2 de maio de 2012

Souk el Hout Square (Praça do Peixe)

Esta fotografia, pela Associação Tetuã-Asmir, mostra a praça Souk el Hout (Praça do Peixe), uma das praças públicas mais charmosas na Medina de Tetouan, no Marrocos. Montanhistas de tribos vizinhas vêm até a praça para apresentar seus coloridos produtos de lã tecidos à mão. Esta praça foi construída do lado de fora dos muros da cidade. Ali Al-Mandari, o fundador da cidade, construiu o muro com as suas torres de tijolo e kasaba (fortaleza) no final do século XV e início do século XVI   Tetouan é chamada de filha de Granada, e a kasaba reflete a arquitetura militar de Granada, a principal cidade da Andaluzia. Localizada no Mar Mediterrâneo, a leste de Tânger, Tetouan serviu por muitos séculos como um importante ponto de contato entre o Marrocos e a cultura árabe da Andaluzia na Península Ibérica. Após a Reconquista-a retomada da Andaluzia pelos cristãos da Espanha-Tetouan foi reconstruída pelos refugiados andaluzos que haviam sido expulsos pelos espanhóis. Em 1997, a Medina de Tetouan passou a fazer parte da lista de locais do Patrimônio Mundial da Unesco  como cidade histórica excepcionalmente bem preservada, exibindo todas as características da alta cultura andaluza.

Vista Panorâmica de Tetuão

Esta fotografia panorâmica de Tetuão, Marrocos, feita pela Associação Tetuão-Asmir mostra a medina de cinco séculos de idade, a cidade espanhola colonial do início do século XX (ou Ensanche) à beira do Monte Dersa, bem como áreas recém-urbanizadas que se alongam por dez quilômetros no sentido leste em direção à umas das mais belas praias do Mediterrâneo. As paredes caiadas da medina, que deu à cidade o título de "A Pomba Branca", e as montanhas e praias da cidade refletem a combinação de beleza natural e construída pelo homem, pela qual Tetuão é conhecida. Localizada no Mar Mediterrâneo, a leste de Tânger, Tetuão serviu durante séculos como um importante ponto de contato entre o Marrocos e a cultura árabe da Andaluzia na Península Ibérica. Após a Reconquista – a retomada da Andaluzia pelos cristãos da Espanha-  Tetuão foi reconstruída pelos refugiados andaluzes que haviam sido expulsos pelos espanhóis. Em 1997, a Medina de Tetuão foi inscrita na lista do Patrimônio Histórico Mundial da Unesco, como uma cidade histórica excepcionalmente bem preservada, mostrando todas as características da alta cultura andaluza.

Casa Torres

Esta fotografia, feita pela Junta de Andaluzia, mostra uma casa da prestigiosa família Torres, na medina de Tetuão, Marrocos. Uma das casas particulares mais impressionantes da medina, a casa foi construída durante o final do século XIX  e ínicio do século XX  e é um exemplo de arquitetura andaluza do Tetuão, em seu apogeu. Sua características incluem um pátio, um chafariz na parede com água de nascente natural subterrânea, azulejos típicos do Tetuão (conhecidos como zellij), portas entalhadas em madeira e salas de estar lindamente mobiliadas. Localizada no Mar Mediterrâneo, a leste de Tânger, Tetuão serviu durante séculos como um importante ponto de contato entre o Marrocos e a cultura árabe da Andaluzia na Península Ibérica. Após a Reconquista – a retomada da Andaluzia pelos cristãos da Espanha-  Tetuão foi reconstruída pelos refugiados andaluzes que haviam sido expulsos pelos espanhóis. Em 1997, a Medina de Tetuão foi inscrita na lista do Patrimônio Histórico Mundial da Unesco, como uma cidade histórica excepcionalmente bem preservada, mostrando todas as características da alta cultura andaluza.

Bab el Okla

Esta fotografia, feita pela Associação Tetuão-Asmir, mostra Bab el Okla, um dos sete portais históricos do Tetuão, no Marrocos. Bab el Okla é mais recente que os demais portões da cidade, e está entre os mais ativos. É composta por um portão principal e uma entrada lateral secundária. A fonte, logo no interior do portal, se destaca pelos seus azulejos típicos de Tetuão e pelas inscrições do século XVIII de versos elogiando o governante da cidade, Omar Luqash. Localizada no Mar Mediterrâneo, a leste de Tânger, Tetuão serviu durante séculos como um importante ponto de contato entre o Marrocos e a cultura árabe da Andaluzia na Península Ibérica. Após a Reconquista – a retomada da Andaluzia pelos cristãos da Espanha - Tetuão foi reconstruída pelos refugiados andaluzes que haviam sido expulsos pelos espanhóis. Em 1997, a medina de Tetuão foi inscrita na lista do Patrimônio Histórico Mundial da Unesco, como uma cidade histórica excepcionalmente bem preservada, mostrando todas as características da alta cultura andaluza.

Minarete de Jamaa el Kebir (a Grande Mesquita) de Tetouan

Esta fotografia, feita pela Junta de Andaluzia, mostra a Grande Mesquita de Tetuão, no Marrocos, a maior mesquita na medina de Tetuão e um dos monumentos históricos mais bonitos da cidade. A Grande Mesquita foi construída no início do século XIX perto do velho bairro judeu da cidade, que foi removido para o seu presente local, na outra extremidade da medina. Um bairro inteiro do século XIX, ostentando o nome da mesquita, desenvolveu-se ao redor da mesma. O minarete da mesquita foi construído como o ponto mais alto da medina, e pode ser visto de longe. A decoração do minarete é um bom exemplo do desenvolvimento contínuo da arquitetura andaluza no Marrocos durante um período de muitos séculos. Localizada no Mar Mediterrâneo, a leste de Tânger, Tetuão serviu durante séculos como um importante ponto de contato entre o Marrocos e a cultura árabe da Andaluzia na Península Ibérica. Após a Reconquista – a retomada da Andaluzia pelos cristãos da Espanha - Tetuão foi reconstruída pelos refugiados andaluzos que haviam sido expulsos pelos espanhóis. Em 1997, a Medina de Tetuão foi inscrita na lista do Patrimônio Histórico Mundial da Unesco, como uma cidade histórica excepcionalmente bem preservada, mostrando todas as características da alta cultura andaluza.

3 de maio de 2012

Constituição da República do Togo, 5 de Maio de 1963

Togo (oficialmente conhecida como a República Togolesa) se tornou num protetorado Alemão em 1884 e numa colônia alemã em 1905. Após a Primeira Guerra Mundial I, ele se tornou em protetorado Francês sob mandato da Liga das Nações. O país ganhou sua independência da França em 1960 sob a liderança de Sylvanus Olympio (1902-63), um líder empresarial que estudou na London School of Economics e foi contratado pela United Africa Company. Olympio foi assassinado em 13 de Janeiro de 1963, no que é considerado o primeiro golpe de Estado da era pós-colonial na África. Este documento é a Constituição da República Togolesa, adotada pelo novo governo em 5 de Maio de 1963. Esta constituição foi substituída por uma nova em 1980, e por mais uma constituição mais democrática em 1992.