29 de dezembro de 2015

William Cullen Bryant

William Cullen Bryant (1794 a 1878) foi um poeta e jornalista americano. Nasceu na região ocidental de Massachusetts, descendente de uma família de puritanos da Nova Inglaterra, exerceu a profissão de advogado em Great Barrington, Massachusetts, por um breve período, antes de atingir a fama literária com a publicação de seu poema mais conhecido, “Thanatopsis”, de 1817. Os poemas de Bryant sobre a natureza, onde descobriu lições morais nas belezas naturais da paisagem local, renderam-lhe o apelido de “Wordsworth americano”, nome que teve origem no poeta inglês William Wordsworth (1770 a 1850). Ele trabalhou como jornalista, editando o The New York Evening Post de 1829 até 1878, e ajudou a fundar o Partido Republicano além de defender a abolição da escravatura. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

George Bancroft

George Bancroft (1800 a 1891) foi um dos mais importantes historiadores americanos do século XIX. Depois de se formar em Harvard, tornou-se um dos primeiros americanos a obter doutorado na Alemanha, onde estudou na Universidade de Göttingen. O primeiro volume de sua monumental obra História dos Estados Unidos da América foi publicado em 1834; o décimo e último volume surgiu em 1874. Bancroft também foi ativo na política e na diplomacia. Democrata jacksoniano, ocupou o cargo de secretário da Marinha de 1845 a 1846 no mandato do presidente James K. Polk e, mais tarde, como Ministro dos Estados Unidos na Grã-Bretanha (1846 a 1849) e na Prússia (1867 a 1874). Durante a Guerra Civil foi um Democrata da Guerra que apoiou Lincoln na eleição de 1864. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Ralph Waldo Emerson

Ralph Waldo Emerson (1803 a 1882) foi o mais proeminente ensaísta e filósofo americano do século XIX. Nasceu em Boston, foi educado na Boston Latin School e no Harvard College. Estudou divindade e, por um tempo, atuou como ministro unitarista, mas deixou a função em 1832, após a morte de sua primeira esposa. A seguir, se estabeleceu em Concord, Massachusetts, e passou o resto de sua vida escrevendo e dando palestras. Viajou várias vezes para a Europa, onde se encontrou com poetas e pensadores como Walter Savage Landor, Samuel Taylor Coleridge, William Wordsworth e Thomas Carlyle, de quem se tornou amigo pela vida inteira. Emerson fez parte do grupo de filósofos americanos conhecidos como Transcendentalistas, cujos membros incluíam uma das primeiras feministas e política radical Margaret Fuller, bem como o escritor Henry David Thoreau. Os ensaios mais conhecidos de Emerson incluem “O letrado norte-americano”, “Autoconfiança” e “Amizade”. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Henry Wadsworth Longfellow

Henry Wadsworth Longfellow (1807 a 1882) foi um poeta, tradutor e educador americano, cujos poemas se tornaram imensamente populares entre o público de seu tempo. Graduou-se no Bowdoin College em Maine, sua terra natal, e foi professor de línguas europeias modernas, primeiramente em Bowdoin e, mais tarde, em Harvard. Em sua longa carreira, ele conseguiu combinar a arte de escrever poemas sobre temas americanos com a tradução das obras de vários grandes poetas europeus. Seus poemas narrativos sobre temas históricos americanos incluem Evangeline: Um Conto de Acadie (1847), O Canto de Hiawatha (1855) e O Namoro de Miles Standish (1858). Sua tradução mais famosa é a Divina Comédia, de Dante, publicada em 1867. Diz-se que Longfellow conhecia doze idiomas europeus. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Nathaniel Hawthorne

Nathaniel Hawthorne (1804 a 1864) foi um romancista e escritor de contos. Descendente de uma das primeiras família de puritanos, nasceu em Salem, Massachusetts, e foi educado no Bowdoin College. Muitas de suas obras se situam na Nova Inglaterra colonial, exploram conflitos morais, espirituais e o poder do passado sobre o presente. Suas obras mais conhecidas incluem Histórias Narradas Duas Vezes (1837), Musgos de um Velho Solar (1846), A Letra Escarlate (1850), A Casa das Sete Torres (1851) e O Romance de Blithedale (1852). Ele atuou como cônsul americano em Liverpool de 1853 a 1857 e foi amigo ou conhecido de muitos importantes escritores americanos, incluindo Henry Wadsworth Longfellow, Herman Melville e Henry David Thoreau. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

John James Audubon

John-James Audubon (1785 a 1851) foi um artista autodidata e ornitólogo conhecido pelo seu magnifico As aves da América, com 435 fólios gravados. Filho ilegítimo de um francês, capitão de navio, Audubon nasceu em São Domingos (hoje Haiti) e cresceu na França, onde aprendeu a desenhar pássaros locais. Emigrou para os Estados Unidos com a idade de 18 anos. Publicou As aves da América por meio de assinatura pelo período de onze anos, iniciando em 1827. Cerca de 175 conjuntos da obra foram vendidos na Europa e nos Estados Unidos. Entre 1840 e 1844, publicou uma edição pequena e de baixo custo do livro, em sete volumes, que tornou seus desenhos conhecidos para um público maior. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.