6 de outubro de 2010

Sobre Explicação do Livro Wiqaya

Este livro, de Ubaydullah ibni Masood ush Taj-Sharia (também conhecido como Taj ush-Shari'a, o mais jovem, falecido em 1346 [747 AH]), foi escrito para explicar um trabalho anterior do avô e mentor do autor, Mahmoud ibni ash-Shari'a (o velho), o monumental Wiqayat ar-Riwaya min Masa'il al-Hidaya (A Narrativa Confiável sobre Questões de Orientação), que é muitas vezes abreviado para al-Wiqaya(Livro). Ambos os trabalhos são sobre a fiqh (Jurisprudência)islâmica na escola de pensamento Hanafi. O trabalho foi transcrito por Hassan b. Mahmood, em 1588 (996 DH). O manuscrito faz parte da coleção Bašagić de Manuscritos Islâmicos, na Biblioteca Universitária de Bratislava, na Eslováquia, que foi inscrita no programa Memória do Mundo, da UNESCO, em 1997. Safvet beg Basagić (1870-1934) foi um acadêmico bósnio, poeta, jornalista e diretor de museu, que reuniu uma coleção de 284 volumes manuscritos e 365 volumes impressos que refletem o desenvolvimento da civilização islâmica, desde o seus primórdios até o início do século XX. O manuscrito é o item 59 na Jozef Blaškovič, Arabské, turecké a perzské rukopisy Univerzitnej knižnice v Bratislave (manuscritos em árabe, turco e persa da Biblioteca Universitária, Bratislava).

Um Breve Ensaio Sobre o Quadrante Conhecido como Muqantarat

Este manuscrito sobre astronomia e topografia descreve o quadrante do seno e os círculos paralelos. Seu autor é desconhecido. O trabalho explica como medir alturas topográficas, saber os horários de oração e determinar a direção do Kaaba em Meca, em direção do qual os muçulmanos oram. A data da transcrição é desconhecida, mas foi feita, possivelmente, no século XVIII. O manuscrito é da Coleção Bašagić de Manuscritos Islâmicos da Biblioteca da Universidade de Bratislava, Eslováquia, que foi inscrita no registro Memória do Mundo da Unesco em 1997. Safvet beg Basagić (1870-1934) foi um acadêmico bósnio, poeta, jornalista e diretor de museu, que reuniu uma coleção de 284 volumes manuscritos e 365 volumes impressos que refletem o desenvolvimento da civilização islâmica, desde o seus primórdios até o início do século XX. O manuscrito é o item 303 na Jozef Blaškovič, Arabské, turecké a perzské rukopisy Univerzitnej knižnice v Bratislave (manuscritos em árabe, turco e persa da Biblioteca Universitária de Bratislava).

O Ensaio "Fatḥīyah" sobre a Utilização do Quadrante Mughayyab

Este tratado de Badr al-Din al-Maridini (nascido em 1423), mais conhecido como al-SIBT Maridini, inclui uma introdução, 20 seções e uma conclusão. O Tratado aborda uma série de questões em astronomia, topografia e matemática. Descreve o quadrante do seno e os círculos paralelos, e explica como medir a largura de um rio, o ângulo de uma estrela, a profundidade de um poço, ou a altura de uma montanha. Al-Maridini, cujos pais eram de Damasco, nasceu, cresceu e estudou no Cairo, no final da Dinastia Mameluca (1250-1517). O manuscrito é da Coleção Bašagić de Manuscritos Islâmicos, da Biblioteca Universitária de Bratislava, na Eslováquia, que foi inscrita no programa Memória do Mundo, pela UNESCO, em 1997. Safvet beg Basagić (1870-1934) foi um acadêmico bósnio, poeta, jornalista e diretor de museu, que reuniu uma coleção de 284 volumes manuscritos e 365 volumes impressos que refletem o desenvolvimento da civilização islâmica, desde o seus primórdios até o início do século XX. O manuscrito é o item 295 na Jozef Blaškovič, Arabské, turecké a perzské rukopisy Univerzitnej knižnice v Bratislave (manuscritos em árabe, turco e persa da Biblioteca Universitária de Bratislava).

Um Ensaio Sobre a Inclinação do Quadrante Mujayyab

Este manuscrito de duas páginas, de Ibrahim ibn Mustafa al-Halabi (falecido em 1776), é sobre o quadrante do seno e os círculos paralelos. O manuscrito é da Coleção Bašagić de Manuscritos Islâmicos da Biblioteca da Universidade de Bratislava, Eslováquia, que foi inscrita no registro Memória do Mundo da Unesco em 1997. Safvet beg Basagić (1870-1934) foi um acadêmico bósnio, poeta, jornalista e diretor de museu, que reuniu uma coleção de 284 volumes manuscritos e 365 volumes impressos que refletem o desenvolvimento da civilização islâmica, desde o seus primórdios até o início do século XX. O manuscrito é o item 298 na Jozef Blaškovič, Arabské, turecké a perzské rukopisy Univerzitnej knižnice v Bratislave (manuscritos em árabe, turco e persa da Biblioteca Universitária de Bratislava).

Livro de Evangelho da Catedral de Bamberg (Evangelho de Reichenau)

O evangelho da Catedral de Bamberg é uma das mais importantes obras-primas da pintura de livros da abadia beneditina na Ilha de Reichenau, no Lago Constança, no sul da Alemanha. Nos séculos X e XI, esta abadia foi o local da que era, provavelmente, a maior e mais influente escola européia de iluminação de livros. A produção de livros atingiu seu apogeu artístico por volta de 970 e 1010-1020, um período conhecido como a Renascença Otoniana (depois de Otto I, Otto II e Otto III, reis alemães e Sacrossantos Imperadores Romanos da dinastia saxônica que governaram durante este período). Estes códices ricamente ilustrados foram, na maioria dos casos, encomendados por pessoas de alto nível. Este manuscrito foi feito para o Imperador Henrique II (governou, 1002-1024), o sucessor de Otto III, que o presenteou à Catedral de Bamberg. A capa de ouro é um dos mais belos exemplos de encadernação de livro otoniana. O tema principal das encadernações medievais —a Glorificação de Cristo—é representado pelo trabalho em ouro, de extraordinário aspecto artístico. A cruz do triunfo, com uma grande ágata oval em seu centro, domina a composição. A imagem introdutória mostra Cristo, como vitorioso e fonte de vida, na Árvore da Vida, rodeada pelos símbolos dos evangelistas. Nas tecas dos evangelistas, o símbolo de cada evangelista está ligado a um dos maiores eventos da salvação. A iconografia do manuscrito, com sua variedade de referências ricas e incomuns, é inigualável na iluminação Reichenau. Os manuscritos iluminados do período Otoniano foram inscritos no programa Memória do Mundo, da UNESCO, em 2003.

Publicação dos Gabinetes

O Notitia Dignitatum é um docuemtno de estado que documenta, praticamente, a totalidade da organização civil e militar do Império Romano, tal como existia após as reformas do imperador Diocleciano (governou, 284-305). O manuscrito contém capítulos sobre os gabinetes do alto estado, e cada capítulo é precedido por páginas de ilustrações mostrando as insígnias dos chefes desses gabinetes e objetos característicos de suas funções. O original do documento, provavelmente escrito em torno de 425, em Roma, já se perdeu, bem como uma cópia do período carolíngio. Os carolíngios, que governaram grande parte da atual Europa Ocidental nos séculos VII e VIII, tinham consciência aguda de serem os sucessores dos governantes do Império Romano Ocidental, o que provavelmente explica seu interesse por este documento. Sabe-se que a cópia carolíngia perdida esteve na biblioteca da Catedral de Speyer, até o século XVII. Uma série de cópias deste documento, todas feitas nos séculos XV e XVI, sobreviveram. Esta cópia está entre as melhores, e foi concluída em 1542 para o Conde Palatine Ottheinrich, de Neuburg. O conde não gostava das imitações em estilo renascentista das insígnias nas placas encontradas em sua cópia, e posteriormente adicionou um conjunto de ilustrações mais fiéis aos originais.