23 de janeiro de 2012

Dunlap Broadside [Declaração da Independência]

John Dunlap, impressor oficial do Congresso Continental, produziu as primeiras versões impressas da Declaração de Independência Americana em sua oficina de Filadélfia, na noite de 4 de julho de 1776. Após a Declaração ter sido adotada pelo Congresso, mais cedo naquele dia, um comitê levou o documento manuscrito, possivelmente a "cópia fiel" feita por Thomas Jefferson de seu próprio rascunho. para que Dunlap o imprimisse. Na manhã de 5 de julho, cópias foram despachadas por membros do Congresso à várias assembléias, convenções e comitês de segurança, bem como aos comandantes das tropas Continentais. Também em 5 de julho, uma cópia da versão impressa da Declaração aprovada foi inserida na "minuta do diário" do Congresso Continental para o dia 4 de julho. O texto era seguido pelas palavras "Assinado por Determinação do e em Nome do Congresso, John Hancock, Presidente. Atest. Charles Thomson, Secretário.''Não se sabe, ao certo, quantas cópias do que veio a ser chamado "a circular de Dunlap" haviam sido impressas na noite do dia quatro. Tem-se conhecimento da existência de vinte e cinco cópias: vinte, de propriedade de instituições americanas, duas de instituições britânicas e três de propriedade particular. Mostrada, aqui, a cópia pertencente à Administração dos Arquivos Nacionais e Registros dos Estados Unidos.

Imagens de Quebec, capital do Canadá

Este mapa ilustrado, da Coleção Rochambeau da Biblioteca do Congresso, apresenta um impressionante panorama da cidade de Quebec durante os seus últimos anos como a capital da Nova França, a colônia francesa do Canadá. Elaborado em 1755 pelo geógrafo real Georges-Louis Le Rouge, o mapa identifica dez localidades principais por toda a cidade. Localizada no Rio São Lourenço, Quebec era um centro administrativo, militar e comercial, bem como um centro religioso, sede de uma catedral, palácio episcopal, seminário e missão jesuíta. Originalmente estabelecida em 1608 por Samuel de Champlain, Quebec tornou-se a capital da Nova França em 1663. Na Batalha de Quebec (junho a setembro de 1759), uma das lutas culminantes da Guerra dos Sete Anos (1754-1763), os franceses, sob o comando do Marquês de Montcalm, foram obrigados a entregar a cidade para uma força invasora britânica liderada pelo general James Wolfe. Quatro anos mais tarde, a França cedeu para a Grã-Bretanha a maior parte de seus territórios canadenses na América do Norte.

24 de janeiro de 2012

A Bateria em um Forte na Bahia

A Coleção Thereza Christina Maria é composta por 21.742 fotografias, reunidas pelo Imperador Pedro II ao longo de sua vida e por ele doadas à Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção abrange uma ampla variedade de temas. Documenta as conquistas do Brasil e do povo brasileiro no século XIX, e também inclui muitas fotografias da Europa, África e da América do Norte. O Forte de São Marcelo, também conhecido como o Forte do Mar, está localizado sobre um pedaço de terrra na Baía de Todos os Santos, ao largo da costa do Estado da Bahia. O forte foi construído pelos portugueses, em meados do século XVII, para proteger o porto da cidade de Salvador, na época a capital do Brasil, que os portugueses haviam retomado recentemente dos holandeses. O forte é circular e construído de arenito. Durante grande parte do século XX, o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) executou trabalhos arqueológicos e reconstrutivos do forte. Hoje, o forte está aberto ao público e é uma atração turística muito popular.

Província de Vyborg

Este cartão é um dos exemplares de uma série de 82 cartões ilustrados, um para cada província do Império Russo, conforme existiam em 1856. Cada cartão apresenta um panorama da cultura, história, economia e geografia de uma determinada província. A frente do cartão retrata características distintas, tais como: rios, montanhas, cidades e indústrias principais. O verso de cada cartão contém um mapa da província, o selo da província, informações sobre a população e uma fotografia dos trajes locais dos habitantes . Vyborgskaia guberniia (Província de Viborg [Vyborg] ), retratada  neste cartão, corresponde a uma parte da atual Rússia e Finlândia.

Alunos que estudavam na Holanda no final do período Edo

Esta fotografia de estudantes japoneses na Holanda foi tirada em 1865. Após a chegada do Comodoro Mathew C. Perry ao Japão e a abertura dos portos japoneses ao comércio internacional, a aquisição da ciência e tecnologia ocidentais tornou-se uma prioridade para o Japão. O governo xogunato elaborou um plano para enviar estudantes para países ocidentais. O governo inicialmente previu a compra de seu primeiro navio de guerra dos Estados Unidos e o envio de seus primeiros alunos para lá, mas a eclosão da Guerra Civil dos Estados Unidos obrigou-o a desistir dos planos. Em vez disso, ele decidiu fazer uma solicitação à Holanda. As negociações para a compra de um navio de guerra e o envio de estudantes foram bem sucedidos e, em 11 de abril de 1862, o primeiro grupo de estudantes recebeu ordens para viajar à Europa. o grupo incluía Takeaki Enomoto (também chamado Kamajiro), Sawa Tarōzaemon, Akamatsu Noriyoshi (Daizaburō), Uchida Masao (Kojiro) e Taguchi Shunpei do Instituto de Navegação de Navios de Guerra. Mamichi Tsuda (Shin'ichirō) e Amane Nishi (Shusuke) da Agência de Inspeção de Livros Bárbaros também foram incluídos, bem como Ito Genpuku e Kenkai Hayashi, que vinham recebendo treinamento médico em Nagasaki, e sete outros artesãos que eram técnicos em fundição, construção naval e outras funções. Em 14 de julho, eles embarcaram no Kanrin-maru e deixaram Edo (atual Tóquio). Na Holanda, os alunos estudaram tecnologias navais, ciências sociais, medicina e outras matérias.

26 de janeiro de 2012

Um Médico Vestindo um Traje Preventivo contra a Peste do Século Dezessete

Esta pintura em aquarela retrata os trajes vestidos pelos médicos em atendimento a pacientes atingidos pela peste no século XVII. O traje foi descrito por Jean Jacques Manget (1652-1742) em seu Traité de la peste (Tratado sobre a peste), publicado em Genebra em 1721. O traje possuía um jaleco de couro marroquino, embaixo do qual se vestia uma saia, calças e botas, todas de couro, e que se encaixavam uma na outra. A peça que cobria o nariz, uma espécie de bico comprido, era equipada com substâncias aromáticas, e os olhos eram cobertos com vidro. A peste é uma doença infecciosa, causada por bactéria, que devastou grande parte da Europa nos séculos XIV e XVII.