11 de agosto de 2011

Manifestações de Bondade

Dalā’il al-Khayrāt (Manifestações de bondade) é um manuscrito de Abu Abdullah Muḥammad ibn Sulaymān al-Jazūlī, um sufi marroquino e estudioso islâmico que morreu em 1465. O conteúdo deste trabalho é conhecido pelos muçulmanos como uma das melhores compilações de ladainhas de paz e bençãos do Profeta Maomé. O livro era geralmente dado aos peregrinos em suas viagens à Meca. O começo do manuscrito mostra uma variedade de nomes pelos quais Alá é chamado, e muitas páginas retratam os nomes pelos quais o Profeta Maomé é conhecido na ummah (comunidade) e nas escrituras religiosas. Este manuscrito é um trabalho elegante. Cada página é margeada com ouro incrustado nas bordas, e algumas páginas têm cantos mostrando lindas pinturas florais ou outros ornamentos. O manuscrito contém duas pinturas especiais do Ka’bah em Meca e o Mausoléu do Profeta em Medina, que são atribuídas a um copista do século XIX, que acredita-se tê-las feito durante uma peregrinação à Meca e à Medina.

Os Sinais Para os Benefícios

O manuscrito, datado 1294 a.H. (1877d.C.), contém uma cópia de um livro muito famoso de orações do sufi marroquino, Muḥammad al-Jazūlī (morto em 1465), com o título Dalā’il al-Khayrāt (Os sinais para os benefícios). O trabalho existe em muitos manuscritos e é um dos mais amplamente copiados textos islâmicos. A seção de abertura consiste de 99 nomee de Alá, seguido de orações e bençãos do Profeta Maomé, que foram divididas em seções para recitações diárias. A escrita árabe naskh é evidente, porém ligeiramente ornamentada. O copista usou muitas cores de tintas e contornou o texto com uma borda de ouro. A capa tem uma aba para envolver o manuscrito, como é de costume para os códices Islâmicos.

As Festividades Maronitas

Este livro de orações maronitas foi copiado em 1888 pelo auto-intitulado "escriba miserável e ​​preguiçoso" Yūsuf Dib. O texto é parte em siríaco, e parte em Garshuni (escrita árabe em letras siríaca). Em lugar da rubrica - indicando títulos e palavras importantes em tinta vermelha - a tinta roxa é muito usada para este propósito. O manuscrito proporciona um exemplo refinado de uma escrita cuidadosa e de um texto bem preservado. A igreja maronita é uma igreja católica oriental em comunhão com a Santa Sé em Roma. Centrada no Líbano, a igreja adquiriu este nome de São Marum (morto em 410), um monge sírio cujos seguidores construiram um monastério em sua homenagem, que se tornou o núcleo da Igreja Maronita.

O Ofício Divino Para a Quaresma

Este manuscrito do fim do século XVII, copiado por um diácono chamado Jacob, contém o Divino Ofício Maronita para a Quaresma em siríaco. A numeração, usando letras siríacas, está nas páginas e não nas folhas. O colofão está em garshuni (escrita árabe em letras siríacas). A Igreja Maronita é uma igreja católica oriental em comunhão com a Santa Sé em Roma. Centrada no Líbano, a igreja adquiriu este nome de São Marum (morto em 410), um monge sírio cujos seguidores construiram um monastério em sua homenagem, que se tornou o núcleo da Igreja Maronita.

Espelho das Almas

O teólogo e filósofo maronita Buṭrus al-Tūlānī (1655–1745) foi professor, pregador e escritor. O manuscrito, datado de 1822 e com o nome completo do autor dado na folha 2r, contém uma cópia garshuni (língua árabe em escrita siríaca) de seu Espelho das Almas (Mir’āt al-Nufūs), um trabalho de orações contemplativas. Sabe-se que existem (ou existiram) outras cópias deste trabalho em outros lugares do Líbano e da Síria. Diferentemente do resto do volume, o colofão deste manuscrito está em letras árabes e não siríacas; o título é também colocado no singular O Espelho da Alma .

Introdução à Definição da Lógica e sua Composição

Este manucrito em Garshuni (escrita árabe em letras siríacas) do século XVIII, contém dois trabalhos e parte de um outro. O manucrito está sem foliação, mas antes do que agora seria o fólio 11v, alguns folios estão faltando; então este primeiro trabalho, parte de um polêmico texto Cristão, é cortado e um novo trabalho começa: Isagoge, ou Introdução à Lógica (Al-muqaddima fī ta’rīf al-manṭiq wa-ajzā’ihi). Um diagrama de árvore porfiriana está no fólio 29v e há vários outros diagrama também (por exemplo, 53v, 56r-57v). De acordo com o colofão em 93r, o manuscrito foi copiado por um escriba chamado Stephen (Isṭifānūs), um monge do Monastério de Santo Antônio, comcluido em 11 de Nisan (abril), 1737, em Roma. O trabalho é uma composição do monge Yuwāṣaf (Joasaph, 1690–1737) da vila de Baskinta no Líbano, ligado ao Monastério de São Pedro e Marcelino em Roma O manuscrito é tido como propriedade do monges do Líbano e conclui com um pequeno glossário Siríaco-Garshuni.