Leis da Colônia Francesa de São Domingos

Toussaint Louverture (entre 1743 e 1803, aproximadamente) foi o líder da revolta dos escravos e do movimento de independência na colônia francesa de São Domingos (atual Haiti) durante a Revolução Francesa. Ele obteve vitórias militares contra as forças coloniais francesas e, depois, negociou um acordo, com base no qual a colônia se tornou autônoma como protetorado francês. Lois de la Colonie française de Saint-Domingue (Leis da Colônia Francesa de São Domingos) é uma compilação de 19 leis promulgadas por Louverture em julho e agosto de 1801 nos termos da Constituição de 7 de julho de 1801, também promulgada por Louverture. As leis dizem respeito à divisão territorial de São Domingos em departamentos, distritos e comunas; religião e o estabelecimento do catolicismo romano como religião oficial; status e direitos das crianças nascidas fora do casamento; tribunais civis e criminais e o sistema jurídico; manutenção da saúde e da segurança públicas; administração municipal; guarda colonial, ou milícia; débitos; administração financeira, entre várias outras matérias. Louverture foi forçado a abdicar do poder em maio de 1802 após sofrer derrotas por tropas francesas lideradas pelo General Charles Emmanuel Leclerc, cunhado de Napoleão. Ele foi preso e deportado para a França, onde faleceu na prisão em 7 de abril de 1803. A livro faz parte de Les imprimés à Saint-Domingue (Impressões de São Domingos), uma coleção pertencente à Biblioteca Haitiana de Pères du Saint-Esprit, que inclui aproximadamente 150 textos impressos em São Domingos antes da independência em 1804. Os livros foram produzidos entre 1764 e 1804 nas tipografias de Cap-Français, Porto Príncipe e Les Cayes, e foram digitalizados em 2006 com o apoio da Agência Universitária de Francofonia (AUF) e da Organização Internacional da Francofonia (OIF).

Flora Arabica, parte 3. Registros da Pesquisa Botânica da Índia, Volume 8, número 3

Flora Arabica (Flora Arábica) é um catálogo botânico das plantas da Arábia. A obra contém seis volumes que cobrem a totalidade da Península Arábica: o oeste extratropical, o oeste tropical, o leste tropical, e o leste extratropical, incluindo a região do Golfo Pérsico. O catálogo foi produzido pelo padre Ethelbert Blatter, e boa parte de seu conteúdo se baseia no herbário do Museu Britânico, que sozinho continha registros de outras coleções. O autor afirma que Flora Arabica contém “todo o material vegetal já coletado na Arábia”. A obra é notável pela inclusão dos nomes nativos das plantas em árabe e persa, incluindo variantes de dialetos regionais. Até o final do século XX, a obra Flora Arabica de Blatter permaneceu em primeiro lugar entre os livros de referência sobre plantas árabes. Ethelbert Blatter (de 1877 a 1934) foi um padre jesuíta suíço e botânico pioneiro na Índia. Ele deixou sua terra natal para estudar na Alemanha e nos Países Baixos, e mais tarde estudou assuntos teológicos na Inglaterra. Em 1903, Blatter se mudou para Mumbai (Bombaim), Índia, para lecionar em Saint Xavier College e trabalhar com pesquisas botânicas e publicações, trabalho que teve até o fim de sua vida. Embora suas principais contribuições tenham ocorrido na Índia Britânica, seus livros sobre as plantas de Áden e da Arábia também são importantes contribuições para a literatura botânica. Flora Arabica inclui o Volume 8 dos Registros da Pesquisa Botânica da Índia (BSI ou a Pesquisa). O BSI foi estabelecido em 1890 com a finalidade de identificar as plantas da Índia e seu valor econômico. O interesse europeu na flora indiana data dos primeiros dias de exploração e expansão colonial. A partir do século XVI, portugueses, holandeses e britânicos coletaram e estudaram plantas nativas. À medida que as terras sob o controle da Companhia Britânica das Índias Orientais cresciam em extensão, aumentava-se o estudo da vida vegetal no norte e noroeste do subcontinente indiano. A expansão econômica e imperial estendeu as pesquisas além das fronteiras da Índia Britânica, chegando à Birmânia (Mianmar) e à Península Arábica.

Flora Arabica, parte 4. Registros da Pesquisa Botânica da Índia, Volume 8, número 4

Flora Arabica (Flora Arábica) é um catálogo botânico das plantas da Arábia. A obra contém seis volumes que cobrem a totalidade da Península Arábica: o oeste extratropical, o oeste tropical, o leste tropical, e o leste extratropical, incluindo a região do Golfo Pérsico. O catálogo foi produzido pelo padre Ethelbert Blatter, e boa parte de seu conteúdo se baseia no herbário do Museu Britânico, que sozinho continha registros de outras coleções. O autor afirma que Flora Arabica contém “todo o material vegetal já coletado na Arábia”. A obra é notável pela inclusão dos nomes nativos das plantas em árabe e persa, incluindo variantes de dialetos regionais. Até o final do século XX, a obra Flora Arabica de Blatter permaneceu em primeiro lugar entre os livros de referência sobre plantas árabes. Ethelbert Blatter (de 1877 a 1934) foi um padre jesuíta suíço e botânico pioneiro na Índia. Ele deixou sua terra natal para estudar na Alemanha e nos Países Baixos, e mais tarde estudou assuntos teológicos na Inglaterra. Em 1903, Blatter se mudou para Mumbai (Bombaim), Índia, para lecionar em Saint Xavier College e trabalhar com pesquisas botânicas e publicações, trabalho que teve até o fim de sua vida. Embora suas principais contribuições tenham ocorrido na Índia Britânica, seus livros sobre as plantas de Áden e da Arábia também são importantes contribuições para a literatura botânica. Flora Arabica inclui o Volume 8 dos Registros da Pesquisa Botânica da Índia (BSI ou a Pesquisa). O BSI foi estabelecido em 1890 com a finalidade de identificar as plantas da Índia e seu valor econômico. O interesse europeu na flora indiana data dos primeiros dias de exploração e expansão colonial. A partir do século XVI, portugueses, holandeses e britânicos coletaram e estudaram plantas nativas. À medida que as terras sob o controle da Companhia Britânica das Índias Orientais cresciam em extensão, aumentava-se o estudo da vida vegetal no norte e noroeste do subcontinente indiano. A expansão econômica e imperial estendeu as pesquisas além das fronteiras da Índia Britânica, chegando à Birmânia (Mianmar) e à Península Arábica.

Flora Arabica: A Exploração Botânica da Arábia. Registros da Pesquisa Botânica da Índia, Volume 8, número 5

Flora Arabica (Flora Arábica) é um catálogo botânico das plantas da Arábia. A obra contém seis volumes que cobrem a totalidade da Península Arábica: o oeste extratropical, o oeste tropical, o leste tropical, e o leste extratropical, incluindo a região do Golfo Pérsico. O catálogo foi produzido pelo padre Ethelbert Blatter, e boa parte de seu conteúdo se baseia no herbário do Museu Britânico, que sozinho continha registros de outras coleções. O autor afirma que Flora Arabica contém “todo o material vegetal já coletado na Arábia”. A obra é notável pela inclusão dos nomes nativos das plantas em árabe e persa, incluindo variantes de dialetos regionais. Até o final do século XX, a obra Flora Arabica de Blatter permaneceu em primeiro lugar entre os livros de referência sobre plantas árabes. Ethelbert Blatter (de 1877 a 1934) foi um padre jesuíta suíço e botânico pioneiro na Índia. Ele deixou sua terra natal para estudar na Alemanha e nos Países Baixos, e mais tarde estudou assuntos teológicos na Inglaterra. Em 1903, Blatter se mudou para Mumbai (Bombaim), Índia, para lecionar em Saint Xavier College e trabalhar com pesquisas botânicas e publicações, trabalho que teve até o fim de sua vida. Embora suas principais contribuições tenham ocorrido na Índia Britânica, seus livros sobre as plantas de Áden e da Arábia também são importantes contribuições para a literatura botânica. Flora Arabica inclui o Volume 8 dos Registros da Pesquisa Botânica da Índia (BSI ou a Pesquisa). O BSI foi estabelecido em 1890 com a finalidade de identificar as plantas da Índia e seu valor econômico. O interesse europeu na flora indiana data dos primeiros dias de exploração e expansão colonial. A partir do século XVI, portugueses, holandeses e britânicos coletaram e estudaram plantas nativas. À medida que as terras sob o controle da Companhia Britânica das Índias Orientais cresciam em extensão, aumentava-se o estudo da vida vegetal no norte e noroeste do subcontinente indiano. A expansão econômica e imperial estendeu as pesquisas além das fronteiras da Índia Britânica, chegando à Birmânia (Mianmar) e à Península Arábica.

Flora Arábica, parte 5. Registros da Pesquisa Botânica da Índia, Volume 8, número 6

Flora Arabica (Flora Arábica) é um catálogo botânico das plantas da Arábia. A obra contém seis volumes que cobrem a totalidade da Península Arábica: o oeste extratropical, o oeste tropical, o leste tropical, e o leste extratropical, incluindo a região do Golfo Pérsico. O catálogo foi produzido pelo padre Ethelbert Blatter, e boa parte de seu conteúdo se baseia no herbário do Museu Britânico, que sozinho continha registros de outras coleções. O autor afirma que Flora Arabica contém “todo o material vegetal já coletado na Arábia”. A obra é notável pela inclusão dos nomes nativos das plantas em árabe e persa, incluindo variantes de dialetos regionais. Até o final do século XX, a obra Flora Arabica de Blatter permaneceu em primeiro lugar entre os livros de referência sobre plantas árabes. Ethelbert Blatter (de 1877 a 1934) foi um padre jesuíta suíço e botânico pioneiro na Índia. Ele deixou sua terra natal para estudar na Alemanha e nos Países Baixos, e mais tarde estudou assuntos teológicos na Inglaterra. Em 1903, Blatter se mudou para Mumbai (Bombaim), Índia, para lecionar em Saint Xavier College e trabalhar com pesquisas botânicas e publicações, trabalho que teve até o fim de sua vida. Embora suas principais contribuições tenham ocorrido na Índia Britânica, seus livros sobre as plantas de Áden e da Arábia também são importantes contribuições para a literatura botânica. Flora Arabica inclui o Volume 8 dos Registros da Pesquisa Botânica da Índia (BSI ou a Pesquisa). O BSI foi estabelecido em 1890 com a finalidade de identificar as plantas da Índia e seu valor econômico. O interesse europeu na flora indiana data dos primeiros dias de exploração e expansão colonial. A partir do século XVI, portugueses, holandeses e britânicos coletaram e estudaram plantas nativas. À medida que as terras sob o controle da Companhia Britânica das Índias Orientais cresciam em extensão, aumentava-se o estudo da vida vegetal no norte e noroeste do subcontinente indiano. A expansão econômica e imperial estendeu as pesquisas além das fronteiras da Índia Britânica, chegando à Birmânia (Mianmar) e à Península Arábica.

Arabia Infelix, ou os turcos no Iêmen

Arabia Infelix; ou os turcos no Iêmen é uma história do Iêmen e da região sul da Península Arábica desde os tempos mais antigos até a véspera da Primeira Guerra Mundial. George Wyman Bury (de 1874 a 1920) foi um aventureiro e em algum momento um soldado que passou 16 anos explorando as regiões montanhosas do Iêmen. Arabia infelix abrange todos os aspectos do Iêmen, que, até o final da guerra, fazia parte do Império Otomano. Os capítulos tratam de histórias bíblicas e antigas, da flora e fauna, dos modos e costumes de sua população rural e urbana, bem como a vida econômica, comercial e política. Antigamente, a região árida que se estende da Anatólia a Áden era dividida basicamente em três partes: Arábia Deserta, Arábia Pétrea (a fronteira do Império Romano) e Arábia Feliz (ou Iêmen), assim chamada porque havia chuva o suficiente para se ter uma economia agrícola. Ao intitular seu livro como Arabia infelix (Arábia Infeliz), Bury indica sua visão de que o domínio turco foi um impedimento para a prosperidade e o bem-estar do país. G. W. Bury passou a maior parte de sua vida fora da Inglaterra, seu país de origem, vivendo em partes da África, no Iêmen e depois no Egito, onde serviu no exército britânico como oficial subalterno e analista militar. Constantes problemas de saúde prejudicaram sua carreira e encurtaram sua vida. Ele morreu em convalescença em Helwan, um local para tratamento de saúde próximo ao Cairo.  Suas outras obras incluem A Terra de Uz, uma narrativa de viagem escrita sob o pseudônimo de Abdullah Mansur, e Pan-Islam, um estudo de pós-guerra de tentativas turcas e alemãs de unir o mundo muçulmano contra os poderes aliados na Primeira Guerra Mundial. Os escritos de Bury nem sempre eram bem recebidos, talvez porque carecia da influência e da seriedade de escritos produzidos por outros viajantes. Seu estilo é quase coloquial, como neste gracejo sobre a vida de insetos no Iêmen: “O inseto rastejante que predomina no Iêmen é certamente o milípede”. O livro contém três mapas e diversas fotografias de paisagens, imagens de cidade e o povo iemenita.

Flora de Áden. Registros da Pesquisa Botânica da Índia, Volume 7, número 1

Flora de Áden é um catálogo botânico de plantas encontradas em Áden e nos arredores na ponta sul da Península Arábica. A obra apareceu em três edições em 1914-1916. Apesar de nunca ter viajado para a região, o padre Ethelbert Blatter conseguiu adicionar 250 plantas para a literatura das espécies conhecidas da região. Ele se baseou em diversos herbários e relatos de viagem, começando com os escritos de Henry Salt (de 1780 a 1827). Cada planta é descrita em detalhes com sua representação física, seus nomes latinos e locais, localização, estação de crescimento e outras informações disponíveis. É interessante notar que as descrições raramente citam usos medicinais ou culinários. Há comentários animados sobre a circunstância das descobertas relatadas, como: “Marchesetti é o único botânico que relatou esta espécie de Áden, e incluímos a espécie em sua especialidade... talvez possamos então duvidar da ocorrência real de Cl. droserifolia em Áden”. Ethelbert Blatter (de 1877 a 1934) foi um padre jesuíta suíço e botânico pioneiro na Índia. Ele deixou sua terra natal para estudar na Alemanha e nos Países Baixos, e mais tarde estudou assuntos teológicos na Inglaterra. Em 1903, Blatter se mudou para Mumbai (Bombaim), Índia, para lecionar em Saint Xavier College e trabalhar com pesquisas botânicas e publicações, trabalho que teve até o fim de sua vida. Embora suas principais contribuições tenham ocorrido na Índia Britânica, seus livros sobre as plantas de Áden e da Arábia também são importantes contribuições para a literatura botânica. Flora de Áden inclui o Volume 7 dos Registros da Pesquisa Botânica da Índia (BSI ou o Serviço de Pesquisa). O BSI foi estabelecido em 1890 com a finalidade de identificar as plantas da Índia e seu valor econômico. O interesse europeu na flora indiana data dos primeiros dias de exploração e expansão colonial. A partir do século XVI, portugueses, holandeses e britânicos coletaram e estudaram plantas nativas. À medida que as terras sob o controle da Companhia Britânica das Índias Orientais cresciam em extensão, aumentava-se o estudo da vida vegetal no norte e noroeste do subcontinente indiano. A expansão econômica e imperial estendeu as pesquisas além das fronteiras da Índia Britânica, chegando à Birmânia (Mianmar) e à Península Arábica.

Flora de Áden. Registros da Pesquisa Botânica da Índia, Volume 7, número 2

Flora de Áden é um catálogo botânico de plantas encontradas em Áden e nos arredores na ponta sul da Península Arábica. A obra apareceu em três edições em 1914-1916. Apesar de nunca ter viajado para a região, o padre Ethelbert Blatter conseguiu adicionar 250 plantas para a literatura das espécies conhecidas da região. Ele se baseou em diversos herbários e relatos de viagem, começando com os escritos de Henry Salt (de 1780 a 1827). Cada planta é descrita em detalhes com sua representação física, seus nomes latinos e locais, localização, estação de crescimento e outras informações disponíveis. É interessante notar que as descrições raramente citam usos medicinais ou culinários. Há comentários animados sobre a circunstância das descobertas relatadas, como: “Marchesetti é o único botânico que relatou esta espécie de Áden, e incluímos a espécie em sua especialidade... talvez possamos então duvidar da ocorrência real de Cl. droserifolia em Áden”. Ethelbert Blatter (de 1877 a 1934) foi um padre jesuíta suíço e botânico pioneiro na Índia. Ele deixou sua terra natal para estudar na Alemanha e nos Países Baixos, e mais tarde estudou assuntos teológicos na Inglaterra. Em 1903, Blatter se mudou para Mumbai (Bombaim), Índia, para lecionar em Saint Xavier College e trabalhar com pesquisas botânicas e publicações, trabalho que teve até o fim de sua vida. Embora suas principais contribuições tenham ocorrido na Índia Britânica, seus livros sobre as plantas de Áden e da Arábia também são importantes contribuições para a literatura botânica. Flora de Áden inclui o Volume 7 dos Registros da Pesquisa Botânica da Índia (BSI ou o Serviço de Pesquisa). O BSI foi estabelecido em 1890 com a finalidade de identificar as plantas da Índia e seu valor econômico. O interesse europeu na flora indiana data dos primeiros dias de exploração e expansão colonial. A partir do século XVI, portugueses, holandeses e britânicos coletaram e estudaram plantas nativas. À medida que as terras sob o controle da Companhia Britânica das Índias Orientais cresciam em extensão, aumentava-se o estudo da vida vegetal no norte e noroeste do subcontinente indiano. A expansão econômica e imperial estendeu as pesquisas além das fronteiras da Índia Britânica, chegando à Birmânia (Mianmar) e à Península Arábica.

Flora Arabica, parte 2. Registros da Pesquisa Botânica da Índia, Volume 8, número 2

Flora Arabica (Flora Arábica) é um catálogo botânico das plantas da Arábia. A obra contém seis volumes que cobrem a totalidade da Península Arábica: o oeste extratropical, o oeste tropical, o leste tropical, e o leste extratropical, incluindo a região do Golfo Pérsico. O catálogo foi produzido pelo padre Ethelbert Blatter, e boa parte de seu conteúdo se baseia no herbário do Museu Britânico, que sozinho continha registros de outras coleções. O autor afirma que Flora Arabica contém “todo o material vegetal já coletado na Arábia”. A obra é notável pela inclusão dos nomes nativos das plantas em árabe e persa, incluindo variantes de dialetos regionais. Até o final do século XX, a obra Flora Arabica de Blatter permaneceu em primeiro lugar entre os livros de referência sobre plantas árabes. Ethelbert Blatter (de 1877 a 1934) foi um padre jesuíta suíço e botânico pioneiro na Índia. Ele deixou sua terra natal para estudar na Alemanha e nos Países Baixos, e mais tarde estudou assuntos teológicos na Inglaterra. Em 1903, Blatter se mudou para Mumbai (Bombaim), Índia, para lecionar em Saint Xavier College e trabalhar com pesquisas botânicas e publicações, trabalho que teve até o fim de sua vida. Embora suas principais contribuições tenham ocorrido na Índia Britânica, seus livros sobre as plantas de Áden e da Arábia também são importantes contribuições para a literatura botânica. Flora Arabica inclui o Volume 8 dos Registros da Pesquisa Botânica da Índia (BSI ou a Pesquisa). O BSI foi estabelecido em 1890 com a finalidade de identificar as plantas da Índia e seu valor econômico. O interesse europeu na flora indiana data dos primeiros dias de exploração e expansão colonial. A partir do século XVI, portugueses, holandeses e britânicos coletaram e estudaram plantas nativas. À medida que as terras sob o controle da Companhia Britânica das Índias Orientais cresciam em extensão, aumentava-se o estudo da vida vegetal no norte e noroeste do subcontinente indiano. A expansão econômica e imperial estendeu as pesquisas além das fronteiras da Índia Britânica, chegando à Birmânia (Mianmar) e à Península Arábica.

Fragmento de um livro de orações do Iêmen

Aqui mostramos uma edição alemã de um fragmento de um livro de orações judaico iemenita. A obra é formada por sete orações em verso escritos em hebraico e judaico-árabe, com tradução e extenso comentário em alemão. O fragmento é originário de Sanaa, capital do Iêmen. O escopo da obra reflete a história singular das comunidades judaicas iemenitas, que há séculos desenvolveram seus próprios estilos de vida religioso e secular, independentes de influências externas. A tradução e os comentários sobre os poemas litúrgicos foram feitos por Pinkas Heinrich, um estudioso e rabino nascido em 1861 em Jassy (atual Romênia). Seguindo os desejos de seu pai, David, Pinkas dedicou sua juventude quase inteiramente ao estudo das disciplinas rabínicas, a fim de suceder a seu avô, Chanoch, que era o rabino-chefe da cidade. Mais tarde Pinkas Heinrich estudou nas universidades de Bucareste, Viena e Zurique. O fragmento era parte da mais abrangente coleção de manuscritos hebraicos e judaico-árabes de Moses Gaster (de 1856 a 1939), um judeu britânico erudito de ascendência romena e figura proeminente no movimento sionista. É incerto se o fragmento também fazia parte da coleção que ele obteve de Genizah da Sinagoga Ben Ezra, no Cairo, Egito. Heinrich dedicou a obra ao “louvável e distinto pesquisador de idiomas, o famoso folclorista rev. Dr. Moses Gaster”, e escreveu no preâmbulo que Gaster “confiou” a ele a missão de “editar” o fragmento. O idioma judaico-árabe é uma versão do árabe com um pouco de hebraico, aramaico e outro vocabulário. É usado entre judeus que vivem em regiões árabes e escrito em alfabeto hebraico.