5 de setembro de 2014

Sermão pregado pelo reverendíssimo padre Pedro Gutierrez Florez, o ministro da Inquisição do Santo Ofício, ministro provincial dos frades menores, na província do Peru e Reino do Chile

Sermón que el muy reverendo Padre Fray Pedro Gutierrez Florez calificador del Sancto Officio, Ministro Provincial de los frayles Menores, de la provincia del Pirú y Reyno de Chile (Sermão pregado pelo reverendíssimo padre Pedro Gutierrez Florez, o ministro da Inquisição do Santo Ofício, ministro provincial dos frades menores, na província do Peru e Reino do Chile) foi publicado em Lima, Peru, em 1605. A primeira máquina de impressão na América do Sul foi criada em Lima por Antonio Ricardo (entre 1540 e 1606, aproximadamente), um italiano que trabalhou por pouco tempo como tipógrafo ao lado dos jesuítas na Cidade do México. Produzido na máquina de impressão entre 1584 e 1619, esse livro faz parte de uma coleção com as 39 primeiras edições na Biblioteca Nacional do Peru. Em 2013 a coleção foi registrada no Programa Memória do Mundo da UNESCO. Em latim, espanhol e diversas línguas ameríndias, esses livros apresentam uma parte importante do registro que retrata o encontro entre dois mundos: a civilização ameríndia dos Incas e a cultura europeia representada pelos conquistadores espanhóis. São consideráveis fontes para o estudo da dispersão de ideias no Império Espanhol, como o processo de evangelização e a propagação do catolicismo por um lado e o debate sobre os povos indígenas e sua condição como seres humanos por outro. Vários desses livros revelam informações sobre a organização política, cultural e social da derrotada civilização inca, bem como um registro das línguas quíchua e aimará, faladas por esse povo.

Relatório verídico de uma carta enviada pelo padre prior da Ordem de Santo Domingo da cidade de Úbeda ao abade de San Salvador de Granada

Relacion verdadera de una carta que embio el padre prior dela orden de Santo Domingo, de la ciudad de Ubeda, al Abad mayor de San Salvador dela Ciudad de Granada (Relatório verídico de uma carta enviada pelo padre prior da Ordem de Santo Domingo da cidade de Úbeda ao abade de San Salvador de Granada) foi publicado em Lima, Peru, em 1617. A primeira máquina de impressão na América do Sul foi criada em Lima por Antonio Ricardo (entre 1540 e 1606, aproximadamente), um italiano que trabalhou por pouco tempo como tipógrafo ao lado dos jesuítas na Cidade do México. Produzido na máquina de impressão entre 1584 e 1619, esse livro faz parte de uma coleção com as 39 primeiras edições na Biblioteca Nacional do Peru. Em 2013 a coleção foi registrada no Programa Memória do Mundo da UNESCO. Em latim, espanhol e diversas línguas ameríndias, esses livros apresentam uma parte importante do registro que retrata o encontro entre dois mundos: a civilização ameríndia dos Incas e a cultura europeia representada pelos conquistadores espanhóis. São consideráveis fontes para o estudo da dispersão de ideias no Império Espanhol, como o processo de evangelização e a propagação do catolicismo por um lado e o debate sobre os povos indígenas e sua condição como seres humanos por outro. Vários desses livros revelam informações sobre a organização política, cultural e social da derrotada civilização inca, bem como um registro das línguas quíchua e aimará, faladas por esse povo.

Grécia com as Cíclades e Espórades

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Grécia com as Cíclades e Espórades é o Número 18 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. O livro aborda a geografia política e física, história política, condições sociais e políticas e condições econômicas. A parte sobre a história política centra-se no período entre a Guerra da Independência (1821 a 1829), em que a Grécia garantiu sua independência do Império Otomano, e a Primeira e Segunda Guerras dos Bálcãs (1912 a 1913), pelas quais a Grécia adquiriu terras da Bulgária e da Turquia, o que praticamente dobrou seu território e população. As Cíclades e Espórades do Norte são ilhas no Mar Egeu que passaram a ser controladas pela Grécia durante a Guerra dos Bálcãs, mas cuja incorporação à Grécia ainda não havia sido formalmente reconhecida pelas grandes potências. O apêndice inclui os textos de documentos importantes relativos à Grécia no século XIX. Estes incluem o Protocolo de Londres de 22 de Março de 1829, no qual as grandes potências, a saber, Grã-Bretanha, França e Rússia garantiram o status da Grécia como uma entidade autônoma sob a suserania do Império Otomano; o Protocolo de Londres de 3 de Fevereiro de 1830, em que as mesmas três potências garantiram o status da Grécia como um reino totalmente independente; e o Tratado de Londres de 29 de Março de 1864, no qual a Grécia ganhou a soberania sobre as Ilhas Jônicas, um protetorado britânico desde 1815. Inicialmente, a Grécia permaneceu neutra durante a Primeira Guerra Mundial, mas entrou na guerra ao lado da Grã-Bretanha e da França em junho de 1917. O envolvimento da Grécia na guerra em si não é abrangido por este estudo.

Turquia na Europa

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Turquia na Europa é o Número 16 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. Em 1914, quando a guerra começou, o Império Otomano tinha perdido a maioria de seus outrora extensos territórios na Península Balcânica, e seu domínio estendia-se apenas à atual Turquia europeia e à região da Trácia (na atual Grécia). O livro fornece uma visão geral da geografia física e política destas regiões, uma breve história política do império desde a sua fundação em 1300 até o início do século XX, e um capítulo extensivo sobre as condições econômicas. A seção “Objetivos da Guerra dos Jovens Turcos” cita extensivamente um memorando distribuído às províncias turcas um dia após o Império Otomano ter declarado guerra ao Império Britânico, à Rússia e à França, enfatizando a centralidade dos motivos pan-islâmicos e panturanianos. Concluindo que o “ideal dos Jovens Turcos de repetir sob as condições modernas as conquistas turanianas de Jenghiz Khan e Tamerlão” tinha fracassado. O termo turaniano refere-se a um movimento que tinha como alvo unir todos os povos turanianos que, alegadamente, incluíam os túrquicos e alguns outros povos relacionados.

Holanda

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Holanda é o Número 25 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. A Holanda ou Reino dos Países Baixos, como era formalmente conhecida, manteve-se neutra durante a guerra. O livro aborda a história política, condições sociais e políticas e condições econômicas. A seção sobre história política trata do período desde o estabelecimento da República das Províncias Unidas em 1581, seguindo a longa luta pela independência da Espanha, até o reinado da Rainha Wilhelmina, que começou em 1898 e continuou até a Primeira Guerra Mundial e daí em diante. Os tópicos abordados incluem a ascensão da República Holandesa, as relações com a Grã-Bretanha e a França, a dominação francesa sob Napoleão, o estabelecimento do Reino dos Países Baixos em 1814, e a separação das províncias do sul para formar o Reino da Bélgica entre 1830 a 1831. A seção sobre as condições sociais e políticas salienta a divisão da população em uma maioria protestante e uma grande e crescente minoria católica romana e o importante papel desempenhado pelas divisões religiosas nos partidos políticos e na educação pública. A seção sobre as condições econômicas é breve, aborda principalmente o esforço bem-sucedido da Holanda em restaurar a solvência após a dispendiosa separação com a Bélgica e seu compromisso com uma política de livre comércio.

Espanha

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Espanha é o Número 34 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. Este estudo relativamente breve aborda a história política e condições sociais e políticas. Descreve a história da Espanha da abdicação do Rei Carlos IV, em 1808, ao reinado do Rei Alfonso XIII começando em 1902, um período turbulento, que incluiu a intervenção de Napoleão no país, revoltas internas, rebeliões, crises constitucionais, a revolta e a perda definitiva da maioria das colônias espanholas nas Américas, a intervenção em Marrocos, a guerra com os Estados Unidos, bem como a perda das colônias espanholas remanescentes de Cuba e Filipinas. A seção sobre a história política resume esses eventos e termina com uma nota de esperança, concluindo que “parecia haver sinais de que a Espanha tinha finalmente chegado a uma condição de estabilidade e estava prestes a entrar em um período de verdadeira prosperidade”. A seção sobre as condições sociais e políticas discute o poder da Igreja Católica Romana, o funcionamento da monarquia constitucional, sob a Constituição de 1876, e o “sofrimento agudo” de grande parte da população. A Espanha é descrita como um país pobre, no qual a pobreza deveu-se tanto a causas naturais como à “má administração e adesão obstinada a uma política econômica errônea”. A Espanha manteve-se neutra durante a Primeira Guerra Mundial