Thurlow Weed

Thurlow Weed (1797 a 1882) foi um redator, editor e político partidário que exerceu grande influência no Estado de Nova York e na política nacional, em grande parte através do Albany Evening Journal, jornal em que atuou como editor por mais de 30 anos. Weed não tinha apreço pela escravidão e nem pelo Partido Democrata, com o qual entrou em desavença primeiro como membro dos Anti-maçons, depois com os Whigs e, finalmente, com o Partido Republicano. Foi amigo do secretário de Estado William Henry Seward e ajudou a lançar o jovem Horace Greeley na carreira jornalística. Acumulou uma grande fortuna pessoal e por vezes foi acusado de corrupção e de aceitar suborno para promover causas particulares. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

John Ericsson

John Ericsson (1803 a 1889) foi um inventor e engenheiro cujas inovações revolucionaram a guerra naval. Em 1826, emigrou da Suécia, seu país natal, para a Grã-Bretanha, onde em 1836 promoveu melhorias significativas nas hélices rosqueadas. Mudou-se para os Estados Unidos em 1839. Ele projetou o USS Princeton, o primeiro navio a vapor com motores e caldeiras inteiramente abaixo da linha de água. Seu projeto de navio mais famoso foi o encouraçado USS Monitor, que foi concluído em 1861 e combateu o encouraçado Merrimack (afundado em abril de 1861, resgatado, reconstruído e recomissionado como Navio dos Estados Confederados [CSS] Virgínia, em fevereiro de 1862) para um confronto na Batalha de Hampton Roads (8 a 9 de março de 1862). A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Secretário de Estado Daniel Webster

Daniel Webster (1782 a 1852) foi um advogado, político, estadista e orador norte-americano. Nasceu em New Hampshire em uma família de agricultores, foi educado no Dartmouth College e admitido na Ordem dos Advogados de Massachusetts em 1805. Exerceu mandato como congressista de New Hampshire de 1813 a 1817 e de Massachusetts de 1823 a 1827 e no Senado americano de 1827 a 1841 e de 1845 a 1850. Foi secretário de Estado em duas ocasiões, de 1841 a 1843 e de 1850 a 1852. Sua conquista mais notável como secretário foi o Tratado de Webster-Ashburton de 1842, que estabeleceu a fronteira entre o Maine e New Brunswick, no Canadá, evitando assim a ameaça de guerra entre o Estados Unidos e a Grã-Bretanha. Webster também defendeu muitos casos importantes perante a Suprema Corte dos Estados Unidos. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Henry e Lucretia Clay

Henry Clay (1777 a 1852) foi um estadista, orador e político norte-americano, conhecido como o “Grande Pacificador” e o “Grande Compromissado” por seus esforços em manter a União unida em um momento de crescente conflito sectário. Nasceu no Condado de Hanover, na Virgínia, filho de um ministro batista que morreu quando tinha apenas quatro anos. Cursou direito na Virgínia, mas se mudou para o Kentucky, onde abriu um escritório de advocacia em Lexington. Em 1803, foi eleito para a legislatura de Kentucky e em 1806, ao Senado americano, embora não tivesse a idade mínima de 30 anos para o mandato constitucional. Concluindo que o Senado era muito apático e solene para debates mais turbulentos nos quais se especializara, ele decidiu concorrer por uma vaga na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, tendo conseguido-a em agosto de 1811. Foi imediatamente eleito como Presidente da Câmara e, nessa função, constituiu o Compromisso do Missouri de 1820, que postergou o conflito nacional da escravidão por várias décadas. Mais tarde, ocupou o cargo de secretário de Estado, mas não obteve êxito quando concorreu pela presidência contra Andrew Jackson, em 1832. Em 1799, Clay casou-se com Lucretia Hart, mostrada aqui. O casal teve 11 filhos, seis dos quais (todas mulheres) morreram muito cedo. Entretanto, o casamento foi infeliz, pois Lucretia odiava a vida em Washington e permaneceu em sua casa no Kentucky. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Washington Irving

Washington Irving (1783 a 1859) foi um dos autores americanos mais lidos de seu tempo e um dos primeiros a serem reconhecidos na Europa por suas obras de ficção. Nasceu na cidade de Nova York, de ascendência córnica e escocesa. Irving escreveu sobre a antiga Nova York (Nova Amsterdã) e o Vale de Hudson sob domínio dos colonos holandeses, inicialmente por meio de uma persona literária, o fictício holandês “Diedrich Knickerbocker.” Sua obra mais famosa, Caderno de Ilustrações de Geoffrey Crayon (1819 a 1820), presumivelmente outra persona, continha “Rip Van Winkle”, “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” e outros contos. Irving também escreveu as biografias de Cristóvão Colombo e George Washington, além de exercer o cargo de Ministro dos Estados Unidos na Espanha de 1842 a 1846. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Governador Sam Houston, do Texas

Sam Houston (1793 a 1863) nasceu na Virgínia. Quando era adolescente, viveu três anos entre os índios Cherokees e aprendeu seu idioma e cultura. Alistou-se no exército em 1813 e lutou na Guerra de 1812. Após cursar direito e ser eleito para o Congresso e, em seguida, para o Governo do Tennessee, mudou-se para o Texas, onde desempenhou um importante papel na revolta dos colonos americanos contra o governo mexicano. Governou dois mandatos como presidente da República Independente do Texas. Depois da anexação do Texas pelos Estados Unidos, cumpriu mandato como senador dos Estados Unidos e governador do Texas. Tal como seu herói e mentor Andrew Jackson, foi proprietário de escravos, mas, apesar disso, era a favor da preservação da União. Ele se opôs à separação do Texas dos Estados Unidos e foi deposto do cargo de governador em 1861, quando o Texas optou por se juntar à Confederação. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

William Cullen Bryant

William Cullen Bryant (1794 a 1878) foi um poeta e jornalista americano. Nasceu na região ocidental de Massachusetts, descendente de uma família de puritanos da Nova Inglaterra, exerceu a profissão de advogado em Great Barrington, Massachusetts, por um breve período, antes de atingir a fama literária com a publicação de seu poema mais conhecido, “Thanatopsis”, de 1817. Os poemas de Bryant sobre a natureza, onde descobriu lições morais nas belezas naturais da paisagem local, renderam-lhe o apelido de “Wordsworth americano”, nome que teve origem no poeta inglês William Wordsworth (1770 a 1850). Ele trabalhou como jornalista, editando o The New York Evening Post de 1829 até 1878, e ajudou a fundar o Partido Republicano além de defender a abolição da escravatura. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

George Bancroft

George Bancroft (1800 a 1891) foi um dos mais importantes historiadores americanos do século XIX. Depois de se formar em Harvard, tornou-se um dos primeiros americanos a obter doutorado na Alemanha, onde estudou na Universidade de Göttingen. O primeiro volume de sua monumental obra História dos Estados Unidos da América foi publicado em 1834; o décimo e último volume surgiu em 1874. Bancroft também foi ativo na política e na diplomacia. Democrata jacksoniano, ocupou o cargo de secretário da Marinha de 1845 a 1846 no mandato do presidente James K. Polk e, mais tarde, como Ministro dos Estados Unidos na Grã-Bretanha (1846 a 1849) e na Prússia (1867 a 1874). Durante a Guerra Civil foi um Democrata da Guerra que apoiou Lincoln na eleição de 1864. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Ralph Waldo Emerson

Ralph Waldo Emerson (1803 a 1882) foi o mais proeminente ensaísta e filósofo americano do século XIX. Nasceu em Boston, foi educado na Boston Latin School e no Harvard College. Estudou divindade e, por um tempo, atuou como ministro unitarista, mas deixou a função em 1832, após a morte de sua primeira esposa. A seguir, se estabeleceu em Concord, Massachusetts, e passou o resto de sua vida escrevendo e dando palestras. Viajou várias vezes para a Europa, onde se encontrou com poetas e pensadores como Walter Savage Landor, Samuel Taylor Coleridge, William Wordsworth e Thomas Carlyle, de quem se tornou amigo pela vida inteira. Emerson fez parte do grupo de filósofos americanos conhecidos como Transcendentalistas, cujos membros incluíam uma das primeiras feministas e política radical Margaret Fuller, bem como o escritor Henry David Thoreau. Os ensaios mais conhecidos de Emerson incluem “O letrado norte-americano”, “Autoconfiança” e “Amizade”. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Henry Wadsworth Longfellow

Henry Wadsworth Longfellow (1807 a 1882) foi um poeta, tradutor e educador americano, cujos poemas se tornaram imensamente populares entre o público de seu tempo. Graduou-se no Bowdoin College em Maine, sua terra natal, e foi professor de línguas europeias modernas, primeiramente em Bowdoin e, mais tarde, em Harvard. Em sua longa carreira, ele conseguiu combinar a arte de escrever poemas sobre temas americanos com a tradução das obras de vários grandes poetas europeus. Seus poemas narrativos sobre temas históricos americanos incluem Evangeline: Um Conto de Acadie (1847), O Canto de Hiawatha (1855) e O Namoro de Miles Standish (1858). Sua tradução mais famosa é a Divina Comédia, de Dante, publicada em 1867. Diz-se que Longfellow conhecia doze idiomas europeus. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.