29 de dezembro de 2015

Elisha Kane

Elisha Kent Kane (1820 a 1857) foi um explorador americano do ártico. Estudou medicina na Filadélfia, sua terra natal, e, em 1843, entrou para a Marinha americana como cirurgião. Em 1850, navegou como oficial médico em uma expedição em busca de Sir John Franklin (1786 a 1847), oficial e explorador da Marinha britânica que se encontrava desaparecido no Ártico Canadense desde 1845. Financiada por Henry Grinnell, comerciante de Nova York, e realizada pela Marinha americana, a expedição explorou o Estreito de Lancaster e o Canal de Wellington, encontrando um dos acampamentos de Franklin, mas sem encontrar rastros dos homens. A expedição, liderada pelo tenente Edwin Jesse De Haven, consistia de dois navios, os navios de dois mastros Advance e Rescue. Entre 1853 e 1855, Kane comandou uma segunda expedição, também financiada por Grinnell, mas não obteve êxito em encontrar Franklin. Kane escreveu livros sobre as suas duas aventuras no Ártico. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Jovem América

“Jovem América” é uma gravura, com direitos autorais protegidos por Edward Anthony (1818 a 1888), em 1862, que foi concebida como um comentário sobre a escravidão, a principal causa da Guerra Civil Americana (1861 a 1865), então em curso. Uma gravura de contraste, “Jovem África: ou, o pomo da discórdia”, que também teve seus direitos autorais protegidos por Anthony em 1862, mostra uma criança afro-americana (supostamente uma escrava) com a mesma idade. As duas gravuras foram incluídas em um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Jovem África: ou, o pomo da discórdia

“Jovem África: ou, o pomo da discórdia” é uma gravura, com direitos autorais protegidos por Edward Anthony (1818 a 1888) em 1862, que foi concebida como um comentário sobre a escravidão, a principal causa da Guerra Civil Americana (1861 a 1865), então em curso. A gravura retrata uma criança afro-americana, supostamente uma escrava. Uma gravura de contraste, “Jovem América”, também protegida por direitos autorais por Anthony em 1862, mostra uma criança branca da mesma idade. As duas gravuras foram incluídas em um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Major-general Francis Preston Blair Jr.

Francis Preston Blair Junior (1821 a 1875) foi membro de uma proeminente família de políticos com laços com os estados fronteiriços do Missouri e de Maryland, mas que se opunha à escravidão e permaneceu ao lado de Lincoln durante a Guerra Civil. Após exercer dois mandatos no Senado do Missouri, foi eleito para a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos em 1856 como democrata do Solo Livre, um oponente à expansão da escravidão para os territórios. Ele mudou sua filiação para o Partido Republicano em 1860. Durante a crise da secessão, que ocorreu depois da eleição de Lincoln, ele organizou indivíduos unionistas em Saint Louis (incluindo imigrantes alemães que se opunham à escravidão) e trabalhou muito para manter o Missouri na União. Deixou o Congresso em 1862 e foi nomeado general de brigada no Exército da União. Ele reuniu sete regimentos da infantaria no Missouri e liderou uma brigada sob o comando do general William Tecumseh Sherman na Batalha de Vicksburg. Depois da guerra, foi eleito para o Senado americano, onde exerceu um mandato. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Thurlow Weed

Thurlow Weed (1797 a 1882) foi um redator, editor e político partidário que exerceu grande influência no Estado de Nova York e na política nacional, em grande parte através do Albany Evening Journal, jornal em que atuou como editor por mais de 30 anos. Weed não tinha apreço pela escravidão e nem pelo Partido Democrata, com o qual entrou em desavença primeiro como membro dos Anti-maçons, depois com os Whigs e, finalmente, com o Partido Republicano. Foi amigo do secretário de Estado William Henry Seward e ajudou a lançar o jovem Horace Greeley na carreira jornalística. Acumulou uma grande fortuna pessoal e por vezes foi acusado de corrupção e de aceitar suborno para promover causas particulares. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

John Ericsson

John Ericsson (1803 a 1889) foi um inventor e engenheiro cujas inovações revolucionaram a guerra naval. Em 1826, emigrou da Suécia, seu país natal, para a Grã-Bretanha, onde em 1836 promoveu melhorias significativas nas hélices rosqueadas. Mudou-se para os Estados Unidos em 1839. Ele projetou o USS Princeton, o primeiro navio a vapor com motores e caldeiras inteiramente abaixo da linha de água. Seu projeto de navio mais famoso foi o encouraçado USS Monitor, que foi concluído em 1861 e combateu o encouraçado Merrimack (afundado em abril de 1861, resgatado, reconstruído e recomissionado como Navio dos Estados Confederados [CSS] Virgínia, em fevereiro de 1862) para um confronto na Batalha de Hampton Roads (8 a 9 de março de 1862). A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.