As bacias do Don e do Volga

Descrição

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. As bacias do Don e do Volga é o Número 53 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. Este estudo abrange as províncias do Império Russo de Astracã, Kazan, Kostroma, Nizhni-Novgorod, Samara, Simbirsk, Vladimir, Voronezh e Yaroslavl, daquela época, além do território dos Cossacos do Don. Este narra a colonização da bacia do Volga no início da Idade Média por povos eslavos, a invasão tártara do século XIII e a expansão da Rússia na região a partir do final do século XVI. Também observa a importância dos Cossacos do Don, soldados-fazendeiros independentes que foram subjugados pelos russos em 1623 e, daí em diante, passaram a servir aos czares na repressão de revoltas internas e defensa das fronteiras externas. Os povos da bacia do Volga incluíam russos, ucranianos, alemães, tártaros e vários outros grupos menores. Esta parte da Rússia também conta com uma significativa minoria muçulmana, e o estudo observa (citando o censo de 1896) que 16,4% da população da bacia do Volga era muçulmana. A Primeira Guerra Mundial e a Revolução Russa aumentaram as pressões por autonomia local e levaram à formação da República Tártara em Kazan, que mais tarde se tornaria parte da União Soviética.

Data de Criação

Informação da Publicação

H.M. Stationery Office, Londres

Idioma

Título no Idioma Original

The Don and Volga Basins

Tipo de Item

Descrição Física

112 páginas: tabelas; 22 centímetros

Observações

  • Da série: Manuais da Paz

Coleção

Estrutura Internacional para a Interoperabilidade de Imagens (IIIF) Ajuda

Última Atualização: 21 de março de 2014