Formação do estado nos territórios árabes do antigo Império Otomano desde a Primeira Guerra Mundial, classificados por origem, significância e viabilidade

Descrição

Die Staatenbildungen in den arabischen Teilen der Türkei seit dem Weltkriege nach Entstehung, Bedeutung und Lebensfähigkeit (Formação do estado nos territórios árabes do antigo Império Otomano desde a Primeira Guerra Mundial, classificados por origem, significância e viabilidade ) é um estudo sobre a formação dos estados árabes do Oriente Médio após a Primeira Guerra Mundial e a queda do Império Otomano. Antecipando o fim dos turcos otomanos na guerra e com medo do domínio russo, entre novembro de 1915 e março 1916, a Grã-Bretanha e a França firmaram secretamente o Acordo Sykes-Picot, que dividia as províncias árabes otomanas fora da Península Arábica em esferas de influência britânicas e francesas. No final da guerra, a Síria (que incluía o Líbano), tornou-se um mandato francês, enquanto a Palestina, a Transjordânia e o Iraque passaram a ser mandatos britânicos. O livro também discute os estados que não eram mandatos na Península Arábica, incluindo o Reino Mutawakkilita do Iêmen, o Reino Hachemita do Hejaz, e o reino da Casa de Saud (que na época também incluía o Emirado de Jabal Shammar, no norte, e o breve Emirado Idríssida de Asir, no sudoeste). A ressurgente Casa de Saud mais tarde anexou Hejaz ao seu território e em 1932 estabeleceu o Reino da Arábia Saudita. Além disso, o livro examina o movimento nacionalista árabe e a luta contra os turcos pela independência, e conclui apresentando uma longa bibliografia e uma lista de documentos que se referem aos vários acordos que moldaram o Oriente Médio. O autor, Erich Topf (1904 a 1983), era um jurista alemão ativo durante a era nazista. Ele nasceu em Magdeburgo e estudou nas universidades de Berlim e Göttingen. Em seu curto prefácio, ele salienta a importância da região para a política externa alemã. Embora reconhecendo as “consequências de uma guerra perdida”, Topf argumenta que “o dever óbvio” de reconstruir a Alemanha “não deve limitar nosso horizonte somente até a vizinha região da Europa Central”.

Última Atualização: 14 de novembro de 2017