29 de dezembro de 2015

Senador Robert Toombs da Geórgia

Robert Toombs (1810 a 1885) foi um senador dos Estados Unidos, membro do Gabinete Confederado, e general confederado na Guerra Civil Americana. Nasceu na Geórgia e cursou direito na Geórgia, Nova York e Virgínia e, em 1829, abriu um escritório de advocacia na Geórgia. Ele foi eleito para a legislatura da Geórgia em 1836, para a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos em 1844 e para o Senado americano em 1852. Filho de um fazendeiro que acumulou uma grande fortuna em terras e escravos, Toombs apoiou a secessão da Geórgia da União. Foi nomeado secretário de Estado no gabinete do presidente Jefferson Davis, mas se mostrou inadequado para o trabalho e renunciou para se tornar general do Exército Confederado. General político com habilidade ou treinamento militar limitado, não obteve êxito de modo geral, mas teve um desempenho louvável em Antietam (1862). Ele retornou à Geórgia após a guerra, mas se recusou a pedir perdão, não podendo portanto votar ou concorrer a nenhum cargo e, assim, sendo incapaz de reviver sua carreira política. Ele passou o resto de seus dias destruído pelo alcoolismo e pela cegueira. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Major-general George B. McClellan

George McClellan (1826 a 1885) foi um dos quatro generais a manter o posto de general em chefe do exército dos Estados Unidos durante a Guerra Civil Americana, juntamente com Winfield Scott, Henry Halleck, e Ulysses S. Grant. McClellan nasceu na Filadélfia, graduou-se na Academia Militar dos Estados Unidos de West Point em 1846 e serviu no Corpo de Engenheiros durante a Guerra Mexicana (1846 a 1848). Deixou o exército em 1857 para trabalhar na indústria ferroviária, mas retornou quando eclodiu a Guerra Civil. Depois de muitos êxitos em conduzir os Confederados da região que se tornaria o Estado da Virgínia Ocidental, em novembro de 1861, ele substituiu Scott como general em chefe. Em março de 1862 foi posto no comando do Exército de Potomac. Nessa função, ele desempenhou o papel principal na transformação do exército em uma força de batalha bem organizada e disciplinada. Ele começou a divergir cada vez mais com o presidente Abraham Lincoln, no entanto, por sua relutância em realmente usar essa força em ofensivas constantes contra a Confederação, e foi destituído do comando em novembro de 1862. Nas eleições presidenciais de 1864, concorreu à presidência como candidato democrata, em oposição a Lincoln, mas sofreu derrota esmagadora, obtendo apenas 21 votos eleitorais (dos estados de Nova Jersey, Kentucky e Delaware) contra os 212 votos de Lincoln. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Major-General Henry Halleck

Henry Halleck (1815 a 1872) nasceu em Waterville, Nova York. Graduou-se na Academia Militar dos Estados Unidos de West Point em 1839 e serviu na Guerra Mexicana de 1846 a 1848. Aposentou-se do exército em 1854, a fim de exercer a profissão de advogado, mas após a eclosão da Guerra Civil, em 1861, entrou novamente no serviço militar com a patente de major-general. Comandou o Departamento do Missouri de 19 de novembro de 1861 a 11 de julho de 1862, quando se tornou general em chefe de todos os exércitos da União, posição que manteve até março de 1864, quando foi sucedido pelo general Ulysses S. Grant. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Major-general Irvin McDowell

Irvin McDowell (1818 a 1885) foi um general da União na Guerra Civil Americana. Nasceu em Columbus, Ohio, graduou-se pela Academia Militar dos Estados Unidos de West Point em 1838 e lutou na Guerra Mexicana de 1846 a 1848. No início da Guerra Civil, era general de brigada, na chefia do Departamento da Virgínia Oriental e, assim, ficou no comando do Exército da União na Primeira Batalha de Bull Run em julho de 1861. Ele organizou vários outros comandos durante a guerra e foi promovido a major-general pelo seu desempenho notável na Batalha de Cedar Mountain no Condado de Culpepper, Virgínia, no dia 9 de agosto de 1862. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Major-general Nathaniel P. Banks

Nathaniel Prentiss Banks (1816 a 1894) foi um advogado que atuou como membro do Congresso de 1853 a 1857 e governou Massachusetts de 1858 a 1861. Quando eclodiu a Guerra Civil, ofereceu seus serviços ao Governo e foi nomeado major-general dos voluntários. Comandou o Departamento de Shenandoah em 1862 e o Departamento do Golfo de 1863 a 1864. Nessa última função, Banks liderou as forças da União no cerco de Port Hudson, Louisiana (22 de maio a 9 de julho de 1863), que terminou com a rendição do reduto Confederado. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.

Major-general Benjamin Butler

Benjamin F. Butler (1818 a 1893) foi um político de Massachusetts e general do exército da União na Guerra Civil Americana. Nomeado oficial mais por razões políticas, possuia desempenho irregular como comandante militar. Entretanto, ele ganhou um lugar importante na história por suas ações durante a guerra em relação ao povo e território do Sul. Em 1861, enquanto servia como comandante de Fort Monroe, na Virgínia, ele tomou a decisão, em seu pleno direito de autoridade, de não devolver para a Confederação os escravos fugitivos que seguiam para as linhas da União, com a justificativa de que esses escravos constituíam “contrabando de guerra”, cujo retorno iria fomentar o esforço de guerra no sul. Mais tarde, Abraham Lincoln adotaria o mesmo raciocínio ao publicar a Proclamação da Emancipação. No início de 1862, Butler comandou as forças terrestres da União, que retomou Nova Orleans da Confederação e de maio a dezembro daquele ano, ele atuou como governador-militar da cidade, função que exerceu com mão de ferro. Após a guerra, Butler foi governador de Massachusetts e na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos. A imagem é de um álbum fotográfico, em sua maioria do período da Guerra Civil, registrado pelo famoso fotógrafo americano Matthew Brady (por volta de 1823 a 1896), que pertenceu ao Imperador Pedro II do Brasil (1825 a 1891), um colecionador de fotografias e ele próprio um fotógrafo. O álbum foi um presente dado ao imperador por Edward Anthony (1818 a 1888), um dos primeiros fotógrafos americanos que, em parceria com seu irmão, tornou-se proprietário de uma empresa líder de vendas de materiais fotográficos nos Estados Unidos na década de 1850. Dom Pedro II pode ter adquirido o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos em 1876, quando inaugurou a Exposição Centenária da Filadélfia ao lado do presidente americano Ulysses S. Grant. Brady nasceu no norte de Nova York e era filho de imigrantes vindos da Irlanda. Muito conhecido por fotografias que documentam as batalhas da Guerra Civil Americana, ele iniciou a carreira em 1844, quando abriu um estúdio de retratos de daguerreótipo na esquina da Broadway Street com a Fulton Street, na cidade de Nova York. No decurso das décadas seguintes, Brady produziu retratos das principais figuras públicas americanas, muitos dos quais foram publicados como gravuras em revistas e jornais. Em 1858, ele abriu uma filial em Washington, DC. O álbum, que também contém um pequeno número de impressões não fotográficas, faz parte da Coleção D. Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo imperador Dom Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção também abrange uma grande variedade de assuntos, documentando as conquistas do Brasil e dos brasileiros no século XIX e incluindo muitas fotografias da Europa, África e América do Norte.