Cidade de Londres

Este livro de poesia infantil do final da era vitoriana apresenta uma brilhante e animada visão de Londres no auge de sua glória imperial. Felix Leigh, que escreveu os versos, foi um escritor prolífico cujos desenhos e peomas foram apresentados, por muitos anos, na revista Boy’s Own Paper. As ilustrações são de Thomas Crane e Ellen E. Houghton. Crane desenhou as páginas ornamentais e Houghton fez os desenhos de pessoas. Thomas Crane era o irmão mais velho de Walter Crane (1845-1915), que implementou melhorias revolucionárias em livros infantis ilustrados, certificando-se de que o texto e as ilustrações fossem concebidos em conjunto para produzir um todo harmonioso. Houghton era prima de primeiro grau dos Cranes, os quais são também conhecidos como desenhistas pioneiros de cartões de Natal.

Mary McLeod Bethune com uma Fila de Meninas da Escola

Mary McLeod Bethune foi uma educadora americana pioneira e líder dos direitos civis. Chamada Mary Jane McLeod, por nascimento, em 10 de julho de 1875, em Mayesville, South Carolina, filha de ex-escravos, Bethune ganhou bolsas de estudo para frequentar o Seminário Scotia em Concord, Carolina do Norte (atualmente Barber-Scotia College), e o Instituto para Missões Domésticas e Estrangeiras, em Chicago (hoje, Instituto Bíblico Moody). Em 1904, mudou-se para Daytona Beach, Florida, para fundar sua própria escola. Seu prédio escolar, de uma sala, transformou-se na Escola Normal e Industrial para Meninas Negras de Daytona, antes de se incorporar ao Instituto Cookman para Meninos, em 1923. Mais tarde, a escola incorporada afiliou-se à Igreja Metodista Unida e se tornou a faculdade historicamente negra, cujo nome era em sua homenagem, Faculdade Bethune-Cookman (atualmente, Universidade Bethune-Cookman). Em 1936, o presidente Franklin D. Roosevelt nomeou Bethune como diretora daAdministração de Assuntos Negros da Divisão Nacional de Juventude, fazendo dela a primeira mulher negra a dirigir uma agência federal. Ela também fundou o Conselho Nacional de Mulheres Negras e era membro ativo da Associação Nacional de Mulheres Negras até sua morte, em maio de 1955.

Portaria de Secessão, 1861

Este documento é uma cópia manuscrita, de uma página, da Portaria de Secessão aprovada em 10 de janeiro de 1861 pelos membros da Convenção do Povo da Flórida (comumente chamada de Convenção de Secessão). Em conformidade com uma lei da legislatura da Flórida aprovada em 30 de novembro de 1860, o governador Madison S. Perry emitiu uma proclamação convocando uma eleição no sábado, 22 de dezembro de 1860, para que os delegados de uma convenção discutissem a questão da Flórida ter ou não o direito de se retirar da União. A Convenção de Secessão reuniu-se em Tallahassee em 3 de janeiro de 1861 e aprovou, em 10 de janeiro, a Portaria de Secessão. A portaria declarou ser a Flórida "uma nação soberana e independente". Em 13 de abril, a convenção ratificou a constituição adotada pelos Estados Confederados da América. A convenção foi encererada em 27 de abril de 1861.

Lei Iowa-Flórida

Em dezembro de 1838, os delegados do Território da Flórida se reuniram na cidade de Saint Joseph para adotar uma constituição, um passo necessário para tornar-se estado. Mas foi somente em 3 de março de 1845 que ambas as câmaras do Congresso dos Estados Unidos aprovaram "Uma Lei para a Aprovação da Integração dos Estados da Flórida e de Iowa à União ". A Flórida foi aceita à União como um estado escravo e Iowa como estado livre, preservando, assim, o delicado equilíbrio político dentro do Senado dos EUA entre estados livres e escravos. Com a aprovação da lei, a Flórida tornou-se, imediatamente, o vigésimo-sétimo estado da União. Uma observação, no final deste documento, afirma: "5 de maio de 1845. Uma cópia verdadeira feita dos registros neste departamento.''

Constituição da Flórida de 1838

Em 3 de dezembro de 1838, delegados de todo o Território da Flórida se reuniram na cidade de Saint Joseph para elaborar uma constituição, em preparação para a mudança de designação para estado. Embora Saint Joseph viesse a desaparecer do mapa dentro de uma década, após sofrer um furacão devastador e repetidos surtos de febre amarela, o trabalho da convenção constitucional sobreviveu, resultando neste documento. A Constituição de 1838 estabeleceu um governador com um mandato, uma legislatura bicameral, fortes restrições bancárias (uma resposta à crise nacional do setor bancário de 1837), e uma estrita separação entre igreja e estado (nenhum clérigo poderia servir como governador ou legislador). Os delegados usaram como modelos as constituições de vários outros estados sulistas. Esta Constituição, aprovada em 1845 pelo Congresso dos Estados Unidos, permaneceu como o documento básico regente do estado durante a Guerra Civil. A Flórida Confederada emendou, mas não substituiu, a Constituição de 1838. Em 1865, os delegados da Reconstrução adotaram a nova constituição como parte do processo de restauração da Flórida à União. A constituição original, assinada pelos delegados, nunca foi encontrada.Considerada como "cópia de secretário," este documento é a única cópia conhecida da constituição de 1838.

China: Uma Noiva Manchu

Esta fotografia, feita pelo grande viajante, geógrafo e fotógrafo escocês John Thomson (1837-1921), mostra uma jovem do grupo étnico manchu em seu vestido de casamento. Ela está vestida com um traje ricamente bordado e usa, na cabeça, um grande adereço floral com borlas. Seu rosto está coberto com pó de arroz branco. Como etnógrafo, Thomson tirou muitas fotos de noivas em trajes luxuosos, mas também expressou uma visão pessimista da vida futura das noivas, que ele comparou à escravidão. "Nenhuma jovem manchu pode ficar noiva até que atinja quatorze anos de idade. Normalmente, uma mulher mais velha é empregada como intermediária para arranjar um casamento, e há quatro regras básicas para guiar a matrona. Primeiro, a moça deve ser amável. Em segundo lugar, ela deve ser uma mulher de poucas palavras. Em terceiro, ela deve ser trabalhadora e, por último, ela não deve desejar muitas coisas e, na verdade, ela deve ser razoavelmente bonita." Thomson escreveu também que a esposa "está, também, sujeita a levar uma surra de sua sogra e de seu marido também, se negligenciar suas tarefas de serviçal doméstica.” A coleção de Thomson, de mais de 600 negativos de vidro produzidos entre 1868 e 1872, foi adquirida por Henry S. Wellcome em 1921.

Comentário Mishná em Judaico-Árabe

Este manuscritro contém comentários sobre Mishnah por Mamônides:sobre Seder Moed (do meio do tratado Eruvin), e sobre Seder Nashim. O manuscrito mostra correções e emendas feitas a mão pelo próprio Mamônides, assim como notas adicionadas nas margens pelo seu filho, Abraham-he-Hasid, e por David ha-Nagid II e outros. Os títulos foram escritos na escrita quadrangular Sefardi. O manuscrito foi adquirido em Damasco, em 1908, pelos irmãos Toledano, os quais o vendeu para o célebre bibliófilo David Solomon Sassoon (Coleção nro. 72-73) e seus descendentes. Foi adquirido pela Biblioteca Nacional e Universitária Judáica em 1975. Moses ben Maimon, mais conhecido como Mamônides, foi um teólogo, filósofo e médico judeu. Ele nasceu em Cόrdoba, Espanha, em 1135. Em 1160, mudou-se com sua família para Fez, no Marrocos, para escapar da perseguição religiosa e, posteriormente, estabeleceu-se no Cairo, onde se tornou o médico pessoal do sultão e sua família. Ele também serviu como chefe da comunidade judaica do Cairo, onde morreu em 1204. Suas obras sobre teologia, direito, filosofia e medicina, a maioria escrita em árabe e traduzida para o hebraico, latim e outros idiomas, influenciaram amplamente tanto o mundo judeu como o não-judeu.

Coleção de Vários Trabalhos de Mamônides

Este manuscrito contém traduções de vários trabalhos de Mamônides, do original árabe para o hebraico. Incluídos estão: Moreh nevukhim, conhecido em inglês como The Guide to the Perplexed, Perush ha-milim ha-zarot, e Maamar teḥiyat ha-metim, todos traduzidos por Samuel ibn Tibbon; Beur milot ha-higayon, tranduzido por Moses ibn Tibbon; Perush perek helek, um comentário sobre Mishná; o tratado Sanhedrin, numa tradução atribuída, variadamente, a Judah Alharizi e Samuel ibn Tibbon; e a Epistle, ou Igeret, para Joseph ibn Jabbar de Bagdá, numa tradução anônima. Ibn Jabbar estava envolvido na polêmica entre Mamônides e Samuel ben Ali, chefe da academia judaica em Bagdá. Ibn Jabbar tentou defender Maimônides nesta disputa, e pediu para que ele enviasse respostas às acusações feitas contra ele. Somente o início deste trabalho ainda existe. Moses ben Maimon, mais conhecido como Mamônides, foi um teólogo, filósofo e médico judeu. Ele nasceu em Cόrdoba, Espanha, em 1135. Em 1160, mudou-se com sua família para Fez, no Marrocos, para escapar da perseguição religiosa e, posteriormente, estabeleceu-se no Cairo, onde se tornou o médico pessoal do sultão e sua família. Ele também serviu como chefe da comunidade judaica do Cairo, onde morreu em 1204. Suas obras sobre teologia, direito, filosofia e medicina, a maioria escrita em árabe e traduzida para o hebraico, latim e outros idiomas, influenciaram amplamente tanto o mundo judeu como o não-judeu.

Coleção de Vários Trabalhos

Este manuscrito contém uma coleção de vários trabalhos de Mamônides, incluindo Igeret teḥiyat ha-metim (Carta sobre a Ressurreição) (traduzido por Judah Alharizi) e uma coleção de vários escritos médicos. A Igeret tem uma introdução de Joseph ben Joel, da qual apenas a última parte ainda existe. Os escritos médicos, de um tradutor anônimo, incluem Sefer ha-katseret (Tratado sobre a asma), do original, Maqalah fi al-rabw; Maamar ha-mishgal (Tratado sobre a relação sexual), do original, Fi al-jama; Maamar shemirat ha-beriut (Guia para a boa saúde), do original, Fi tadbir al-sihhah; e Maamar ha-hakhraah (Explicação de coincidências), do original, Maqalah fi bayan bad al-arad wa-al-jawab anha. Ao que se sabe, não existem outras cópias dos tratados nesta tradução. Moses ben Maimon, mais conhecido como Mamônides, foi um teólogo, filósofo e médico judeu. Ele nasceu em Cόrdoba, Espanha, em 1135. Em 1160, mudou-se com sua família para Fez, no Marrocos, para escapar da perseguição religiosa e, posteriormente, estabeleceu-se no Cairo, onde se tornou o médico pessoal do sultão e sua família. Ele também serviu como chefe da comunidade judaica do Cairo, onde morreu em 1204. Suas obras sobre teologia, direito, filosofia e medicina, a maioria escrita em árabe e traduzida para o hebraico, latim e outros idiomas, influenciaram amplamente tanto o mundo judeu como o não-judeu.

O Guia para os Perplexos

Este trabalho é um original árabe do Moreh Nevukhim, síntese magistral de Mamônides da filosofia aristotélica e da crença tradicional judaica. Conhecida em inglês como The Guide to the Perplexed, a obra foi composta originalmente em árabe e traduzida para o hebreu por Samuel ibn Tibbon em 1204. Moses ben Maimon, mais conhecido como Mamônides, foi um teólogo, filósofo e médico judeu. Ele nasceu em Cόrdoba, Espanha, em 1135. Em 1160, mudou-se com sua família para Fez, no Marrocos, para escapar da perseguição religiosa e, posteriormente, estabeleceu-se no Cairo, onde se tornou o médico pessoal do sultão e sua família. Ele também serviu como chefe da comunidade judaica do Cairo, onde morreu em 1204. Suas obras sobre teologia, direito, filosofia e medicina, a maioria escrita em árabe e traduzida para o hebraico, latim e outros idiomas, influenciaram amplamente tanto o mundo judeu como o não-judeu.