29 de dezembro de 2015

Presidente Millard Fillmore

Millard Fillmore (1800 a 1874) foi o 13º presidente dos Estados Unidos. Filho de um fazendeiro arrendatário da região ocidental de Nova York, Fillmore recebeu apenas uma educação bem limitada. Depois de ter sido aprendiz de costureiro, ele estudou a legislação com um juiz local e foi admitido na Ordem dos Advogados do Estado de Nova York em 1823. Membro do Partido Whig, exerceu três mandatos na legislatura do Estado de Nova York e quatro mandatos na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos antes de ser escolhido como vice-presidente do então candidato Zachary Taylor, na eleição de 1848. Após a morte do então presidente, Fillmore assumiu o cargo em 1850 e a principal conquista durante seu mandato foi o Compromisso de 1850, desenvolvido por Henry Clay, líder do Partido Whig, que ajudou a evitar a guerra civil por mais uma década. Ele também enviou Comodoro Matthew C. Perry em sua famosa missão para abrir o comércio do Japão com o Ocidente. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

William H. Prescott

William Hickling Prescott (1796 a 1859) foi um proeminente historiador americano, mais conhecido por suas grandes obras História da Conquista do México (1843) e História da Conquista do Peru (1847). Descendente de uma próspera família da Nova Inglaterra, graduou-se em Harvard em 1814. Portador de saúde debilitada durante toda a vida, incluindo uma cegueira parcial, ele foi capaz de executar sua pesquisa com a ajuda da esposa, Susan Amory Prescott, e de outros que liam para ele. Pelo uso meticuloso de documentos arquivados e livros raros como fontes originais, frequentemente é chamado de o primeiro historiador científico da América. Ele escolheu temas grandes e radicais para o seu trabalho e discorreu sobre eles com uma narrativa graciosa e original. Outras obras incluem História do Reinado de Fernando e Isabela, a Católica (1837) e A História do Reinado de Felipe Segundo, Rei da Espanha (1855 a 1858). A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Senador Stephen A. Douglas de Illinois

Stephen A. Douglas (1813 a 1861) foi eleito para a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos em 1843 e para o Senado em 1846, de onde emergiu como um proeminente porta-voz nacional do Partido Democrata. Ele é mais conhecido pelos debates Lincoln-Douglas de 1858. Ao concorrer pelo terceiro mandato para o Senado, Douglas foi desafiado por Abraham Lincoln, um advogado de Springfield, que havia exercido apenas um mandato na Câmara. Entre 21 de agosto e 15 de outubro, os dois homens debateram sete vezes diante do público em diferentes cidades e províncias de Illinois. Douglas defendeu o que era conhecido como soberania popular, a posição que mantinha que os votantes de cada território deveria determinar se ele entraria na União como um Estado livre ou como um Estado escravocrata. Lincoln se opôs à extensão da escravatura para novos estados e territórios em quaisquer circunstâncias. Na eleição do dia 2 de novembro, os republicanos receberam mais votos populares do que os democratas, mas a legislatura do Estado votou pelo retorno de Douglas para o Senado. Douglas concorreu para a presidência em 1860, mas foi derrotado por Lincoln. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

O álbum fotográfico

O álbum fotográfico é um álbum de retratos do famoso fotógrafo americano Matthew Brady (1823 a 1896, aproximadamente) que pertenceu ao Imperador do Brasil, Dom Pedro II (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos durante a década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou sua carreira em 1844, quando abriu um estúdio fotográfico de daguerreótipos na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. Ao longo das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Washington Irving

Washington Irving (1783 a 1859) foi um dos autores americanos mais lidos de seu tempo e um dos primeiros a serem reconhecidos na Europa por suas obras de ficção. Nasceu na cidade de Nova York, de ascendência córnica e escocesa. Irving escreveu sobre a antiga Nova York (Nova Amsterdã) e o Vale de Hudson sob domínio dos colonos holandeses, inicialmente por meio de uma persona literária, o fictício holandês “Diedrich Knickerbocker.” Sua obra mais famosa, Caderno de Ilustrações de Geoffrey Crayon (1819 a 1820), presumivelmente outra persona, continha “Rip Van Winkle”, “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” e outros contos. Irving também escreveu as biografias de Cristóvão Colombo e George Washington, além de exercer o cargo de Ministro dos Estados Unidos na Espanha de 1842 a 1846. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Governador Sam Houston, do Texas

Sam Houston (1793 a 1863) nasceu na Virgínia. Quando era adolescente, viveu três anos entre os índios Cherokees e aprendeu seu idioma e cultura. Alistou-se no exército em 1813 e lutou na Guerra de 1812. Após cursar direito e ser eleito para o Congresso e, em seguida, para o Governo do Tennessee, mudou-se para o Texas, onde desempenhou um importante papel na revolta dos colonos americanos contra o governo mexicano. Governou dois mandatos como presidente da República Independente do Texas. Depois da anexação do Texas pelos Estados Unidos, cumpriu mandato como senador dos Estados Unidos e governador do Texas. Tal como seu herói e mentor Andrew Jackson, foi proprietário de escravos, mas, apesar disso, era a favor da preservação da União. Ele se opôs à separação do Texas dos Estados Unidos e foi deposto do cargo de governador em 1861, quando o Texas optou por se juntar à Confederação. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.