9 de fevereiro de 2017

Recorte do “The Transport Ace”, terça-feira, 2 de setembro de 1919, do diário de John J. Pershing

The Transport Ace foi um jornal publicado a bordo do USS Leviathan, “impresso todos os dias no mar”, conforme declarado no cabeçalho. Aqui apresentamos a edição do jornal de 2 de setembro de 1919, um dia depois que o navio, transportando o general John J. Pershing, comandante das Forças Expedicionárias Americanas (AEF), deixou o porto de Brest, na França, para retornar aos EUA. A maior parte da edição de duas páginas está dedicada às cerimônias de partida realizadas no dia anterior, ao discurso de despedida do general Ferdinand Foch (comandante de todas as forças Aliadas durante os meses finais da Primeira Guerra Mundial) e à resposta de Pershing ao discurso de Foch. O restante do jornal contém algumas histórias, notícias sobre a tripulação do navio e alguns artigos humorísticos. Como acontecia todos os dias nas publicações do jornal, a posição do navio ao meio-dia também está fornecida. Pershing chegou à Nova York em 8 de setembro, onde recebeu uma barulhenta recepção, que culminou num desfile militar no dia 10 de setembro, onde uma divisão inteira do exército marchou da 110th Street até a Washington Square. O Leviathan começou sua carreira como Vaterland, um transatlântico de passeio da empresa alemã Hamburg America Line. Finalizado em 29 de abril de 1914, o navio foi apreendido no porto de Nova York pela Comissão de Navegação dos Estados Unidos depois que os americanos entraram para a Primeira Guerra Mundial, passando então a fazer parte da Marinha dos EUA. O navio foi rebatizado como Leviathan pelo presidente Woodrow Wilson, e usado durante a guerra para transportar soldados americanos para a França. Em 19 viagens, o Leviathan transportou mais de 100.000 soldados para a Europa. Em uma de suas viagens a embarcação levou 14.416 tropas, na época o maior número de tropas já transportadas por um único navio.

Diário de John J. Pershing. Conjunto 5, 31 de julho de 1919 a 11 de julho de 1920

General John J. Pershing (de 1860 a 1948) foi um comandante das Forças Expedicionárias Americanas (AEF) na Primeira Guerra Mundial. Aqui apresentamos cinco volumes dos diários de Pershing que registram seu serviço na França durante e depois da guerra e seu subsequente retorno aos Estados Unidos. Formado pela West Point e com experiência de batalha na Guerra Espanhol-Americana, contra rebeldes nas Filipinas e na campanha contra o renegado líder mexicano Pancho Villa, Pershing foi escolhido para comandar a AEF pelo presidente Woodrow Wilson e pelo Secretário de Guerra Newton D. Baker, logo após a entrada dos EUA na guerra, em abril de 1917. Pershing e uma equipe de aproximadamente 180 pessoas navegaram para a Europa em 28 de maio de 1917. Os diários recontam a chegada do general à Inglaterra, sua reunião com o rei George V, sua chegada à França e importantes gestos simbólicos como uma visita à tumba de Napoleão. Eles também detalham as interações de Pershing com os líderes militares e políticos dos Aliados e seus esforços para formar um exército americano separado, ao mesmo tempo em que fornecia reforços para ajudar os sobrecarregados exércitos franceses e britânicos na primavera e no verão de 1918. Os diários relatam as atividades de Pershing durante a guerra e sua opinião sobre muitos dos principais confrontos militares americanos, incluindo a Batalha da Floresta de Belleau em junho de 1918, a Batalha de Château-Thierry (18 de julho de 1918), o ataque do Primeiro Exército dos EUA na notável Batalha de Saint-Mihiel (12 de setembro de 1918), e a ofensiva do Primeiro Exército contra Meuse-Argonne, iniciada em 26 de setembro de 1918 e que contribuiu grandemente para a derrota final da Alemanha. Pershing apresenta um relato especialmente interessante sobre a assinatura do armistício em 11 de novembro, comunicado a ele no dia seguinte pelo general Maxime Weygand, chefe do estado-maior do comandante supremo dos aliados, o marechal Ferdinand Foch, e sobre a petição do representante do Ministério de Relações Exteriores alemão solicitando aos aliados que enviassem comida à Alemanha a fim de conter a fome entre o povo alemão. Os últimos volumes dos diários tratam da ocupação pelo exército dos EUA de uma parte da Alemanha, o returno de forças americanas aos EUA e a liquidação dos recursos militares americanos na Europa, a própria partida de Pershing da França em 1º de setembro de 1919, as celebrações de vitória em Nova York e em outras cidades, e sua subsequente obra sobre a Lei de Defesa Nacional de 1920 e a criação de uma tropa bem reduzida em tempos de paz. Os registros dos diários são datilografados.

Diário de John J. Pershing. Conjunto 1, 7 de maio de 1917 a 1º de setembro de 1918

General John J. Pershing (de 1860 a 1948) foi um comandante das Forças Expedicionárias Americanas (AEF) na Primeira Guerra Mundial. Aqui apresentamos cinco volumes dos diários de Pershing que registram seu serviço na França durante e depois da guerra e seu subsequente retorno aos Estados Unidos. Formado pela West Point e com experiência de batalha na Guerra Espanhol-Americana, contra rebeldes nas Filipinas e na campanha contra o renegado líder mexicano Pancho Villa, Pershing foi escolhido para comandar a AEF pelo presidente Woodrow Wilson e pelo Secretário de Guerra Newton D. Baker, logo após a entrada dos EUA na guerra, em abril de 1917. Pershing e uma equipe de aproximadamente 180 pessoas navegaram para a Europa em 28 de maio de 1917. Os diários recontam a chegada do general à Inglaterra, sua reunião com o rei George V, sua chegada à França e importantes gestos simbólicos como uma visita à tumba de Napoleão. Eles também detalham as interações de Pershing com os líderes militares e políticos dos Aliados e seus esforços para formar um exército americano separado, ao mesmo tempo em que fornecia reforços para ajudar os sobrecarregados exércitos franceses e britânicos na primavera e no verão de 1918. Os diários relatam as atividades de Pershing durante a guerra e sua opinião sobre muitos dos principais confrontos militares americanos, incluindo a Batalha da Floresta de Belleau em junho de 1918, a Batalha de Château-Thierry (18 de julho de 1918), o ataque do Primeiro Exército dos EUA na notável Batalha de Saint-Mihiel (12 de setembro de 1918), e a ofensiva do Primeiro Exército contra Meuse-Argonne, iniciada em 26 de setembro de 1918 e que contribuiu grandemente para a derrota final da Alemanha. Pershing apresenta um relato especialmente interessante sobre a assinatura do armistício em 11 de novembro, comunicado a ele no dia seguinte pelo general Maxime Weygand, chefe do estado-maior do comandante supremo dos aliados, o marechal Ferdinand Foch, e sobre a petição do representante do Ministério de Relações Exteriores alemão solicitando aos aliados que enviassem comida à Alemanha a fim de conter a fome entre o povo alemão. Os últimos volumes dos diários tratam da ocupação pelo exército dos EUA de uma parte da Alemanha, o returno de forças americanas aos EUA e a liquidação dos recursos militares americanos na Europa, a própria partida de Pershing da França em 1º de setembro de 1919, as celebrações de vitória em Nova York e em outras cidades, e sua subsequente obra sobre a Lei de Defesa Nacional de 1920 e a criação de uma tropa bem reduzida em tempos de paz. Os registros dos diários são datilografados.

Diário de John J. Pershing. Conjunto 2, 2 de setembro de 1918 a 27 de janeiro de 1919

General John J. Pershing (de 1860 a 1948) foi um comandante das Forças Expedicionárias Americanas (AEF) na Primeira Guerra Mundial. Aqui apresentamos cinco volumes dos diários de Pershing que registram seu serviço na França durante e depois da guerra e seu subsequente retorno aos Estados Unidos. Formado pela West Point e com experiência de batalha na Guerra Espanhol-Americana, contra rebeldes nas Filipinas e na campanha contra o renegado líder mexicano Pancho Villa, Pershing foi escolhido para comandar a AEF pelo presidente Woodrow Wilson e pelo Secretário de Guerra Newton D. Baker, logo após a entrada dos EUA na guerra, em abril de 1917. Pershing e uma equipe de aproximadamente 180 pessoas navegaram para a Europa em 28 de maio de 1917. Os diários recontam a chegada do general à Inglaterra, sua reunião com o rei George V, sua chegada à França e importantes gestos simbólicos como uma visita à tumba de Napoleão. Eles também detalham as interações de Pershing com os líderes militares e políticos dos Aliados e seus esforços para formar um exército americano separado, ao mesmo tempo em que fornecia reforços para ajudar os sobrecarregados exércitos franceses e britânicos na primavera e no verão de 1918. Os diários relatam as atividades de Pershing durante a guerra e sua opinião sobre muitos dos principais confrontos militares americanos, incluindo a Batalha da Floresta de Belleau em junho de 1918, a Batalha de Château-Thierry (18 de julho de 1918), o ataque do Primeiro Exército dos EUA na notável Batalha de Saint-Mihiel (12 de setembro de 1918), e a ofensiva do Primeiro Exército contra Meuse-Argonne, iniciada em 26 de setembro de 1918 e que contribuiu grandemente para a derrota final da Alemanha. Pershing apresenta um relato especialmente interessante sobre a assinatura do armistício em 11 de novembro, comunicado a ele no dia seguinte pelo general Maxime Weygand, chefe do estado-maior do comandante supremo dos aliados, o marechal Ferdinand Foch, e sobre a petição do representante do Ministério de Relações Exteriores alemão solicitando aos aliados que enviassem comida à Alemanha a fim de conter a fome entre o povo alemão. Os últimos volumes dos diários tratam da ocupação pelo exército dos EUA de uma parte da Alemanha, o returno de forças americanas aos EUA e a liquidação dos recursos militares americanos na Europa, a própria partida de Pershing da França em 1º de setembro de 1919, as celebrações de vitória em Nova York e em outras cidades, e sua subsequente obra sobre a Lei de Defesa Nacional de 1920 e a criação de uma tropa bem reduzida em tempos de paz. Os registros dos diários são datilografados.

Diário de John J. Pershing. Conjunto 3, 28 de janeiro de 1919 a 3 de abril de 1919

General John J. Pershing (de 1860 a 1948) foi um comandante das Forças Expedicionárias Americanas (AEF) na Primeira Guerra Mundial. Aqui apresentamos cinco volumes dos diários de Pershing que registram seu serviço na França durante e depois da guerra e seu subsequente retorno aos Estados Unidos. Formado pela West Point e com experiência de batalha na Guerra Espanhol-Americana, contra rebeldes nas Filipinas e na campanha contra o renegado líder mexicano Pancho Villa, Pershing foi escolhido para comandar a AEF pelo presidente Woodrow Wilson e pelo Secretário de Guerra Newton D. Baker, logo após a entrada dos EUA na guerra, em abril de 1917. Pershing e uma equipe de aproximadamente 180 pessoas navegaram para a Europa em 28 de maio de 1917. Os diários recontam a chegada do general à Inglaterra, sua reunião com o rei George V, sua chegada à França e importantes gestos simbólicos como uma visita à tumba de Napoleão. Eles também detalham as interações de Pershing com os líderes militares e políticos dos Aliados e seus esforços para formar um exército americano separado, ao mesmo tempo em que fornecia reforços para ajudar os sobrecarregados exércitos franceses e britânicos na primavera e no verão de 1918. Os diários relatam as atividades de Pershing durante a guerra e sua opinião sobre muitos dos principais confrontos militares americanos, incluindo a Batalha da Floresta de Belleau em junho de 1918, a Batalha de Château-Thierry (18 de julho de 1918), o ataque do Primeiro Exército dos EUA na notável Batalha de Saint-Mihiel (12 de setembro de 1918), e a ofensiva do Primeiro Exército contra Meuse-Argonne, iniciada em 26 de setembro de 1918 e que contribuiu grandemente para a derrota final da Alemanha. Pershing apresenta um relato especialmente interessante sobre a assinatura do armistício em 11 de novembro, comunicado a ele no dia seguinte pelo general Maxime Weygand, chefe do estado-maior do comandante supremo dos aliados, o marechal Ferdinand Foch, e sobre a petição do representante do Ministério de Relações Exteriores alemão solicitando aos aliados que enviassem comida à Alemanha a fim de conter a fome entre o povo alemão. Os últimos volumes dos diários tratam da ocupação pelo exército dos EUA de uma parte da Alemanha, o returno de forças americanas aos EUA e a liquidação dos recursos militares americanos na Europa, a própria partida de Pershing da França em 1º de setembro de 1919, as celebrações de vitória em Nova York e em outras cidades, e sua subsequente obra sobre a Lei de Defesa Nacional de 1920 e a criação de uma tropa bem reduzida em tempos de paz. Os registros dos diários são datilografados.

Diário de John J. Pershing. Conjunto 4, 4 de abril de 1919 a 30 de julho de 1919

General John J. Pershing (de 1860 a 1948) foi um comandante das Forças Expedicionárias Americanas (AEF) na Primeira Guerra Mundial. Aqui apresentamos cinco volumes dos diários de Pershing que registram seu serviço na França durante e depois da guerra e seu subsequente retorno aos Estados Unidos. Formado pela West Point e com experiência de batalha na Guerra Espanhol-Americana, contra rebeldes nas Filipinas e na campanha contra o renegado líder mexicano Pancho Villa, Pershing foi escolhido para comandar a AEF pelo presidente Woodrow Wilson e pelo Secretário de Guerra Newton D. Baker, logo após a entrada dos EUA na guerra, em abril de 1917. Pershing e uma equipe de aproximadamente 180 pessoas navegaram para a Europa em 28 de maio de 1917. Os diários recontam a chegada do general à Inglaterra, sua reunião com o rei George V, sua chegada à França e importantes gestos simbólicos como uma visita à tumba de Napoleão. Eles também detalham as interações de Pershing com os líderes militares e políticos dos Aliados e seus esforços para formar um exército americano separado, ao mesmo tempo em que fornecia reforços para ajudar os sobrecarregados exércitos franceses e britânicos na primavera e no verão de 1918. Os diários relatam as atividades de Pershing durante a guerra e sua opinião sobre muitos dos principais confrontos militares americanos, incluindo a Batalha da Floresta de Belleau em junho de 1918, a Batalha de Château-Thierry (18 de julho de 1918), o ataque do Primeiro Exército dos EUA na notável Batalha de Saint-Mihiel (12 de setembro de 1918), e a ofensiva do Primeiro Exército contra Meuse-Argonne, iniciada em 26 de setembro de 1918 e que contribuiu grandemente para a derrota final da Alemanha. Pershing apresenta um relato especialmente interessante sobre a assinatura do armistício em 11 de novembro, comunicado a ele no dia seguinte pelo general Maxime Weygand, chefe do estado-maior do comandante supremo dos aliados, o marechal Ferdinand Foch, e sobre a petição do representante do Ministério de Relações Exteriores alemão solicitando aos aliados que enviassem comida à Alemanha a fim de conter a fome entre o povo alemão. Os últimos volumes dos diários tratam da ocupação pelo exército dos EUA de uma parte da Alemanha, o returno de forças americanas aos EUA e a liquidação dos recursos militares americanos na Europa, a própria partida de Pershing da França em 1º de setembro de 1919, as celebrações de vitória em Nova York e em outras cidades, e sua subsequente obra sobre a Lei de Defesa Nacional de 1920 e a criação de uma tropa bem reduzida em tempos de paz. Os registros dos diários são datilografados.

Mapas da Áustria-Hungria

Pensando na conferência de paz que deveria acontecer após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917 o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pela preparação de informações básicas, que seriam usadas por emissários britânicos durante o evento. Mapas da Áustria-Hungria é o Número 1 em uma série de estudos produzida por este departamento, a maioria dos quais publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris de 1919. O livro contém uma coleção de dez mapas desdobráveis. Oito desses mapas são folhas do Mapa geral da Europa, compilado na Sociedade Geográfica Real sob a direção do Setor Geográfico do estado-maior geral, e impresso em 1915 pelo Serviço de Cartografia. No final de 1918 alguns desses mapas passaram por correções. Os mapas retratam regiões em torno de oito cidades importantes dentro ou perto do Império Austro-Húngaro: Wien (Viena, na Áustria), Krakau (Cracóvia, na Polônia), Jitomir (Zhitomir, na Ucrânia), Milano (Milão, na Itália), Triest (Trieste, na Itália), Buda Pest (Budapeste, na Hungria), Bucuresti (Bucareste, na Romênia), e Sofiya (Sófia, na Bulgária). Os outros dois mapas são do arquipélago de Curzola ao largo da costa da Dalmácia (atual arquipélago de Korcula, na Croácia), um desses mapas é intitulado “Hungria e Croácia-Eslovênia (Esboço cartográfico mostrando divisões internas)”.  Os oito primeiros mapas mostram a disposição da cidade retratada em relação a outras importantes cidades internacionais, e todos os mapas apresentam escala em milhas e em quilômetros.

Mapas da Polônia

Pensando na conferência de paz que deveria acontecer após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917 o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pela preparação de informações básicas, que seriam usadas por emissários britânicos durante o evento. Mapas da Polônia é o Número 49 em uma série de estudos produzida por este departamento, a maioria dos quais publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris de 1919. O livro contém uma coleção de oito mapas desdobráveis. Seis desses mapas são folhas do Mapa geral da Europa, compilado na Sociedade Geográfica Real sob a direção do Setor Geográfico do estado-maior geral, e impresso em 1915 pelo Serviço de Cartografia. Os mapas retratam regiões em torno de seis importantes cidades dentro ou perto da área que se tornaria a recém-independente República Polonesa: Berlim, Varsóvia, Minsk, Viena, Krakau (Cracóvia), e Jitomir (Zhitomir, na Ucrânia). O obra também inclui um “Mapa etnográfico da região central e sudeste da Europa” e as “Partições da Polônia”, um mapa colorido que registra a divisão da Polônia entre Áustria, Prússia e Rússia em 1772, depois em 1793, e novamente em 1795, quando desapareceu totalmente da Europa. Quatro outros estudos na série tratam de diferentes aspectos da questão polonesa: Polônia: esboço geral da história de 1569 a 1815 (Número 43); Polônia Russa, Lituânia e Rússia Branca (Número 44); Polônia Prussiana (Número 45); e Polônia Austríaca (Número 46).

Mapas da Península Balcânica

Pensando na conferência de paz que deveria acontecer após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917 o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pela preparação de informações básicas, que seriam usadas por emissários britânicos durante o evento. Mapas da Península Balcânica é o Número 15 em uma série de estudos produzida por este departamento, a maioria dos quais publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris de 1919. O livro contém uma coleção de sete mapas desdobráveis e uma tabela de tratados. Seis desses mapas são folhas do Mapa geral da Europa, compilado na Sociedade Geográfica Real sob a direção do Setor Geográfico do estado-maior geral, e impresso em 1915 pelo Serviço de Cartografia. Os mapas retratam regiões em torno de sete cidades importantes dentro ou perto dos Balcãs: Jitomir (Zhitomir, na Ucrânia), Buda Pest (Budapeste, na Hungria), Bucuresti (Bucareste, na Romênia), Sofiya (Sófia, na Bulgária), Istambul (na Turquia), e Athenai (Atenas, na Grécia). A obra também inclui um mapa básico histórico do sudeste da Europa, mostrando toda a Península Balcânica e suas fronteiras nacionais a partir de dezembro de 1918, com fronteiras mais antigas estabelecidas pelo Tratado de Berlim (1878), pelo Tratado de San Stefano (1878), e por outros tratados marcados em vermelho. A tabela de tratados, cuja função é explicar o mapa histórico, lista 20 tratados celebrados entre 1812 e 1918 utilizados para definir as fronteiras nos Balcãs. Os impactos de cada tratado, onde relevante, são resumidos para os sete países dos Balcãs: Montenegro, Sérvia, Bulgária, Romênia, Albânia, Grécia e Turquia. Vários estudos na série tratam dos Balcãs, incluindo, por exemplo, O movimento iugoslavo (Número 14); Turquia na Europa (Número 16); e Montenegro (Número 19).

Mapas etnográficos das regiões central e sudeste da Europa e da Ásia Ocidental

Pensando na conferência de paz que deveria acontecer após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917 o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pela preparação de informações básicas, que seriam usadas por emissários britânicos durante o evento. Mapas etnográficos das regiões central e sudeste da Europa e da Ásia Ocidental é o Número 0 em uma série de estudos produzida por este departamento, a maioria dos quais publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris de 1919. O livro contém uma coleção de cinco mapas etnográficos desdobráveis. Os mapas são compostos de um “Mapa etnográfico das regiões central e sudeste da Europa” em quatro folhas: Alemanha, Polônia, norte da Itália e sudeste da Europa (Península Balcânica); e um “Mapa etnográfico do leste da Turquia na Ásia, da Síria e da Pérsia Ocidental”. Cada mapa usa códigos coloridos para indicar as regiões habitadas por pessoas de diferentes nacionalidades e grupos étnicos. O livro também contém uma nota explicativa de quatro páginas sobre o mapa dos Balcãs. Conforme indicado na nota, o caráter étnico dos diversos povos balcânicos e sua distribuição é discutido do Número 15 ao 22 e no Número 46 da série de manual da paz.