11 de maio de 2011

La Grande Place, as Velhas Casas, Bruxelas, Bélgica

Esta impressão fotográfica, da Grande Place, em Bruxelas, é parte de "Vistas da Arquitetura e Outros Locais da Bélgica" do catálogo da Detroit Publishing Company (1905). Esta praça é o centro tradicional de Bruxelas, onde se encontram a prefeitura e o mercado da cidade. Sua aparência atual não mudou desde cerca de 1695, quando o exército francês de Luís XIV destruiu as suas estruturas mais antigas, que tinham sido construídas na Idade Média. As casas mostradas aqui refletem um estilo gótico-barroco de arquitetura, popular nos séculos XVII e XVIII. A Bélgica e Holanda incluindo o Grão-Ducado de Luxemburgo (1905) de Baedeker, descrevia a praça como "uma das mais belas praças medievais existentes, apresentando um contraste marcante oposição ao caráter moderno da cidade, que ocupa um lugar importante nos anais da Bélgica".

St. Hubert, Galeria, Bruxelas, Bélgica

Esta impressão fotográfica da Galeria Real St. Hubert, em Bruxelas, é parte de "Vistas da Arquitetura e de Outros Locais da Bélgica," do catálogo da Detroit Publishing Company (1905). Localizada no centro da cidade, esta galeria comercial foi projetada pelo arquiteto Jean-Pierre Cluysenaar (1811-1880) e inaugurada em 1847, sob o reinado do Rei Leopoldo I para celebrar a independência da Bélgica, em 1830. A galeria é composta por duas seções principais, a Galeria do Rei e Galeria da Rainha, que são separadas por uma colunata. Com a sua cúpula em vidro e telhado em ferro fundido, o prédio reflete uma mistura de arquitetura renascentista italiana com a mais nova tecnologia de construção do século XIX. A Bélgica e Holanda, incluindo o Grão-Ducado de Luxemburgo (1905), de Baedeker, caracterizava a galeria como "uma galeria espaçosa e atraente, com lojas tentadoras (214 metros de comprimento, 8 metros de largura e 18 metros de altura)." Centros comerciais como este tornaram-se cada vez mais populares com o início da Revolução Industrial, e esta galeria representa um dos primeiros exemplos de shopping center na Europa.

St. Bavon, Abadia de, o Claustro, Ghent, Bélgica

Esta impressão fotocrômica do claustro da Abadia de St. Bavon é parte de "Vistas da Arquitetura e de Outros Locais da Bélgica," do catálogo da Detroit Publishing Company (1905). De acordo com Bélgica e Holanda, incluindo o Grão-Ducado de Luxemburgo (1905)de Baedeker, "a abadia, que se diz tradicionalmente ter sido fundada por volta de 630, por São Amandus, e restaurada em 651 por São Bavon (m. 654), foi um dos presentes conferidos a Eginhard, o biógrafo de Carlos Magno, e após a sua destruição pelos vikings (851) foi restaurada com grande esplendor (séc. X). . . . O remanescente principal da velha abadia é o claustro, datado originalmente de 1177, mas reconstruído em estilo gótico em 1495. Sua calçada [sul] é ladeada pela parede [norte] da Igreja da Abadia, consagrada em 1067 e destruída pelos calvinistas em 1581. "

Ponte de Ghent, Bruges, Bélgica

Esta impressão fotocrômica do Portão de Ghent, em Bruges, é parte de "Vistas da Arquitetura e Outros Locais da Bélgica" do catálogo da Detroit Publishing Company (1905). O portão, também conhecido como Gentpoort ou Porta de Gand, é um de apenas quatro portões medievais restantes, em Bruges. Foi projetado pelo arquiteto flamengo Jan van Oudenaarde (falecido em 1412) e serviu, inicialmente, como uma fortificação e um ponto de troca para os comerciantes. Bruges foi um dos principais centros comerciais da Europa, do século XII ao XV. A cidade começou a declinar do século XVI em diante, quando o canal de ligação com o mar começou a assorear. O centro medieval da cidade é um local do Patrimônio Mundial da Unesco.

Entrada para Porto, Ostend, Bélgica

Esta impressão fotocrômica do porto em Ostend é parte de "Vistas da Arquitetura e de Outros Locais da Bélgica", do catálogo da Detroit Publishing Company (1905). Localizada em Flandres Ocidental, na costa do Mar do Norte, Oostende é uma das principais cidades portuárias da Bélgica. A Bélgica e Holanda, incluindo o Grão-Ducado de Luxemburgo (1905, de Baedeker, chamava Ostende de "o segundo porto marítimo e o mais moderno balneário da Bélgica." Visível, à direita, está o Cais Oeste, que foi construído em 1837 para acomodar o crescente comércio da cidade. A economia de Oostende foi sempre baseada no mar, particularmente na pesca e na navegação. Em 1838, a cidade foi ligada à Bruxelas por via férrea e, em 1846, a ligação por balsa, de Oostende para Dover, na Inglaterra, foi iniciada. Ostend foi, também, um local de lazer favorito do Rei Leopoldo I, que governou a Bélgica de 1831-1865.

Monumento Brabo, Antuérpia, Bélgica

Esta impressão fotocrômica do Monumento Brabo, em Antuérpia, faz parte de "Vistas de Arquitetura e de Outros Locais da Bélgica", do catálogo da Detroit Publishing Company (1905). Dedicado ao lendário herói Sálvio Brabo, o monumento foi projetado por Jef Lambeaux (1852-1908) e está localizado na Grand Place, em Antuérpia. Conforme descrito em Bélgica e Holanda, incluindo o Grão-Ducado de Luxemburgo(1905), de Baedeker, Brabo era "um herói mítico que venceu e cortou a mão do gigante Antígono. O gigante costumava cobrar um imposto alto dos navios que entravam no rio Escalda, e impiedosamente cortava e jogava no rio a mão dos comandantes que se recusassem a pagar". Esta lenda é contada para explicar o nome incomum de Antuérpia, que é um composto das palavras flamengas "mão" (ant) e "jogar" (werpen).