para dominar a língua persa, e em 1814 já tinha publicado a tradução de parte da obra Shahnamah (Livro dos Reis), a primeira vez que um público de língua inglesa teve acesso ao épico poema persa. Em 1838, Atkinson foi nomeado cirurgião-chefe do Exército do Indo, e nessa função acompanhou o exército em sua marcha para Cabul na Primeira Guerra Anglo-Afegã (de 1839 a 1842). Expedição no Afeganistão: observações e descrições do país, publicado em Londres em 1842, é o relato de Atkinson sobre a guerra. O livro começa com um capítulo sobre as causas da expedição (a percepção da ameaça russa ao Afeganistão e, consequentemente, à Índia), seguido por uma história sobre Shah Shuja‘ e sobre a dinastia Durrani. Os capítulos seguintes descrevem o avanço do exército para o Indo, para Candaar, a marcha de Candaar a Gázni, a captura de Cabul e a marcha para Jalalabad. Atkinson voltou a Bengala em 1841 e assim escapou do desastre que sobreveio ao exército de ocupação anglo-indiano no ano seguinte, quando membros de tribos afegãs aniquilaram a guarnição de Cabul formada por 4.500 soldados britânicos e indianos. Atkinson era um artista talentoso, e no mesmo ano de lançamento deste livro publicou também um livro de litografias intitulado Esboços no Afeganistão, baseado nos desenhos que fez enquanto esteve no país. Ele também publicou traduções de versos italianos e escreveu um tratado médico sobre a bexiga. Atkinson é considerado o pesquisador pioneiro sobre assuntos orientais que ajudou a divulgar as culturas persa e afegã na Grã-Bretanha e em outras regiões.