4 de fevereiro de 2016

Schleswig-Holstein

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Schleswig-Holstein é o Número 35 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. Os ducados de Schleswig e Holstein foram governados pelo rei da Dinamarca até 1864, quando, devido a uma breve guerra da Áustria e Prússia contra a Dinamarca, eles ficaram sob o governo Austro-Prussiano. A administração conjunta das duas grandes potências alemãs existiu apenas até 1866 e, em consequência da Guerra Austro-Prussiana contra a Dinamarca nesse ano, os dois ducados ficaram sob o controle exclusivo da Prússia e foram unificados para formar a província prussiana de Schleswig-Holstein. Os habitantes de Holstein eram predominantemente falantes do idioma alemão e os de Schleswig em sua maioria eram falantes do idioma dinamarquês, embora o idioma alemão tenha se disseminado mais e mais para os territórios ao norte do Rio Eidar (fronteira entre os dois ducados e tradicionalmente a fronteira entre Alemanha e Escandinávia). Uma pequena minoria de frísios também habitavam partes do continente de Schleswig e diversas ilhas do ducado. O livro trata da geografia política e física, história política, condições sociais e políticas, e condições econômicas que, de longe, a maior parte é tomada pela seção histórica e pelas discussões dos aspectos políticos, diplomáticos, dinásticos e linguísticos das disputas sobre o controle da província. A população de Schleswig-Holstein foi estimada em 1.621.004 em 1910. A seção econômica destaca a importância do Canal de Kiel, que liga o Mar Báltico ao Mar do Norte (construído pelos alemães e inaugurado em 1895), dos portos industriais de Kiel e Altona, e da riqueza gerada pelas pequenas fazendas da província e da pesca de hadoque, arenque e bacalhau. Após a derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial, o Tratado de Versalhes estipulou que o futuro de Schleswig fosse determinado por um plebiscito. O pleito foi realizado em fevereiro de 1920. Três quartos da população votaram a favor da unificação com a Dinamarca e, em julho de 1920, a província foi incorporada à Dinamarca. Holstein permaneceu como parte da Alemanha.

Senegal

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Senegal é o Número 102 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. Senegal foi uma das mais antigas e mais importantes colônias da África Francesa. A atividade francesa na costa africana, na foz do Rio Senegal, teve início em 1626, e a Companhia Real do Senegal iniciou a colonização no início do século XVIII. Por vezes, a colônia ficou sob o controle britânico, mas foi devolvida para a França em 1814. Com o decreto do governo francês de 18 de outubro de 1904, o Senegal tornou-se parte do governo-geral da África Ocidental. O livro trata de geografia política e física, história política, condições sociais e políticas, e condições econômicas. A seção que trata das condições políticas e sociais é muito breve e os tópicos sobre as condições religiosas, organizações militares e educação pública no Senegal são abordadas no Número 100 na série, África Ocidental Francesa. A população da colônia foi estimada em 1.259.920 (1916), constituídos pelos principais grupos étnicos Wolof, Peul (ou Pular ou Fulani) e Serer. A seção econômica destaca a importância do grande porto marítimo e comercial de Dakar, que também estava ligado por trem à cidade costeira de Saint Louis e seu porto. A agricultura foi a principal indústria da colônia e o amendoim o principal produto de exportação. O desmatamento e a desertificação estão listados como os desafios ambientais mais graves. A colônia tornou-se a independente República do Senegal em 1960.

Saint-Pierre e Miquelon

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Saint-Pierre e Miquelon é o Número 131 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. Saint-Pierre e Miquelon são duas pequenas ilhas localizadas a cerca de 16 km a oeste e sudoeste de Terra Nova que, segundo relatos do estudo, é “tudo o que resta do grande império francês de outrora na América do Norte….” A seção sobre a história política relata as várias idas e vindas de controle das ilhas entre franceses e britânicos desde a primeira ocupação pelos franceses em 1650 até a devolução final para a França em 1814. O estudo descreve que a “razão da valorização de Saint-Pierre e Miquelon pelo governo francês deveu-se à sua utilidade como base para o carregamento de pesca dos Grandes Bancos e da costa de Terra Nova. Como resultado, por muitos anos Saint-Pierre e Miquelon desfrutaram de uma considerável medida de prosperidade como sedes de uma importante frota pesqueira com cerca de 200 navios….” O estudo atribui o subsequente declínio econômico das ilhas, à queda na pesca do bacalhau e à mudança dos portos de origem para a Terra Nova continental. A seção sobre as condições econômicas aborda em detalhes a pesca do bacalhau, incluindo estoques locais, como a pesca é realizada, a limpeza e secagem do peixe, o mercado de exportação e o trabalho envolvido na atividade pesqueira. A população da colônia em 1911 era estimada em 4.209, menor do que os 6.482 em 1902. Hoje, Saint-Pierre e Miquelon possuem governos autônomos, mas ainda fazem parte da França.

São Tomé e Príncipe

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. São Tomé e Príncipe é o Número 119 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. Localizadas no Golfo da Guiné, próximo da costa da África Ocidental, as ilhas de São Tomé e Príncipe foram descobertas e reivindicadas pelos navegadores portugueses por volta de 1470. Naquela época elas não eram habitadas. Em 1493, os portugueses iniciaram a colonização de São Tomé com a introdução da cultura da cana-de-açúcar baseada no trabalho escravo, importado do vizinho continente africano. Os primeiros colonizadores portugueses eram constituídos principalmente de condenados e meninos judeus separados de seus pais. A produção da cana-de-açúcar começou em Príncipe por volta de 1520. Por um período de tempo, durante o século XVI, as ilhas foram os maiores produtores de açúcar do mundo, e o posterior declínio em sua produção deveu-se à concorrência proveniente do Brasil. O livro trata de geografia política e física, história política, condições sociais e políticas, e condições econômicas. A população total das ilhas era estimada em 58.907 (1914), dos quais a vasta maioria (53.969) estava concentrada em São Tomé. Com a indústria açucareira tendo desaparecido há muito, o cacau tornou-se o principal produto. Estima-se que São Tomé e Príncipe produziram cerca de um sexto da produção mundial de cacau em 1913. As exportações da cultura totalizaram o recorde de 43.495 toneladas métricas, responsável por 97% do total de exportações da ilha. Ao concluir as observações, o estudo registra que as “ilhas sofrem uma séria desvantagem pelo fato de que muito do excedente de sua receita, que poderia ser aplicado localmente, é destinado a colônias portuguesas como a Angola,  para corrigir o déficit das mesmas”. A colônia tornou-se a independente República Democrática de São Tomé e Príncipe em 12 de julho de 1975.

Guiana Francesa

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Guiana Francesa é o Número 137 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. O livro trata de geografia política e física, história política, condições sociais e políticas, e condições econômicas. Situada na costa norte da América do Sul, entre a Guiana Holandesa (atual Suriname) e o Brasil, a colônia da Guiana Francesa teve uma população diversificada, que incluía índios nativos de três grupos principais (Aruaque, Caribe e Tupi), descendentes de ex-escravos (incluindo marrons, escravos fugitivos que viviam no interior do país), e descendentes de europeus de ascendência francesa, inglesa, portuguesa, holandesa e alemã. A seção sobre a história política discute a concorrência, nos séculos XVII e XVIII, entre franceses, holandeses e britânicos pelo controle da Ilha Caiena, centro histórico da colônia. Após a ocupação das forças anglo-portuguesas durante as Guerras Napoleônicas, a colônia foi devolvida à França, que a governa desde então. Em 1854, Caiena tornou-se uma colônia penal francesa, local da famosa Ilha do Diabo, na qual foram mantidos prisioneiros famosos, como o capitão Alfred Dreyfus. A população penal total em 1915 é estimada em 8.568. O ouro foi descoberto em 1853 e a mineração de ouro era a principal indústria da colônia. Uma tabela no apêndice lista o número de concessões de minas de ouro por ano, no período entre 1900 e 1915, com suas dimensões e produção anual total em onças-troy e por valor em libras esterlinas. Hoje, a Guiana Francesa é um departamento ultramarino da França. Ela abriga o Centro Espacial da Guiana, operado pelas agências espaciais francesa e europeia.

África Equatorial Francesa

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. África Equatorial Francesa é o Número 108 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. A África Equatorial Francesa foi uma divisão administrativa do Império Francês, estabelecida em 1910 sob a responsabilidade de um governador-geral, conferida pelas autoridades de Paris. Nela estão incluídas as colônias do Congo Central (atual República do Congo), Gabão, Chade e Oubangui-Chari (atual República Centro-Africana). O livro trata de geografia política e física, história política, condições sociais e políticas, e condições econômicas. A seção da história política relata os eventos principais pelos quais a França adquiriu esta vasta faixa de território, a definição de suas fronteiras com as colônias vizinhas controladas por outras potências europeias, e as interações entre França e Alemanha, França e Reino Unido e França e Itália, assim como a forma como se relacionavam com o território. A seção econômica registra que as colônias que constituíram a África Equatorial Francesa eram relativamente subdesenvolvidas devido a fatores naturais (poucos cursos d'água, população pequena) e à falta de investimento e outras deficiências da política francesa. A atividade econômica era dominada pelas 13 empresas concessionárias que estavam engajadas principalmente com a extração e exportação de produtos animais e vegetais. Em 1913, as exportações principais eram a borracha, madeira (incluindo madeiras tropicais como ébano e mogno), óleo de baleia e marfim.

Guiné Francesa

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Guiné Francesa é o Número 103 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. A colônia da Guiné Francesa foi estabelecida no final do século XIX, quando a França adquiriu territórios na costa ocidental da África através de tratados com habitantes locais e definiu as fronteiras daqueles territórios com as colônias britânicas (Serra Leoa) e portuguesas (Guiné Portuguesa, atual Guiné-Bissau) vizinhas, bem como com o Estado independente da República da Libéria. Em 1904, a Guiné Francesa tornou-se parte do governo-geral da África Ocidental Francesa. O livro trata de geografia política e física, história política, e condições econômicas. (As condições sociais e políticas foram tratadas no número 100 em uma série, África Ocidental Francesa.) A população da colônia em 1916 foi estimada em 1.808.893, constituídos pelos principais grupos étnicos Fula, Mandinka (isto é, Malinqué) e Susu. A população total europeia era de apenas 1.166. A economia da colônia baseava-se principalmente na produção de borracha, que era responsável por 73% das exportações no período de 1900 a 1914. O apêndice inclui fragmentos dos principais tratados que definem as fronteiras da colônia e tabelas com estatísticas comerciais detalhadas. A Guiné Francesa tornou-se a independente República da Guiné em 2 de outubro de 1958.

Possessões francesas na Índia

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Possessões francesas na Índia é o Número 77 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. Em 1664 a França, governada pelo Rei Luís XIV, estabeleceu La Compagnie des Indes Orientales (A Companhia das Índias Orientais) com o objetivo de fundar colônias francesas e entrepostos comerciais na Índia para disputar uma fatia do comércio do subcontinente. No entanto, os esforços das colônias francesas na Índia nunca tiveram muito êxito e, por volta de 1817, quando os acordos territoriais finais foram realizados de acordo com Établissements français de l’Inde (Possessões Francesas na Índia), eles consistiam apenas de cinco territórios pequenos e muito espalhados: Pondicherry, Karikal, Yanaon, Mahé e Chandernagor. Este estudo trata da geografia política e física desses territórios, da história política e condições sociais e políticas, assim como das condições econômicas. Segundo o estudo, a população total estimada era de 266.828 em 1915. Ele afirma que no passado, a Índia Francesa viveu alguns períodos de prosperidade, principalmente como resultado do comércio, mas que apresentava uma perspectiva pessimista para o futuro, em virtude das “dificuldades insuperáveis devido à situação geográfica desses territórios espalhados”. Em 1947 e em 1954, a França devolveu as possessões indianas para a República da Índia independente.

Marrocos Francês

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Marrocos Francês é o Número 101 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. Este estudo pode ser lido juntamente com o Número 122 na série Marrocos Espanhol. O livro trata de geografia política e física, história política, condições sociais e políticas, e condições econômicas. Esta seção histórica apresenta uma breve descrição da história marroquina desde a conquista árabe, no século VII, passando pelas dinastias berberes do século XI ao XVI, pelas dinastias Sherifianas do século XVI ao XIX e encerrando na era moderna, que se inicia em 1830, com a invasão francesa da Argélia e vai até 1912, quando os protetorados franceses e espanhóis foram estabelecidos no Marrocos. A “Questão Marroquina”, que envolvia a rivalidade entre as potências europeias por influência em um território estrategicamente importante, foi abordada em detalhes. O estudo estima que a população total do Marrocos estivesse entre 4 a 6 milhões de pessoas, das quais de 3,5 a 5 milhões viviam no Marrocos Francês; 1 milhão no Protetorado Espanhol e 1 milhão restante em partes do Marrocos não ocupados por nenhuma potência europeia. Os principais grupos étnicos estão listados como bérberes, árabes, judeus e diversos outros. O estudo registra: “Os fatores determinantes da história marroquina sempre foram a geografia e a etnografia. As grandes áreas extremamente férteis e o solo facilmente cultivável desde os tempos mais antigos atraíram invasores do leste e ainda outros dos desertos do sul. Seu extenso litoral, ao longo das duas rotas comerciais do Mediterrâneo e do Atlântico, ameaçou a segurança de mercadores europeus e viajantes por muitos anos….” Mais recentemente, “relatos sobre os recursos minerais do Marrocos chamaram a atenção das potências concorrentes e estimularam a rivalidade internacional”.

Indochina Francesa

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Indochina Francesa é o Número 78 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. A Indochina Francesa era formada pela colônia da Cochinchina (no extremo sul do atual Vietnã), pelos protetorados de Tongking (i.e., Tonkin, ou a parte norte do Vietnã), por Annam (parte central e sul do Vietnã exceto pela área ocupada pela Cochinchina), pelo Camboja, partes do atual Laos e pelo território arrendado chinês de Kwang-chow-wan (Guangzhouwan). O livro trata de geografia política e física, história política, condições sociais e políticas, e condições econômicas. A seção sobre geografia registra a importância de dois rios principais, Vermelho e Mekong, além do extenso litoral. A população estimada era de 16,6 milhões, dos quais cerca de 80% constituídos de anameses, (ou seja, vietnamitas), e o restante por cambojanos, chineses, tailandeses (ou Tay), e membros de outros grupos menores. A seção histórica faz uma breve referência aos antigos reinos do Khmer e de Annam, mas se concentra principalmente no século XIX, quando os franceses adentraram a região e competiram com a China e o Sião (atual Tailândia) por influência. A economia da Indochina Francesa baseava-se principalmente na agricultura e o arroz era seu principal produto de exportação. O estudo registra que os “nativos da Indochina aceitaram o governo francês com aparente tranquilidade, embora de vez em quando ocorram distúrbios em Annam e Tongking, em que se denota que o descontentamento e a instabilidade social estão latentes”.