Oito soldados remando sua canhoneira no rio. China, 1874

Entre 1874 e 1875, o governo russo enviou uma missão de pesquisa e comércio à China para buscar novas rotas terrestres para o mercado chinês, relatar as probabilidades de um aumento no comércio e de locais para consulados e fábricas, além de obter informações sobre a Revolta Dungan que, naquela época, assolava partes da China Ocidental. Liderada pelo tenente-coronel Iulian A. Sosnovskii, do Estado-Maior do Exército, a missão com nove homens incluía um topógrafo, o capitão Matusovskii; um oficial científico, o doutor Pavel Iakovlevich Piasetskii; intérpretes chineses e russos; três soldados cossacos não comissionados e o fotógrafo da missão, Adolf Erazmovich Boiarskii. A missão saiu de São Petersburgo para Xangai através de Ulan Bator (Mongólia), Pequim e Tianjin, e depois seguiu uma rota ao longo do rio Yangtze, ao longo da Rota da Seda através do oásis de Hami, até o lago Zaysan, e de volta à Rússia. Boiarskii tirou cerca de 200 fotos, que compõem uma fonte única para o estudo da China neste período. A maioria das fotos está neste álbum, que depois se tornou parte da Coleção Thereza Christina Maria, montada pelo Imperador Pedro II do Brasil, e doada por ele à Biblioteca Nacional do Brasil.

Família chinesa, incluindo mulheres; uma cena rara, uma vez que famílias confuncianas não permitiam mulheres na companhia de convidados ou fora de suas casas. China, 1874-1875

Entre 1874 e 1875, o governo russo enviou uma missão de pesquisa e comércio à China para buscar novas rotas terrestres para o mercado chinês, relatar as probabilidades de um aumento no comércio e de locais para consulados e fábricas, além de obter informações sobre a Revolta Dungan que, naquela época, assolava partes da China Ocidental. Liderada pelo tenente-coronel Iulian A. Sosnovskii, do Estado-Maior do Exército, a missão com nove homens incluía um topógrafo, o capitão Matusovskii; um oficial científico, o doutor Pavel Iakovlevich Piasetskii; intérpretes chineses e russos; três soldados cossacos não comissionados e o fotógrafo da missão, Adolf Erazmovich Boiarskii. A missão saiu de São Petersburgo para Xangai através de Ulan Bator (Mongólia), Pequim e Tianjin, e depois seguiu uma rota ao longo do rio Yangtze, ao longo da Rota da Seda através do oásis de Hami, até o lago Zaysan, e de volta à Rússia. Boiarskii tirou cerca de 200 fotos, que compõem uma fonte única para o estudo da China neste período. A maioria das fotos está neste álbum, que depois se tornou parte da Coleção Thereza Christina Maria, montada pelo Imperador Pedro II do Brasil, e doada por ele à Biblioteca Nacional do Brasil.

Família à mesa, acompanhada por músicos. China, 1874-1875

Entre 1874 e 1875, o governo russo enviou uma missão de pesquisa e comércio à China para buscar novas rotas terrestres para o mercado chinês, relatar as probabilidades de um aumento no comércio e de locais para consulados e fábricas, além de obter informações sobre a Revolta Dungan que, naquela época, assolava partes da China Ocidental. Liderada pelo tenente-coronel Iulian A. Sosnovskii, do Estado-Maior do Exército, a missão com nove homens incluía um topógrafo, o capitão Matusovskii; um oficial científico, o doutor Pavel Iakovlevich Piasetskii; intérpretes chineses e russos; três soldados cossacos não comissionados e o fotógrafo da missão, Adolf Erazmovich Boiarskii. A missão saiu de São Petersburgo para Xangai através de Ulan Bator (Mongólia), Pequim e Tianjin, e depois seguiu uma rota ao longo do rio Yangtze, ao longo da Rota da Seda através do oásis de Hami, até o lago Zaysan, e de volta à Rússia. Boiarskii tirou cerca de 200 fotos, que compõem uma fonte única para o estudo da China neste período. A maioria das fotos está neste álbum, que depois se tornou parte da Coleção Thereza Christina Maria, montada pelo Imperador Pedro II do Brasil, e doada por ele à Biblioteca Nacional do Brasil.

Pés femininos depois do tradicional enfaixamento dos pés. Xangai, China, 1874

Entre 1874 e 1875, o governo russo enviou uma missão de pesquisa e comércio à China para buscar novas rotas terrestres para o mercado chinês, relatar as probabilidades de um aumento no comércio e de locais para consulados e fábricas, além de obter informações sobre a Revolta Dungan que, naquela época, assolava partes da China Ocidental. Liderada pelo tenente-coronel Iulian A. Sosnovskii, do Estado-Maior do Exército, a missão com nove homens incluía um topógrafo, o capitão Matusovskii; um oficial científico, o doutor Pavel Iakovlevich Piasetskii; intérpretes chineses e russos; três soldados cossacos não comissionados e o fotógrafo da missão, Adolf Erazmovich Boiarskii. A missão saiu de São Petersburgo para Xangai através de Ulan Bator (Mongólia), Pequim e Tianjin, e depois seguiu uma rota ao longo do rio Yangtze, ao longo da Rota da Seda através do oásis de Hami, até o lago Zaysan, e de volta à Rússia. Boiarskii tirou cerca de 200 fotos, que compõem uma fonte única para o estudo da China neste período. A maioria das fotos está neste álbum, que depois se tornou parte da Coleção Thereza Christina Maria, montada pelo Imperador Pedro II do Brasil, e doada por ele à Biblioteca Nacional do Brasil.

Retrato de Hankou Daotai, oficial chinês, usando uniforme oficial de inverno com emblema de ofício bordado em seu peito e miçangas da corte. Hankou, Província de Hubei, China, 1874

Entre 1874 e 1875, o governo russo enviou uma missão de pesquisa e comércio à China para buscar novas rotas terrestres para o mercado chinês, relatar as probabilidades de um aumento no comércio e de locais para consulados e fábricas, além de obter informações sobre a Revolta Dungan que, naquela época, assolava partes da China Ocidental. Liderada pelo tenente-coronel Iulian A. Sosnovskii, do Estado-Maior do Exército, a missão com nove homens incluía um topógrafo, o capitão Matusovskii; um oficial científico, o doutor Pavel Iakovlevich Piasetskii; intérpretes chineses e russos; três soldados cossacos não comissionados e o fotógrafo da missão, Adolf Erazmovich Boiarskii. A missão saiu de São Petersburgo para Xangai através de Ulan Bator (Mongólia), Pequim e Tianjin, e depois seguiu uma rota ao longo do rio Yangtze, ao longo da Rota da Seda através do oásis de Hami, até o lago Zaysan, e de volta à Rússia. Boiarskii tirou cerca de 200 fotos, que compõem uma fonte única para o estudo da China neste período. A maioria das fotos está neste álbum, que depois se tornou parte da Coleção Thereza Christina Maria, montada pelo Imperador Pedro II do Brasil, e doada por ele à Biblioteca Nacional do Brasil.

Retrato de um cavalheiro em túnica trançada simples de seda e touca de seda. Província de Hubei, China, 1874

Entre 1874 e 1875, o governo russo enviou uma missão de pesquisa e comércio à China para buscar novas rotas terrestres para o mercado chinês, relatar as probabilidades de um aumento no comércio e de locais para consulados e fábricas, além de obter informações sobre a Revolta Dungan que, naquela época, assolava partes da China Ocidental. Liderada pelo tenente-coronel Iulian A. Sosnovskii, do Estado-Maior do Exército, a missão com nove homens incluía um topógrafo, o capitão Matusovskii; um oficial científico, o doutor Pavel Iakovlevich Piasetskii; intérpretes chineses e russos; três soldados cossacos não comissionados e o fotógrafo da missão, Adolf Erazmovich Boiarskii. A missão saiu de São Petersburgo para Xangai através de Ulan Bator (Mongólia), Pequim e Tianjin, e depois seguiu uma rota ao longo do rio Yangtze, ao longo da Rota da Seda através do oásis de Hami, até o lago Zaysan, e de volta à Rússia. Boiarskii tirou cerca de 200 fotos, que compõem uma fonte única para o estudo da China neste período. A maioria das fotos está neste álbum, que depois se tornou parte da Coleção Thereza Christina Maria, montada pelo Imperador Pedro II do Brasil, e doada por ele à Biblioteca Nacional do Brasil.

Quartéis das tropas chinesas. Gansu, China, 1875

Entre 1874 e 1875, o governo russo enviou uma missão de pesquisa e comércio à China para buscar novas rotas terrestres para o mercado chinês, relatar as probabilidades de um aumento no comércio e de locais para consulados e fábricas, além de obter informações sobre a Revolta Dungan que, naquela época, assolava partes da China Ocidental. Liderada pelo tenente-coronel Iulian A. Sosnovskii, do Estado-Maior do Exército, a missão com nove homens incluía um topógrafo, o capitão Matusovskii; um oficial científico, o doutor Pavel Iakovlevich Piasetskii; intérpretes chineses e russos; três soldados cossacos não comissionados e o fotógrafo da missão, Adolf Erazmovich Boiarskii. A missão saiu de São Petersburgo para Xangai através de Ulan Bator (Mongólia), Pequim e Tianjin, e depois seguiu uma rota ao longo do rio Yangtze, ao longo da Rota da Seda através do oásis de Hami, até o lago Zaysan, e de volta à Rússia. Boiarskii tirou cerca de 200 fotos, que compõem uma fonte única para o estudo da China neste período. A maioria das fotos está neste álbum, que depois se tornou parte da Coleção Thereza Christina Maria, montada pelo Imperador Pedro II do Brasil, e doada por ele à Biblioteca Nacional do Brasil.

Tropas transportando bandeiras em formação militar, precedidas por quatro canhões. Província de Gansu, China, 1875

Entre 1874 e 1875, o governo russo enviou uma missão de pesquisa e comércio à China para buscar novas rotas terrestres para o mercado chinês, relatar as probabilidades de um aumento no comércio e de locais para consulados e fábricas, além de obter informações sobre a Revolta Dungan que, naquela época, assolava partes da China Ocidental. Liderada pelo tenente-coronel Iulian A. Sosnovskii, do Estado-Maior do Exército, a missão com nove homens incluía um topógrafo, o capitão Matusovskii; um oficial científico, o doutor Pavel Iakovlevich Piasetskii; intérpretes chineses e russos; três soldados cossacos não comissionados e o fotógrafo da missão, Adolf Erazmovich Boiarskii. A missão saiu de São Petersburgo para Xangai através de Ulan Bator (Mongólia), Pequim e Tianjin, e depois seguiu uma rota ao longo do rio Yangtze, ao longo da Rota da Seda através do oásis de Hami, até o lago Zaysan, e de volta à Rússia. Boiarskii tirou cerca de 200 fotos, que compõem uma fonte única para o estudo da China neste período. A maioria das fotos está neste álbum, que depois se tornou parte da Coleção Thereza Christina Maria, montada pelo Imperador Pedro II do Brasil, e doada por ele à Biblioteca Nacional do Brasil.

Oficial militar chinês com uniforme oficial e chapéu de palha de verão. China, 1874-1875

Entre 1874 e 1875, o governo russo enviou uma missão de pesquisa e comércio à China para buscar novas rotas terrestres para o mercado chinês, relatar as probabilidades de um aumento no comércio e de locais para consulados e fábricas, além de obter informações sobre a Revolta Dungan que, naquela época, assolava partes da China Ocidental. Liderada pelo tenente-coronel Iulian A. Sosnovskii, do Estado-Maior do Exército, a missão com nove homens incluía um topógrafo, o capitão Matusovskii; um oficial científico, o doutor Pavel Iakovlevich Piasetskii; intérpretes chineses e russos; três soldados cossacos não comissionados e o fotógrafo da missão, Adolf Erazmovich Boiarskii. A missão saiu de São Petersburgo para Xangai através de Ulan Bator (Mongólia), Pequim e Tianjin, e depois seguiu uma rota ao longo do rio Yangtze, ao longo da Rota da Seda através do oásis de Hami, até o lago Zaysan, e de volta à Rússia. Boiarskii tirou cerca de 200 fotos, que compõem uma fonte única para o estudo da China neste período. A maioria das fotos está neste álbum, que depois se tornou parte da Coleção Thereza Christina Maria, montada pelo Imperador Pedro II do Brasil, e doada por ele à Biblioteca Nacional do Brasil.

Governador militar da vila de Hami, Xinjiang, 1875

Entre 1874 e 1875, o governo russo enviou uma missão de pesquisa e comércio à China para buscar novas rotas terrestres para o mercado chinês, relatar as probabilidades de um aumento no comércio e de locais para consulados e fábricas, além de obter informações sobre a Revolta Dungan que, naquela época, assolava partes da China Ocidental. Liderada pelo tenente-coronel Iulian A. Sosnovskii, do Estado-Maior do Exército, a missão com nove homens incluía um topógrafo, o capitão Matusovskii; um oficial científico, o doutor Pavel Iakovlevich Piasetskii; intérpretes chineses e russos; três soldados cossacos não comissionados e o fotógrafo da missão, Adolf Erazmovich Boiarskii. A missão saiu de São Petersburgo para Xangai através de Ulan Bator (Mongólia), Pequim e Tianjin, e depois seguiu uma rota ao longo do rio Yangtze, ao longo da Rota da Seda através do oásis de Hami, até o lago Zaysan, e de volta à Rússia. Boiarskii tirou cerca de 200 fotos, que compõem uma fonte única para o estudo da China neste período. A maioria das fotos está neste álbum, que depois se tornou parte da Coleção Thereza Christina Maria, montada pelo Imperador Pedro II do Brasil, e doada por ele à Biblioteca Nacional do Brasil.