29 de dezembro de 2015

William H. Seward

William H. Seward (1801 a 1872) foi um proeminente político de Nova York, que ocupou o cargo de secretário de Estado de Abraham Lincoln e se tornou o assessor de gabinete mais próximo de Lincoln. Graduou-se pela Union College, cursou direito e foi admitido na Ordem dos Advogados, mas logo entrou na política, atuando primeiramente no Senado do Estado de Nova York. Como membro do Partido Whig, foi eleito para o Senado dos Estados Unidos, onde atuou de 1849 a 1861. No fim da década de 1850, tornou-se a figura mais proeminente no recém-criado Partido Republicano. Como secretário de Estado durante a Guerra Civil, obteve êxito em interceptar o reconhecimento dos Estados Confederados da América pelas potências europeias. Após a morte de Lincoln, ele permaneceu como secretário de Estado do presidente Andrew Johnson e negociou a compra do Alasca do Império Russo. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Secretário do Tesouro Salmon P. Chase

Salmon P. Chase (1808 a 1873) foi secretário do Tesouro na administração do presidente Abraham Lincoln. Nasceu em New Hampshire e, ainda criança, foi enviado para morar na casa de um tio em Ohio após a morte de seu pai. Chase era um homem profundamente religioso e durante toda sua vida procurou conciliar sua vida pessoal e ambição política com sua fé e senso de obrigação social. Após graduar-se no Dartmouth College, em 1826, cursou direito em Washington, DC, mas retornou para Ohio, local em que seguiu a carreira advocatícia com muito sucesso. Envolveu-se com a União Americana de Escolas Dominicais, nos tribunais defendeu os direitos de ex-escravos, trabalhou para fundar o Partido Solo Livre e, em 1849, foi eleito para o Senado norte-americano por Ohio com votos compostos pelo Solo Livre e pelos Democratas. Em 1855, foi eleito governador de Ohio pela recém-criada chapa do Partido Republicano. No ano seguinte, exerceu um importante papel na organização do Partido Nacional Republicano. Como secretário do Tesouro, a grande conquista de Chase foi o de organizar o financiamento da Guerra Civil através de reformas que incluíram a introdução do papel-moeda e a implementação do sistema bancário nacional. Ele renunciou ao seu posto em junho de 1864, mas, no final desse mesmo ano, Lincoln o nomeou presidente da Suprema Corte dos Estados Unidos. Nesse cargo, Chase presidiu sobre o julgamento de impeachment do presidente Andrew Johnson, além de participar de decisões importantes relacionadas à Reconstrução. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Secretário de Guerra Edwin Stanton

Edwin McMasters Stanton (1814 a 1869) foi secretário da Guerra de 1862 a 1868. Nasceu em Steubenville, Ohio, concluiu um ano no Kenyon College, de onde foi forçado a sair por motivos financeiros. Estou direito com um advogado local e tornou-se um advogado de sucesso, exercendo a profissão em Steubenville, Pittsburgh e, por fim, em Washington, DC, onde atuou por um tempo como advogado geral na administração do presidente James Buchanan. Após a renúncia de Simon Cameron, primeiro secretário da Guerra de Lincoln, Stanton foi nomeado para o posto. Provou ser um gênio administrativo, acabou com os escândalos de aquisições deixados por Cameron e garantiu o suprimento e o provisionamento do vasto sistema de guerra da União. Stanton permaneceu em seu posto até o período de Reconstrução, quando se desentendeu com o presidente Andrew Johnson por suas políticas lenientes relacionadas aos antigos estados Confederados. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Secretário do Interior Caleb B. Smith

Caleb B. Smith (1808 a 1864) foi o primeiro secretário do Interior do presidente Abraham Lincoln. Nasceu em Boston, mas com poucos anos de idade se mudou com os pais para Cincinnati. Após cursar direito em Ohio, ainda jovem deixou o estado e foi para Indiana, onde foi admitido na Ordem dos Advogados, exerceu advocacia e se tornou ativo na política. Foi eleito para cinco mandatos na Câmara dos Deputados de Indiana (1833 a 1842), seguido por quatro mandatos no Congresso Nacional dos Estados Unidos (1843 a 1849). Como membro do Partido Whig e, mais tarde, do Partido Republicano, Smith desempenhou um papel da maior relevância ao garantir o apoio da delegação de Indiana para Lincoln na Convenção Republicana de 1860 em Chicago e ajudou a conquistar o estado para a vitória de Lincoln na eleição geral de novembro. O compromisso de Smith com o gabinete refletiu na atuação de Indiana e de si próprio na eleição de Lincoln. Smith chefiou o Departamento do Interior até dezembro de 1862, quando renunciou e foi nomeado por Lincoln para a magistratura federal. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Secretário da Marinha Gideon Welles

Gideon Welles (1802 a 1878) foi secretário da Marinha do presidente Abraham Lincoln. Nasceu em Glastonbury, Connecticut, filho de comerciante e construtor naval, Welles cursou direito, mas nunca exerceu a profissão. Trabalhou como jornalista no Hartford Times e no Weekly Advertizer e em 1825 foi eleito para a Assembleia Geral de Connecticut. Democrata de longa data, ele rompeu com seu partido por divergências sobre a questão da escravatura e ajudou a fundar o Hartford Evening Press para promover o Partido Republicano e seus princípios. Quando Welles assumiu o cargo em 1861, a marinha norte-americana contava apenas com 45 navios, dos quais apenas 12 estavam prontos para uso. Ao longo dos quatro anos seguintes, a Marinha adquiriu ou mandou construir 313 navios e comprou ou alugou outros 184 navios. Ao bloquear a costa dos Confederados, cooperando e trabalhando com o exército para tomar Nova Orleans e obter o controle das importantes hidrovias como os rios de Cumberland, Tennessee e principalmente do Mississipi, a Marinha, sob comando de Welles, deu uma grande contribuição para a vitória do Norte. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Diretor-geral dos Correios Montgomery Blair

Montgomery Blair (1813 a 1883) foi diretor-geral dos correios no gabinete do presidente Abraham Lincoln. Nasceu e educou-se em Kentucky, graduou-se pela Academia Militar dos Estados Unidos de West Point em 1836, mas logo deixou o exército para cursar direito. Mudou-se para Saint Louis, no Missouri, local em que exerceu a profissão de advogado junto de seu irmão e onde seu pai foi um editor jornalístico muito influente. Entre 1842 e 1843, foi prefeito de Saint Louis. Em 1853, mudou-se para Washington, DC, onde ele e sua grande família viveram por um tempo na Casa de Blair, localizada em frente à Casa Branca. Os membros da família Blair foram expoentes de um estado fronteiriço que se opunham à escravatura, mas que não comungavam com a abolição imediata ou igualdade total para os negros. Em 1856, Blair representou o réu no infame caso de Dred Scott perante a Suprema Corte dos Estados Unidos, alegando sem sucesso que Scott tinha direito à liberdade por residir em um território livre. Como membro do gabinete, Blair foi um unionista convicto, o único a aconselhar Lincoln a não abandonar Fort Sumter, temendo que o Sul tivesse assim a confirmação de que o Norte não lutaria para preservar a União. Blair ameaçou renunciar se o forte não fosse reforçado. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.