20 de janeiro de 2012

A Maravilhosa História de Uganda. À Qual se Adiciona a História de Ham Mukasa, Contada por Ele Mesmo.

The Wonderful Story of Uganda pelo reverendo Joseph Dennis (J.D.) Mullins, é um relato da missão à Uganda realizada pela Church Missionary Society (CMS), com sede em Londres, durante a década de 1870, e da propagação do cristianismo em Uganda nas décadas seguintes. Mullins caracterizou a missão como "um milagre cristão dos dias modernos. Uma nação situada na África Central, que até vinte e cinco anos atrás não conhecia o Evangelho e não tinha, sequer, linguagem escrita, é hoje o lar de trinta mil cistãos sob chefes cristãos; sua língua foi transposta para a escrita; a Bíblia inteira traduzida... ..'' O trabalho de Mullins inclui retratos de pessoas nativas, particularmente de Baganda, e de seus costumes sociais e culturais, vistos sob a perspectiva dos missionários inglêses. Ele narra a perseguição dos cristãos no reino de Buganda sob o reinado de Kabaka [King] Mwanga (1868-1903), filho e sucessor de Kabaka Mutesa I (1837-1884). A última parte da obra é uma autobiografia de Ham Mukasa (1868-1956). Ham Mukasa foi um pajem de Mutesa que se converteu ao cristianismo, foi educado por um membro da missão de Uganda, Alexander MacKay (1849-90), e acabou por se tornar uma figura importante por seus próprios méritos. Serviu como secretário do político e etnógrafo ugandense Apolo Kagwa (1864-1927) e fez muitas contribuições importantes ao desenvolvimento de Uganda.

Uma Breve Nota sobre a Ciência da Escrita e das Tintas

Este manuscrito, em 20 fólios, contém dois trabalhos. O primeiro é um tratado de Muḥammad ibn ʻĪsā al-Ṭanṭāwī sobre ferramentas de escrita e a arte de produzir tinta. O trabalho está organizado em sete capítulos. No primeiro capítulo, o autor discute brevemente o melhor tipo de pena de cana que se pode escolher para a escrita. Nos capítulos seguintes, ele explica maneiras de fazer tintas vermelha, preta e outros tipos de tinta, inclusive como escrever com ouro. O tratado foi concluído na sexta-feira, 1 Rabī‘ II 1268 DH (24 de janeiro de 1852). O segundo trabalho é um tratado curto, com aproximadamente 2½ fólios, que acredita-se ser de autoria de Abū al-‘Abbās Aḥmad ibn ‘Alī al-Bawashī , sobre as origens, significado e qualidades de cura da fórmula Qur’anic conhecida como a basmala.

Metrópolis

Metrópolis, do diretor Fritz Lang (1890–1976), é geralmente considerado como uma obra-prima do cinema expressionista alemão e um precursor dos modernos filmes de ficção científica. O filme foi rodado em 1925-1926 nos estúdios Babelsberg (Berlim) da companhia cinematográfica líder alemã Universum Film AG (UFA), e estreou em Berlim em janeiro de 1927. Este poster art déco de 1926 do artista gráfico e pintor alemão Heinz Schulz-Neudamm (1899-1969) foi produzido para a estreia. O filme de Lang, baseado no romance de mesmo nome escrito por sua esposa, Thea von Harbou (1888-1954), descreve uma distopia urbana, passada no ano 2000, na qual uma classe de gerentes que vivem em arranha-céus luxuosos oprime uma subclasse de trabalhadores que vivem e trabalham no subsolo. O pôster de Schulz-Neumann apresenta uma mulher robô que figura com destaque no filme e desempenha um papel em um elaborado plano para libertar os trabalhadores. No fundo são vistos os arranha-céus da cidade futurista de Metrópolis. Somente quatro cópias do pôster de Schulz-Neudamm são conhecidas, uma das quais foi vendida em 2005, em Londres, por um preço recorde de 398 mil libras esterlinas, fazendo dele o pôster mais caro do mundo. Esta cópia da Biblioteca Nacional da Áustria é uma gravura antiga sem os créditos do filme. Ela faz parte da coleção "Arquivo da História do Cinema", criado em 1929 na Biblioteca Nacional pelo pesquisador de teatro e musicólogo Joseph Gregor (1888-1960).

Presidente John F. Kennedy cumprimenta voluntários da Missão de Paz, Casa Branca, Gramado Sul

Esta fotografia mostra o Presidente John F. Kennedy cumprimentando voluntários das Forças de Paz, no Gramado Sul da Casa Branca, em 9 de agosto de 1962. Durante um discurso na Universidade de Michigan, em 14 de outubro de 1960, no qual desafiava os estudantes a darem dois anos de suas vidas para ajudar os povos dos países em desenvolvimento, Kennedy propôs, pela primeira vez, o que se transformaria nas Forças de Paz. Na época, Kennedy era membro do Senado dos E.U. em campanha pela presidência. Após ter sido eleito, ele assinou um decreto executivo criando as Forças de Paz. Esta fotografia foi feita por Abbie Rowe (1905-67), um fotógrafo do Serviço de Parques Nacionais que se tornou o fotógrafo oficial da Casa Branca durante a administração de Kennedy e produziu muitas das mais conhecidas imagens do presidente e de sua família.

Escola de Vôo Básica e Avançada para cadetes negros da força aérea, Tuskegee, Alabama: No centro está o Capitão Roy F. Morse, Força Aérea. Ele está ensinando aos cadetes como enviar e receber código.

O Tuskegee Airmen eram soldados Afro-Americanos que receberam treinamento para se tornar pilotos no Exército Tuskegee Air Field em Tuskegee, Alabama. A primeira turma dos cadetes da aviação começou seu treinamento em Julho de 1941 e concluiu em Março de 1942. Os Tuskegee Airmen partiram para servir em combate na África do Norte e Itália, e escoltando as missões de bombardeio sobre a Alemanha. Esta fotografia, tirada em Janeiro de 1942, mostra cadetes em Tuskegee aprendendo como enviar e receber código.

Moeda real, Luís XIII. Dez luíses de ouro

A mecanização da cunhagem das moedas de metais preciosos na França possibilitou a criação, em 1640, da luís de ouro, em homenagem a Luís XIII (1601-1643; reinou em 1610-1643), quem primeiro introduziu as moedas. Esta série de moedas de ouro fazia parte de uma reforma que mudou o método de cunhagem das moedas marteladas a uma cunhagem mais precisamente triturada e pesada. Estas moedas incluíam três tipos: o luís, o luís duplo e o luís quádruplo. Desde o século XVII, tem sido comum chamar (incorretamente) o luís quádruplo de luís duplo, o luís duplo de luís e o luís de meio-luís. Paralelamente a estas peças comuns, três grandes unidades de moedas foram produzidas com valores limitados: 20 luíses, 16 luíses e 8 luíses (também chamadas incorretamente de moedas de dez, oito e quatro luíses). A peça de 20 luíses valia 100 livres; ainda é a maior e a mais pesada moeda de ouro francesa já cunhada. Estes exemplares foram feitos para serem usados como presentes e para demonstrar as habilidades da Casa da Moeda de Paris, e não para serem colocados em circulação. Eles são obra de Jean Varin (1604-1672) de Liège, que era ao mesmo tempo um mestre, guardador, gravador e chefe da Casa da Moeda francesa, que estava estabelecida no Louvre.