23 de dezembro de 2011

Igreja da Dormição (1674) (à esquerda) e Igreja de São Afanasi (1857) (à direita), fachada oeste, Varzuga, Rússia

Esta vista oeste da Igreja da Dormição e da Igreja de São Afanasi em Varzuga (oblast de Murmansk) foi tirada em 2001 pelo Dr. William Brumfileld, fotógrafo americano e historiador da arquitetura russa, como parte do projeto "Encontro de Fronteiras" da Biblioteca do Congresso. Varzuga está localizada na costa sul da península de Kola, cerca de 22 quilômetros de onde o rio Varzuga desemboca no Mar Branco. Em meados do século XV, Varzuga era um notável posto avançado no território do Mar Branco do centro de comércio medieval de Novgorod. Varzuga tinha fortes laços com o Mosteiro Solovetskii, um dos principais centros religiosos do norte da Rússia. Moscóvia estabeleceu o controle sobre os domínios de Novgorod no final do século XV e a importância de Varzuga como um centro de pesca cresceu. No final do século XVII, a aldeia tinha igrejas de troncos de madeira em ambas as margens do rio Varzuga. A mais impressionante é a Igreja da Dormição (à esquerda), construída em 1674 na margem direita do rio. A estrutura se eleva a partir de uma base cruciforme alta feita de troncos de madeira para uma estrutura octogonal que culmina em uma torre elevada tipo "tenda" (shatër) e uma cúpula. Em 1857, uma segunda igreja, dedicada a São Afanasi, foi erguida pela paróquia. Menor em altura, ela se destinava ao culto durante o ano todo (chamada de igreja de "inverno"). Após uma renovação no final da década de 1990, esta igreja foi aberta ao culto.

Igreja da Dormição (1674) (à esquerda) e Igreja de São Afanasi (1857) (à direita) vistas do noroeste, Varzuga, Rússia

Esta vista noroeste da Igreja da Dormição e da Igreja de São Afanasi em Varzuga (oblast de Murmansk) foi tirada em 2001 pelo Dr. William Brumfileld, fotógrafo americano e historiador da arquitetura russa, como parte do projeto "Encontro de Fronteiras" da Biblioteca do Congresso. Varzuga está localizada na costa sul da península de Kola, cerca de 22 quilômetros de onde o rio Varzuga desemboca no Mar Branco. Em meados do século XV, Varzuga era um notável posto avançado no território do Mar Branco do centro de comércio medieval de Novgorod. Varzuga tinha fortes laços com o Mosteiro Solovetskii, um dos principais centros religiosos do norte da Rússia. Moscóvia estabeleceu o controle sobre os domínios de Novgorod no final do século XV e a importância de Varzuga como um centro de pesca cresceu. No final do século XVII, a aldeia tinha igrejas de troncos de madeira em ambas as margens do rio Varzuga. A mais impressionante é a Igreja da Dormição (à esquerda), construída em 1674 na margem direita do rio. Sua estrutura se eleva a partir de uma base cruciforme alta de troncos de madeira para uma estrutura octogonal que culmina em uma torre elevada tipo "tenda" (shatër) e uma cúpula. Em 1857, uma segunda igreja, dedicada a São Afanasi, foi erguida pela paróquia. Menor em altura, ela se destinava ao uso durante o ano todo (chamada de igreja de "inverno"). Após uma renovação no final da década de 1990, esta igreja foi aberta ao culto.

Catedral da Dormição (1652-1663, 1728-1732) vista do norte, Veliki Ustiug, Rússia

Esta vista norte da Catedral da Dormição da Virgem e do campanário adjacente em Veliki Ustiug (oblast de Vologda) foi tirada em 1998 pelo Dr. William Brumfield, fotógrafo americano e historiador da arquitetura russa, como parte do projeto "Encontro de Fronteiras" da Biblioteca do Congresso. Localizada onde os rios Sukhona e Yug se juntam para formar o rio Dvina do Norte, a cidade tornou-se uma importante rota de transporte para o norte e o leste desde o século XII. Ustiug desempenhou um papel fundamental no norte da Rússia, não só no comércio, mas também na atividade missionária, através de prelados, como o de Santo Estevão de Perm no século XIV. A igreja principal da cidade é a Catedral da Dormição da Virgem, construída originalmente em madeira em 1290 e reconstruída várias vezes. Partes da atual estrutura datam de meados do século XVII; uma grande reforma em 1728-1732 ampliou a parte ocidental. O estilo lacônico da igreja, visto no detalhamento da parede esparsa, contrasta com as cúpulas douradas barrocas nos tambores octagonais que foram instalados em 1778, com modificações posteriores no século XIX. O campanário (à esquerda) é composto por dois segmentos que datam do final do século XVII, com acréscimos à estrutura superior no final do século XVIII. O segmento norte culmina em octógonos crescentes revestidos com uma cúpula dourada.

Conjunto da Catedral da Dormição visto do oeste, Veliki Ustiug, Rússia

Esta vista nordeste através do rio Sukhona do conjunto da catedral de Veliki Ustiug (oblast de Vologda) foi tirada em 1999 pelo Dr. William Brumfield, fotógrafo americano e historiador da arquitetura russa, como parte do projeto "Encontro de Fronteiras" da Biblioteca do Congresso. Localizada onde os rios Sukhona e Yug se juntam para formar o rio Dvina do Norte, a cidade recebe o nome de "boca do yug", com o epíteto de veliki (grande) acrescentado no final do século XVI, em reconhecimento à importância da cidade. Esta rede de três rios formava uma rota de transporte estratégica para o norte e o leste que trouxe colonos russos para a região, desde a metade do século XII. A cidade mercantil de Novgorod reivindicou a área até o final do século XV, quando Moscóvia assumiu o controle. Ustiug desempenhou um papel fundamental no norte da Rússia, não só no comércio, mas também na atividade missionária, através de prelados, como o de Santo Estevão de Perm no século XIV. A importância da cidade é imediatamente visível na imponente Catedral da Dormição da Mãe de Deus e nas seis igrejas vizinhas que formam um conjunto conhecido como Praça da Catedral e Praça do Arcebispo adjacente. Juntamente com o campanário da catedral, elas são a característica dominante na margem esquerda elevada do rio Sukhona.

Panorama de inverno visto através do rio Sukhona, com o conjunto da catedral, Veliki Ustiug, Rússia

Esta vista nordeste através do rio Sukhona congelado em Veliki Ustiug (oblast de Vologda) foi tirada em 1998 pelo Dr. William Brumfield, fotógrafo americano e historiador da arquitetura russa, como parte do projeto "Encontro de Fronteiras" da Biblioteca do Congresso. Localizada onde os rios Sukhona e Yug se juntam para formar o rio Dvina do Norte, a cidade recebe o nome de "boca do yug", com o epíteto de veliki (grande) acrescentado no final do século XVI, em reconhecimento à importância da cidade. Esta rede de três rios formava uma rota de transporte estratégica para o norte e o leste que trouxe colonos russos para a região, desde a metade do século XII. A cidade mercantil de Novgorod reivindicou a área até o final do século XV, quando Moscóvia assumiu o controle. Ustiug desempenhou um papel fundamental no norte da Rússia, não só através do comércio, mas também através da atividade missionária de prelados como o de Santo Estevão de Perm (por volta de 1340-1396). A importância da Igreja Ortodoxa é visível no campanário imponente e na Catedral da Dormição da Virgem, bem como nas seis igrejas vizinhas que formam um conjunto conhecido como Praça da Catedral e Praça do Arcebispo adjacente, na margem esquerda elevada do Sukhona. As igrejas são ladeadas por mansões e instituições construídas por comerciantes da cidade.

Conjunto da Catedral da Dormição visto do oeste, Veliki Ustiug, Rússia

Esta vista nordeste através do rio Sukhona do conjunto da catedral de Veliki Ustiug (oblast de Vologda) foi tirada em 1999 pelo Dr. William Brumfield, fotógrafo americano e historiador da arquitetura russa, como parte do projeto "Encontro de Fronteiras" da Biblioteca do Congresso. Localizada onde os rios Sukhona e Yug se juntam para formar o rio Dvina do Norte, a cidade recebe o nome de "boca do yug", com o epíteto de veliki (grande) acrescentado no final do século XVI, em reconhecimento à importância da cidade. Esta rede de três rios formava uma rota de transporte estratégica para o norte e o leste que trouxe colonos russos para a região, desde a metade do século XII. A cidade mercantil de Novgorod reivindicou a área até o final do século XV, quando Moscóvia assumiu o controle. Ustiug desempenhou um papel fundamental no norte da Rússia, não só através do comércio, mas também através da atividade missionária de prelados como o de Santo Estevão de Perm (por volta de 1340-1396). A importância da Igreja Ortodoxa é visível no campanário imponente e na Catedral da Dormição da Virgem, bem como nas seis igrejas vizinhas que formam um conjunto conhecido como Praça da Catedral e Praça do Arcebispo adjacente. Esta vista mostra: a Igreja de São Brás (na extrema esquerda), a Catedral de São João de Ustiug, a Catedral da Dormição da Virgem, a Catedral de São Procópio de Ustiug, a Capela (pridel) dos Santos Kozma e Demian (Cosme e Damião), o campanário da catedral com a torre e a Igreja do Metropolita Aleksei (no canto noroeste da Praça do Arcebispo).