2 de outubro de 2012

Mapa de Novos Países Baixos, Virgínia e Nova Inglaterra

Joan Vinckeboons (1617-1670) foi um cartógrafo e gravador holandês nascido em uma família de artistas de origem flamenga. Ele foi empregado pela Companhia Holandesa das Índias Ocidentais e por mais de 30 anos produziu mapas para utilização pela marinha mercantil e militar holandesa. Ele foi parceiro de negócios de Joan Blaeu, um dos mais importantes editores de mapas e atlas até então. Vinckeboons desenhou uma série de 200 mapas manuscritos que foram usados na produção de atlas, incluindo o Atlas Maior de Blaeu. Este mapa em bico de pena e aquarela de cerca de 1639 mostra a costa nordeste dos Estados Unidos desde a Nova Inglaterra até Virginia, incluindo as características costeiras e outras entidades geográficas. A colônia dos Novos Países Baixos foi estabelecida pelos holandeses em 1621, e ao longo do tempo foi cada vez mais ameaçada por grandes colônias britânicas ao norte e ao sul. Os britânicos tomaram a região dos Novos Países Baixos em 1664, terminando a presença colonial holandesa na América do Norte. Os assentamentos e fortes britânicos e holandeses estão mostrados no mapa, juntamente com os nomes de tribos indígenas. O mapa já fez parte de um atlas manuscrito que pertencia à empresa holandesa de Gerard van Keulen Hulst, que publicou atlas marítimos e manuais de navegação por mais de dois séculos. Com o fim da empresa, o atlas foi adquirido e fragmentado pelo revendedor de livros de Amsterdã Frederik Muller, que em 1887 vendeu 13 mapas do atlas atribuídos a Vinckeboons ao colecionador e bibliógrafo Henry Harrisse. Este mapa é parte da Coleção Henry Harrisse da Biblioteca do Congresso.

O Rio Norte na região dos Novos Países Baixos

Joan Vinckeboons (1617-1670) foi um cartógrafo e gravador holandês nascido em uma família de artistas de origem flamenga. Ele foi empregado pela Companhia Holandesa das Índias Ocidentais e por mais de 30 anos produziu mapas para utilização pela marinha mercantil e militar holandesa. Ele foi parceiro de negócios de Joan Blaeu, um dos mais importantes editores de mapas e atlas até então. Vinckeboons desenhou uma série de 200 mapas manuscritos que foram usados na produção de atlas, incluindo o Atlas Maior de Blaeu. Este mapa em bico de pena e aquarela de cerca de 1639 mostra o Rio Hudson, ou Norte, como era chamado pelos holandeses, desde Manhattan até a atual Albany, Nova York. A região fazia parte da colônia dos Novos Países Baixos que foi criada pelos holandeses em 1621 e governada por eles, até que foi tomada pelos britânicos em 1664. em 1664. Os nomes de lugares e nomes das tribos nativas americanas, como a dos Moicanos, estão presentes no mapa. O relevo é mostrado pictoricamente e as profundidades são mostradas por sondas. O mapa já fez parte de um atlas manuscrito que pertencia à empresa holandesa de Gerard van Keulen Hulst, que publicou atlas marítimos e manuais de navegação por mais de dois séculos. Com o fim da empresa, o atlas foi adquirido e fragmentado pelo revendedor de livros de Amsterdã Frederik Muller, que em 1887 vendeu 13 mapas do atlas atribuídos a Vinckeboons ao colecionador e bibliógrafo Henry Harrisse. Este mapa é parte da Coleção Henry Harrisse da Biblioteca do Congresso.

Mapa do Rio Sul, em Novos Países Baixos

Joan Vinckeboons (1617-1670) foi um cartógrafo e gravador holandês nascido em uma família de artistas de origem flamenga. Ele foi empregado pela Companhia Holandesa das Índias Ocidentais e por mais de 30 anos produziu mapas para utilização pela marinha mercantil e militar holandesa. Ele foi parceiro de negócios de Joan Blaeu, um dos mais importantes editores de mapas e atlas até então. Vinckeboons desenhou uma série de 200 mapas manuscritos que foram usados na produção de atlas, incluindo o Atlas Maior de Blaeu. Este mapa em bico de pena e aquarela de cerca de 1639 mostra o Rio Sul (Delaware), baía de Delaware e as costas adjacentes. Esta região fazia parte da colônia da Novos Países Baixos, que foi criada pelos holandeses em 1621 e governada por eles, até que foi tomada pelos britânicos em 1664. O mapa mostra assentamentos e características geográficas, com as profundidades de água mostradas por sondagens. O texto do lado esquerdo do mapa contém uma descrição das tribos nativas americanas que viviam na região. O mapa já fez parte de um atlas manuscrito que pertencia à empresa holandesa de Gerard van Keulen Hulst, que publicou atlas marítimos e manuais de navegação por mais de dois séculos. Com o fim da empresa, o atlas foi adquirido e fragmentado pelo revendedor de livros de Amsterdã Frederik Muller, que em 1887 vendeu 13 mapas do atlas atribuídos a Vinckeboons ao colecionador e bibliógrafo Henry Harrisse. Este mapa é parte da Coleção Henry Harrisse da Biblioteca do Congresso.

Mapa da Península da Flórida

Joan Vinckeboons (1617-1670) foi um cartógrafo e gravador holandês nascido em uma família de artistas de origem flamenga. Ele foi empregado pela Companhia Holandesa das Índias Ocidentais e por mais de 30 anos produziu mapas para utilização pela marinha mercantil e militar holandesa. Ele foi parceiro de negócios de Joan Blaeu, um dos mais importantes editores de mapas e atlas até então. Vinckeboons desenhou uma série de 200 mapas manuscritos que foram usados na produção de atlas, incluindo o Atlas Maior de Blaeu. Este mapa de cerca de 1639 da península da Flórida, chamada de "Cabo De La Florida", mostra o Atlântico e o Golfo do México, características costeiras, perigos para a navegação, linhas de rumo e uma representação pictórica de palmeiras ao longo da costa do Atlântico, perto de Santo Agostinho. São mostrados no mapa as Ilhas adjacentes e as profundidades de água através de sondagens. Quase todos os nomes geográficos estão em espanhol. Três escalas mostram as distâncias em léguas holandesas, espanholas e inglesas. O mapa já fez parte de um atlas manuscrito que pertencia à empresa holandesa de Gerard van Keulen Hulst, que publicou atlas marítimos e manuais de navegação por mais de dois séculos. Com o fim da empresa, o atlas foi adquirido e fragmentado pelo revendedor de livros de Amsterdã Frederik Muller, que em 1887 vendeu 13 mapas do atlas atribuídos a Vinckeboons ao colecionador e bibliógrafo Henry Harrisse. Este mapa é parte da Coleção Henry Harrisse da Biblioteca do Congresso.

4 de outubro de 2012

Variações da Bússola para o Ano de 1925

Lê-se na anotação deste mapa, "Usado para traçar a rota para o voo de San Diego a St. Louis, a Nova York e a Paris, 1927" e é assinado por C.A. Lindbergh. O mapa tem o carimbo oficial: “CORRIGIDO MEDIANTE AVISO AOS NAVEGANTES NÚMERO 25 DE JUNHO DE 1926 PELO ESCRITÓRIO HIDROGRÁFICO DO DEPARTAMENTO DA MARINHA". Charles Lindbergh (1902-74) foi o aviador americano que fez o primeiro voo solo sem escalas através do Oceano Atlântico, em 21-22 de maio de 1927. Em virtude de Lindbergh ter acreditado no método de navegação estimada, este mapa teria sido útil na determinação da declinação magnética (diferença angular entre o norte magnético e o norte verdadeiro).

Carta Náutica do Grande Círculo do Oceano Atlântico Norte

Charles Lindbergh (1902-74) foi o aviador americano que fez o primeiro voo solo sem escalas através do Oceano Atlântico em 21-22 de Maio de 1927. Esta é a carta náutica com a projeção gnomônica a qual ele se refere como a "pepita de ouro" encontrada por ele em uma loja em San Pedro, Califórnia, durante a preparação para seu voo transatlântico. Foi esta carta que permitiu a Lindbergh determinar com rapidez e precisão as latitudes e longitudes do grande círculo, como planejado em seu percurso. Lê-se na anotação do mapa, "Usada para traçar o Percurso do Grande Círculo para o voo de Nova York a Paris. San Diego, Califórnia 1927. C.A.L." Em seu livro de 1953, O espírito de St. Louis, Lindbergh descreveu a forma como utilizou o mapa: "Meus problemas de navegação começaram a ser esclarecidos. Encontrei, impressa nas cartas que comprei, amplas instruções para traçar meu percurso no grande-círculo. Com os instrumentos emprestados por Hall, desenhei uma linha reta entre Nova York e Paris na projeção gnomônica. Em seguida, transferi pontos daquela linha, a intervalos de cem milhas, para a projeção de Mercador, e conectei esses pontos a linhas retas. Em cada ponto, marquei a distância entre Nova York e o curso magnético para a próxima alteração no ângulo."