A terrível existência do grande Gargântua, pai de Pantagruel

Descrição

François Rabelais (por volta de 1494-1553) publicou sua cômica obra-prima Pantagruel, provavelmente em 1532, sob o pseudônimo de Alcofribas Nasier (um anagrama do nome real do autor). Impelido pelo sucesso imediato dessa obra, Rabelais passou a escrever a vida e as aventuras do pai de Pantagruel, Gargântua. Os eventos do livro posterior, portanto, ocorrem antes dos narrados no primeiro livro. O caráter de Gargântua já era conhecido na literatura popular, mas Rabelais compôs um novo conto que retrabalhou os temas de Pantagruel. Através da história desses gigantes de índole boa e farsesca, Rabelais comemorou a luta do humanismo e a recuperação do conhecimento antigo. Apesar de escrito pouco depois de Pantagruel, Gargântua marcou uma clara evolução no pensamento e na escrita de Rabelais, por ele ter renunciado à obscuridade erudita e cômica, e claramente afirmado seu ideal de humanismo cristão. A primeira edição, impressa às pressas em 1534, continha inconsistências, em particular tipográficas, que Rabelais corrigiu nesta edição, que está expressamente datada de 1535 no título, e foi publicada por François Juste de Lion, como aconteceu na edição anterior. O título contém outro pseudônimo utilizado por Rabelais, l'abstracteur de quinte essence (o extrator da quintessência).

Data de Criação

Data do Assunto

Informação da Publicação

François Juste, Lion

Idioma

Título no Idioma Original

La Vie inestimable du grand Gargantua, père de Pantagruel, jadis composée par l'abstracteur de quinte essence

Lugar

Tipo de Item

Descrição Física

Assinado A-N, letras decoradas, título emoldurado. 2ª edição

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Última Atualização: 8 de novembro de 2011