Mapa das fortalezas de Portsmouth, em Virgínia

Este mapa manuscrito em bico de pena e aquarela, de 1781, mostra as fortalezas e as casas de Portsmouth, em Virgínia, na época da Revolução Americana. Portsmouth serviu como principal posto e base naval britânica. Em 4 de julho de 1781, o general britânico Charles Cornwallis (1738 a 1805) zarpou de Williamsburg, em Virgínia, para atravessar o Rio James e chegar a Portsmouth. Quando ele aportou lá, o exército britânico embarcou nos meios de transporte. Cornwallis e seus homens navegaram para Yorktown, e a derrota britânica no cerco de Yorktown resultou no fim da Revolução Americana. O mapa mostra bases militares, fortalezas, um parque de artilharia e um armazém de pólvora. Logo depois da vila, fica a Habitations de Negres, um alojamento de escravos, ao que tudo indica. O mapa apresenta a zona portuária de Portsmouth, ao longo dos Rios James e Elizabeth. Portsmouth foi fundada em 1752, mas antes disso já era um notável centro de construção naval. O mapa está orientado com o norte para a direita. O relevo é representado por sombreados. A escala é dada em toises, uma antiga unidade de medida francesa equivalente a 1,95 metros. O mapa faz parte da Coleção de Rochambeau na Biblioteca do Congresso, com 40 mapas manuscritos, 26 mapas impressos e um atlas manuscrito que pertenceram a Jean-Baptiste-Donatien de Vimeur, conde de Rochambeau (de 1725 a 1807), comandante-em-chefe do exército expedicionário francês (de 1780 a 1782) durante a Revolução Americana. Alguns mapas foram usados por Rochambeau durante a guerra. Datados de 1717 a 1795, eles abrangem grande parte do leste da América do Norte, indo de Nova Terra e Labrador, ao norte, até o Haiti, ao sul. A coleção inclui mapas de cidades, mapas de batalhas e campanhas militares da Guerra Revolucionária, e os primeiros mapas estaduais da década de 1790.

Mapa detalhado de West Point no Rio York, na confluência dos Rios Pamunkey e Matapony

Este mapa manuscrito em bico de pena e aquarela em 1781 mostra a região em torno de West Point, em Virgínia, situada no ponto onde os Rios Pamunkey e Matapony (atual Mattaponi) se encontram para formar o Rio York. O mapa exibe as medidas de profundidade e os canais dos rios, bem como balsas, estradas e vegetação. Vê-se os povoados de Bingham, Delaware e Brackson, além da fazenda de Brackson, Meredy, Smith, Dodleys, entre outras. A estrada para Williamsburg pode ser vista na parte inferior esquerda, indo para o interior a partir da margem direita do Rio York. O Armazém de Shepperd é indicado na margem esquerda do Rio Matapony, e é possível ver um banco de ostras no Rio York. Virgínia era um centro colonial de produção de tabaco, e muitas dessas fazendas provavelmente faziam parte da economia do tabaco. O relevo é representado por sombreados. A escala é dada em milhas. O mapa faz parte da Coleção de Rochambeau na Biblioteca do Congresso, com 40 mapas manuscritos, 26 mapas impressos e um atlas manuscrito que pertenceram a Jean-Baptiste-Donatien de Vimeur, conde de Rochambeau (de 1725 a 1807), comandante-em-chefe do exército expedicionário francês (de 1780 a 1782) durante a Revolução Americana. Alguns mapas foram usados por Rochambeau durante a guerra. Datados de 1717 a 1795, eles abrangem grande parte do leste da América do Norte, indo de Nova Terra e Labrador, ao norte, até o Haiti, ao sul. A coleção inclui mapas de cidades, mapas de batalhas e campanhas militares da Guerra Revolucionária, e os primeiros mapas estaduais da década de 1790.

Mapa dos arredores de Williamsburg, York, Hampton e Portsmouth

Este mapa manuscrito em bico de pena e aquarela em 1781 mostra as vilas de Williamsburg, York, Hampton e Portsmouth, em Virgínia, bem como as regiões vizinhas no sudeste da Virgínia. A área apresentada no mapa se estende do Cabo Henry, no Oceano Atlântico, a Williamsburg e ao sul de Effroyables Marais, o termo em francês para a região conhecida como Pântano Sombrio. O mapa exibe parte da Baía de Chesapeake, bem como os Rios James e Elizabeth, além do canal de Hampton Roads. Vê-se vilas, estradas, rios, riachos, pontes, moinhos e um armazém de sal, Kemps Landing, Pungo Chapel e os nomes de alguns residentes. A escala é dada em milhas, e o mapa apresenta uma marca-d'água. Fundada em 1632, Williamsburg foi a capital da Virgínia colonial de 1699 até 1780. York (mais conhecida como Yorktown após a Guerra Revolucionária) foi fundada em 1691 e se tornou um grande porto de exportação de tabaco. Hampton foi fundada em 1610 e acredita-se que tenha sido a colônia inglesa com ocupação mais prolongada no atual Estados Unidos. Portsmouth foi fundada em 1752, mas já era um centro de construção naval antes do estabelecimento da vila. O mapa faz parte da Coleção de Rochambeau na Biblioteca do Congresso, com 40 mapas manuscritos, 26 mapas impressos e um atlas manuscrito que pertenceram a Jean-Baptiste-Donatien de Vimeur, conde de Rochambeau (de 1725 a 1807), comandante-em-chefe do exército expedicionário francês (de 1780 a 1782) durante a Revolução Americana. Alguns mapas foram usados por Rochambeau durante a guerra. Datados de 1717 a 1795, eles abrangem grande parte do leste da América do Norte, indo de Nova Terra e Labrador, ao norte, até o Haiti, ao sul. A coleção inclui mapas de cidades, mapas de batalhas e campanhas militares da Guerra Revolucionária, e os primeiros mapas estaduais da década de 1790.

Exército de Rochambeau, 1782. Mapa de Williamsburg, na área de Virgínia, onde as tropas francesas e americanas acamparam em setembro de 1781

Este mapa topográfico, manuscrito em bico de pena e aquarela, de Williamsburg, na área de Virgínia, foi feito em 1782 por Jean Nicolas Desandrouins, engenheiro e cartógrafo do exército francês, logo após a Batalha de Yorktown em outubro de 1781. Ele mostra os acampamentos e as posições das forças francesas e americanas em setembro de 1781, na véspera da batalha. O mapa apresenta um plano detalhado de Williamsburg e seus arredores, e exibe a localização de propriedades rurais e outros locais importantes. Ele mostra casas e prédios públicos em Williamsburg, fazendas no campo, estradas, riachos, balsas, moinhos, o “Depósito Novo", além de citar os nomes de alguns residentes locais. Uma legenda numerada identifica unidades militares, prédios públicos e outros pontos de interesse. O mapa está orientado com o norte para a esquerda. O relevo é representado por hachuras. A escala é dada em toises, uma antiga unidade de medida francesa equivalente a 1,95 metros. Yorktown foi o último grande campo de batalha da Guerra Revolucionária, que cessou com a rendição do exército britânico, sob comando do lorde Cornwallis, às forças conjuntas francesas e americanas. Isso culminou com o Tratado de Paris de 1783 e o reconhecimento da independência americana pelos britânicos. O mapa faz parte da Coleção de Rochambeau na Biblioteca do Congresso, com 40 mapas manuscritos, 26 mapas impressos e um atlas manuscrito que pertenceram a Jean-Baptiste-Donatien de Vimeur, conde de Rochambeau (de 1725 a 1807), comandante-em-chefe do exército expedicionário francês (de 1780 a 1782) durante a Revolução Americana. Alguns mapas foram usados por Rochambeau durante a guerra. Datados de 1717 a 1795, eles abrangem grande parte do leste da América do Norte, indo de Nova Terra e Labrador, ao norte, até o Haiti, ao sul. A coleção inclui mapas de cidades, mapas de batalhas e campanhas militares da Guerra Revolucionária, e os primeiros mapas estaduais da década de 1790.

Mapa de York, em Virgínia, mostrando os ataques das tropas francesas e americanas em outubro de 1781

Este mapa manuscrito em bico de pena e aquarela mostra as movimentações das tropas francesas e americanas nas cercanias de York, em Virgínia, em outubro de 1781, durante a Batalha de Yorktown. O mapa foi feito por Querenet de la Combe, cartógrafo e tenente-coronel dos engenheiros que acompanharam o exército francês comandado pelo general Rochambeau. York (mais conhecida como Yorktown após a Guerra Revolucionária) foi fundada em 1691 e se tornou um grande porto de exportação de tabaco. O mapa exibe as defesas britânicas em Yorktown, além das formações paralelas dos franceses e americanos. Uma legenda de letras é usada para destaque as fortalezas militares e as posições dos navios. O mapa também mostra os navios no Rio York, fortalezas em Gloucester Point do outro lado do rio, vegetação, casas e estradas. O relevo é representado por hachuras. A escala é dada em toises, uma antiga unidade de medida francesa equivalente a 1,95 metros. Yorktown foi o último grande campo de batalha da Guerra Revolucionária. A derrota dos britânicos e a rendição da tropa comandada pelo lorde Cornwallis levaram a negociações de paz e à execução do Tratado de Paris, em 3 de setembro de 1783, que cessou oficialmente as hostilidades e deu reconhecimento internacional à independência americana. O mapa faz parte da Coleção de Rochambeau na Biblioteca do Congresso, com 40 mapas manuscritos, 26 mapas impressos e um atlas manuscrito que pertenceram a Jean-Baptiste-Donatien de Vimeur, conde de Rochambeau (de 1725 a 1807), comandante-em-chefe do exército expedicionário francês (de 1780 a 1782) durante a Revolução Americana. Alguns mapas foram usados por Rochambeau durante a guerra. Datados de 1717 a 1795, eles abrangem grande parte do leste da América do Norte, indo de Nova Terra e Labrador, ao norte, até o Haiti, ao sul. A coleção inclui mapas de cidades, mapas de batalhas e campanhas militares da Guerra Revolucionária, e os primeiros mapas estaduais da década de 1790.

Mapa das fortalezas de Yorktown, em Virgínia

Este mapa manuscrito em bico de pena e aquarela mostra um plano inacabado do cerco de Yorktown entre setembro e outubro de 1781. York (mais conhecida como Yorktown após a Guerra Revolucionária) foi fundada em 1691 e se tornou um grande porto de exportação de tabaco. O mapa mostra as defesas britânicas, redutos avançados e estradas que levam à vila. Está orientado com o norte para o lado esquerdo superior. O relevo é representado por hachuras, e a escala é de aproximadamente 1:5.000. O mapa tem imperfeições, incluindo cortes nas bordas superior e direita. Ele também apresenta dobras com vários buracos ao longo ou próximo delas. Yorktown foi o último grande campo de batalha da Guerra Revolucionária. A derrota dos britânicos e a rendição da tropa comandada pelo general lorde Cornwallis levaram a negociações de paz e à execução do Tratado de Paris, em 3 de setembro de 1783, que cessou oficialmente as hostilidades e deu reconhecimento internacional à independência americana. O mapa faz parte da Coleção de Rochambeau na Biblioteca do Congresso, com 40 mapas manuscritos, 26 mapas impressos e um atlas manuscrito que pertenceram a Jean-Baptiste-Donatien de Vimeur, conde de Rochambeau (de 1725 a 1807), comandante-em-chefe do exército expedicionário francês (de 1780 a 1782) durante a Revolução Americana. Alguns mapas foram usados por Rochambeau durante a guerra. Datados de 1717 a 1795, eles abrangem grande parte do leste da América do Norte, indo de Nova Terra e Labrador, ao norte, até o Haiti, ao sul. A coleção inclui mapas de cidades, mapas de batalhas e campanhas militares da Guerra Revolucionária, e os primeiros mapas estaduais da década de 1790.

Jardim de infância do orfanato em Brest-Litovsk, na Polônia

Esta fotografia mostra professores e alunos do jardim de infância num pátio do orfanato na Rua Pushkinskaya, em Brest-Litovsk, na Polônia (Brisk, em iídiche; atual Brest, Bielorrússia). Depois da Primeira Guerra Mundial e da Guerra Russo-Polonesa logo em seguida (de 1919 a 1920), havia dezenas de milhares de órfãos judeus na Polônia. O Comitê de Distribuição Conjunta de Fundos Americanos para o Socorro às Vítimas Judias da Guerra (mais tarde Comitê Judaico-Americano de Distribuição Conjunta, ambos os nomes abreviados como JDC), foi formado em 1914 para enviar ajuda, incluindo alimento, roupas, medicamentos, fundos e suprimentos de emergência, aos judeus da Europa afetados durante a guerra. Em seu rastro, a guerra deixou muitas catástrofes, como pogroms, epidemias, fome, revoluções e danos econômicos, e depois da guerra o JDC continuou desempenhando um importante papel na reconstrução das comunidades judaicas devastadas da Europa Oriental e no sustento de judeus na Palestina. O JDC financiou casas, tanto públicas como privadas, para crianças órfãs, como as mostradas aqui. A fotografia faz parte dos arquivos do JDC, que contêm documentos, fotografias, filmes, vídeos, histórias orais e artefatos de gravação do trabalho da organização desde a Primeira Guerra Mundial até os dias de hoje.

Órfãos de guerra judeus chegam aos Estados Unidos

Esta fotografia de 1921 mostra um grupo de crianças recém-chegadas ao porto de Nova York, com bandeiras dos EUA na mão e prestes a começarem uma nova vida. Elas ficaram órfãs por causa da Primeira Guerra Mundial. A guerra devastou comunidades em toda a Europa, deixando para trás populações carentes, incluindo centenas de milhares de órfãos. Na Europa Central e Oriental, o colapso dos impérios e o início da revolução prolongaram a desordem, a fome e as doenças que começaram durante a guerra. Para os judeus, havia ainda o perigo de sofrerem com os pogroms. O Comitê de Distribuição Conjunta de Fundos Americanos para o Socorro às Vítimas Judias da Guerra (mais tarde Comitê Judaico-Americano de Distribuição Conjunta, ambos os nomes abreviados como JDC), fundada em 1914 para fornecer ajuda durante a guerra, continuou seu trabalho na Polônia e em regiões vizinhas após a guerra. Em 1920 a entidade criou o Departamento dos Órfãos de Guerra, que desempenhou um papel fundamental para facilitar a emigração de crianças judias da Europa Oriental para os Estados Unidos e outros lugares. A imagem faz parte dos arquivos do JDC, que contêm documentos, fotografias, filmes, vídeos, histórias orais e artefatos de gravação do trabalho da organização desde a Primeira Guerra Mundial até os dias de hoje. Desde 1914 o JDC tem fornecido alimento, roupas, medicamentos, cuidado infantil, formação profissional e assistência aos refugiados em mais de 90 países.

Crianças vestindo casacos provisórios feitos de saco de farinha do lado de fora de um orfanato em Grodno, na Polônia

Estas crianças em Grodno, na Polônia (atual Hrodna, na Bielorrússia), estavam entre dezenas de milhares de órfãos de guerra judeus que entre 1914 e 1920 haviam perdido um ou ambos os pais no campo de batalha, em hospitais militares, ou por conta de epidemia, fome e outras causas relacionadas à guerra. O Comitê de Distribuição Conjunta de Fundos Americanos para o Socorro às Vítimas Judias da Guerra (mais tarde Comitê Judaico-Americano de Distribuição Conjunta, ambos os nomes abreviados como JDC), foi formado em 1914 para enviar ajuda, incluindo alimento, roupas, medicamentos, fundos e suprimentos de emergência, aos judeus da Europa afetados durante a guerra. Quando a guerra acabou, o JDC lançou um plano geral para cuidar dos órfãos de guerra judeus, fornecendo abrigo e alimento, roupas, educação, assistência médica e bem-estar social. No começo, a falta de vestuários levou ao uso de roupas improvisadas, feitas com sacos usados para transportar farinha vinda dos Estados Unidos. Esta fotografia da agência de notícias faz parte dos arquivos do JDC, que contêm documentos, fotografias, filmes, vídeos, histórias orais e artefatos de gravação do trabalho da organização desde a Primeira Guerra Mundial até os dias de hoje.

Homens colocam um veículo do Comitê de Distribuição Conjunta numa ponte durante uma viagem de campo na Polônia

A Guerra Civil Russa (de 1918 a 1920) tornou as viagens para territórios em disputa difíceis e perigosas. Mesmo se cidades e vilas estivessem acessíveis por trem (onde a ferrovia ainda operava), trabalhadores de ajuda humanitária precisavam viajar para centenas de vilas isoladas e passar por elas rapidamente. Não se podia contar com estradas e pontes. A maioria dos veículos a motor da época ficava à mercê de intempéries, o motor era acionado por manivela e alcançava velocidades máximas de 65 a 70 quilômetros por hora. O Comitê de Distribuição Conjunta de Fundos Americanos para o Socorro às Vítimas Judias da Guerra (mais tarde Comitê Judaico-Americano de Distribuição Conjunta, ambos os nomes abreviados como JDC), foi formado em 1914 para enviar ajuda, incluindo alimento, roupas, medicamentos, fundos e suprimentos de emergência, aos judeus da Europa afetados durante a guerra. Em seu rastro, a guerra deixou muitas catástrofes, como pogroms, epidemias, fome, revoluções e danos econômicos, e depois da guerra o JDC continuou desempenhando um importante papel na reconstrução das comunidades judaicas devastadas da Europa Oriental e no sustento de judeus na Palestina. Esta fotografia de um automóvel do JDC mostra quantas pessoas eram necessárias para atravessar o veículo por um rio numa ponte de madeira rudimentar e danificada durante uma viagem de campo para Rivne, Dubno e Polonnoye (na atual Ucrânia, na época parte da Polônia). Assim que foi possível entrar na zona de guerra, o JDC enviou trabalhadores de ajuda. Esta fotografia, de uma viagem de campo de um trabalhador de ajuda em 1920, faz parte dos arquivos do JDC, que contêm documentos, fotografias, filmes, vídeos, histórias orais e artefatos de gravação do trabalho da organização desde a Primeira Guerra Mundial até os dias de hoje.