Mapa de Barbary, Nigrita, e Guiné

Descrição

Por volta da época do Renascimento, o conhecimento europeu da África era grandemente limitado ao Mediterrâneo e áreas costeiras. Também era ainda fortemente influenciado por fontes clássicas. Entre 1570 e 1670, os holandeses, que dominavam a cartografia européia na época, começaram a traduzir relatórios de capitães do mar portugueses, bem como antigas fontes da África Setentrional, a fim de expandir seus conhecimentos sobre o continente. No final do século XVII e início do século XVIII, a Real Academia Francesa  de Ciências deu novo impulso ao mapeamento da África. Este mapa do século XVIII de Guillaume de l'Isle, um dos cartógrafos da academia, é um dos mais "científicos" retratos da África Setentrional e Ocidental da época. É quase certo que De l'Isle  elaborou seu trabalho em cima das compilações holandesas de fontes clássicas, árabes e portuguesas. Ele também tentou mapear informações dos mais recentes relatos dos jesuítas e de outros missionários em tabelas que medem latitude e longitude. O mapa de De l'Isle proporcionava, assim, um retrato detalhado tanto das redes comerciais litorâneas quanto das terras do continente conhecidas como "Nigritia". A cartografia, no entanto, permaneceu um empreendimento especulativo, como se pode ver em algumas das observações do mapa, como por exemplo, "Alguns acreditam que o rio Níger é um braço do Nilo e, por isso, o chamam de o Nilo dos negros."

Data de Criação

Data do Assunto

Informação da Publicação

Chez l'auteur fur le Quai de l'Horloge a l'Aigle d'Or, Paris

Idioma

Título no Idioma Original

Carte de la Barbarie, de la Nigritie, et de la Guinée

Lugar

Outras Palavras-Chave

Tipo de Item

Descrição Física

1 mapa ilustrado e colorido à mão, 50 x 61 centímetros

Observações

  • Escala aproximadamente 1:9.150.000

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Última Atualização: 29 de setembro de 2014