Nathaniel Hawthorne

Nathaniel Hawthorne (1804 a 1864) foi um romancista e escritor de contos. Descendente de uma das primeiras família de puritanos, nasceu em Salem, Massachusetts, e foi educado no Bowdoin College. Muitas de suas obras se situam na Nova Inglaterra colonial, exploram conflitos morais, espirituais e o poder do passado sobre o presente. Suas obras mais conhecidas incluem Histórias Narradas Duas Vezes (1837), Musgos de um Velho Solar (1846), A Letra Escarlate (1850), A Casa das Sete Torres (1851) e O Romance de Blithedale (1852). Ele atuou como cônsul americano em Liverpool de 1853 a 1857 e foi amigo ou conhecido de muitos importantes escritores americanos, incluindo Henry Wadsworth Longfellow, Herman Melville e Henry David Thoreau. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

John James Audubon

John-James Audubon (1785 a 1851) foi um artista autodidata e ornitólogo conhecido pelo seu magnifico As aves da América, com 435 fólios gravados. Filho ilegítimo de um francês, capitão de navio, Audubon nasceu em São Domingos (hoje Haiti) e cresceu na França, onde aprendeu a desenhar pássaros locais. Emigrou para os Estados Unidos com a idade de 18 anos. Publicou As aves da América por meio de assinatura pelo período de onze anos, iniciando em 1827. Cerca de 175 conjuntos da obra foram vendidos na Europa e nos Estados Unidos. Entre 1840 e 1844, publicou uma edição pequena e de baixo custo do livro, em sete volumes, que tornou seus desenhos conhecidos para um público maior. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Secretário de Guerra Edwin Stanton

Edwin McMasters Stanton (1814 a 1869) foi secretário da Guerra de 1862 a 1868. Nasceu em Steubenville, Ohio, concluiu um ano no Kenyon College, de onde foi forçado a sair por motivos financeiros. Estou direito com um advogado local e tornou-se um advogado de sucesso, exercendo a profissão em Steubenville, Pittsburgh e, por fim, em Washington, DC, onde atuou por um tempo como advogado geral na administração do presidente James Buchanan. Após a renúncia de Simon Cameron, primeiro secretário da Guerra de Lincoln, Stanton foi nomeado para o posto. Provou ser um gênio administrativo, acabou com os escândalos de aquisições deixados por Cameron e garantiu o suprimento e o provisionamento do vasto sistema de guerra da União. Stanton permaneceu em seu posto até o período de Reconstrução, quando se desentendeu com o presidente Andrew Johnson por suas políticas lenientes relacionadas aos antigos estados Confederados. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Secretário do Interior Caleb B. Smith

Caleb B. Smith (1808 a 1864) foi o primeiro secretário do Interior do presidente Abraham Lincoln. Nasceu em Boston, mas com poucos anos de idade se mudou com os pais para Cincinnati. Após cursar direito em Ohio, ainda jovem deixou o estado e foi para Indiana, onde foi admitido na Ordem dos Advogados, exerceu advocacia e se tornou ativo na política. Foi eleito para cinco mandatos na Câmara dos Deputados de Indiana (1833 a 1842), seguido por quatro mandatos no Congresso Nacional dos Estados Unidos (1843 a 1849). Como membro do Partido Whig e, mais tarde, do Partido Republicano, Smith desempenhou um papel da maior relevância ao garantir o apoio da delegação de Indiana para Lincoln na Convenção Republicana de 1860 em Chicago e ajudou a conquistar o estado para a vitória de Lincoln na eleição geral de novembro. O compromisso de Smith com o gabinete refletiu na atuação de Indiana e de si próprio na eleição de Lincoln. Smith chefiou o Departamento do Interior até dezembro de 1862, quando renunciou e foi nomeado por Lincoln para a magistratura federal. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Secretário da Marinha Gideon Welles

Gideon Welles (1802 a 1878) foi secretário da Marinha do presidente Abraham Lincoln. Nasceu em Glastonbury, Connecticut, filho de comerciante e construtor naval, Welles cursou direito, mas nunca exerceu a profissão. Trabalhou como jornalista no Hartford Times e no Weekly Advertizer e em 1825 foi eleito para a Assembleia Geral de Connecticut. Democrata de longa data, ele rompeu com seu partido por divergências sobre a questão da escravatura e ajudou a fundar o Hartford Evening Press para promover o Partido Republicano e seus princípios. Quando Welles assumiu o cargo em 1861, a marinha norte-americana contava apenas com 45 navios, dos quais apenas 12 estavam prontos para uso. Ao longo dos quatro anos seguintes, a Marinha adquiriu ou mandou construir 313 navios e comprou ou alugou outros 184 navios. Ao bloquear a costa dos Confederados, cooperando e trabalhando com o exército para tomar Nova Orleans e obter o controle das importantes hidrovias como os rios de Cumberland, Tennessee e principalmente do Mississipi, a Marinha, sob comando de Welles, deu uma grande contribuição para a vitória do Norte. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Diretor-geral dos Correios Montgomery Blair

Montgomery Blair (1813 a 1883) foi diretor-geral dos correios no gabinete do presidente Abraham Lincoln. Nasceu e educou-se em Kentucky, graduou-se pela Academia Militar dos Estados Unidos de West Point em 1836, mas logo deixou o exército para cursar direito. Mudou-se para Saint Louis, no Missouri, local em que exerceu a profissão de advogado junto de seu irmão e onde seu pai foi um editor jornalístico muito influente. Entre 1842 e 1843, foi prefeito de Saint Louis. Em 1853, mudou-se para Washington, DC, onde ele e sua grande família viveram por um tempo na Casa de Blair, localizada em frente à Casa Branca. Os membros da família Blair foram expoentes de um estado fronteiriço que se opunham à escravatura, mas que não comungavam com a abolição imediata ou igualdade total para os negros. Em 1856, Blair representou o réu no infame caso de Dred Scott perante a Suprema Corte dos Estados Unidos, alegando sem sucesso que Scott tinha direito à liberdade por residir em um território livre. Como membro do gabinete, Blair foi um unionista convicto, o único a aconselhar Lincoln a não abandonar Fort Sumter, temendo que o Sul tivesse assim a confirmação de que o Norte não lutaria para preservar a União. Blair ameaçou renunciar se o forte não fosse reforçado. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Presidente Millard Fillmore

Millard Fillmore (1800 a 1874) foi o 13º presidente dos Estados Unidos. Filho de um fazendeiro arrendatário da região ocidental de Nova York, Fillmore recebeu apenas uma educação bem limitada. Depois de ter sido aprendiz de costureiro, ele estudou a legislação com um juiz local e foi admitido na Ordem dos Advogados do Estado de Nova York em 1823. Membro do Partido Whig, exerceu três mandatos na legislatura do Estado de Nova York e quatro mandatos na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos antes de ser escolhido como vice-presidente do então candidato Zachary Taylor, na eleição de 1848. Após a morte do então presidente, Fillmore assumiu o cargo em 1850 e a principal conquista durante seu mandato foi o Compromisso de 1850, desenvolvido por Henry Clay, líder do Partido Whig, que ajudou a evitar a guerra civil por mais uma década. Ele também enviou Comodoro Matthew C. Perry em sua famosa missão para abrir o comércio do Japão com o Ocidente. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

William H. Prescott

William Hickling Prescott (1796 a 1859) foi um proeminente historiador americano, mais conhecido por suas grandes obras História da Conquista do México (1843) e História da Conquista do Peru (1847). Descendente de uma próspera família da Nova Inglaterra, graduou-se em Harvard em 1814. Portador de saúde debilitada durante toda a vida, incluindo uma cegueira parcial, ele foi capaz de executar sua pesquisa com a ajuda da esposa, Susan Amory Prescott, e de outros que liam para ele. Pelo uso meticuloso de documentos arquivados e livros raros como fontes originais, frequentemente é chamado de o primeiro historiador científico da América. Ele escolheu temas grandes e radicais para o seu trabalho e discorreu sobre eles com uma narrativa graciosa e original. Outras obras incluem História do Reinado de Fernando e Isabela, a Católica (1837) e A História do Reinado de Felipe Segundo, Rei da Espanha (1855 a 1858). A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Senador Stephen A. Douglas de Illinois

Stephen A. Douglas (1813 a 1861) foi eleito para a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos em 1843 e para o Senado em 1846, de onde emergiu como um proeminente porta-voz nacional do Partido Democrata. Ele é mais conhecido pelos debates Lincoln-Douglas de 1858. Ao concorrer pelo terceiro mandato para o Senado, Douglas foi desafiado por Abraham Lincoln, um advogado de Springfield, que havia exercido apenas um mandato na Câmara. Entre 21 de agosto e 15 de outubro, os dois homens debateram sete vezes diante do público em diferentes cidades e províncias de Illinois. Douglas defendeu o que era conhecido como soberania popular, a posição que mantinha que os votantes de cada território deveria determinar se ele entraria na União como um Estado livre ou como um Estado escravocrata. Lincoln se opôs à extensão da escravatura para novos estados e territórios em quaisquer circunstâncias. Na eleição do dia 2 de novembro, os republicanos receberam mais votos populares do que os democratas, mas a legislatura do Estado votou pelo retorno de Douglas para o Senado. Douglas concorreu para a presidência em 1860, mas foi derrotado por Lincoln. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

O álbum fotográfico

O álbum fotográfico é um álbum de retratos do famoso fotógrafo americano Matthew Brady (1823 a 1896, aproximadamente) que pertenceu ao Imperador do Brasil, Dom Pedro II (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos durante a década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou sua carreira em 1844, quando abriu um estúdio fotográfico de daguerreótipos na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. Ao longo das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.