11 de agosto de 2011

Conto do Período Heian do Rouxinol no Pé de Ameixa

O termo ukiyo-e, literalmente "retratos do mundo flutuante" se refere a um gênero de obra de arte japonesa no período Edo (1600-1868). Como a frase "mundo flutuante" sugere, com suas raízes na visão efêmera do Budismo, ukiyo-e capturava a dinâmica fugaz da vida urbana contemporânea. Ao mesmo tempo que eram acessíveis e satisfaziam os gostos das "pessoas comuns", os detalhes artístico e técnico dessas pinturas mostram uma sofisticação notável. Seus temas vão de retratos de cortesãs e atores à literatura clássica. Esta gravura der Kitao Shigemasa (1739-1820) ilustra um conto do século XI do Ōkagami (Grande espelho). A história começa com o imperador de luto pela morte de um pé de ameixa em seu jardim, de onde um rouxinol costumava cantar e anunciar a chegada da primavera. Um oficial da corte encontra uma árvore magnífica ao lado de uma casa, e negocia com o proprietário para realocá-la para o jardim do imperador. Na separação, o proprietário amarra nos galhos da árvore um verso sobre o lamento de um rouxinol que perdeu sua casa. Surpreendido pelo talento da escritora, o imperador descobre que a dona da árvore era a filha de um grande poeta do século X, Ki no Tsurayuki; o oficial de justiça, sem saber, desenraizou uma lembrança preciosa de seu pai. A partir daquele momento, a árvore é estimada como a Ōshukubai (pé de ameixa onde reside o rouxinol).

Kume o Imortal Espia a Beleza

O termo ukiyo-e, literalmente "retratos do mundo flutuante" se refere a um gênero de obra de arte japonesa no período Edo (1600-1868). Como a frase "mundo flutuante" sugere, com suas raízes na visão efêmera do Budismo, ukiyo-e capturava a dinâmica fugaz da vida urbana contemporânea. Ao mesmo tempo que eram acessíveis e satisfaziam os gostos das "pessoas comuns", os detalhes artístico e técnico dessas pinturas mostram uma sofisticação notável. Seus temas vão de retratos de cortesãs e atores à literatura clássica. Este sumizuri-e (gravura monocromática) não está assinado, mas estudiosos recentes atribuiram este trabalho ao artista de livros e de gravuras do Edo Sugimura Jihei, que prosperou entre os anos de 1680 e início de 1700, e foi um seguidor de Hishikawa Moronobu. O tema da gravura é Kume o Imortal, um recluso de renome que dominava o poder de viajar pelo ar sempre que quisesse. Nessa representação, a visão de uma jovem com as pernas descobertas enquanto lava roupas, fez Kume perder a sua concentração e cair do céu.

Shibaura

O termo ukiyo-e, literalmente "retratos do mundo flutuante" se refere a um gênero de obra de arte japonesa no período Edo (1600-1868). Como a frase "mundo flutuante" sugere, com suas raízes na visão efêmera do Budismo, ukiyo-e capturava a dinâmica fugaz da vida urbana contemporânea. Ao mesmo tempo que eram acessíveis e satisfaziam os gostos das "pessoas comuns", os detalhes artístico e técnico dessas pinturas mostram uma sofisticação notável. Seus temas vão de retratos de cortesãs e atores à literatura clássica. Katsushika Hokusai (1760-1849) foi um artista prolífico e impressor de xilogravuras, que contribuiu muito para levar as imagens de paisagem de ukiyo-e para o pináculo, juntamente com o seu rival Utagawa Hiroshige. As paisagens de Hokusai eram mais imaginativas do que naturalistas, criando um cenário dinâmico que revelava sua personalidade interior e profundo conhecimento do assunto. Esta imagem, no formato raro de um envelope impresso, faz parte da série Tōto Hyakkei (100 Vistas da Capital Oriental). Ele descreve peregrinos em uma parada de descanso na estrada, com o Monte Fuji aparecendo no horizonte.

Uma Vista de Nakazu

O termo ukiyo-e, literalmente "retratos do mundo flutuante" se refere a um gênero de obra de arte japonesa no período Edo (1600-1868). Como a frase "mundo flutuante" sugere, com suas raízes na visão efêmera do Budismo, ukiyo-e capturava a dinâmica fugaz da vida urbana contemporânea. Ao mesmo tempo que eram acessíveis e satisfaziam os gostos das "pessoas comuns", os detalhes artístico e técnico dessas pinturas mostram uma sofisticação notável. Seus temas vão de retratos de cortesãs e atores à literatura clássica. Utagawa Toyoharu (1735-1814) foi o fundador da escola Utagawa, que foi muito influente no século XIX. Ele estudou arte ocidental e aplicou a técnica da perspectiva linear ao ukiyo-e, avançando o estilo que tinha sido utilizado por Okumura Masanobu. Ele experimentou com vários temas que vão desde atores kabuki até paisagens europeias, mas em geral as suas imagens são caracterizadas por uma certa gentileza e simpatia, delineadas por pinceladas fluidas. Esta gravura de 1772-1773 mostra os pedestres atravessando uma ponte sobre um rio cheio de barcos.

Cortesã

O termo ukiyo-e, literalmente "retratos do mundo flutuante" se refere a um gênero de obra de arte japonesa no período Edo (1600-1868). Como a frase "mundo flutuante" sugere, com suas raízes na visão efêmera do Budismo, ukiyo-e capturava a dinâmica fugaz da vida urbana contemporânea. Ao mesmo tempo que eram acessíveis e satisfaziam os gostos das "pessoas comuns", os detalhes artístico e técnico dessas pinturas mostram uma sofisticação notável. Seus temas vão de retratos de cortesãs e atores à literatura clássica. Shunshō (1726-93) foi um importante artista da escola Katsukawa, que destacou o realismo em vez de representações idealistas ou sonhadoras dos temas tradicionais do ukiyo-e. Ele ajudou a desenvolver o nishiki-e (gravuras coloridas) em 1765, juntamente com o artista Suzuki Harunobu. Este bijin-ga (retratos de mulheres bonitas) que retrata uma cortesã é uma obra rara de Shunshō, que produziu principalmente gravuras de lutadores de sumô e de guerreiros durante esse período. Está no formato de hashira-e (gravura para pilares), usados para a exibição em pilares nos edifícios.

Cortesã Olhando o Aterro de Nihon

O termo ukiyo-e, literalmente "retratos do mundo flutuante" se refere a um gênero de obra de arte japonesa no período Edo (1600-1868). Como a frase "mundo flutuante" sugere, com suas raízes na visão efêmera do Budismo, ukiyo-e capturava a dinâmica fugaz da vida urbana contemporânea. Ao mesmo tempo que eram acessíveis e satisfaziam os gostos das "pessoas comuns", os detalhes artístico e técnico dessas pinturas mostram uma sofisticação notável. Seus temas vão de retratos de cortesãs e atores à literatura clássica. Bijin-ga (retratos de mulheres bonitas) capta as tendências da beleza feminina com imagens tanto reais quanto idealizadas de cortesãs do alto escalão, figuras históricas, gueixas (artistas da música e da dança), cortesãs do baixo escalão, personagens fictícios, meretrizes ilustres e mulheres comuns. Nesta gravura, com data por volta de 1794, Toyokuni (1769-1825) retrata um cortesã de pé, descrevendo-a em um momento de sua vida diária, em vez de enfatizar o erotismo explícito. Toyokuni foi amplamente reconhecido como um artista de ukiyo-e, e ajudou a estabelecer o nishiki-e (gravuras coloridas) como uma forma de arte popular por todo o Japão.