Relatório sobre as diferentes massas de ferro encontradas na Cordilheira Oriental dos Andes

Mariano Eduardo de Rivero y Ustáriz (1798–1857) foi um cientista, geólogo, mineralogista, químico, arqueólogo, político e diplomata peruano. Depois de estudar em Arequipa, ele foi enviado em 1810, aos 12 anos, para Londres para estudar matemática, física e línguas. Em 1817, ele viajou para a École royale des mines de Paris , na França, para estudar mineralogia e química. Na França, conheceu Joseph Louis Proust, Gay-Lussac e Alexander von Humboldt. Este último se tornou seu mentor e, durante o curso de suas viagens na Europa, Rivero descobriu um novo oxalato de ferro que chamou de humboldtina em sua homenagem. Em 1822, Rivero foi contratado por recomendação de Humboldt pelo governo colombiano para dirigir a primeira escola de mineração de Bogotá, auxiliado por vários outros cientistas europeus jovens. Entre eles, estava o mineralogista francês Jean-Baptiste Boussingault (1802–1887), que estudou na escola de minas em Saint-Etienne e, mais tarde, mudou-se para a Alsácia para trabalhar na mineração de asfalto. Rivero e Boussingault viajaram pela parte norte da América do Sul dando suporte às explorações científicas do General Simón Bolívar. Aqui, é apresentada a obra “Memoria sobre diferentes masas de hierro encontradas en la cordillera oriental de los andes” (Relatório sobre as diferentes massas de ferro encontradas na Cordilheira Oriental dos Andes), publicada em 1823, um dos vários artigos sobre mineralogia em que os dois homens colaboraram. Ela apresenta uma análise dos diferentes tipos de minério de ferro encontrados na Cordilheira Oriental das Montanhas Andinas, próximo a Santa Rosa, Colômbia. O trabalho está incluído em uma compilação do trabalho de Rivero chamada Colección de memorias cientificas, agrícolas e industriales publicadas en distintas épocas (Coleção de memórias científicas, agrícolas e industriais publicadas em épocas diferentes), que surgiu em 1857.

Alojamento de Suas Altezas Reais, Duque de Saxe e Luis Filipe: na Casa do Major Brant

A Coleção Thereza Christina Maria é composta por 21.742 fotografias, reunidas pelo Imperador Pedro II ao longo de sua vida e por ele doadas à Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção abrange uma ampla variedade de temas. Documenta as conquistas do Brasil e do povo brasileiro no século XIX, e também inclui muitas fotografias da Europa, África e da América do Norte. Em 1868, o fotógrafo Augusto Riedel acompanhou Luis Augusto, Duque de Saxe, genro do Imperador Pedro II, em uma expedição ao interior do Brasil. A expedição visitou a cidade de Diamantina, no estado de Minas Gerais, a qual era um centro de mineração de diamantes. As fotografias tiradas por Riedel durante esta visita foram usadas, mais de 20 anos mais tarde, por José Maria da Silva Paranhos Junior, o Barão do Rio Branco e o pai da diplomacia brasileira, para ilustrar o álbum Sights du Brésil, que foi exibido na Exposição Universal de 1889, em Paris. Um exemplo bem preservado da arquitetura barroca brasileira, Diamantina recebeu o título de Patrimônio Mundial pela UNESCO, em 1999.

O Conde d'Eu e Outros Oficiais Brasileiros que Participaram da Guerra do Paraguai

A Coleção Thereza Christina Maria é composta por 21.742 fotografias, reunidas pelo Imperador Pedro II e por ele doadas à Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção abrange uma ampla variedade de temas. Documenta as conquistas do Brasil e do povo brasileiro no século XIX, e também inclui muitas fotografias da Europa, África e da América do Norte. Esta fotografia mostra Luis Filipe, o Conde d'Eu, um príncipe francês que era esposo da princesa Isabel, junto a outros oficiais companheiros na Guerra do Paraguai. Foi tirada no vilarejo paraguaio de Vila do Rosário, em 13 de janeiro de 1870, dois meses antes do fim da guerra. O conde aparece ao centro, trajando um uniforme militar de gala.

Máquina a vapor "Kompaund" com um Superaquecedor Schmidt

No começo do século XX, o fotógrafo russo Sergei Mikhailovich Prokudin-Gorskii (1863-1944), usou um processo especial de fotografia colorida para criar um registro visual do Império Russo. Algumas fotografias de Prokudin-Gorskii datam de 1905, mas a maior parte de seu trabalho é do período entre 1909 e 1915 quando, com o apoio do Czar Nicolau II e do Ministério dos Transportes, ele empreendeu extensas viagens por muitas partes diferentes do império.

A Princesa Isabel, a Baronesa de Muritiba e a Baronesa de Loreto, na Varanda da Residência da Princesa

A Coleção Thereza Christina Maria é composta por 21.742 fotografias, reunidas pelo Imperador Pedro II e por ele doadas à Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção abrange uma ampla variedade de temas. Documenta as conquistas do Brasil e do povo brasileiro no século XIX, e também inclui muitas fotografias da Europa, África e da América do Norte. A nobreza brasileira está bem representada na coleção. Esta fotografia tirada em 1866 por Marc Ferrez, um dos mais celébres fotógrafos Brasileiros, mostra a Princesa Isabel, filha de D. Pedro II, na varanda da sua residência no Rio de Janeiro, Petrópolis. Da esquerda para a direita, estão a Baronesa de Muritiba, a Princesa Isabel e a Baronesa de Loreto.

Parada no Paço Imperial, por Ocasião do Casamento da Princesa Isabel com o Conde d'Eu

A Coleção Thereza Christina Maria é composta por 21.742 fotografias, reunidas pelo Imperador Pedro II e por ele doadas à Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção abrange uma ampla variedade de temas. Documenta as conquistas do Brasil e do povo brasileiro no século XIX, e também inclui muitas fotografias da Europa, África e da América do Norte. Esta fotografia mostra a parada celebrando o casamento da Princesa Isabel, filha do Imperador D. Pedro II e da Imperatriz Thereza Christina Maria, com o Conde d'Eu, em 15 de outubro de 1864.

Isabel, Princesa do Brasil

A Coleção Thereza Christina Maria é composta por 21.742 fotografias, reunidas pelo Imperador Pedro II e por ele doadas à Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção abrange uma ampla variedade de temas. Documenta as conquistas do Brasil e do povo brasileiro no século XIX, e também inclui muitas fotografias da Europa, África e da América do Norte. Esta fotografia mostra a Princesa Isabel, filha de Pedro II e, até a abolição da monarquia, em 1889, a herdeira do trono Brasileiro. Foi tirada por Joaquim José Insley Pacheco (1830-1912), um dos mais célebres fotógrafos retratistas brasileiros da época. Pacheco nasceu em Portugal e emigrou para o Brasil quando jovem. Entre 1849 e 1851, trabalhou em Nova Iorque, onde estudou com os fotógrafos Jeremiah Gurney e Matthew Brady. Retornando ao Brasil, ele abriu um estúdio no Rio de Janeiro. Em 1855 ele recebeu o título de Fotógrafo da Casa Imperial. Seus temas mais conhecidos foram os integrantes da família real, personalidades do mundo da política e da aristocracia brasileira. Ele foi, também, pintor e desenhista, deixando contribuições técnicas ao desenvolvimento da fotografia.