Neutralidade da Bélgica

Descrição

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Neutralidade da Bélgica é o Número 29 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. O Reino da Bélgica foi criado em 1831, após as províncias ao sul dos Países Baixos se revoltarem com sucesso e obterem reconhecimento internacional por sua independência, em outubro de 1830. No tratado de 15 de novembro de 1831, as cinco grandes potências da Europa — Grã-Bretanha, França, Áustria, Prússia e Rússia — garantiram a perpétua neutralidade do novo reino e a integridade e inviolabilidade de seu território. Originalmente concebida como um amortecedor contra possíveis agressões francesas, uma Bélgica neutra se tornou um dos pilares da ordem pacífica europeia ao longo do restante do século XIX e até o início do século XX. Em agosto de 1914, no início da Primeira Guerra Mundial, a Alemanha invadiu e ocupou a Bélgica, violando o tratado de 1831. Este estudo é uma análise detalhada da neutralidade belga de acordo com a lei internacional. Ele refuta os argumentos fornecidos por juristas alemães que justificavam a invasão. A violação alemã da neutralidade belga foi um dos principais fatores que levaram a Grã-Bretanha a entrar na guerra do lado da França e da Rússia.

Data de Criação

Data do Assunto

Informação da Publicação

H.M. Stationery Office, Londres

Idioma

Título no Idioma Original

Neutrality of Belgium

Tipo de Item

Descrição Física

22 páginas; 22 centímetros

Observações

  • Da série: Manuais da Paz

Coleção

Estrutura Internacional para a Interoperabilidade de Imagens (IIIF) Ajuda

Última Atualização: 21 de julho de 2014