“O livro de medicina simples e plantas”, do livro O cânone da medicina

Descrição

Al Hussein ibn Abdullah Ibn Sina (também conhecido pela versão latinizada de seu nome, Avicena, 980–1037 d.C.; 370–428 a.H.) foi um polímata muçulmano persa e acima de tudo um médico e um filósofo em sua época. Em sua Introdução à história da ciência, o eminente historiador da ciência George Sarton (1884-1956) descreveu Ibn Sina como “um dos maiores expoentes do universalismo muçulmano e uma eminente figura na cultura islâmica”, observando que “durante mil anos tem conservado sua reputação original como um dos maiores pensadores e pesquisadores de medicina da história”. O Al-Qānūn fī al-țíbb. (O cânone da medicina) é a obra mais famosa de Ibn Sina. Resumindo os conhecimentos médicos da época e compreendendo cinco volumes, é considerada como um dos grandes clássicos da história da medicina. Ela foi considerada uma autoridade médica no início do século XIX. De acordo com Sarton, O cânone da medicina contém “alguns dos pensamentos mais esclarecedores incluindo a distinção entre a mediastinite e a pleurisia, a natureza contagiosa da tuberculose, a expansão das enfermidades pela água e pela terra, descrições minuciosas de problemas dermatológicos, de doenças sexualmente transmissíveis e as perversões; [e] de doenças nervosas”. Apresenta-se aqui o Kitāb al-adwiyah al-mufradah wa al-nabātāt (O livro de medicina simples e plantas), o fragmento sobre a material médica do Al-Qānūn fi al-țibb.

Última Atualização: 12 de agosto de 2016