5 de setembro de 2014

Crença católica indígena, na qual se manifestam os mistérios da fé, contidos nos três credos católicos: Apostólico, Niceno e Atanasiano

Símbolo católico indiano, en el cual se declaran los misterios de la fe contenidos en los tres símbolos católicos: apostólico, niceno y de san Atanasio (Crença católica indígena, na qual se manifestam os mistérios da fé, contidos nos três credos católicos: Apostólico, Niceno e Atanasiano) foi publicado em Lima, Peru, em 1598. O livro contém os textos em quíchua e aimará, com longas explicações em espanhol, dos três principais credos da igreja cristã: o Credo Apostólico, o Niceno e o Atanasiano. A primeira máquina de impressão na América do Sul foi criada em Lima por Antonio Ricardo (entre 1540 e 1606, aproximadamente), um italiano que trabalhou por pouco tempo como tipógrafo ao lado dos jesuítas na Cidade do México. Produzido na máquina de impressão entre 1584 e 1619, esse livro faz parte de uma coleção com as 39 primeiras edições na Biblioteca Nacional do Peru. Em 2013 a coleção foi registrada no Programa Memória do Mundo da UNESCO. Em latim, espanhol e diversas línguas ameríndias, esses livros apresentam uma parte importante do registro que retrata o encontro entre dois mundos: a civilização ameríndia dos Incas e a cultura europeia representada pelos conquistadores espanhóis. São consideráveis fontes para o estudo da dispersão de ideias no Império Espanhol, como o processo de evangelização e a propagação do catolicismo por um lado e o debate sobre os povos indígenas e sua condição como seres humanos por outro. Vários desses livros revelam informações sobre a organização política, cultural e social da derrotada civilização inca, bem como um registro das línguas quíchua e aimará, faladas por esse povo.

A arte da língua aimará: Um compêndio de frases na mesma língua e seus significados em espanhol

Arte de la lengua aymara, con una silva de phrases de la misma lengua, y su declaración en romance (A arte da língua aimará: Um compêndio de frases na mesma língua e seus significados em espanhol) foi publicado em Lima, Peru, em 1612. O livro foi escrito por Ludovico Bertonio (1552 a 1628), missionário jesuíta italiano que trabalhou entre os índios aimarás do sul do Peru e da Bolívia e escreveu diversas obras importantes sobre a língua aimará. A primeira máquina de impressão na América do Sul foi criada em Lima por Antonio Ricardo (entre 1540 e 1606, aproximadamente), um italiano que trabalhou por pouco tempo como tipógrafo ao lado dos jesuítas na Cidade do México. Produzido na máquina de impressão entre 1584 e 1619, esse livro faz parte de uma coleção com as 39 primeiras edições na Biblioteca Nacional do Peru. Em 2013 a coleção foi registrada no Programa Memória do Mundo da UNESCO. Em latim, espanhol e diversas línguas ameríndias, esses livros apresentam uma parte importante do registro que retrata o encontro entre dois mundos: a civilização ameríndia dos Incas e a cultura europeia representada pelos conquistadores espanhóis. São consideráveis fontes para o estudo da dispersão de ideias no Império Espanhol, como o processo de evangelização e a propagação do catolicismo por um lado e o debate sobre os povos indígenas e sua condição como seres humanos por outro. Vários desses livros revelam informações sobre a organização política, cultural e social da derrotada civilização inca, bem como um registro das línguas quíchua e aimará, faladas por esse povo.

O sionismo

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. O sionismo é o Número 162 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. O livro inclui um panorama histórico do sionismo, descrito como “o mais antigo movimento nacionalista da história”. A seção “O sionismo na Bíblia” discute o papel dos profetas como Moisés, Isaías e Malaquias, e o exílio de dez das tribos de Israel após a conquista pelos assírios em 720 a.C. e das restantes duas tribos nas mãos dos babilônios de 606 a 588 a.C. O exílio foi seguido pelo retorno parcial dos judeus à Palestina provocado pelos persas sob o comando de Dario, a partir de 536 a.C. As seções subsequentes abordam a presença judaica na Palestina sob os domínios persa, grego e romano. O restante do livro trata do desenvolvimento do sionismo moderno na Europa, incluindo o papel de figuras importantes como Sir Moses Montefiore, Moses Hess, e, sobretudo, Theodore Herzl. Desenvolvimentos organizacionais importantes abordados incluem os congressos sionistas, que começaram em 1897 e o estabelecimento no mesmo ano do Fundo Nacional Judeu. O estudo é concluído com uma discussão sobre o futuro da Palestina e das perspectivas de implementação da famosa Declaração de Balfour de 2 de novembro de 1917. Nesse documento, o ministro do exterior Arthur James Balfour declara que o governo britânico “é favorável ao estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo judeu, e envidará seus melhores esforços para facilitar a concretização desse propósito...”

A arte da língua quíchua

Arte de la lengua quichua (A arte da língua quíchua) foi publicado em Lima, Peru, em 1619. O autor do livro é Diego de Torres Rubio (1547 a 1638), um padre jesuíta espanhol que chegou ao Peru em 1579, onde se dedicou ao estudo das línguas indígenas, especialmente aimará e quíchua. A primeira máquina de impressão na América do Sul foi criada em Lima por Antonio Ricardo (entre 1540 e 1606, aproximadamente), um italiano que trabalhou por pouco tempo como tipógrafo ao lado dos jesuítas na Cidade do México. Produzido na máquina de impressão entre 1584 e 1619, esse livro faz parte de uma coleção com as 39 primeiras edições na Biblioteca Nacional do Peru. Em 2013 a coleção foi registrada no Programa Memória do Mundo da UNESCO. Em latim, espanhol e diversas línguas ameríndias, esses livros apresentam uma parte importante do registro que retrata o encontro entre dois mundos: a civilização ameríndia dos Incas e a cultura europeia representada pelos conquistadores espanhóis. São consideráveis fontes para o estudo da dispersão de ideias no Império Espanhol, como o processo de evangelização e a propagação do catolicismo por um lado e o debate sobre os povos indígenas e sua condição como seres humanos por outro. Vários desses livros revelam informações sobre a organização política, cultural e social da derrotada civilização inca, bem como um registro das línguas quíchua e aimará, faladas por esse povo.

Registro geral da conversão de prata e ouro de diferentes medidas de pureza e peso e em diversas quantidades: seu valor em porcentagens e outros preceitos e recomendações indispensáveis ​​à vice-realeza do Peru

Libro general delas reduciones de plata, y oro de diferentes leyes y pesos, de menor á mayor cantidad, y de sus interesses á tanto por ciento, con otras reglas, y avisos muy necessarios para estos reynos del Piru (Registro geral da conversão de prata e ouro de diferentes medidas de pureza e peso e em diversas quantidades: seu valor em porcentagens e outros preceitos e recomendações indispensáveis ​​à vice-realeza do Peru) foi publicado em Lima, Peru, em 1597. A primeira máquina de impressão na América do Sul foi criada em Lima por Antonio Ricardo (entre 1540 e 1606, aproximadamente), um italiano que trabalhou por pouco tempo como tipógrafo ao lado dos jesuítas na Cidade do México. Produzido na máquina de impressão entre 1584 e 1619, esse livro faz parte de uma coleção com as 39 primeiras edições na Biblioteca Nacional do Peru. Em 2013 a coleção foi registrada no Programa Memória do Mundo da UNESCO. Em latim, espanhol e diversas línguas ameríndias, esses livros apresentam uma parte importante do registro que retrata o encontro entre dois mundos: a civilização ameríndia dos Incas e a cultura europeia representada pelos conquistadores espanhóis. São consideráveis fontes para o estudo da dispersão de ideias no Império Espanhol, como o processo de evangelização e a propagação do catolicismo por um lado e o debate sobre os povos indígenas e sua condição como seres humanos por outro. Vários desses livros revelam informações sobre a organização política, cultural e social da derrotada civilização inca, bem como um registro das línguas quíchua e aimará, faladas por esse povo.

Alegação legal e decisão para analisar e aprovar os milagres registrados do piedoso padre Francisco Solano, membro da Ordem Seráfica de São Francisco

Allegatio ivris, et consilium pro examinandis et approbandis miraculis religio fissimi viri Francisci Solano Seraphici Franciscani ordinis alumni (Alegação legal e decisão para analisar e aprovar os milagres registrados do piedoso padre Francisco Solano, membro da Ordem Seráfica de São Francisco) foi publicado em Lima, Peru, em 1612. São Francisco Solano (de 1549 a 1610) foi um frade franciscano espanhol que chegou à América do Sul em 1589, onde trabalhou por 20 anos como missionário entre os índios do noroeste da Argentina e Paraguai. Sua canonização ocorreu em 1726. Esse trabalho é um exame dos milagres supostamente realizados por padre Solano. A primeira máquina de impressão na América do Sul foi criada em Lima por Antonio Ricardo (entre 1540 e 1606, aproximadamente), um italiano que trabalhou por pouco tempo como tipógrafo ao lado dos jesuítas na Cidade do México. Produzido na máquina de impressão entre 1584 e 1619, esse livro faz parte de uma coleção com as 39 primeiras edições na Biblioteca Nacional do Peru. Em 2013 a coleção foi registrada no Programa Memória do Mundo da UNESCO. Em latim, espanhol e diversas línguas ameríndias, esses livros apresentam uma parte importante do registro que retrata o encontro entre dois mundos: a civilização ameríndia dos Incas e a cultura europeia representada pelos conquistadores espanhóis. São consideráveis fontes para o estudo da dispersão de ideias no Império Espanhol, como o processo de evangelização e a propagação do catolicismo por um lado e o debate sobre os povos indígenas e sua condição como seres humanos por outro. Vários desses livros revelam informações sobre a organização política, cultural e social da derrotada civilização inca, bem como um registro das línguas quíchua e aimará, faladas por esse povo.