29 de dezembro de 2015

Major general Ambrose Burnside

Ambrose Burnside (1824 a 1881) foi um general da União na Guerra Civil Americana. Nasceu em Liberty, Indiana, graduou-se na Academia Militar dos Estados Unidos de West Point em 1847. Diferente de muitos outros generais do Norte e do Sul, ele não participou da Guerra Mexicana de 1846 a 1848. Ele renunciou ao seu posto em 1853 para fabricar fuzis de carregamento pela culatra, que havia inventado e, a seguir, trabalhou na indústria ferroviária. Com a eclosão da Guerra Civil, ele retornou ao exército e comandou tropas na tomada da Ilha Roanoke e nas Batalhas da Montanha do Sul e de Antietam. De novembro de 1862 a janeiro de 1863, durante a Campanha de Fredericksburg, ele comandou o Exército de Potomac. Mais tarde, lutou sob o comando do general Ulysses S. Grant nas Batalhas de Wilderness e Cold Harbor (1864). Depois da guerra, foi governador de Rhode Island (1866 a 1869) e senador dos Estados Unidos pelo mesmo estado (1875 a 1881). Seu bigode inconfundível levou à criação da palavra “sideburns” (“costeletas” em inglês). A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

General de Brigada John Pope

John Pope (1822 a 1892) foi um general da União na Guerra Civil Americana. Nasceu em Louisville, Kentucky, graduou-se na Academia Militar dos Estados Unidos de West Point em 1842 e serviu na Guerra Mexicana de 1846 a 1848 e no Corpo de Engenheiros do exército vinculado ao desenvolvimento do Oeste americano. Quando eclodiu a Guerra Civil, Pope inicialmente comandou tropas na região ocidental da zona de conflito, onde marcou sua conquista militar mais notável, a tomada da Ilha Número Dez do Rio Mississipi em 8 de abril de 1862, o que representou um duro golpe para o controle dos Confederados sobre o rio. A seguir, foi posto no comando do Exército da Virgínia, mas foi destituído de seu posto após o revés que sofreu na Segunda Batalha de Bull Run. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Presidente Jefferson Davis, Estados Confederados da América

Jefferson Davis (1808 a 1889) foi o primeiro e único presidente dos Estados Confederados da América, nação formada em 1861 pela secessão da União de 11 estados sulistas. Nascido na fronteira do Mississipi, Davis graduou-se na Academia Militar dos Estados Unidos de West Point e se tornou um latifundiário proprietário de escravos de uma plantação que lhe foi dada pelo abastado irmão mais velho. Ele atuou no Congresso e no Senado nos anos de 1840, lutou com distinção na Guerra Mexicana de 1846 a 1848 e, em 1853, foi nomeado secretário da Guerra pelo presidente Franklin Pierce. Retornou ao Senado em 1857, onde defendeu a expansão da escravidão para os novos territórios. Ele foi a escolha unânime dos estados separatistas para liderar a Confederação. Davis trabalhou com afinco em suas obrigações presidenciais, mas não obteve o sucesso do seu rival do Norte, Abraham Lincoln, ao inspirar o público ou controlar os enormes desafios militares e políticos trazidos pela longa Guerra Civil. Depois da guerra, Davis foi acusado de traição, embora não tivesse sido julgado por esse ato, e serviu dois anos na prisão de Fort Monroe, Virgínia. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Senador John Slidell de Louisiana

John Slidell (1793 a 1871) foi senador dos Estados Unidos e diplomata confederado, mais lembrado pelo seu envolvimento no caso Trent, que em 1861 quase provocou a guerra entre os Estados Unidos e a Grã-Bretanha. Slidell nasceu na Cidade de Nova York, em uma abastada família de comerciantes e se graduou pelo Columbia College. Trabalhou por algum tempo na Europa e, a seguir, como advogado em Nova York. Em 1819, mudou-se para Nova Orleans, onde se casou com Marie Mathilde Deslonde, de uma importante família francesa. Slidell atuou na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos de 1843 a 1845 e no Senado de 1853 a 1861. Com a eclosão da Guerra Civil, foi escolhido para representar a Confederação na França. Ele estava a caminho da Europa no navio postal britânico Trent quando o navio foi interceptado pelas forças navais americanas. Slidell e o companheiro de viagem James Mason ficaram detidos por um tempo no Fort Warren, no porto de Boston, mas depois continuaram com a viagem. Slidell trabalhou para construir a Marinha dos Confederados, comprando navios na França e obtendo empréstimos dos franceses, utilizando o algodão como garantia, mas nunca conseguiu atingir seu objetivo, que era o reconhecimento formal de alguma potência europeia da Confederação como um Estado independente. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Mary Todd Lincoln

Mary Todd Lincoln (1818 a 1882) foi esposa do presidente Abraham Lincoln e primeira-dama dos Estados Unidos durante a Guerra Civil. Nasceu em uma família grande e influente do Kentucky e se mudou para Springfield, Illinois, em 1837, local em que conheceu Lincoln. Já como primeira-dama, Mary Lincoln reformou a Casa Branca, montou um salão para que figuras políticas e literárias pudessem se reunir, cuidou de soldados feridos em hospitais e arrecadou recursos para ex-escravos pobres que chegavam massivamente em Washington. Ela ajudou a definir o papel da primeira-dama moderna, sendo imitada por suas sucessoras de diversas maneiras. Ela e Lincoln tiveram quatro filhos: Robert Todd (1843 a 1926), Edward Baker (1846 a 1850), William Wallace (1850 a 1862) e Thomas “Tad” (1853 a 1871), três dos quais morreram antes de Mary. A morte de William (“Willie”), que morreu de febre tifoide durante o segundo ano do primeiro mandato de Lincoln, afetou-a duramente. Mary estava ao lado de Lincoln quando ele foi assassinado no Teatro Ford na noite do dia 14 de abril de 1865. Como viúva, Mary Lincoln buscou ajuda de espiritualistas que, esperava, pudessem ajudá-la a se comunicar com seus filhos e, em 1875, foi internada em um asilo psiquiátrico por iniciativa de seu filho Robert. Com a ajuda de uma das primeiras advogadas dos Estados Unidos, Myra Bradwell, ela ganhou a liberdade e viveu a maior parte de sua vida na França. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Secretário da Marinha Judah P. Benjamin, Estados Confederados da América

Judah P. Benjamin (1811 a 1884) foi um advogado abastado que exerceu a profissão de procurador-geral, secretário da Guerra e secretário de Estado no gabinete de Jefferson Davis, presidente da Confederação. (Nesta fotografia, ele foi erroneamente identificado como secretário da Marinha). Nasceu em São Tomás, Ilhas Virgens, cresceu em Charleston, Carolina do Sul e cursou a faculdade de direito de Yale. Ele exerceu a profissão de advogado em Nova Orleans e se tornou fazendeiro, possuindo, em determinado momento, 140 escravos. Benjamin foi eleito para o Senado americano por Louisiana em 1852 e exerceu o mandato até o início de 1861 quando, com a secessão dos estados sulistas, Davis o nomeou procurador-geral, tornando-se o primeiro judeu a assumir um cargo em nível de gabinete de um governo americano. Após a guerra, fugiu para a Inglaterra, onde exerceu a profissão de advogado e escreveu um livro considerado um clássico jurídico, A venda da propriedade pessoal (1868). Seu rosto foi estampado na cédula de dois dólares dos confederados, embora fosse uma imagem diferente da que é mostrada aqui. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.