O drama de Akbar

Descrição

Muḥammad Ḥusain Āzād (também chamado de Ehsan Azad, 1834-1910, aproximadamente) foi um poeta e bem-sucedido escritor urdu, dono de uma prosa vívida, especialmente em seus textos históricos. Ele nasceu em Deli, onde seu pai, Muhammad Baqir, editou o primeiro jornal urdu, Delhi Urdu Akhbar. O envolvimento de Muhammad Baqir na Revolta de 1857 (também conhecida como Revolta dos Cipaios) levou à sua execução pelos britânicos. Seu filho se mudou para Lahore muitos anos depois, onde ensinou árabe na Universidade do Governo e foi, posteriormente, professor de urdu e persa no Colégio Oriental. Āzād escreveu cerca de 20 livros, alguns deles publicados postumamente, e é aclamado como mestre no estilo de prosa urdu. Seus livros mais importantes incluem uma história da poesia urdu, seus contos sobre a história indiana medieval, seus ensaios alegóricos e sua obra Darbar-e-Akbari (O drama de Akbar), uma história sobre a época de Akbar o Grande (1556–1605). O drama, dividido em 12 partes, foi publicado pela primeira vez em 1910 e é focado especialmente no filho de Akbar, Salim, que como Jahangir ("Conquistador do Mundo" em persa) governou o Império Mogol de 1605 a 1627. Mehr-un-Nisaa, a bela e inteligente viúva de um oficial rebelde chegou à corte onde, muitos anos depois em 1611, o imperador casou-se com ela e deu-lhe o título de Nur Jahan, que significa "Luz do Mundo". Ela era devotada a Jahangir e ele estava tão absorto nela que lhe confiou a maior parte do trabalho de governar o império. No drama, o diálogo dá vida às personagens e o amor é retratado como uma força mágica.

Última Atualização: 3 de dezembro de 2012