15 de setembro de 2016

Anīs para crianças, volume 6, edição 38, 4 de dezembro de 1975

Kamkayāno anīs (Anīs para crianças) é uma revista para jovens leitores no Afeganistão. A publicação que deu origem à revista, o jornal Anīs (publicado pela primeira vez em 6 de maio de 1927), foi nomeada em homenagem ao seu primeiro diretor, Muhyi al-Din Anis (falecido em 1938 ou 1939), um dos fundadores do jornalismo no Afeganistão. Anīs também significa “companheiro”, por isso o título Kamkayāno anīs pode ter um jogo de palavras que quer dizer “o companheiro das crianças”. Kamkayāno anīs começou a ser publicada na década de 1960. No início de sua publicação a revista tinha um título diferente (embora com o mesmo significado): Kūchnayāno anīs, e era dirigida por Tahir Paknahad. No começo da década de 1970 o nome da revista passou a ser Kamkayāno anīs. Na época, a publicação era semanal e incluía artigos, caricaturas, histórias, chistes, enigmas e carta dos leitores. Boa parte do conteúdo provinha de contribuições dos jovens leitores. A revista era escrita principalmente em persa, embora cada edição também apresentasse vários artigos em pachto. As primeiras posições de editor da Kamkayāno anīs contaram com figuras jornalísticas bem-conhecidas, como Shukriya Ra‘d (que também foi editor da revista Zhvandūn). Na década de 1970 a revista também publicou alguns artigos sobre a cultura e a sociedade americana, como podemos ver, por exemplo, em ensaios sobre as práticas agrícolas nos Estados Unidos e os programas de televisão para crianças, e encerrou suas publicações logo após a invasão do Afeganistão pela União Soviética em 1979. A revista reapareceu em 1990 com o editor Muhammad Mahdi Bashir.

Anīs para crianças, volume 6, edição 39, 11 de dezembro de 1975

Kamkayāno anīs (Anīs para crianças) é uma revista para jovens leitores no Afeganistão. A publicação que deu origem à revista, o jornal Anīs (publicado pela primeira vez em 6 de maio de 1927), foi nomeada em homenagem ao seu primeiro diretor, Muhyi al-Din Anis (falecido em 1938 ou 1939), um dos fundadores do jornalismo no Afeganistão. Anīs também significa “companheiro”, por isso o título Kamkayāno anīs pode ter um jogo de palavras que quer dizer “o companheiro das crianças”. Kamkayāno anīs começou a ser publicada na década de 1960. No início de sua publicação a revista tinha um título diferente (embora com o mesmo significado): Kūchnayāno anīs, e era dirigida por Tahir Paknahad. No começo da década de 1970 o nome da revista passou a ser Kamkayāno anīs. Na época, a publicação era semanal e incluía artigos, caricaturas, histórias, chistes, enigmas e carta dos leitores. Boa parte do conteúdo provinha de contribuições dos jovens leitores. A revista era escrita principalmente em persa, embora cada edição também apresentasse vários artigos em pachto. As primeiras posições de editor da Kamkayāno anīs contaram com figuras jornalísticas bem-conhecidas, como Shukriya Ra‘d (que também foi editor da revista Zhvandūn). Na década de 1970 a revista também publicou alguns artigos sobre a cultura e a sociedade americana, como podemos ver, por exemplo, em ensaios sobre as práticas agrícolas nos Estados Unidos e os programas de televisão para crianças, e encerrou suas publicações logo após a invasão do Afeganistão pela União Soviética em 1979. A revista reapareceu em 1990 com o editor Muhammad Mahdi Bashir.

Anīs para crianças, volume 6, edição 40, 18 de dezembro de 1975

Kamkayāno anīs (Anīs para crianças) é uma revista para jovens leitores no Afeganistão. A publicação que deu origem à revista, o jornal Anīs (publicado pela primeira vez em 6 de maio de 1927), foi nomeada em homenagem ao seu primeiro diretor, Muhyi al-Din Anis (falecido em 1938 ou 1939), um dos fundadores do jornalismo no Afeganistão. Anīs também significa “companheiro”, por isso o título Kamkayāno anīs pode ter um jogo de palavras que quer dizer “o companheiro das crianças”. Kamkayāno anīs começou a ser publicada na década de 1960. No início de sua publicação a revista tinha um título diferente (embora com o mesmo significado): Kūchnayāno anīs, e era dirigida por Tahir Paknahad. No começo da década de 1970 o nome da revista passou a ser Kamkayāno anīs. Na época, a publicação era semanal e incluía artigos, caricaturas, histórias, chistes, enigmas e carta dos leitores. Boa parte do conteúdo provinha de contribuições dos jovens leitores. A revista era escrita principalmente em persa, embora cada edição também apresentasse vários artigos em pachto. As primeiras posições de editor da Kamkayāno anīs contaram com figuras jornalísticas bem-conhecidas, como Shukriya Ra‘d (que também foi editor da revista Zhvandūn). Na década de 1970 a revista também publicou alguns artigos sobre a cultura e a sociedade americana, como podemos ver, por exemplo, em ensaios sobre as práticas agrícolas nos Estados Unidos e os programas de televisão para crianças, e encerrou suas publicações logo após a invasão do Afeganistão pela União Soviética em 1979. A revista reapareceu em 1990 com o editor Muhammad Mahdi Bashir.

Anīs para crianças, volume 6, edição 41, 25 de dezembro de 1975

Kamkayāno anīs (Anīs para crianças) é uma revista para jovens leitores no Afeganistão. A publicação que deu origem à revista, o jornal Anīs (publicado pela primeira vez em 6 de maio de 1927), foi nomeada em homenagem ao seu primeiro diretor, Muhyi al-Din Anis (falecido em 1938 ou 1939), um dos fundadores do jornalismo no Afeganistão. Anīs também significa “companheiro”, por isso o título Kamkayāno anīs pode ter um jogo de palavras que quer dizer “o companheiro das crianças”. Kamkayāno anīs começou a ser publicada na década de 1960. No início de sua publicação a revista tinha um título diferente (embora com o mesmo significado): Kūchnayāno anīs, e era dirigida por Tahir Paknahad. No começo da década de 1970 o nome da revista passou a ser Kamkayāno anīs. Na época, a publicação era semanal e incluía artigos, caricaturas, histórias, chistes, enigmas e carta dos leitores. Boa parte do conteúdo provinha de contribuições dos jovens leitores. A revista era escrita principalmente em persa, embora cada edição também apresentasse vários artigos em pachto. As primeiras posições de editor da Kamkayāno anīs contaram com figuras jornalísticas bem-conhecidas, como Shukriya Ra‘d (que também foi editor da revista Zhvandūn). Na década de 1970 a revista também publicou alguns artigos sobre a cultura e a sociedade americana, como podemos ver, por exemplo, em ensaios sobre as práticas agrícolas nos Estados Unidos e os programas de televisão para crianças, e encerrou suas publicações logo após a invasão do Afeganistão pela União Soviética em 1979. A revista reapareceu em 1990 com o editor Muhammad Mahdi Bashir.

Anīs para crianças, volume 6, edição 42, 1 de janeiro de 1976

Kamkayāno anīs (Anīs para crianças) é uma revista para jovens leitores no Afeganistão. A publicação que deu origem à revista, o jornal Anīs (publicado pela primeira vez em 6 de maio de 1927), foi nomeada em homenagem ao seu primeiro diretor, Muhyi al-Din Anis (falecido em 1938 ou 1939), um dos fundadores do jornalismo no Afeganistão. Anīs também significa “companheiro”, por isso o título Kamkayāno anīs pode ter um jogo de palavras que quer dizer “o companheiro das crianças”. Kamkayāno anīs começou a ser publicada na década de 1960. No início de sua publicação a revista tinha um título diferente (embora com o mesmo significado): Kūchnayāno anīs, e era dirigida por Tahir Paknahad. No começo da década de 1970 o nome da revista passou a ser Kamkayāno anīs. Na época, a publicação era semanal e incluía artigos, caricaturas, histórias, chistes, enigmas e carta dos leitores. Boa parte do conteúdo provinha de contribuições dos jovens leitores. A revista era escrita principalmente em persa, embora cada edição também apresentasse vários artigos em pachto. As primeiras posições de editor da Kamkayāno anīs contaram com figuras jornalísticas bem-conhecidas, como Shukriya Ra‘d (que também foi editor da revista Zhvandūn). Na década de 1970 a revista também publicou alguns artigos sobre a cultura e a sociedade americana, como podemos ver, por exemplo, em ensaios sobre as práticas agrícolas nos Estados Unidos e os programas de televisão para crianças, e encerrou suas publicações logo após a invasão do Afeganistão pela União Soviética em 1979. A revista reapareceu em 1990 com o editor Muhammad Mahdi Bashir.

Anīs para crianças, volume 7, edição 43, 8 de janeiro de 1976

Kamkayāno anīs (Anīs para crianças) é uma revista para jovens leitores no Afeganistão. A publicação que deu origem à revista, o jornal Anīs (publicado pela primeira vez em 6 de maio de 1927), foi nomeada em homenagem ao seu primeiro diretor, Muhyi al-Din Anis (falecido em 1938 ou 1939), um dos fundadores do jornalismo no Afeganistão. Anīs também significa “companheiro”, por isso o título Kamkayāno anīs pode ter um jogo de palavras que quer dizer “o companheiro das crianças”. Kamkayāno anīs começou a ser publicada na década de 1960. No início de sua publicação a revista tinha um título diferente (embora com o mesmo significado): Kūchnayāno anīs, e era dirigida por Tahir Paknahad. No começo da década de 1970 o nome da revista passou a ser Kamkayāno anīs. Na época, a publicação era semanal e incluía artigos, caricaturas, histórias, chistes, enigmas e carta dos leitores. Boa parte do conteúdo provinha de contribuições dos jovens leitores. A revista era escrita principalmente em persa, embora cada edição também apresentasse vários artigos em pachto. As primeiras posições de editor da Kamkayāno anīs contaram com figuras jornalísticas bem-conhecidas, como Shukriya Ra‘d (que também foi editor da revista Zhvandūn). Na década de 1970 a revista também publicou alguns artigos sobre a cultura e a sociedade americana, como podemos ver, por exemplo, em ensaios sobre as práticas agrícolas nos Estados Unidos e os programas de televisão para crianças, e encerrou suas publicações logo após a invasão do Afeganistão pela União Soviética em 1979. A revista reapareceu em 1990 com o editor Muhammad Mahdi Bashir.

Anīs para crianças, volume 7, edição 44, 15 de janeiro de 1976

Kamkayāno anīs (Anīs para crianças) é uma revista para jovens leitores no Afeganistão. A publicação que deu origem à revista, o jornal Anīs (publicado pela primeira vez em 6 de maio de 1927), foi nomeada em homenagem ao seu primeiro diretor, Muhyi al-Din Anis (falecido em 1938 ou 1939), um dos fundadores do jornalismo no Afeganistão. Anīs também significa “companheiro”, por isso o título Kamkayāno anīs pode ter um jogo de palavras que quer dizer “o companheiro das crianças”. Kamkayāno anīs começou a ser publicada na década de 1960. No início de sua publicação a revista tinha um título diferente (embora com o mesmo significado): Kūchnayāno anīs, e era dirigida por Tahir Paknahad. No começo da década de 1970 o nome da revista passou a ser Kamkayāno anīs. Na época, a publicação era semanal e incluía artigos, caricaturas, histórias, chistes, enigmas e carta dos leitores. Boa parte do conteúdo provinha de contribuições dos jovens leitores. A revista era escrita principalmente em persa, embora cada edição também apresentasse vários artigos em pachto. As primeiras posições de editor da Kamkayāno anīs contaram com figuras jornalísticas bem-conhecidas, como Shukriya Ra‘d (que também foi editor da revista Zhvandūn). Na década de 1970 a revista também publicou alguns artigos sobre a cultura e a sociedade americana, como podemos ver, por exemplo, em ensaios sobre as práticas agrícolas nos Estados Unidos e os programas de televisão para crianças, e encerrou suas publicações logo após a invasão do Afeganistão pela União Soviética em 1979. A revista reapareceu em 1990 com o editor Muhammad Mahdi Bashir.

Anīs para crianças, volume 7, edição 45, 22 de janeiro de 1976

Kamkayāno anīs (Anīs para crianças) é uma revista para jovens leitores no Afeganistão. A publicação que deu origem à revista, o jornal Anīs (publicado pela primeira vez em 6 de maio de 1927), foi nomeada em homenagem ao seu primeiro diretor, Muhyi al-Din Anis (falecido em 1938 ou 1939), um dos fundadores do jornalismo no Afeganistão. Anīs também significa “companheiro”, por isso o título Kamkayāno anīs pode ter um jogo de palavras que quer dizer “o companheiro das crianças”. Kamkayāno anīs começou a ser publicada na década de 1960. No início de sua publicação a revista tinha um título diferente (embora com o mesmo significado): Kūchnayāno anīs, e era dirigida por Tahir Paknahad. No começo da década de 1970 o nome da revista passou a ser Kamkayāno anīs. Na época, a publicação era semanal e incluía artigos, caricaturas, histórias, chistes, enigmas e carta dos leitores. Boa parte do conteúdo provinha de contribuições dos jovens leitores. A revista era escrita principalmente em persa, embora cada edição também apresentasse vários artigos em pachto. As primeiras posições de editor da Kamkayāno anīs contaram com figuras jornalísticas bem-conhecidas, como Shukriya Ra‘d (que também foi editor da revista Zhvandūn). Na década de 1970 a revista também publicou alguns artigos sobre a cultura e a sociedade americana, como podemos ver, por exemplo, em ensaios sobre as práticas agrícolas nos Estados Unidos e os programas de televisão para crianças, e encerrou suas publicações logo após a invasão do Afeganistão pela União Soviética em 1979. A revista reapareceu em 1990 com o editor Muhammad Mahdi Bashir.

Kandahār, volume 15, número 5, agosto de 1974

Kandahār foi fundada em 1960 como a revista mensal do pachto vernáculo na Província de Candaar. A revista firmou suas bases dentro da estrutura do jornal Tolo-e Afghan sediado em Candaar, sendo Mohammad Wali Zulmay seu primeiro editor-chefe. Em uma nota editorial de 21 de abril de 1961 intitulada “Com os escritores de Kandahār, Agha Mohammad Karzai, o segundo editor-chefe, declara que o objetivo da revista é “representar a cultura de Candaar com o propósito de escrever e explicar às pessoas assuntos sobre história, literatura, economia e língua”. As edições publicadas entre 1961 e 1974 contêm artigos sobre alguns temas como “Língua pachto contemporânea e identidade pachto”, “Literatura da China”, “Pashtunistão”, “Castelo de quarenta torres de Candaar”, “Surgimento do romance na literatura russa”, “Abraham Lincoln”, “A guerra sem fim no Vietnã”, e muitos outros. O que torna a revista Kandahār interessante e importante é sua natureza vernacular. A revista é uma das principais publicações em pachto editadas e lidas no sul do Afeganistão. Ela é uma rica fonte de informações sobre o pensamento literário, histórico e político afegão da década de 1960 em diante, especialmente em áreas rurais e provinciais, além do valor especial que a publicação representa para estudiosos interessados na história e cultura do país. Kandahār era publicada mensalmente com média de 30 a 50 páginas. A revista quase sempre apresentava as capas de frente e de trás coloridas com ilustrações que acompanham o texto dos artigos. Os colaboradores da revista eram muitas vezes intelectuais literários nacionalistas e locais provenientes de Candaar e de todo o Afeganistão. Kandahār continua sendo publicada até os dias de hoje, mas com o tempo seu conteúdo sofreu alterações, refletindo as dinâmicas sociais e políticas no país.

Kandahār, volume 15, número 6, setembro de 1974

Kandahār foi fundada em 1960 como a revista mensal do pachto vernáculo na Província de Candaar. A revista firmou suas bases dentro da estrutura do jornal Tolo-e Afghan sediado em Candaar, sendo Mohammad Wali Zulmay seu primeiro editor-chefe. Em uma nota editorial de 21 de abril de 1961 intitulada “Com os escritores de Kandahār, Agha Mohammad Karzai, o segundo editor-chefe, declara que o objetivo da revista é “representar a cultura de Candaar com o propósito de escrever e explicar às pessoas assuntos sobre história, literatura, economia e língua”. As edições publicadas entre 1961 e 1974 contêm artigos sobre alguns temas como “Língua pachto contemporânea e identidade pachto”, “Literatura da China”, “Pashtunistão”, “Castelo de quarenta torres de Candaar”, “Surgimento do romance na literatura russa”, “Abraham Lincoln”, “A guerra sem fim no Vietnã”, e muitos outros. O que torna a revista Kandahār interessante e importante é sua natureza vernacular. A revista é uma das principais publicações em pachto editadas e lidas no sul do Afeganistão. Ela é uma rica fonte de informações sobre o pensamento literário, histórico e político afegão da década de 1960 em diante, especialmente em áreas rurais e provinciais, além do valor especial que a publicação representa para estudiosos interessados na história e cultura do país. Kandahār era publicada mensalmente com média de 30 a 50 páginas. A revista quase sempre apresentava as capas de frente e de trás coloridas com ilustrações que acompanham o texto dos artigos. Os colaboradores da revista eram muitas vezes intelectuais literários nacionalistas e locais provenientes de Candaar e de todo o Afeganistão. Kandahār continua sendo publicada até os dias de hoje, mas com o tempo seu conteúdo sofreu alterações, refletindo as dinâmicas sociais e políticas no país.