29 de dezembro de 2015

Secretário da Guerra Simon Cameron

Simon Cameron (1799 a 1889) foi um editor de jornal e político da Pensilvânia que exerceu o cargo de primeiro-secretário da Guerra no gabinete do presidente Abraham Lincoln. Ele nasceu em Maytown, Pensilvânia e ficou órfão aos nove anos de idade. Apesar de sua educação formal limitada, chegou à função de aprendiz de gráfica e subiu gradualmente de posto até se tornar editor de Bucks County Messenger. Usando sua posição na imprensa como trampolim, ele se tornou ativo na política do Estado da Pensilvânia e serviu no Senado americano de 1845 a 1849. De origem democrata, trocou de partidos e foi eleito para o Senado como republicano em 1856. Lincoln nomeou Cameron para o seu gabinete em 1861, em parte como reconhecimento por sua grande atuação ao trazer a Pensilvânia para os republicamos na eleição de 1860. Ele provou ser um secretário da Guerra ineficiente que tinha divergências políticas com Lincoln, considerado por muitos corrupto, tendo renunciado em 14 de janeiro de 1862. Entretanto, permaneceram amigáveis e o presidente o nomeou Ministro para a Rússia. Cameron permaneceu em São Petersburgo menos de um ano antes de retornar a Pensilvânia para retomar suas atividades políticas e comerciais. Ele atuou no Senado americano de 1867 a 1877. Cameron é lembrado por sua definição de que “um político honesto” é “aquele que, quando comprado, permanece comprado”. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Senador Charles Sumner, de Massachusetts

Charles Sumner (1811 a 1874) foi eleito para o Senado americano em 1851 como membro do Partido do Solo Livre, que ajudou a fundar, em oposição à extensão da escravidão para os novos territórios americanos adquiridos. Orador contumaz, Summer promoveu incansáveis campanhas pela abolição da escravidão. Tornou-se particularmente famoso em maio de 1856, quando foi agredido na sessão plenária do Senado pelo congressista Preston Brooks, da Carolina do Sul, cujo primo, Senador Andrew P. Butler da Carolina do Sul, havia sido criticado por Sumner quanto aos esforços sulistas de estenderem a escravidão para o território do Kansas. Summer levou anos para se recuperar dos golpes que recebeu de Brooks. Summer permaneceu no Senado após a Guerra Civil. Durante o período de Reconstrução, ele favoreceu uma política rigorosa em relação ao Sul e fez campanha para a implementação da igualdade e direitos civis totais para os escravos emancipados. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Abigail Fillmore

Abigail Fillmore (1798 a 1853) foi esposa de Millard Fillmore (1800 a 1874), 13º presidente dos Estados Unidos. Nasceu no norte do Estado de Nova York, e era professora de escola pública por formação. Foi primeira-dama do país durante o mandato de Fillmore, de 1850 a 1853 e teve dois filhos. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Caleb Cushing

Caleb Cushing (1800 a 1879) nasceu em Salisbury, Massachusetts, filho de um construtor de navios e comerciante. Em 1802, mudou-se com sua família para Newburyport, Massachusetts, cidade com a qual esteve vinculado por toda a sua vida. Foi educado no Harvard College e na Harvard Law School, exerceu a profissão de advogado, escreveu vários livros e se tornou um associado próximo de Daniel Webster, um proeminente advogado e futuro secretário de Estado. Depois de várias tentativas infrutíferas, Cushing foi eleito para o Congresso dos Estados Unidos em 1834, onde exerceu quatro mandatos. Entre 1843 e 1844, ele assumiu a missão para a China, onde negociou o Tratado de Wanghia (1844), o primeiro acordo bilateral entre os Estados Unidos e a China. Além de ter assumido vários postos estaduais e locais, ele ocupou o cargo de procurador-geral dos Estados Unidos durante a presidência de Franklin Pierce, de 1853 a 1857. Embora Cushing fosse, para um político de Massachusetts, relativamente simpático ao Sul e à posição sulista quanto à constitucionalidade da escravidão, apoiou Lincoln durante a Guerra Civil. Em 1874, foi nomeado Ministro para a Espanha pelo presidente Ulysses S. Grant e se manteve no posto até 1877. Em diferentes estágios de sua carreira, Cushing foi whig, democrata e republicano. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

General de Brigada P.G.T. Beauregard, Estados Confederados da América

Pierre Gustave Toutant Beauregard (1818 a 1893) foi um general confederado na Guerra Civil Americana. Nasceu nas proximidades de Nova Orleans, Louisiana, e se graduou na Academia Militar dos Estados Unidos de West Point em 1838. Serviu com distinção na Guerra Mexicana (1846 a 1848). Com a eclosão da Guerra Civil, ele renunciou à sua comissão no Exército dos Estados Unidos e entrou para o Exército Confederado. Em junho de 1861, ele recebeu o comando do Exército de Potomac e liderou as forças confederadas na Primeira Batalha de Bull Run. Na Batalha de Shiloh, em abril de 1862, assumiu o comando depois que o general Albert Sidney Johnston foi mortalmente ferido. Mais tarde, comandou o Exército do Mississipi e fez parte dos esforços sulistas para bloquear a marcha do general William Tecumseh Sherman pelas duas Carolinas. No fim da guerra, ordenou a rendição de seu exército a Sherman. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

General de Brigada Joseph E. Johnston, Estados Confederados da América

Joseph E. Johnston (1807 a 1891) foi um general confederado na Guerra Civil Americana. Nasceu em Cherry Grove, nas proximidades de Farmville, Virgínia, graduou-se na Academia Militar dos Estados Unidos de West Point em 1829 e lutou nas guerras Falcão Negro, Seminole e Mexicana. No início da Guerra Civil, ele comandou o Exército de Shenandoah e, nessa função, liderou as forças confederada na Primeira Batalha de Bull Run (1861). Mais tarde, assumiu o comando do Exército do Tennessee e se opôs ao general da União William Tecumseh Sherman durante a Campanha de Atlanta de 1864. Depois de tentar bloquear o avanço de Sherman pelas duas Carolinas, ele se rendeu no dia 26 de abril de 1865 próximo à Estação de Durham, na Carolina do Norte, duas semanas depois da rendição do Exército da Virgínia do Norte do general Robert E. Lee em Appomattox. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.