Ferrovia Minas e Rio, Brasil: Mata Atlântica

A Coleção Thereza Christina Maria é composta por 21.742 fotografias, reunidas pelo Imperador Pedro II ao longo de sua vida e por ele doadas à Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção abrange uma grande variedade de assuntos. Documenta as conquistas do Brasil e do povo brasileiro no século XIX, e também inclui muitas fotografias da Europa, África e da América do Norte. . A Mata Atlântica estende-se ao longo da costa atlântica brasileira, do Rio Grande do Sul até Minas Gerais. Isolada de outras florestas tropicais, a área ostenta uma biodiversidade notável, embora atualmente exista menos que 10% da sua área original. A floresta foi fotografada no final do século XIX por Marc Ferrez (1843-1923), um artista brasileiro de origem francesa, que documentou o desenvolvimento do Brasil como nação. No final da década de 1870, Ferrez trabalhou com a Comissão Brasileira de Geologia e viajou pelo país fotografando suas paisagens. Estas fotografias foram exibidas, mais tarde, nos Estados Unidos e na Europa.

Ferrovia Minas e Rio, Brasil: Serra da Mantiqueira

A Ferrovia Minas e Rio, também conhecida como Ferrovia do Rio Verde, foi inaugurada para tráfego em 14 de julho de 1884, na presença do Imperador Pedro II (1825–1891), de sua filha a Princesa Isabel e seu marido, o Príncipe Gastão de Orléans, Conde d’Eu. O trajeto da linha férrea construída e de propriedade britânica ia de Cruzeiro, interior de São Paulo, cruzando a Serra da Mantiqueira e passando pelas cidades e vilarejos na parte sul do estado de Minas Gerais, até Três Corações. A linha tinha apenas 144 km, mas teve um importante papel ao abrir as regiões de cultivo de café do sudeste do Brasil, contribuindo assim para o crescimento da economia cafeeira. Após a queda da monarquia, em 1889, a ferrovia enfrentou dificuldades financeiras e, em 1901, passou a ser administrada pelo governo federal. Atualmente, a ferrovia faz parte da principal companhia brasileira, a Rede Ferroviária Federal S.A., sendo usada para o transporte de carga e por alguns trens a vapor em passeios turísticos entre Soledade e São Lourenço, em Minas Gerais. Marc Ferrez (1843–1923), artista brasileiro de ascendência francesa que documentou o desenvolvimento do Brasil como nação, fotografou A Rodovia Minas e Rio no início dos anos 1880. A imagem aqui mostrada é uma das 37 fotografias de Ferrez pertencentes a um álbum que faz parte da coleção Thereza Christina Maria na Biblioteca Nacional, Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo Imperador Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção abrange uma grande variedade de assuntos. Documenta as conquistas do Brasil e do povo brasileiro no século XIX, e também inclui muitas fotografias da Europa, África e da América do Norte. .

Ferrovia Minas e Rio, Brasil: Vista Parcial da Serra da Mantiqueira

A Ferrovia Minas e Rio, também conhecida como Ferrovia do Rio Verde, foi inaugurada para tráfego em 14 de julho de 1884, na presença do Imperador Pedro II (1825–1891), de sua filha a Princesa Isabel e seu marido, o Príncipe Gastão de Orléans, Conde d’Eu. O trajeto da linha férrea construída e de propriedade britânica ia de Cruzeiro, interior de São Paulo, cruzando a Serra da Mantiqueira e passando pelas cidades e vilarejos na parte sul do estado de Minas Gerais, até Três Corações. A linha tinha apenas 144 km, mas teve um importante papel ao abrir as regiões de cultivo de café do sudeste do Brasil, contribuindo assim para o crescimento da economia cafeeira. Após a queda da monarquia, em 1889, a ferrovia enfrentou dificuldades financeiras e, em 1901, passou a ser administrada pelo governo federal. Atualmente, a ferrovia faz parte da principal companhia brasileira, a Rede Ferroviária Federal S.A., sendo usada para o transporte de carga e por alguns trens a vapor em passeios turísticos entre Soledade e São Lourenço, em Minas Gerais. Marc Ferrez (1843–1923), artista brasileiro de ascendência francesa que documentou o desenvolvimento do Brasil como nação, fotografou A Rodovia Minas e Rio no início dos anos 1880. A imagem aqui mostrada é uma das 37 fotografias de Ferrez pertencentes a um álbum que faz parte da coleção Thereza Christina Maria na Biblioteca Nacional, Brasil. A coleção é composta por 21.742 fotografias reunidas pelo Imperador Pedro II ao longo de sua vida, e doadas por ele à Biblioteca Nacional. A coleção abrange uma grande variedade de assuntos. Documenta as conquistas do Brasil e do povo brasileiro no século XIX, e também inclui muitas fotografias da Europa, África e da América do Norte. .