Monumento da antiga civilização maia em Quiriguá na Guatemala

Descrição

Esta fotografia, da Coleção Frank e Frances Carpenter na Biblioteca do Congresso, mostra dois homens examinando um monumento de pedra da antiga cidade maia de Quiriguá, na Guatemala. Frank G. Carpenter (1855-1924) foi um escritor americano de livros sobre viagens e geografia mundial cujas obras ajudaram a popularizar a antropologia cultural e a geografia dos Estados Unidos nos primeiros anos do século XX. Composta de fotografias tiradas e reunidas por Carpenter e sua filha Frances (1890-1972) para ilustrar seus escritos, a coleção inclui um número estimado em 16.800 fotografias e 7.000 negativos em vidro e filme. Em Terras do Caribe (1925), parte da série Viagens pelo mundo de Carpenter, o autor escreveu: “As ruínas da cidade maia em Quiriguá estão espalhadas por uma área de três mil acres, no entanto ficaram escondidas pela floresta por mais de mil anos sem serem descobertas pelo homem. Elas foram encontradas em 1839, quando John L. Stephens, um explorador caminhando por essa parte do país, deparou-se com elas. Isso sucedeu-se antes do advento da fotografia, porém as ilustrações feitas a partir de gravuras em aço por um homem que estava viajando com Stephens, chamado Catherwood (habilidoso em desenho), e os escritos de Stephens, revelaram ao mundo pela primeira vez essa cidade esquecida”. A civilização maia, que atingiu o auge de seu desenvolvimento no período entre 250 e 900 d.C., espalhou-se por grande parte da atual América Central e sul do México. Quiriguá foi um porto fluvial maia, que prosperou aproximadamente entre 400 e 900 d.C.

Última Atualização: 29 de setembro de 2014