Contos Infantis, Tradições e Histórias dos Zulus em Suas Próprias Palavras: Com uma Tradução para o Inglês e Notas Pelo Rev. Canon Callaway. Volume 1

Contos Infantis, Tradições e Histórias dos Zulus em Suas Próprias Palavras é uma compilação da literatura Zulu recolhidas pelo reverendo Henry Callaway (1817-1890) na região de Natal da África do Sul no final dos anos 1850 e 1860. Callaway deixou o Reino Unido em 1856 para se tornar um missionário da Igreja da Inglaterra. Em 1858 ele se instalou perto do rio Umkomanzi em Natal e começou a estudar a língua zulu, crenças religiosas e tradições orais. Assim que passou a dominar o idioma, Callaway escreveu os contos ditados a ele por contadores de histórias nativos. As traduções para o inglês das histórias aparecem em seções paralelas ao lado do texto original Zulu. Callaway estava extremamente determinado a relatar o mais fielmente possível as particularidades da língua e da literatura Zulu, exatamente como haviam sido antes de qualquer exposição a influências europeias, mas ele também ficou impressionado com as "relações inesperadas" entre os contos e lendas Zulu e as correspondentes em outros povos. Essas relações, ele escreveu no prefácio da obra, “forçará cada vez mais sobre nós a grande verdade, que o homem pensou igual em todo lugar, porque em todo lugar, em cada país e clima, em cada tonalidade de pele, em cada das diferentes condições sociais e intelectuais, ele ainda é homem..., o mesmo em suas qualidades mentais, tendências, emoções, paixões. "

Escritores Holandeses da África do Sul Um Estudo Histórico-Cultural, Parte I

Hollandse skrywers uit Suid-Afrika: 'n kultuur-historiese studie. Deel I (Escritores holandeses da África do Sul: um estudo histórico-cultural, parte I) é uma compilação dos trabalhos de autores de origem holandesa que viveram na África do Sul entre 1652 e 1875. O livro, publicado em 1934, traça o desenvolvimento da língua africâner, começando com o transplante da cultura holandesa na África do Sul. Os tópicos abordados incluem a influência de outros países europeus, especialmente França, no desenvolvimento do africâner, e a vazão de importantes diaristas, romancistas e jornalistas. Entre os autores cujas obras estão incluídas estão Jan van Riebeeck, Pieter de Neyn, Jacob Wikar, H.D. Campagne, M.C. Vos, e Louis Trichardt. O volume inclui uma introdução abrangente pela editora, a estudiosa literária Elizabeth Johanna Möller Conrado (1903–39). A continuação deste trabalho, Hollandse skrywers uit Suid-Afrika: 'n kultuur-historiese studie. Deel II (Escritores holandeses da África do Sul: um estudo histórico-cultural, parte II), abrangendo o período 1875-1905, foi publicado em 1949.

Esboços Representando as Tribos Nativas, os Animais e a Paisagem da África do Sul: Dos Desenhos do Falecido Sr. Samuel Daniell

Samuel Daniell (1775-1811) foi um pintor e desenhista inglês, que chegou na África do Sul em dezembro de 1799. Ele foi nomeado secretário e artista da expedição de 1801-2, do Cabo da Boa Esperança a Bechuanalândia liderada por P.J. Truter e William Somerville. Em seu retorno à Inglaterra, Daniell publicou, com a ajuda de seu tio, o pintor Thomas Daniell, e de seu irmão, o pintor e gravador William Daniell, Cenário e Animais Africanos (1804-05). Ele mais tarde mudou-se para o Ceilão (atual Sri Lanka), onde fez esboços de paisagens e de pessoas e, enfim, morreu de febre tropical. Após a morte de seu irmão, William publicou Esboços Representando Tribos Indígenas, Animais e a Paisagem do Sul da África , uma coleção de 48 gravuras baseadas em desenhos que Samuel tinha feito na África. Os textos que acompanham as ilustrações são de Somerville e Sir John Barrow, um geógrafo e explorador britânico que também participou das primeiras expedições britânicas na África do Sul. Samuel Daniell esboçou animais em seu habitat natural, e seu trabalho foi elogiado por sua precisão e atenção aos detalhes. O livro inclui também os esboços de pessoas encontradas na expedição e várias paisagens vívidas.

O Cavalheiro Escavador: Estudos Existenciais e Retratos da Vida em Joanesburgo

O Cavalheiro Escavador) (título original: The Gentleman digger) é uma obra de ficção passada em Joanesburgo, África do Sul, em 1889. Depois da descoberta de ouro na década de 1880, Joanesburgo tornou-se uma próspera cidade que atraiu mineradores e garimpeiros de todo o mundo. O livro mostra o rápido crescimento da cidade e a miséria, o brilho, a embriaguez e o crime que caracterizaram o início dos campos de mineração. A autora do livro, a condessa de Bremont (1864-1922), seu nome de nascimanto era Anna Dunphy. Anna nasceu em Cincinnati, Ohio e seus pais eram irlandeses. Aos 17 anos, ela casou-se com o conde de Bremont, um médico francês. Viúva em 1882, ela começou uma carreira como jornalista e escritora. Ela trabalhou em Kimberley e Joanesburgo na década de 1880 e nos anos 90 dividiu seu tempo entre Londres e África do Sul. Seus outros livros incluem um volume de sonetos e poemas, um livro de memórias do poeta inglês Oscar Wilde e sua mãe, Lady Wilde, e dois outros livros sobre a África: A margem desigual: Contos das minas de ouro na África (1895) e Filho da África: Um romance (1899).

Bruxelas, Cidade Importante nos Países Baixos, Capital do Ducado de Brabante

Este mapa francês do final do século XVIII  mostra a cidade de Bruxelas, na época uma importante cidade da Holanda espanhola e capital do Ducado de Brabante. O mapa mostra as fronteiras da cidade e o rio Sena. A localização da cidade no rio fez dela um importante centro comercial para os negócios entre a França e os estados germânicos. Em 1695, Bruxelas foi atacada pelo exército de Luís XIV e sofreu grandes perdas. Permaneceu sitiada até que foi capturada pelos franceses em 1746. Bruxelas tornou-se a capital da Bélgica, quando se transformou em país independente em 1830, e em 1958 foi eleita sede da Comunidade Econômica Européia, precursora da atual União Européia.

A notável vida dos animais

Kamal ud-Din al-Damiri (por volta de 1341-1405 d.C., 742-808 AH) foi um alfaiate que se tornou estudioso. Ele nasceu no Cairo e passou a maior parte de sua vida no Egito. Hayat al-Hayawan (A notável vida dos animais) é sua obra mais conhecida. Ela é encontrada em duas versões, referidas como a maior e a menor. Aqui é mostrada a segunda versão. A obra inclui mais de 1.050 entradas sobre animais, organizadas de acordo com o alfabeto árabe. Algumas das entradas são longas, outras são mais curtas ou duplicatas. A entrada mais longa, por exemplo, é a do leão e contém 11 páginas. Outras entradas são formadas apenas por algumas palavras. A duplicação ocorre quando os animais têm nomes sinônimos, ou quando a fêmea ou os jovens de uma determinada espécie são nomeados de forma diferente. Os mamíferos e as aves têm mais destaque na obra. O livro foi uma das obras que o sultão otomano Selim I ordenou a impressão quando ocupou o Egito em 1517 d.C.

A notável vida dos animais, volumes 1 e 2

Kamal ud-Din al-Damiri (por volta de 1341-1405 d.C., 742-808 AH) foi um alfaiate que se tornou estudioso. Ele nasceu no Cairo e passou a maior parte de sua vida no Egito. Hayat al-Hayawan (A notável vida dos animais) é sua obra mais conhecida. Ela é encontrada em duas versões, referidas como a maior e a menor. A obra inclui mais de 1.050 entradas sobre animais, organizadas de acordo com o alfabeto árabe. Algumas das entradas são longas, outras são mais curtas ou duplicatas. A entrada mais longa, por exemplo, é a do leão e contém 11 páginas. Outras entradas são formadas apenas por algumas palavras. A duplicação ocorre quando os animais têm nomes sinônimos, ou quando a fêmea ou os jovens de uma determinada espécie são nomeados de forma diferente. Os mamíferos e as aves têm mais destaque na obra. O livro foi uma das obras que o sultão otomano Selim I ordenou a impressão quando ocupou o Egito em 1517 d.C.

A vida dos animais

Este manuscrito é uma cópia da versão longa de Hayāt al-hayawān (A vida dos animais), de al-Damīrī, uma trabalho enciclopédico que foi amplamente divulgada no mundo islâmico em três versões ou revisões: longa, média e curta. Muhammad ibn Musā ibn Isā Kamāl al-Din Ibn Ilyās ibn Abd-Allāh al-Damīrī (por volta de 1342-1405) foi um alfaiate egípcio que se tornou um estudioso e escritor. Com base em trabalhos anteriores sobre os animais produzidos por Jāhith (780-868), al-Damīrī combinou a tradição literária árabe e persa dos contos de animais com o legado da Grécia e de Roma para oferecer uma apresentação taxonômica abrangente do conhecimento sobre os animais de sua época. Organizado em ordem alfabética pelos nomes dos animais, o trabalho contém mais de 1000 artigos e citações de 807 autores. Inclui várias informações sobre os animais, tais como a etimologia dos nomes, as características físicas e os hábitos, e as tradições islâmicas e os provérbios sobre eles. Há inúmeras edições da obra de al-Damiri em árabe, bem como traduções em persa e em turco-otomano. Ela também foi traduzida para o latim e seu conteúdo foi parcialmente incorporado ao Hierozoïcon sive bipartitum Opus de Animalibus Sacrae Scripturae (Trabalho sobre os animais das escrituras sagradas), publicado em Londres, em 1663. O manuscrito atual foi finalizado em 1459 (863 a.H.), apenas meio século após a morte de al-Damiri. O manuscrito contém duas partes. No último fólio da segunda parte, uma questão jurídica sobre o divórcio é apresentada e respondida de acordo com a escola de direito Shafi.