Monastério de ensino da Irmandade de Kiev: um ensaio histórico

A Academia Kyiv-Mohyla teve sua origem em 1615, quando a aristocrata Galshka Gulevicheva doou terras e dinheiro para a construção da Escola do Monastério da Irmandade em Kiev. Quando o metropolitano de Kiev, Petro Mohyla (por volta de 1597–1647), chegou a Kiev e decidiu abrir uma escola em Kiev-Pechersk Lavra, a Escola do monastério da irmandade pediu que Mohyla não abrisse uma nova escola, mas utilizasse a instituição existente como base para uma nova academia. Mohyla concordou e, em 1632, a Escola do monastério da irmandade tornou-se a base da futura academia. Sob a proteção de Mohyla, o monastério e a escola receberam mais terras e apoio financeiro. A finalidade da Academia Kyiv-Mohyla era dominar as habilidades intelectuais e o ensino da Europa contemporânea e aplicá-los na educação da Ucrânia. Na época, a Igreja Ortodoxa sentia-se ameaçada pelas incursões da ordem dos jesuítas, e Mohyla optou por usar seu adversário mais perigoso como modelo, adotando a estrutura organizacional, os métodos de ensino e o currículo das escolas jesuítas. A academia era aberta a jovens rapazes de todos os níveis sociais, e atraía estudantes e acadêmicos da Ucrânia e de outros países europeus. Ela prosperou ao final do século XVII e viveu sua época de ouro durante o reinado do hetman Ivan Mazepa (1687–1709), quando contava com mais de 2000 alunos. A idade dourada da academia teve um fim abrupto com a derrota de Mazepa em Poltava, em 1709. A proibição que o czar Pedro I estabeleceu sobre publicações e textos religiosos em ucraniano foi um golpe ainda mais duro. A escola foi restabelecida por algum tempo após a morte do czar, mas foi novamente afetada por Catarina, a Grande, cuja abolição do domínio dos hetmans em 1764 e secularização dos monastérios em 1786 privou a academia de suas principais fontes de apoio financeiro. A escola tornou-se um departamento do governo imperial russo, e sua importância diminuiu. Em 1817, a Academia Kyiv-Mohyla foi fechada. Em 1991, quando a Ucrânia ganhou sua independência, a academia foi restabelecida como Universidade Nacional da Academia Kyiv-Mohyla. Este livro, publicado em Kiev em 1893, conta a história do monastério e de sua escola.

Kiev com sua mais antiga escola, a Academia

A Academia Kyiv-Mohyla teve sua origem em 1615, quando a aristocrata Galshka Gulevicheva doou terras e dinheiro para a construção da Escola do Monastério da Irmandade em Kiev. Quando o metropolitano de Kiev, Petro Mohyla (por volta de 1597–1647), chegou a Kiev e decidiu abrir uma escola em Kiev-Pechersk Lavra, a Escola do monastério da irmandade pediu que Mohyla não abrisse uma nova escola, mas utilizasse a instituição existente como base para uma nova academia. Mohyla concordou e, em 1632, a Escola do monastério da irmandade tornou-se a base da futura academia. Sob a proteção de Mohyla, o monastério e a escola receberam mais terras e apoio financeiro. A finalidade da Academia Kyiv-Mohyla era dominar as habilidades intelectuais e o ensino da Europa contemporânea e aplicá-los na educação da Ucrânia. Na época, a Igreja Ortodoxa sentia-se ameaçada pelas incursões da ordem dos jesuítas, e Mohyla optou por usar seu adversário mais perigoso como modelo, adotando a estrutura organizacional, os métodos de ensino e o currículo das escolas jesuítas. A academia era aberta a jovens rapazes de todos os níveis sociais, e atraía estudantes e acadêmicos da Ucrânia e de outros países europeus. Ela prosperou ao final do século XVII e viveu sua época de ouro durante o reinado do hetman Ivan Mazepa (1687–1709), quando contava com mais de 2000 alunos. A idade dourada da academia teve um fim abrupto com a derrota de Mazepa em Poltava, em 1709. A proibição que o czar Pedro I estabeleceu sobre publicações e textos religiosos em ucraniano foi um golpe ainda mais duro. A escola foi restabelecida por algum tempo após a morte do czar, mas foi novamente afetada por Catarina, a Grande, cuja abolição do domínio dos hetmans em 1764 e secularização dos monastérios em 1786 privou a academia de suas principais fontes de apoio financeiro. A escola tornou-se um departamento do governo imperial russo, e sua importância diminuiu. Em 1817, a Academia Kyiv-Mohyla foi fechada. Em 1991, quando a Ucrânia ganhou sua independência, a academia foi restabelecida como Universidade Nacional da Academia Kyiv-Mohyla. Este livro, publicado em Kiev em 1856, conta a história da academia. Ele acompanha o desenvolvimento da escola e oferece muitos detalhes sobre tópicos como as atividades diárias dos alunos, códigos de comportamento para professores e estudantes, política de admissão e tradições.

História da Academia de Kiev

A Academia Kyiv-Mohyla teve sua origem em 1615, quando a aristocrata Galshka Gulevicheva doou terras e dinheiro para a construção da Escola do Monastério da Irmandade em Kiev. Quando o metropolitano de Kiev, Petro Mohyla (por volta de 1597–1647), chegou a Kiev e decidiu abrir uma escola em Kiev-Pechersk Lavra, a Escola do monastério da irmandade pediu que Mohyla não abrisse uma nova escola, mas utilizasse a instituição existente como base para uma nova academia. Mohyla concordou e, em 1632, a Escola do monastério da irmandade tornou-se a base da futura academia. Sob a proteção de Mohyla, o monastério e a escola receberam mais terras e apoio financeiro. A finalidade da Academia Kyiv-Mohyla era dominar as habilidades intelectuais e o ensino da Europa contemporânea e aplicá-los na educação da Ucrânia. Na época, a Igreja Ortodoxa sentia-se ameaçada pelas incursões da ordem dos jesuítas, e Mohyla optou por usar seu adversário mais perigoso como modelo, adotando a estrutura organizacional, os métodos de ensino e o currículo das escolas jesuítas. A academia era aberta a jovens rapazes de todos os níveis sociais, e atraía estudantes e acadêmicos da Ucrânia e de outros países europeus. Ela prosperou ao final do século XVII e viveu sua época de ouro durante o reinado do hetman Ivan Mazepa (1687-1709), quando contava com mais de 2000 alunos. A idade dourada da academia teve um fim abrupto com a derrota de Mazepa em Poltava, em 1709. A proibição que o czar Pedro I estabeleceu sobre publicações e textos religiosos em ucraniano foi um golpe ainda mais duro. A escola foi restabelecida por algum tempo após a morte do czar, mas foi novamente afetada por Catarina, a Grande, cuja abolição do domínio dos hetmans em 1764 e secularização dos monastérios em 1786 privou a academia de suas principais fontes de apoio financeiro. A escola tornou-se um departamento do governo imperial russo, e sua importância diminuiu. Em 1817, a Academia Kyiv-Mohyla foi fechada. Em 1991, quando a Ucrânia ganhou sua independência, a academia foi restabelecida como Universidade Nacional da Academia Kyiv-Mohyla. Este livro, publicado em São Petersburgo em 1843, conta a história da academia, escrita pelo ex-aluno o hieromonge Makarii Bulgakov, que posteriormente foi metropolitano de Moscou. A obra oferece detalhes interessantes sobre tópicos como regras de comportamento para estudantes e professores, matérias acadêmicas incluídas no currículo e tradições escolares.

Samarcanda antiga. Madrassa de Ulugh Beg. Vista do nicho (grande) intermediário e de partes das celas em dois andares preservadas

Esta fotografia da fachada do pátio interno da madrassa de Ulugh Beg, em Samarcanda (Uzbequistão), faz parte da seção arqueológica do Álbum do Turquestão. Este levantamento fotográfico em seis volumes foi produzido entre 1871 e 1872 sob o patrocínio do General Konstantin P. von Kaufman, primeiro governador-geral (1867-1882) do Turquestão, nome dado aos territórios da Ásia Central do Império Russo. O álbum dedica atenção especial à arquitetura islâmica de Samarcanda, como monumentos dos séculos XIV e XV do reinado de Timur (Tamerlão) e seus sucessores. No centro de Samarcanda está o conjunto de Registan, composto por três grandes exemplos de madrassa (escola religiosa). A madrassa mais antiga da Praça Registan recebeu o nome do rei astrônomo e neto de Timur, Ulugh Beg (1393?-1449), que a construiu entre 1417 e 1420. Esta imagem mostra o pátio do grande arco iwan de entrada (saguão abobadado, com paredes em três lados, e uma extremidade aberta), destruído por diversos danos estruturais devidos, em parte, a terremotos. Acima do portal central (construído com tijolos), está um painel de faiança com o marcante e complexo padrão de estrela (talvez um reflexo da fascinação de Ulugh Beg pela astronomia). As paredes do nicho do iwan são cobertas por monumentais padrões geométricos com azulejos. Os cantos do nicho têm colunas anexas de cerâmica que se projetam para as ruínas da abóboda em arco. O arco é ladeado por faixas policromadas de cerâmica com complexas figuras decorativas. Em ambos os lados do iwan, há resquícios de uma arcada em dois andares que continha câmaras para os acadêmicos.

Al-Zaura, Nº 422, 28 de fevereiro de 1874

Al-Zaura foi uma criação do wali (governante) do Iraque Midhat Pasha (que reinou entre 1869 e 1872), que era otomano, pró-ocidente e progressista. Ele fundou o jornal quando trouxe consigo de Paris uma prensa tipográfica, a primeira do Iraque, na época de sua transferência para Bagdá em 1869. O nome Al-Zaura foi tirado de um apodo de Bagdá, que significa literalmente dobra ou curva, já que a cidade está localizada em uma grande curva do rio Tigre. O jornal é, provavelmente, a fonte mais importante sobre a história do Iraque durante os últimos 50 anos do Império Otomano, desde a criação do Al-Zaura em 1869 até o domínio de Bagdá pelos britânicos em 1917. O caráter reformista do jornal, especialmente durante o breve reinado de Midhat Pasha, refletia sua visão favorável à modernização do Iraque, como país e como sociedade. Tratava-se de um jornal abrangente, publicado duas vezes por semana, aos sábados e às terças-feiras, que empregava alguns dos maiores escritores e intelectuais iraquianos da época. Com conteúdo em turco otomano e árabe, o jornal abrangia uma ampla gama de assuntos domésticos, incluindo decretos e nomeações oficiais, saúde, educação, crime e tribunais, transporte e comunicação, desenvolvimento urbano, impostos e literatura. Ao todo, o jornal teve 2607 edições, desde a primeira, na terça-feira, 15 de junho de 1869 até a última, na terça-feira, 13 de março de 1917. As edições traziam as datas da Hégira à direita e as datas do calendário Rumi (otomano) à esquerda. Ocasionalmente, ocorrem discrepâncias de datas.
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Antiguidades de Samarcanda. Madrassa de Ulugh Beg. Fachada principal (lado leste). Inscrição no painel do nicho de entrada

Esta fotografia de um detalhe da fachada leste da madrassa de Ulugh Beg, em Samarcanda (Uzbequistão), faz parte da seção arqueológica do Álbum do Turquestão. Este levantamento fotográfico em seis volumes foi produzido entre 1871 e 1872 sob o patrocínio do General Konstantin P. von Kaufman, primeiro governador-geral (1867-1882) do Turquestão, nome dado aos territórios da Ásia Central do Império Russo. O álbum dedica atenção especial à arquitetura islâmica de Samarcanda, como monumentos dos séculos XIV e XV do reinado de Timur (Tamerlão) e seus sucessores. No centro de Samarcanda está o conjunto de Registan, composto por três grandes exemplos de madrassa (escola religiosa). A madrassa mais antiga da Praça Registan recebeu o nome do rei astrônomo e neto de Timur, Ulugh Beg (1393?-1449), que a construiu entre 1417 e 1420. Durante o reinado de Ulugh Beg, matemáticos e astrônomos estavam entre os estudiosos que frequentavam a madrassa, que foi por muito tempo considerada um importante centro educacional islâmico. O fragmento de parede mostrado aqui fica ao lado do portal dentro do nicho do grande arco iwan (saguão abobadado, com paredes em três lados, e uma extremidade aberta), que possuia a entrada para o pátio da madrassa. Apesar dos graves danos à fachada, esse fragmento exibe ornamentação policromada em cerâmica, composta por formas geométricas justapostas em complexos ângulos. Dentro das figuras geométricas, há letras cúficas que formam palavras do Kalima, que é a base da Chahada, ou declaração de fé islâmica.

Antiguidades de Samarcanda. Madrassa de Ulugh Beg. Fachada principal (lado leste). Inscrição acima da entrada para o pátio interno

Esta fotografia de um detalhe da fachada leste da madrassa de Ulugh Beg, em Samarcanda (Uzbequistão), faz parte da seção arqueológica do Álbum do Turquestão. Este levantamento fotográfico em seis volumes foi produzido entre 1871 e 1872 sob o patrocínio do General Konstantin P. von Kaufman, primeiro governador-geral (1867-1882) do Turquestão, nome dado aos territórios da Ásia Central do Império Russo. O álbum dedica atenção especial à arquitetura islâmica de Samarcanda, como monumentos dos séculos XIV e XV do reinado de Timur (Tamerlão) e seus sucessores. No centro de Samarcanda está o conjunto de Registan, composto por três grandes exemplos de madrassa (escola religiosa). A madrassa mais antiga da Praça Registan recebeu o nome do rei estudioso e neto de Timur, Ulugh Beg (1393?-1449), que a construiu entre 1417 e 1420. A madrassa por muito tempo foi considerada um importante centro educacional islâmico. É mostrado aqui um detalhe de cerâmica da parede dentro do nicho do grande arco iwan (saguão abobadado, com paredes em três lados, e uma extremidade aberta), que possuia a entrada da madrassa. Apesar dos grandes danos à fachada, esse fragmento, localizado acima de um dos portais principais, exibe uma rica ornamentação policromada em cerâmica, incluindo trabalho em faiança. Esses ornamentos muitas vezes eram compostos por complexas figuras geométricas, como essa extraordinária e complexa estrela de 12 pontas dentro de uma outra estrela, que parece incluir uma inscrição na borda do círculo contido pela estrela externa. A superfície ao redor revela traços de motivos florais e de gavinha.

Antiguidades de Samarcanda. Madrassa de Ulugh Beg. Fachada principal (lado leste). Partes de inscrições na parede do minarete

Esta fotografia de um minarete na fachada leste da madrassa de Ulugh Beg, em Samarcanda (Uzbequistão), faz parte da seção arqueológica do Álbum do Turquestão. Este levantamento fotográfico em seis volumes foi produzido entre 1871 e 1872 sob o patrocínio do General Konstantin P. von Kaufman, primeiro governador-geral (1867-1882) do Turquestão, nome dado aos territórios da Ásia Central do Império Russo. O álbum dedica atenção especial à arquitetura islâmica de Samarcanda, como monumentos dos séculos XIV e XV do reinado de Timur (Tamerlão) e seus sucessores. No centro de Samarcanda está o conjunto de Registan, composto por três grandes exemplos de madrassa (escola religiosa). A madrassa mais antiga da Praça Registan recebeu o nome do rei astrônomo e neto de Timur, Ulugh Beg (1393?-1449), que a construiu entre 1417 e 1420. Durante o reinado de Ulugh Beg, matemáticos e astrônomos estavam entre os estudiosos que frequentavam a madrassa, que foi por muito tempo considerada um importante centro educacional islâmico. O minarete e a parede fragmentada mostrados aqui se estendem do grande arco iwan (saguão abobadado, com paredes em três lados, e uma extremidade aberta) até o pátio da madrassa. Apesar dos severos danos na fachada, esta imagem exibe ornamentação em cerâmica, com padrões geométricos formados por linhas em interseção. Dentro das figuras geométricas, há letras cúficas que formam palavras do Kalima, que é a base da Chahada, ou declaração de fé islâmica. O posicionamento inclinado dos azulejos cria uma superfície texturizada que enfatiza essas formas monumentais.

Antiguidades de Samarcanda. Madrassa de Tillia Kari. Pátio interno (lado ocidental). Parte de uma fundação de mármore

Esta fotografia do interior da mesquita na madrassa de Tillia Kari, em Samarcanda (Uzbequistão), faz parte da seção arqueológica do Álbum do Turquestão. Este levantamento fotográfico em seis volumes foi produzido entre 1871 e 1872 sob o patrocínio do General Konstantin P. von Kaufman, primeiro governador-geral (1867-1882) do Turquestão, nome dado aos territórios da Ásia Central do Império Russo. O álbum dedica atenção especial à arquitetura islâmica de Samarcanda, como monumentos dos séculos XIV e XV do reinado de Timur (Tamerlão) e seus sucessores. No centro de Samarcanda está o conjunto de Registan, composto por três grandes exemplos de madrassa (escola religiosa). O terceiro componente de Registan, a madrassa de Tillia Kari, foi construída entre 1646 e 1660 no local de um antigo caravançará. Esta imagem, não muito clara devido à limitada iluminação interior, mostra o canto inferior ao lado dos degraus que levam ao minbar, ou púlpito (à direita, não visível na fotografia). A rica ornamentação mostrada aqui inclui trabalho em cerâmica e mármore esculpido. A coluna anexa repousa sobre uma base de mármore e exibe um padrão arrojado de linhas em interseção. Os painéis em cerâmica, pouco visíveis, mostram complexos padrões geométricos e botânicos. As linhas projetadas da cornija de mármore no topo da fotografia têm uma denteação em forma de "estalactite", assim como o fragmento do pedestal no canto inferior direito.

Antiguidades de Samarcanda. Madrassa de Tillia Kari. Pátio interno (lado ocidental). Entrada da mesquita congregacional (mesquita de sexta-feira)

Esta fotografia da mesquita da madrassa de Tillia Kari, em Samarcanda (Uzbequistão), faz parte da seção arqueológica do Álbum do Turquestão. Este levantamento fotográfico em seis volumes foi produzido entre 1871 e 1872 sob o patrocínio do General Konstantin P. von Kaufman, primeiro governador-geral (1867-1882) do Turquestão, nome dado aos territórios da Ásia Central do Império Russo. O álbum dedica atenção especial à arquitetura islâmica de Samarcanda, como monumentos dos séculos XIV e XV do reinado de Timur (Tamerlão) e seus sucessores. No centro de Samarcanda está o conjunto de Registan, composto por três grandes exemplos de madrassa (escola religiosa). O terceiro componente de Registan, a madrassa de Tillia Kari, foi construída entre 1646 e 1660 no local de um antigo caravançará. Esta imagem mostra a fachada e o iwan (saguão abobadado, com paredes em três lados, e uma extremidade aberta) de entrada da mesquita, na parede oeste. Apesar dos significativos danos, a fachada tem uma rica decoração em cerâmica, incluindo colunas anexas nas laterais e nos cantos internos, bem como painéis de azulejos de majólica em complexos padrões geométricos e botânicos. A fachada também exibe padrões ornamentais compostos por letras cúficas que formam palavras do Kalima, que é a base da Chahada, ou declaração de fé islâmica. Acima do portal, há uma faixa de inscrição em escrita cursiva. Parcialmente visível no topo desta imagem, está o cilindro que serve como base à cúpula.