Varina Howell Davis

Varina Howell Davis (1826 a 1906) foi a segunda esposa de Jefferson Davis, presidente dos Estados Confederados da América e, portanto, a única primeira-dama da Confederação. Nasceu na área rural de Louisiana, descendente de uma família com raízes no Norte e no Sul, e foi educada em um internato na Filadélfia. Casou-se com Davis, à época viúvo, em 1845. Conhecida pelo seu ceticismo sobre a habilidade do Sul vencer uma guerra contra o Norte e de seu esposo se adequar ao cargo de líder nacional, Varina exerceu graciosamente seu papel de anfitriã na Casa Branca Confederada, em Richmond. Foi mãe, tendo seis de seus filhos sobrevivido. Após a morte de Jefferson Davis em 1890, mudou-se para a cidade de Nova York, onde passou o resto de sua vida. Em um artigo publicado no New York World, em abril de 1901, Varina Davis escreveu que a vontade de Deus prevaleceu para que o Norte vencesse a Guerra Civil. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

General de Brigada Henry Washington Benham

Henry Washington Benham (1813 a 1884) foi um general da União na Guerra Civil Americana. Nasceu em Connecticut, graduou-se na Academia Militar dos Estados Unidos de West Point em 1837. Benham serviu no Corpo de Engenheiros do Exército, construindo fortificações ao longo da costa leste, e foi ferido na Guerra Mexicana (de 1846 a 1848). Durante a Guerra Civil, liderou as tropas que derrotaram o general confederado Robert S. Garnett, em Corrick’s Ford, resultando na morte do primeiro oficial general de guerra e em sua promoção para general de brigada. Benham liderou sem êxito um ataque a Secessionville, na Carolina do Sul, o que o levou a ser rebaixado a tenente-general e realocado como engenheiro de brigada do Exército de Potomac. Também ficou conhecido como inventor da pá picareta, uma ferramenta portátil de entrincheiramento. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

General de Brigada George Washington Cullum

George Washington Cullum (1809 a 1892) foi um general da União na Guerra Civil Americana. Nasceu na cidade de Nova York, graduou-se na Academia Militar dos Estados Unidos de West Point em 1833 e serviu no Corpo de Engenheiros do Exército, construindo fortificações ao longo da costa da Nova Inglaterra, e na Guerra Mexicana (1846 a 1848). Antes da eclosão da Guerra Civil, foi promovido a tenente-coronel e ajudante de ordens do Comandante-Geral do Exército Winfield Scott. Em 1861, tornou-se membro da Comissão de Saneamento dos Estados Unidos e foi promovido a general de brigada. Serviu como chefe de gabinete e engenheiro-chefe de Henry Wager Halleck, comandante do Departamento do Missouri. Deu apoio ao cerco de Corinth, uma ofensiva no Mississipi que resultou na tomada de uma estação ferroviária estrategicamente importante para os confederados. Cullum foi nomeado superintendente da Academia Militar dos Estados Unidos em 1864, onde permaneceu por dois anos. Em 1875, casou-se com Elizabeth Hamilton Halleck, viúva do General Halleck. Cullum é conhecido pela publicação do Registro Biográfico dos Oficiais e Graduados da Academia Militar dos Estados Unidos. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

General de Brigada Joseph Hooker

Joseph Hooker (1814 a 1879) foi um general da União na Guerra Civil Americana. Nasceu em Hadley, Massachusetts, graduou-se na Academia Militar dos Estados Unidos de West Point e serviu na Guerra Mexicana (1846 a 1848). Durante a Guerra Civil, ele comandou uma divisão na Campanha da Península de 1862 e, como comandante da divisão, conduziu os ataques iniciais da União na Batalha de Antietam. Sucedeu Ambrose Everett Burnside como comandante do Exército de Potomac em janeiro de 1863, mas foi destituído do comando pelo presidente Abraham Lincoln em junho do mesmo ano, após sofrer grave derrota em Chancellorsville. Mais tarde, serviu ao general Ulysses S. Grant na região ocidental das operações e entrou em Atlanta junto com o General William Tecumseh Shermane em setembro de 1864. Seu apelido era "Fighting Joe" (Joe Lutador) Hooker. Nesta fotografia, feita em 1861 ou 1862, ele é identificado como general de brigada. Mais tarde, foi promovido a major general. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Major General William Rosecrans

William Rosecrans (1819 a 1898) foi um general da União na Guerra Civil Americana. Nasceu em Kingston, Ohio, graduou-se na Academia Militar dos Estados Unidos de West Point em 1842. Após servir no Corpo de Engenheiros e atuar como professor-assistente em West Point, deixou o exército em 1854 para seguir a carreira na área de arquitetura e engenharia civil. Após a eclosão da Guerra Civil, voltou ao exército, comandou o Departamento da Virgínia Ocidental e, mais tarde, o Exército do Mississipi e o Exército de Cumberland. Suas vitórias mais significativas ocorreram em Corinth e Iuka, no Mississipi. Após a guerra, exerceu a função de Ministro dos Estados Unidos no México e atuou como membro do Congresso. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Capitão David Farragut

David Farragut (1801 a 1870) foi um oficial da Marinha da União na Guerra Civil Americana. Entrou na Marinha dos Estados Unidos em 1810, com nove anos de idade, e lutou contra os britânicos na Guerra de 1812; mais tarde, enfrentou os piratas no Caribe. Durante a Guerra Civil, liderou as forças unionistas que capturaram Nova Orleans em abril de 1862 e trabalhou em estreita colaboração com o exército do general Ulysses S. Grant no cerco e na tomada de Vicksburg, em julho de 1863. Foi promovido a almirante em 1866 e permaneceu ativo até sua morte. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Presidente Jefferson Davis, Estados Confederados da América

Jefferson Davis (1808 a 1889) foi o primeiro e único presidente dos Estados Confederados da América, nação formada em 1861 pela secessão da União de 11 estados sulistas. Nascido na fronteira do Mississipi, Davis graduou-se na Academia Militar dos Estados Unidos de West Point e se tornou um latifundiário proprietário de escravos de uma plantação que lhe foi dada pelo abastado irmão mais velho. Ele atuou no Congresso e no Senado nos anos de 1840, lutou com distinção na Guerra Mexicana de 1846 a 1848 e, em 1853, foi nomeado secretário da Guerra pelo presidente Franklin Pierce. Retornou ao Senado em 1857, onde defendeu a expansão da escravidão para os novos territórios. Ele foi a escolha unânime dos estados separatistas para liderar a Confederação. Davis trabalhou com afinco em suas obrigações presidenciais, mas não obteve o sucesso do seu rival do Norte, Abraham Lincoln, ao inspirar o público ou controlar os enormes desafios militares e políticos trazidos pela longa Guerra Civil. Depois da guerra, Davis foi acusado de traição, embora não tivesse sido julgado por esse ato, e serviu dois anos na prisão de Fort Monroe, Virgínia. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Senador John Slidell de Louisiana

John Slidell (1793 a 1871) foi senador dos Estados Unidos e diplomata confederado, mais lembrado pelo seu envolvimento no caso Trent, que em 1861 quase provocou a guerra entre os Estados Unidos e a Grã-Bretanha. Slidell nasceu na Cidade de Nova York, em uma abastada família de comerciantes e se graduou pelo Columbia College. Trabalhou por algum tempo na Europa e, a seguir, como advogado em Nova York. Em 1819, mudou-se para Nova Orleans, onde se casou com Marie Mathilde Deslonde, de uma importante família francesa. Slidell atuou na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos de 1843 a 1845 e no Senado de 1853 a 1861. Com a eclosão da Guerra Civil, foi escolhido para representar a Confederação na França. Ele estava a caminho da Europa no navio postal britânico Trent quando o navio foi interceptado pelas forças navais americanas. Slidell e o companheiro de viagem James Mason ficaram detidos por um tempo no Fort Warren, no porto de Boston, mas depois continuaram com a viagem. Slidell trabalhou para construir a Marinha dos Confederados, comprando navios na França e obtendo empréstimos dos franceses, utilizando o algodão como garantia, mas nunca conseguiu atingir seu objetivo, que era o reconhecimento formal de alguma potência europeia da Confederação como um Estado independente. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Mary Todd Lincoln

Mary Todd Lincoln (1818 a 1882) foi esposa do presidente Abraham Lincoln e primeira-dama dos Estados Unidos durante a Guerra Civil. Nasceu em uma família grande e influente do Kentucky e se mudou para Springfield, Illinois, em 1837, local em que conheceu Lincoln. Já como primeira-dama, Mary Lincoln reformou a Casa Branca, montou um salão para que figuras políticas e literárias pudessem se reunir, cuidou de soldados feridos em hospitais e arrecadou recursos para ex-escravos pobres que chegavam massivamente em Washington. Ela ajudou a definir o papel da primeira-dama moderna, sendo imitada por suas sucessoras de diversas maneiras. Ela e Lincoln tiveram quatro filhos: Robert Todd (1843 a 1926), Edward Baker (1846 a 1850), William Wallace (1850 a 1862) e Thomas “Tad” (1853 a 1871), três dos quais morreram antes de Mary. A morte de William (“Willie”), que morreu de febre tifoide durante o segundo ano do primeiro mandato de Lincoln, afetou-a duramente. Mary estava ao lado de Lincoln quando ele foi assassinado no Teatro Ford na noite do dia 14 de abril de 1865. Como viúva, Mary Lincoln buscou ajuda de espiritualistas que, esperava, pudessem ajudá-la a se comunicar com seus filhos e, em 1875, foi internada em um asilo psiquiátrico por iniciativa de seu filho Robert. Com a ajuda de uma das primeiras advogadas dos Estados Unidos, Myra Bradwell, ela ganhou a liberdade e viveu a maior parte de sua vida na França. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Secretário da Marinha Judah P. Benjamin, Estados Confederados da América

Judah P. Benjamin (1811 a 1884) foi um advogado abastado que exerceu a profissão de procurador-geral, secretário da Guerra e secretário de Estado no gabinete de Jefferson Davis, presidente da Confederação. (Nesta fotografia, ele foi erroneamente identificado como secretário da Marinha). Nasceu em São Tomás, Ilhas Virgens, cresceu em Charleston, Carolina do Sul e cursou a faculdade de direito de Yale. Ele exerceu a profissão de advogado em Nova Orleans e se tornou fazendeiro, possuindo, em determinado momento, 140 escravos. Benjamin foi eleito para o Senado americano por Louisiana em 1852 e exerceu o mandato até o início de 1861 quando, com a secessão dos estados sulistas, Davis o nomeou procurador-geral, tornando-se o primeiro judeu a assumir um cargo em nível de gabinete de um governo americano. Após a guerra, fugiu para a Inglaterra, onde exerceu a profissão de advogado e escreveu um livro considerado um clássico jurídico, A venda da propriedade pessoal (1868). Seu rosto foi estampado na cédula de dois dólares dos confederados, embora fosse uma imagem diferente da que é mostrada aqui. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.