24 de agosto de 2011

Natal, Rodésia e África Oriental Britânica

Em maio de 1910, a Verein für Sozialpolitik (Associação para a Política Social), uma organização influente de economistas alemães em Berlim, decidiu encomendar uma série de estudos sobre a colonização e assentamento de regiões tropicais pelos europeus, com o objetivo de determinar se, e em que condições, tais colonizações eram economica e socialmente sustentáveis. Os estudos foram realizados para ajudar no desenvolvimento do império alemão no exterior, e na África Oriental Alemã, em particular. Cada estudo deveria incluir uma visão geral de uma determinada região de colonização; análises de sua economia, relações econômicas entre os povos nativos e colonos, saúde pública e prevalência de doenças entre as populações de colonos, e uma avaliação das perspectivas para o assentamento e colonização europeus. Os estudos deveriam ser escritos por acadêmicos de Jena, Munique, Berlim e outras universidades alemãs, e deveriam cobrir colônias britânicas, holandesas, alemãs e americanas na África, América Latina, Sudeste Asiático e no Pacífico. Este volume, publicado em 1913, é dedicado à colonização europeia, em Natal (parte da atual África do Sul), Rodésia (atual Zimbábue), África Oriental Britânica (atual Quênia).

Cafraria Britânica e suas Colônias Alemãs

Em maio de 1910, a Verein für Sozialpolitik (Associação para a Política Social), uma organização influente de economistas alemães em Berlim, decidiu encomendar uma série de estudos sobre a colonização e assentamento de regiões tropicais pelos europeus, com o objetivo de determinar se, e em que condições, tais colonizações eram economica e socialmente sustentáveis. Os estudos foram realizados para ajudar no desenvolvimento do império alemão no exterior, e na África Oriental Alemã, em particular. Cada estudo deveria incluir uma visão geral de uma determinada região de colonização; análises de sua economia, relações econômicas entre os povos nativos e colonos, saúde pública e prevalência de doenças entre as populações de colonos, e uma avaliação das perspectivas para o assentamento e colonização europeus. Os estudos deveriam ser escritos por acadêmicos de Jena, Munique, Berlim e outras universidades alemãs, e deveriam cobrir colônias britânicas, holandesas, alemãs e americanas na África, América Latina, Sudeste Asiático e no Pacífico. Este volume, publicado em 1914, é dedicado à colonização europeia na Cafraria Britânica (a parte sudeste do Cabo Oriental, na atual África do Sul).

Os Colonos Alemães no Estado Brasileiro do Espírito Santo

Em maio de 1910, a Verein für Sozialpolitik (Associação para a Política Social), uma organização influente de economistas alemães em Berlim, decidiu encomendar uma série de estudos sobre a colonização e assentamento de regiões tropicais pelos europeus, com o objetivo de determinar se, e em que condições, tais colonizações eram economica e socialmente sustentáveis. Os estudos foram realizados para ajudar no desenvolvimento do império alemão no exterior, e na África Oriental Alemã, em particular. Cada estudo deveria incluir uma visão geral de uma determinada região de colonização; análises de sua economia, relações econômicas entre os povos nativos e colonos, saúde pública e prevalência de doenças entre as populações de colonos, e uma avaliação das perspectivas para o assentamento e colonização europeus. Os estudos deveriam ser escritos por acadêmicos de Jena, Munique, Berlim e outras universidades alemãs, e deveriam cobrir colônias britânicas, holandesas, alemãs e americanas na África, América Latina, Sudeste Asiático e no Pacífico. Este volume, publicado em 1915, é dedicado à colonização alemã no estado do Espírito Santo, no sudeste do Brasil.

História do Povo Basuto, Antiga e Moderna

David Frédéric Ellenberger (1835-1919) foi um missionário protestante suíço francês que partiu para a Basutolândia (atual Lesoto), em 1860, como membro da Sociedade Missionária Evangélica de Paris. Ellenberger dedicou mais de 45 anos à coleta de tradições orais do povo Basotho (também conhecido como Sotho). Seu método era reunir "todas as informações que ainda se podiam obter dos velhos sábios sobre as tribos, sua origem, seus costumes, sua forma de governo, suas crenças, a genealogia dos chefes, etc". Seu objetivo era preservar, para o povo Basotho, sua memória histórica, que julgava estar sendo perdida através do contato com os ocidentais e outros africanos. Ellenberger manteve suas notas em francês, e esta edição de seu trabalho em Inglês, publicada em 1912, foi escrita por seu genro, J.C. MacGregor, um administrador colonial britânico. O livro inclui genealogias que remontam a 1450, a história do povo Basotho desde suas origens até 1833 (quando os missionários chegaram), e um relato da ascensão de Moshoeshoe I (cerca de 1786-1870), fundador e primeiro chefe supremo do povo Sotho. O apêndice inclui capítulos sobre religião, caça, bruxaria, lei e ordem social, e sobre a natureza e características do povo Basotho. Uma versão da história de Ellenberger na língua Sesotho, Histori ea Basotho, foi publicada em 1917.

Grande Cerimônia de Comemoração do Aniversário do Imperador, Primeira Compilação

Este trabalho, em 120 juan e 40 volumes celebrando o aniversário de 60 anos do Imperador Kangxi, foi compilado pelo pintor de paisagens e oficial Wang Yuanqi (1642-1715) e outros, e publicado no Wuying Hall imperial no 56º ano do reinado de Kangxi (1717). Inclui também memoriais de altos funcionários da corte imperial peticionando e buscando aprovação para o lançamento da obra. O trabalho levou vários anos para ser concluído, com a participação de 39 funcionários no projeto. Entre eles estava Mei Leng, um artista famoso da pintura figurativa, que trabalhou em estreita colaboração com Wang Yuanqi. Kangxi (1654-1722), segundo imperador da dinastia Qing, teve o mais longo reinado dos governantes da China, 61 anos, e é considerado um dos imperadores mais admirados. A China desfrutou de paz e prosperidade durante seu reinado, que se destacou pelo o avanço da aprendizagem e patrocínio das artes e ciências. O traço mais característico da obra é a amplitude da pintura, com 73 xilogravuras em juan 41 e 75 xilogravuras em juan 42, colocadas de ponta a ponta em forma de pergaminho. Com cerca de 50 metros de comprimento, o pergaminho descreve as cenas, por ocasião da festa de aniversário, quando uma procissão passou do Jardim Chang chun yuan, a noroeste de Pequim, para a Cidade Proibida, a cerca de 10 km de distância. A obra, originalmente concebida pelo pintor e alto oficial Song Junye, representa cerca de 50 cenas na celebração. Posteriormente, Wang Yuanqi foi designado para supervisionar a conclusão da pintura. Em um dos memoriais, Wang Yuanqi solicitou uma cópia final executada em seda. Recomendou também a inclusão de ensaios elogiosos em homenagem ao imperador. Após a morte de Wang Yuanqi, seu primo, Wang Yiqing, deu continuidade ao trabalho A impressão foi financiada por dois irmãos, Zhao Hongcan e Zhao Hongxie, ambos altos funcionários. A cópia na Biblioteca do Congresso foi presenteada por William Rockhill Woodville (1854-1914), um diplomata na China e um conhecedor em estudos chineses e tibetanos.

Uma Nova Representação de Toda a Hungria

Este mapa raro da Hungria foi produzido por Matthias Zündt em 1567. Zündt (cerca de 1498-1572) foi um gravador, escultor e ourives de Nuremberg que produziu 13 mapas e observações gravados em placas de cobre entre 1565 e 1571. O mapa foi publicado originalmente em seis folhas organizadas em conjunto. Exibe vistas coloridas de importantes cidades, reinos, províncias e países limítrofes. Igrejas episcopais e edifícios religiosos turcos são mostrados, refletindo o fato de que, naquela época, um terço do país era governado pelos turcos. A vida pastoral é retratada por meio de ilustrações de gado, pastores, cães, casas rústicas, cabanas, cavaleiros e animais. Também são retratadas minas e montanhas, bem como importantes eventos militares do século XVI, como batalhas, cercos, e acampamentos. Os nomes de lugares são principalmente em latim, com alguns em húngaro e alemão. O mapa de Zündt’s foi usado como uma fonte em Atlas do século XVI, tais como o Theatrum Orbis Terrarum de Ortelius, de 1573, e Speculum Orbis Terrae de Gerard de Jode, publicados em 1584 e 1593, respectivamente.