Variações da Bússola para o Ano de 1925

Lê-se na anotação deste mapa, "Usado para traçar a rota para o voo de San Diego a St. Louis, a Nova York e a Paris, 1927" e é assinado por C.A. Lindbergh. O mapa tem o carimbo oficial: “CORRIGIDO MEDIANTE AVISO AOS NAVEGANTES NÚMERO 25 DE JUNHO DE 1926 PELO ESCRITÓRIO HIDROGRÁFICO DO DEPARTAMENTO DA MARINHA". Charles Lindbergh (1902-74) foi o aviador americano que fez o primeiro voo solo sem escalas através do Oceano Atlântico, em 21-22 de maio de 1927. Em virtude de Lindbergh ter acreditado no método de navegação estimada, este mapa teria sido útil na determinação da declinação magnética (diferença angular entre o norte magnético e o norte verdadeiro).

Carta Náutica do Grande Círculo do Oceano Atlântico Norte

Charles Lindbergh (1902-74) foi o aviador americano que fez o primeiro voo solo sem escalas através do Oceano Atlântico em 21-22 de Maio de 1927. Esta é a carta náutica com a projeção gnomônica a qual ele se refere como a "pepita de ouro" encontrada por ele em uma loja em San Pedro, Califórnia, durante a preparação para seu voo transatlântico. Foi esta carta que permitiu a Lindbergh determinar com rapidez e precisão as latitudes e longitudes do grande círculo, como planejado em seu percurso. Lê-se na anotação do mapa, "Usada para traçar o Percurso do Grande Círculo para o voo de Nova York a Paris. San Diego, Califórnia 1927. C.A.L." Em seu livro de 1953, O espírito de St. Louis, Lindbergh descreveu a forma como utilizou o mapa: "Meus problemas de navegação começaram a ser esclarecidos. Encontrei, impressa nas cartas que comprei, amplas instruções para traçar meu percurso no grande-círculo. Com os instrumentos emprestados por Hall, desenhei uma linha reta entre Nova York e Paris na projeção gnomônica. Em seguida, transferi pontos daquela linha, a intervalos de cem milhas, para a projeção de Mercador, e conectei esses pontos a linhas retas. Em cada ponto, marquei a distância entre Nova York e o curso magnético para a próxima alteração no ângulo."

Oceano Atlântico Norte: Folha Nordeste [parte]

Esta é uma das quatro cartas náuticas mantidas pela Biblioteca da Sociedade Geográfica Americana usada pelo aviador americano Charles Lindbergh (1902-74) para planejar seu histórico voo transatlântico. Lindbergh era um piloto do correio aéreo que, em 1926, soube do prêmio de US $ 25.000 para o primeiro voo sem escalas entre Nova York e Paris. Apoiado por um grupo de empresários em St. Louis, Missouri, Lindbergh construiu um avião especial, que batizou de The Spirit of St. Louis, em homenagem aos seus patrocinadores. Em 21-22 de maio de 1927, Lindbergh conseguiu o primeiro voo solo sem escalas através do Atlântico, cobrindo 5.790 quilômetros de Roosevelt Field, Nova York, a Le Bourget, Paris, em 33,5 horas. Este mapa mostra a medidas extremas que Lindbergh usou para tornar sua aeronave mais leve. A fim de eliminar de seu avião cada grama de peso desnecessário, Lindbergh foi tão ousado que cortou seções do mapa que ele não precisaria no voo. Lê-se nas anotações do mapa: "Parte não utilizada da carta para o voo de Nova York a Paris - 1927. C.A.L" e "Presente de Charles A. Lindbergh, 18 de dezembro de 1950."

Mapa de Fusos Horários Mundiais

Lê-se na anotação deste mapa: "Usado para estabeler a rota de voo de Nova York a Paris, San Diego, Califórnia, 1927 C.A.L." Charles Lindbergh (1902-74) foi o aviador americano que fez o primeiro vôo solo sem escalas atravessando o Oceano Atlântico, em 21-22 de maio de1927. Enquanto a empresa de aviação Ryan Airlines de San Diego, Califórnia, estava construindo seu avião, O espírito de St. Louis, Lindbergh estava ocupado obtendo as cartas náuticas e traçando o seu percurso. Em seu livro O espírito de St. Louis (1953), Lindbergh descreveu a compra de diversos mapas do Atlântico Norte em uma loja em San Pedro, incluindo este mapa de fusos horários mundiais: "O vendedor puxa duas folhas oblongas. Elas são projeções de Mercator e, sim, eu estou com sorte, eles se estendem para o interior ao máximo para incluir Nova York e Paris. Então, como se tropeçasse em uma pepita de ouro, eu vejo uma projeção gnomônica cobrindo ambos. . . . Fazendo uma busca ainda mais minunciosa, posso localizar um gráfico de fuso horário do mundo, um gráfico da variação magnética, e outros que mostram os ventos predominantes sobre o Atlântico para abril, maio e junho. Eu compro todos eles." Lindbergh planejou sua rota neste mapa de fuso horário em segmentos de 500 quilômetros de extensão que seguem a rota do grande círculo de Nova York a Paris. Ele não indicou o número de cartas compradas em San Pedro, mas parece que comprou os dois gráficos de projeção de Mercator, em que ele planejou o seu percurso pretendido em segmentos de 100 milhas e que foram efetivamente percorridos no voo.