Waterloo, os Túmulos, Bélgica

Descrição

Esta impressão fotocrômica dos túmulos, ou mais especificamente dos cenotáfios, em Waterloo é parte de "Vistas da Arquitetura e de Outros Locais da Bélgica", do catálogo da Detroit Publishing Company (1905). Localizado a cerca de 12 quilômetros sul-sudeste de Bruxelas, Waterloo é o local da grande batalha de junho de 1815 travada entre o exército francês de Napoleão I e os exércitos comandados pelo Duque de Wellington, da Grã Bretanha e o general Blücher da Prússia. Em 26 de fevereiro de 1815, Napoleão deixou, em segredo, a ilha mediterrânea de Elba, para onde havia sido exilado pelos aliados vitoriosos no ano anterior. Ele marchou para Paris, reuniu um exército e mobilizou-se para atacar seus inimigos na Bélgica. Napoleão teve uma primeira vitória sobre Blücher em Ligny mas, em 18 de junho, Wellington e Blücher conseguiram juntar suas forças para a vitória decisiva na Batalha de Waterloo. Após sua derrota, Napoleão abdicou pela segunda vez em 22 de junho e foi exilado para a ilha de Santa Helena, no Atlântico Sul, onde residiu até sua morte em 1821. O Monte do Leão, ou Butte du Lion, visto ao fundo, é uma colina artificial que foi construída em 1823-1826, feita da terra do campo de batalha. A colina marca o local onde Guilherme, o Príncipe de Orange, depois Rei Guilherme II dos Países Baixos, foi ferido durante a batalha. Ela tem 38 metros de altura, com uma circunferência de 491 metros. O leão que encima a colina é feito de ferro fundido e mede aproximadamente cinco metros de comprimento e cinco metros de altura, e pesa cerca de 32.000 kg. O pedestal da estátua, de chalcathite (vitriol azul), mede aproximadamente seis metros de altura e tem a data "18 junho de 1815" gravada.

Data do Assunto

Informação da Publicação

Detroit Publishing Company, Detroit, Michigan

Idioma

Título no Idioma Original

Waterloo, the Tombs, Belgium

Tipo de Item

Descrição Física

1 impressão fotomecânica : fotocromo, cor

Observações

  • A Companhia Fotográfica de Detroit foi lançada como uma editora de fotografia na década de 1890 pelo empresário e editor de Detroit William A. Livingstone, Jr., e pelo fotógrafo e editor de fotografia Edwin H. Husher. Eles obtiveram o direito exclusivo de usar o "Fotochromo", o processo suíço de conversão de fotografias em preto-e-branco em imagens coloridas, e imprimi-las por fotolitografia. Este processo inovador foi aplicado na produção em massa de cartões postais coloridos, gravuras e álbuns para venda ao mercado americano. A empresa tornou-se a Detroit Publishing Company em 1905.

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Última Atualização: 12 de junho de 2015